Eu Sinto poema

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Palavras não bastam para o que sinto; se estivéssemos olho no olho, nossos olhares se entenderiam e os nossos lábios selariam o que o coração nunca esqueceu.

Guardar o que sinto não é covardia, é o cofre que protege a minha essência de quem só sabe gastar o que não é seu.

O mundo gira e tudo muda, mas o que sinto por você ficou blindado do tempo. Sigo aqui, guardando o teu lugar intacto, caso a vida te faça precisar de amor.

Fecho os olhos e sinto o peso do vazio rasgando meu peito. Você partiu, levando o calor que restava nesta habitação deserta. Agora, jaz apenas um corpo estendido sobre a superfície gelada, implorando por clemência.Não permitas que eu permaneça prostrado neste chão árido, onde a brisa sussurra tua ausência absoluta. A solidão é um inverno rigoroso que congela minhas esperanças mais profundas. Cada segundo distante consome a chama da nossa antiga felicidade compartilhada.Apenas teu abraço possui o magnetismo necessário para resgatar-me desse abismo escuro. Estenda tua mão salvadora, cure estas feridas abertas e transforme nosso sofrimento em eterno recomeço. Torne-se, novamente, o porto seguro de um caminhante cansado de chorar sozinho.

Sinto-me amarrado a uma imobilidade que não escolhi, como se a vontade existisse sem poder agir. A vida passa diante de mim em silêncio, e nesse silêncio reconheço a sensação de uma existência que se esvai sem se cumprir. Não é a ausência de tempo que me pesa, mas a consciência de o estar a perder. Furucuto, 2026.

Sinto que já perdi o meu poder masculino. Quando aconteceu, não sei. Não houve aviso, nem ruptura visível. Apenas acordei, um dia, neste quarto escuro da vida, onde a luz parece ter-se esquecido de entrar.
Furucuto, 2026

“Aprendo todos os dias a viver, e ainda assim sinto que não entendi. Sou feita de melancolia e de breves instantes de felicidade. Talvez te perguntes, leitor, como se vive assim. Eu diria: não vivo — espero. Espero a onda forte que me arraste ao fundo, pois é no afundar que encontro o impulso para voltar à superfície e lutar. Mas, ao retornar, sinto saudade da dor que me agoniza — e então volto à tristeza, como se nela estivesse a prova de que ainda estou viva… e, paradoxalmente, onde reconheço a minha alegria.”

"A melancolia me traz alegria, não desejo este sentimento, mas não sinto arrependimento. Quero poder sentir outras ilusões esperançosas, mas, nessa realidade inconsistente e indiferente, sinto o desespero ardente pelo que é diferente."

"A dor que sinto não expresso, apenas vivo. É nessa dor que encontro o único ponto que me conecta a você. Então, me aconchego e sinto o conforto; não tento lutar, apenas me afogo nesse mar que mata lentamente, submersa nesses pensamentos, recusando-me a nadar."

Sinto uma vontade desesperadora de nadar até o fundo do mar. Há algo assustadoramente confortável nesse sentimento, e talvez seja isso o que mais dói em meu peito. Carrego um sentimento sem nome, sem direção, sem origem aparente. Não sei para onde apontar, por onde começar ou o que dizer. Só sei que estou cansada de lutar contra algo que nem consigo explicar.
É uma agonia enorme que sorri e me impede de continuar, mas eu sigo em frente, vivendo dessa forma monótona e consciente de que, muitas vezes, o arrependimento de não explorar esse mar é menor do que deixar-me afogar.

⁠⁠⁠Devoro a tua essencialidade, sinto o sabor instigante da tua paixão, da tua bela singularidade que aquece fortemente o meu coração, um oceano profundo no qual podes mergulhar, és muito bem vinda ao meu mundo, dessarte, que o meu amor por ti seja recíproco, pois quando a reciprocidade chama os sentimentos para dançar, é uma rica oportunidade na essência aprazível do que é amar, quando o sonho se torna realidade, então, minha amada, dança comigo, quero amar-te e em troca amado ser no encontro das nossas almas, serei o teu homem e serás a minha mulher, juntos seguindo em uma nova jornada, se assim, Deus gentilmente quiser.

⁠A minha inspiração é parte do que sinto a partir daquilo que ouço e também do que vejo, dito poeticamente em poesia através de alguns versos e a tua identificação com muita maestria vem para somar e assim, permití-los fluir como correntes de sangue por um organismo vivo, constituído ricamente de palavras e sentimentos, portanto, cada trecho adquire mais sentido, um acréscimo cativante que é muito significativo.

Sinto-me honrado por tamanho privilégio de poder expressar em versos o que acontece no meu imaginário, minhas inspirações e sinceramente o que penso.

Sinto-me, às vezes, como uma alma antiga que foi condenada a viver numa era aterrorizante de modernidade vazia.

Sinto que sou o eco de um mundo que se foi antes que eu pudesse despedir. Caminho no agora como sombra deslocada — não fantasma, pois ainda sinto; não exilado, pois nunca tive de onde partir. Apenas um peregrino que chegou, devagar e com clareza dolorosa, no século errado.

Eu já aceitei que nunca mais vou te ter, mas isso não alivia a dor que sinto todo dia.

⁠Ele disse que meu mal era amar demais. Mal sabe ele que eu sinto tudo intensamente.

Só Gratidão ao Senhor é o que sinto.
Se pedi por mudanças, assim ele o está fazendo.

Sinto vergonha, não vou mentir… depois de ver com quem me trocaste, ficou difícil assumir que já fomos algo. Da próxima, capricha!

Geralmente escrevo quando me sinto solitária ou sofrendo por amor, quem não, hein? Nos últimos tempos tenho estado mais solitária do que sofrendo por amor.
Às vezes gosto da solidão, de estar sozinha comigo mesma, voltada para meus pensamentos, nunca deprimida, isso não!