Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

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⁠Existo, porque penso! Transformo o que existe, quando imagino e executo.

Se é para ser preso!
Que seja porque violei as regras de transito do teu corpo.

Se você aceita é porque concorda,
Portanto é tanto quanto⁠.

Guardo questões que não se calam...

e mesmo sem respostas, sigo.

Porque viver, ás vezes, é apenas isso:

manter acessa acentelhaque o mundo tenta apagar.

Hoje me preparei para pedir a Deus… mas só consegui agradecer. Porque o maior tesouro do universo é este: estar aqui

Porque a vida não avisa quando chegará ao fim...
E amar todos os dias é a forma mais silenciosa e mais urgente de honra-la....
Enquanto estamos aqui.

O serviço público funciona porque alguém não dorme. O reajuste mostra quem dorme tranquilo: 4,71%.

Há quem ame nossas feridas porque nelas se sente importante...
mas se incomode com a nossa cura,
porque já não sabe onde se encaixar.

Hoje sigo elegante, porque desabar em público nunca foi minha linha de defesa.

Hoje sou feliz sem precisar de muito,
sou feliz porque despertei outra vez.
E se a vida fosse contrato eterno,
minha assinatura seria...
gratidão e paz.

Há quem diga que a literatura morreu. Quando será o enterro? Até porque também se faz literatura a partir da tragédia.

Ouvir você dizer que o amor havia acabado despertou algo terrível em mim.
Porque, pela primeira vez, eu entendi que te perder era real.
Foi tarde demais para voltar atrás. Tarde demais para desfazer as feridas. Tarde demais para amar você da maneira certa.
E talvez o pior seja saber que eu ouvi isso da pessoa que mais tentou ficar.

⁠Os bolsonaristas nunca pegam COVID! Porque eles já adquiriram imunidade de rebanho!

*Odeio estudar*


Odeio estudar
Não porque estudar é chato
Mas porque odeio por causa da pressão que colocam em mim


Eu odeio estudar
Não porque os números se misturam e embaralham
Mas sim porque se eu entender esses números, todos vão esperar eu ser a melhor


Eu odeio estudar
Não porque eu não tenho uma memória boa
Mas sim porque se espera que no vestibular, eu me lembre de todas as fórmulas matemáticas que estudei


Odeio estudar
Não porque ouvir um monólogo seja ruim
Mas sim porque depois desse monólogo que ninguém entendeu, todos irão perguntar de mim


Odeio estudar
Não porque tenho preguiça
Mas sim porque a expectativa que colocam em mim é dolorosa
"E se eu não conseguir o que esperam de mim?" Isso me corroe


Odeio estudar
Não porque a ansiedade que sinto é horrível
Mas sim porque mesmo me sentindo ansiosa e com medo, não posso contar a ninguém


Odeio estudar
Não porque postergo estudar e brigam comigo
Mas porque sei que perco tempo com leviandades e porque vejo a decepção em seus olhos


Odeio estudar
Não porque é chato
Mas sim porque estudar me dá medo

se amas tanto alguém
porque morres com este amor no peito?
porque não esbanjar oque sentes?
se for sincero
sente.

É BrasiL com L maiúsculo mesmo, porque esse L é do Lula.

AS HORAS QUE SE RECUSAM A MORRER


Não durmo.


Não porque exista alguma coisa
que valha a pena vigiar,
mas porque até o sono
parece ter desistido de mim.


A madrugada é um animal velho
deitado sobre o peito.


Respira devagar.


E eu escuto.


03:12.


O relógio continua funcionando
com a obscena fidelidade
das coisas que não possuem alma.


Nós somos assim:
inventamos máquinas para medir o tempo
e depois descobrimos, tarde demais,
que era o tempo
que estava nos medindo.


03:47.


Penso na infância.


É estranho chamar aquilo de infância.


Havia paredes,
havia nomes,
havia pessoas que deveriam ter ficado.


Mas algumas ausências
nascem antes das pessoas morrerem.


Talvez essa seja
a primeira forma de abandono:


descobrir que alguém pode estar vivo
e ainda assim
já não existir para você.


04:06.


Acendo um cigarro.


A brasa ilumina meu rosto
por alguns segundos.


É quase uma oração.


Depois vira cinza.


Como tudo.


O amor também foi assim.


Primeiro, uma pequena chama
que prometia aquecer a casa.


Depois, fumaça.


Depois, cheiro.


Depois, nada.


Tenho uma coleção inteira
de coisas que acabaram
sem nunca terem começado direito.


Amores.


Amizades.


Promessas.


Versões de mim mesmo
que morreram sem funeral.


04:33.


A cidade permanece silenciosa.


Milhares de pessoas dormem
sem saber que existir
é apenas uma maneira elegante
de adiar a própria decomposição.


Talvez o sono seja misericórdia.


Talvez seja apenas
a morte ensaiando.


Eu nunca soube diferenciar.


04:51.


Há algo profundamente humilhante
em continuar.


Você acorda.


Come.


Trabalha.


Ama.


Perde.


Finge.


Repete.


E chama isso de vida
porque a palavra "prisão"
parece pessimista demais
para caber numa conversa civilizada.


05:17.


O céu começa a clarear.


Que ironia.


Até a luz parece cansada.


Ela atravessa as janelas
como um funcionário público
cumprindo uma obrigação antiga.


Nenhum milagre.


Nenhuma redenção.


Apenas mais uma manhã
chegando para cobrar
o preço de ontem.


Olho para minhas mãos.


Ainda estão aqui.


Essa é a única vitória
que consigo reconhecer.


Não sou feliz.


Não estou curado.


Não encontrei Deus,
nem sentido,
nem uma razão suficientemente bonita
para justificar tudo aquilo
que precisei perder.


Mas ainda estou aqui.


Talvez seja isso
o que mais incomoda o vazio.


Ele passou anos tentando me convencer
de que eu não significava nada.


E eu, miserável,
continuei respirando.


Não por esperança.


Esperança é uma palavra
que os desesperados inventaram
para tornar o sofrimento suportável.


Eu continuo
por uma razão muito mais simples:


ainda não terminei
de transformar minhas ruínas
em alguma coisa que se pareça comigo.


06:02.


O mundo acorda.


Eu permaneço sentado
entre a noite e o dia,


com os olhos vermelhos,
o coração em ferrugem
e a alma cheia
de quartos abandonados.


Não dormi.


Mas sobrevivi à madrugada.


E talvez seja isso
que ninguém nos conta:


às vezes, viver
não é encontrar uma razão para continuar.


É simplesmente olhar para o abismo
até que ele perceba


que você também
aprendeu a encará-lo.

Uma história de amor de uma vida inteira só existiu porque alguém criou expectativas.

Emoção


A emoção que grita
no peito,
em forma de canção.


Sem saber o porquê,
mesmo sem entender…
Eu só sei
que preciso de você.

O certo é isso: amar a si mesmo e, depois, o outro — sem perder a própria essência. Porque qualquer tipo de “amor” é energia, é frequência… e isso é real.