Eu Sofro porque te Amo Pensa um pouco em Mi
Se o sol é para todos, porque os humanos se esforçam em marcar diferenças? A chuva nos molha a todos e a lua ilumina a noite todos os dias. Será que a natureza não tem malícia, não compete, não tem nada a perder ou ganhar? Simplismente compartilha sua beleza e sua magia com quem é capaz de lhe dar valor e apreciar as coisas simples da vida, que são sempre as mais importantes.
Sabe o meu desejo impossível? Recomeçar em algo que parei, não sei onde, nem porque, mas quando esqueci de mim mesma!
“Os porcos preferem lavagem a pérolas.Mesmo assim os presenteio. Porque retornam a mim com mais intensidade e brilho”.
TRAVESSIA
O Caminho fluía sereno, sem jamais fazer perguntas. Não porque temesse as respostas, mas simplesmente porque se bastava. Servia aos viajantes famintos, doando a sabedoria de quem é instrumento.
Alimentava-se da persistência dos passos ritmados e constantes. Aprendera desde cedo a identificar a certeza e a esperança, assim como também o medo e a covardia.
Muitos pereciam em seu leito, mas ninguém parava para compadecer-se. Então o Caminho se encarregava de absorvê-los e sepultá-los dentro de si.
Como todas as coisas necessitam morrer para nascer novamente, o Caminho também terminava a sua jornada. Sua morte, dava-se no encontro com um profundo charco, onde o Medo exalava soberania. Não havia vestígios da antiga beleza do lago, que fora invadido por plantas aquáticas, reproduzidas com tal voracidade, que haviam há muito, coberto o seu espelho.
Neste encontro fatídico previsto pela Vida, o Caminho entregava as criaturas á própria sorte. Algumas se sentavam, supondo que, tal qual acontecera com o Caminho, também haviam chegado ao seu destino. Mas a sensação de fome gritava que havia ainda um vazio por alimentar. Então, desesperançadas e aflitas, se lançavam no meio do lodo, sabendo não serem grandes o bastante para vencê-lo ou domá-lo.
A morte certa não entristecia, e, enquanto sentiam o corpo sendo corroído pela Impotência, nascia nelas o alívio. Era ali, neste instante, onde de famintos, transmutavam-se em alimento. Um ultimo olhar, lançado ao Caminho, era de gratidão.
Mas a conformidade não habitava o íntimo de todos, e, uma Criatura ergueu-se sobre sua rebeldia diante do destino há muito acertado e o renegou. Era o mesmo ser que, ao longo do Caminho, deixara atrás de si, doces cânticos de alegria.
O caos instalado pelo descompasso de seu grito agudo, enfureceu as forças regentes e com um urro escondido dentro de um sopro indignado, a tal Criatura foi lançada para dentro do lago morto.
Deveria, como acontecera com todas as outras, submergir e se entregar ao ocaso. Mas eis que a esperança contida no clamor dos que esperavam, fez a Criatura dobrar o seu tamanho. Com as pernas fortalecidas pela determinação, pôs-se a perscrutar e a medir o fundo do lago.
Estava pronta para prosseguir. Sabia que chegaria ao outro lado, onde vislumbrava o nascer de um novo caminho.
Quando ia começar sua nova jornada, ouviu o choro sentido dos que, fracos e perdidos, pela constatação da própria incapacidade, pediam ajuda.
Neste instante, uma cálida lágrima, sangrou na alma da Criatura e ela compreendeu a cilada que caíra: Não prosseguiria. Havia chegado ao seu lugar. E com passos mansos, aproximou-se da margem e doou seus ombros. De imediato a fragilidade neles se agarrou, e lentamente ela a carregou até o outro lado.
O ELO
A voz sempre tão vívida que nascia todos os dias na alma da Criatura, com o passar do tempo, emudeceu. A solidão profunda e cruel, com um golpe certeiro, desferido em seu coração, partiu a esperança e despedaçou seus sonhos.
A pobre criatura clamou por misericórdia. E foi ali, no limite da vida e a morte, que a resignação por fim, a encontrou. Embalada pelas vagas lembranças do que fora um dia, deixou-se ficar e parou de lutar. Cumpria as ordens das forças que tudo regem. Não mais vivia. Apenas existia.
As horas passavam lentamente e ela desejou morrer. Mas a grande legião de viajantes, que chegava todo dia, mantinham-na absorta e concentrada na tarefa de levá-los até o outro lado. Os seus ombros, antes altivos e imponentes, começaram a vergar ante o peso que carregavam. Alguns seres, ao chegar na outra margem, não desciam. Ficavam agarrados na Criatura, alimentando-se da força dela, e ela; absorvia as suas dores.
Deu-se conta então, de que não era necessário chamar pela morte. Esta já acontecera e se instalara.
Olhando para o alto, de seus olhos brotou uma prece. Queria renascer.
RESGATE
Movendo lentamente suas pernas dentro do lodo, aproximou-se da margem para buscar novos seres. Havia apenas um a espera. Convidou-o para seguir. O Ser recusou, e adentrou o lago morto.
O descompasso do coração da Criatura, deixou alertas os seus braços, para intervir caso aquele ser rebelde fosse afundar na lama.
Mas, para a sua surpresa, ele seguiu firme e altivo, cantarolando baixinho, e, olhando de soslaio para a Criatura, brindou-a com um sorriso. Que espanto! Aquele Ser era a cópia perfeita do que já fora um dia. E a saudade de um tempo distante assolou seu coração.
Ao chegarem no meio do lago, na exata linha que dividia o antes e o depois, onde ainda era possível a escolha entre retroceder ou prosseguir, o tal Ser parou. Segurando as mãos da Criatura, começou a cantar e a cantar suavemente. Cálidas notas de harmonia impar, fluíram da alma do Ser, bailando sobre o tempo mórbido e rígido, que respeitoso pela intensidade, calou-se e as doou ao Cosmos.
Uma tempestade se formou na alma da Criatura, e o céu, compreensivo também se coloriu de negro. E enquanto a chuva torrencial caia sobre a Terra, lágrimas mornas limpavam o coração dela. E então o milagre se fez. A Criatura começou a cantar. A princípio, com voz banhada pela insegurança, que foi vencida pela alegria e esperança.
O canto se tornou movimento, e a chuva encharcou de vida, o lago morto, que, libertado de seu leito, pôs-se a andar ligeiro, transmutando-se em rio. Num repente de benevolência, a Vida desobrigou a Criatura de sua tarefa, e os seres nela ainda instalados, seguiram a vida que fluía generosa.
O Ser e a Criatura,de mãos dadas, namorando o Caminho novo que lhes acenava, se deixaram levar, sem pressa e sem dor
Porque Coração você fui gosta dela?
Era simplismente para sermos bons amigos!
Agora trancarei este sentimento a setes chaves, vou jogar no mais profundo dos oceanos esta chave.
Porque este sentimento que tenho por esta mulher não poderei viver. Sua amizade para mim a cada dia tem sido bom e conviver com você é o maior presente que tenho na VIDA
Amizade não se explica
Muito menos fraternidade
Só sabemos que isto existe
Porque bate a saudade
Mas como responder a isto?
Se escrevendo com brevidade
Quando nos entregamos totalmente, e isto não vale muito, é porque estamos nos dedicando a pessoa errada.
As vezes passo a acreditar que a vida ficou me devendo algum tipo de explicação, como porque as pessoas atingem en cheio nossos pontos que deveriam ser tocados tão levemente.
O trabalhador perdeu a liberdade 2 vezes. Está endividado e será o último a aderir a greve porque o salário está comprometido por seis anos com financiamento do carro
Como você deixou tudo acabar assim? Porque você não me segurou firme como todas as outras vezes? Porque me deixou escapar entre os seus dedos? Eu não sou artificial, você sabia que podia me tocar, que poderia me amar. Eu sou como o vento não é? Não era assim que você me dizia? Eu sou como o vento, todos não podem me ver, ver realmente o que eu sou por dentro, mas podem me sentir, e era assim que você se sentia quando eu chegava perto. Porque dessa vez mudou? Porque foi diferente, e você não me guardou pra você? Porque você prefiriu fugir do que arriscar? Eu tenho todas as respostas, simplesmente porque você deixou de me amar, com medo de errar.
Extragaláctico
Não diga que sabe, porque você não sabe.
As coisas sempre foram mais complicadas para mim, eu nunca dei sorte. Sou daquelas que não parece ser o que sente, e sente não parecer o que é. E saiba, é sempre assim, eu me entrego de vez. Eu sei que isso definitivamente não é bom, das vezes que me interessei por alguém, me ferrei - desculpe pelo vocabulário, mas é que eu não encontrei verbo melhor - e as vezes tenho o pressentimento que isso vai acontecer de novo, agora com você. Não quero, de novo não.
Você surgiu do nada e se tornou tudo. E por mais que eu saiba de cor todas as frases prontas do mundo, eu nunca consigo dizer, não para garotos como você. Eu não está por perto. Você me trava, e me anestesia. Não consigo parar de sorrir, é idiota mas eu não consigo. E você ainda tem coragem de dizer que eu não estou nem aí para você? Não inventa. Você sabe que o que eu sinto é amor, mesmo que eu não grite por aí e repita sempre, é amor. Daquele que engana o estomago, eu sei que não é fome. Daquele que não deixa dormir, também não é insônia. E não importa o que as pessoas digam sobre nós, ninguém consegue enxergar aqui dentro, onde você se esconde. Então suponho que nada que digam seja certo. Não se preocupe com isso meu bem, nosso amor é do tipo extragaláctico. Dois mundos diferentes e uma única língua, o amor.
Grandes homens são quem são porque seguiram adiante com sonhos que eram, supostamente, maiores que eles.
Nos perguntamos porque; porque disso, daquilo, muitas vezes estas respostas demoram e sorrateiramente ao longo dos anos chegam. Partindo do principio de que tudo é nada ao mesmo tempo, ás vezes é melhor não ter respostas para algumas coisas, outras, coagulamos em nós para fugir... E fingimos esperar sabendo a alternativa certa a marcar até mesmo o caminho a seguir... Qual o peso de suas decisões? Quantos erros teve que sustentar para acertar uma ou outra vez?
Pior que sofre, é não sofer, é não ser feliz...
Antes sofrer porque amou, pq algum instante esteve feliz
Não sofrer, não ser feliz, é topor...
É não existe, esse estado é triste, é digno de dó...
Quem chorou um dia sorriu...
Antes derramar lagrima pelas lembranças de um sorriso do que nunca saber o que é sorrir...
O fraco cai e se levanta,
o fracassado fica prostrado.
Porque a fraqueza e momentânea,
o fracasso é definitivo.
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