Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

Cerca de 614198 frases e pensamentos: Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi

⁠Como eu queria não existir, para não sentir a dor que levo comigo.
Inimigo felino devora-me a cada milímetro de distância que fico de Ti.

Inserida por Giltuane

⁠ Não, eu não odiei te conhecer,
Odiei o fato de ter aparecido num momento de fragilidade, odiei o fato de ter me apaixonado por você e odeio principalmente amar você e com isso me odiar.

Inserida por carlloz_andre

⁠As Crônicas das Estrelas é o nome da coleção de três contos de fantasia que eu, Anderson Seixas Correa (Tim Seixas), irei lançar em 2021.

Se for a vontade de Deus é claro.

25 de Julho de 2020.

Inserida por andersonseixas7

⁠Talvez eu seja como essas partículas no céu, pesadas demais para flutuar.

Inserida por rodrigo_alves_4

Se a vida é feita de fases, eu sou feito de transformações.

Inserida por daniloangelus

⁠Não era para ser! Eu não poderia ser seu eterno salva-vidas. Eu era luz e você noite sombria, tentamos nos encaixar onde não cabíamos. Eu sonhava alto e fazia, você duvidava e não me apoiava em nenhum dia. Estava só e não sabia, você foi a passageira que mais rápida ficou e me marcou negativamente. Quem diria!

Inserida por ThiagoLimano

⁠OS INFORTÚNIOS DE AFONSO

Por Nemilson Vieira (*)

Eu o meu irmão mais velho e alguns amigos da primeira infância visitávamos o bananal do seu Afonso nas caçadas de passarinhos. Havia bananas maduras nos cachos, com furos por cima; já visitadas pelas aves. Pipira (sanhaço), currupião (sofreu), sabiá… Homem bom, de poucas posses, mas trabalhador e honrado… Numa certa altura da vida, Afonso desandou-se; deu um atrapalho na família: a mulher foi-se embora com outro e levou consigo os filhos. Com o tempo a sua casa do nada, pegou fogo com a plantação de bananas. Tudo que possuía tornou-se em cinzas; quase morreu de desgosto… Um amigo o convidou a uma caçada conhecida no nordeste por fachear; consiste em se fazer uma picada por baixo da mata e ficar a andar na mesma, num sentido e noutro, com uma lanterna e uma espingarda, o tempo que se fizer necessário; no intuito de abater a caça que tentar atravessar o caminho. Naquele dia deu errado… Terminaram o trabalho ainda cedo da tarde; o amigo de Afonso disse-o que o aguardasse um pouco, que iria dar algumas voltas por perto. A caçar algum bicho miúdo: um preá, um inhambu… Ao retornar, alguns metros de distância, algo fez um barulho por baixo de umas ramagens a sua frente; com a espingarda engatilhada na direção do bicho olhou mais um pouco e apertou o gatilho, Bam! Ai! — Gritou o Afonso em dores profundas. O amigo correu desesperado para ver e, confirmou ser o seu companheiro de caçada. Com bastantes perfurações de chumbo fino por todo o seu corpo; respiração ofegante, dificultada. No momento que fora alvejado Afonso firmava o cabo da sua faca que havia afrouxado. O amigo visualizou apenas o seu cotovelo em movimento e confundiu-se: achou ser uma cotia. Próximo à escuridão da noite começou o martírio do amigo do Afonso com ele nas costas a procurar uma ajuda. Um galo cantou ao longe de onde estavam… Era o sinal que precisava; marcou o rumo e foi-se. — Orientado pelo canto da ave chegou a um morador. Afonso perdera um pouco de sangue pelo caminho, com a agitação do corpo, aos balanços nos ombros do amigo. — Ainda vivia. O amigo contou com riqueza de detalhes tudo o que acontecera com os dois, ao morador. O homem depois de ouvi-lo… Indicou um remédio caseiro à vítima: um frango pisado no pilão com pena, tripas e tudo mais; do jeito que fosse pego no poleiro. Não carecia de sal; um pouco de água sim. Somente para chegar aos recursos médicos na cidade, lá entrariam com os cuidados e uma medicação coadjuvante ao tratamento. Com uma observação: não devia vomitá-lo caso contrário morreria. Afonso ainda consciente, por certo ouvia tudo em profundos gemidos. Consultado se topava beber o tal remédio naquelas circunstâncias, o aceitou. Depois do frango pisado o homem despejou aquela mistura numa caneca grande, mexeu e deu ao baleado a tomar. Afonso bebeu o frango pisado no maior sacrifício do mundo; com uma cara daquelas… A cada gole que dava fazia menção de jogar tudo para fora. Lembrava da orientação do homem e não o fazia. Missão cumprida, providenciaram uma rede para o traslado do paciente. Alguém para ajudar na condução do mesmo. Afonso não provocou vômitos e resistiu bem a viagem. O seu tratamento foi trabalhoso gastou-se um bom tempo para remover todos àqueles chumbos do seu corpo e a saúde voltar. Depois do caso passado até serviu de graça, se é que o Afonso contava que o pior de tudo não foi o tiro da cartucheira: foi o frango que bebeu. Com as recomendações de segura-lo no estômago para não morrer.

*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário.

(27:02:18).
Fli e Lang

Inserida por NemilsonVdeMoraes

⁠Se tu fosse o oceano, eu queria ser uma gota, uma gota que fosse, só para estar em ti...e se eu em ti não estivesse, não estarias completa, faltaria um pouco de ti, que é esse pouco que sou!
odair flores

Inserida por odair_flores

⁠Eu presto atenção no que eles dizem
Mas eles não dizem nada

Inserida por Lalice

⁠Oh, sim, eu estou tão cansado
Mas não pra dizer
Que eu não acredito mais em você

Inserida por Lalice

As ⁠minhas mentiras me aproximam do que eu penso quem eu sou mais me afastam de que realmente eu sou

Inserida por kevincostasilva

⁠Você veio e eu fui, você foi e eu voltei e ainda não sabemos de quem foi a sorte.

Inserida por jorgely

⁠O ar entra pelos pulmões
Eu sinto ainda
Aquelas antigas emoções

O sangue percorre as veias
Eu lembro ainda
Aquelas antigas brincadeiras

A água escorre pelos olhos
Eu me recordo ainda
Aqueles antigos propósitos

O sangue escorre pelos braços
Eu me recordo ainda
Aqueles antigos passos

A vida escorre pelas mãos
Eu me recordo ainda
Aquela antiga dor no coração

Inserida por CastelhanoWolf

⁠eu posso saber de tudo mais ainda estarei vivendo na incerteza

Inserida por kevincostasilva

⁠hoje eu começo o que algum dia alguém irá não terminar mais sim recomeça

Inserida por kevincostasilva

Eu não quis enxergar o que estava bem na minha frente.

Inserida por pollyana_storch

⁠eu disse que me desapegaria de todas as coisas ruins da minha vida, mais não me desapeguei de vc

Inserida por pollyana_storch

⁠"Pode até demorar, mas eu vou chegar lá."

Inserida por lucasr_machado

⁠CONFIDÊNCIAS (soneto)

Eu fui falar, vexado, da minha solidão
Ao cerrado; e aos arbustos torcidos
Querendo pacificar a minha emoção
Dessas pequenas queixas e alaridos

Incomovido permaneceu sem alusão
Não quis a lamentação dar ouvidos
Nem cessar as cantilenas na imensidão
Pôs-se indiferente aos meus sentidos

Mas, devagar passou a prestar atenção
Aquietou-se mais, e mais ainda contido
Arregalou-se para a carrancuda aflição

E, em um ato inesperado, assim, dizia:
- Caro poeta acabrunhado e, aturdido
Da melancolia me converto em poesia...

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
26/07/2020, 07’30” – Triângulo Mineiro

Inserida por LucianoSpagnol

⁠... Eu acredito na minha Mente , Eu acredito no que Eu Sinto ...

Inserida por kiko_sorrentino