Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu
Sei ser uma boa garota, mas aprendi a lhe dar com isso, não dá pra escolher essa como uma filosofia de vida, não quando o mundo a torna autodestrutiva. As vezes sou má... Com moderação.
Sei que não é fácil viver a vida e que para fazer esse veleiro atravessar o mar da existência pode ser um sufoco, mas vale a pena ser herói nessa história que só depende de nossas ações.
A um corredor escuro, não sei para onde ir, as estradas são frias e da medo, e algo me diz que aquelas estradas não é a estrada certa.
Estamos no fim, dizer que esta no fim não quer dizer que estamos chegando, nem sei o que quero ainda, nem sei se ainda eu quero o que queria, sou complicada, um conto de fada queria viver, fadas não existem, ou melhor, não queria existir.
Falando da alma...
Seja amoroso como sempre foi comigo... Sei que não posso me apaixonar por um sonho e não te importe com o que sinto, talvez não entenda e por não entender tenha medo...
Eu entendo o quanto teu jeito de ser me preenche e sei , os amores de amizade ficam para sempre...me deixa então ser tua amiga...” p’rá” sempre.
Tu me faz feliz com tudo o que tem em tua alma...e ela não é déspota porque se queres ser dono absoluto e senhor, já o é ,de meu coração ...todo o restante não passa de tua auto-proteção.
Não existem respostas... mas já não me chama de amor...
Existem emoções expostas e se tu fosse presente, seria o toque!
O olhar, o afago.
O sorriso e o silencio...
E assim sentimos a imensidão... E tudo isso seria nada se não fosse o teu encanto.
Não fosse o teu talento em aproximar-se de mim... E os toques...
O toque que te dou feito em versos de amor vem daquilo que acredito.
Vem das coisas que sonhamos e desejamos, mesmo que não existam, mas que gostaríamos de acreditar que sim.
Gostei sim... Gostei de teu toque. Gostei de tua busca. Gostei de teu encontro...nosso encontro...
Gostei de tua boca e foi tão pouco... E creio na tua promessa de mais...
Gostei! Sim, eu gostei. E fiquei ali pensando se recebesse tuas palavras, se fosse eu a fazer minha as tuas palavras... ditas e não ditas...O meu amor te faria insistir em viver o sonho...
Porque não entendo o silencio que pode significar escudo contra o amor.
As emoções são indescritíveis...
É!
O ser humano se fecha demais para a simplicidade do amor por medo do sofrimento, perda da liberdade...suposta liberdade... e condena-se a uma “solidão” na ilusão dos amores fugazes e sem raízes...
Ouviu meus sussurros, leu meu olhar? Às vezes perco-me... Mas perco-me na fascinação de ti...Tu provocas a minha fênix , revirando minhas cinzas...Dela renascendo eu... Tu provocas o encanto profano te deu corpo junto ao meu ... Que seja eu a saciar tua sede e tu, a minha...no oásis de nossas bocas profundas e quentes...
Grácia Monte
Esses sons
Muito longe
não sei onde
Se perderam
No entanto
Ouço vozes
Que velozes
Na distância
Feneceram
E eu fiquei
O silêncio
Cobre o tempo
Que vivi
Nas estradas
Percorridas
Pés cansados
Só feridas
Nem senti
Só o alento
Procurei
Continuo
O caminho
Sou forçada
Pois a hora
Não chegou
Aqui estou
E o vento
Na janela
Me lembrou
Que andei
Então penso
Que essas vozes
E as feridas
Que a saudade
Por maldade
Não me deixa
Esquecer
Fica assim
E mais nada
DA PALAVRA FINAL NADA SEI
Da palavra final
nada sei.
Nunca me foi concedida.
Embora escravo,
embora rei.
Embora levantasse o dedo na hora dos apartes.
Embora levantasse o dedo timidamente
Do último banco da classe contraditória de viver.
Embora sôfrego, trôpego,
embora sofrido levantasse o dedo,
meu Deus, que esquivo andar sem graça
quando atravesso a sala cheia de gente.
A sala dos correios secretos
que os olhos conhecem, reconhecem,
sempre burlesco arlequim
por fora
e massacrado por dentro
e triturado
no mais triste cavaleiro da figura da palavra.
Chegar sem preconceitos,
cotidianos simulacros:
sonho menino.
Não mero esboço de um desenho inacabado de homem,
inadequado, por certo, na forma de chegar e falar
das coisas do mundo e de mim.
Mas chegar, achegar,
e saber que entre o tempo
o ser aflora.
E amanhece.
Debaixo do sonho
aninhado.
Dentro de um cesto
desfiado.
Deixai-me participar da mesa da verdade.
E aceitai minhas dúvidas e minha fragilidade
como dádiva dos deuses.
não sei se realmente estou mudando ou me iludindo,mas me sinto melhor, menos angustiada, menos preocupada com o nosso futuro, quando eu parti, ainda tinha vontade de ficar, de estar com você, tínhamos a promessa de um dia nos encontramos e ter um dia só nosso, eu precisava desse dia, todos os dia quando acordava eu esperava e imaginava quando aconteceria, e lembrava que faltava menos um dia para que chegasse... mas depois de ser ignorada, me senti profundamente ferida, claro que já estive mais ferida antes, mas eu achava uma desculpa para perdoar e aceitar novamente todas as dislaceradas que sentiria novamente em meu pobre coração, mas ser ignorada e rejeita por quem se ama é muito doloroso, é como se você nao existisse, como nunca fosse importante e tudo vivido seria uma mentira, eu sei que nao era mentira, você esta amadurecendo e se tornando um homem de verdade, e nao estou usando isso como desculpa novamente,nem me enganando, pois sei que nos afastarmos mesmo era o correto a fazer, e talvez nao houvesse outro modo de você distanciar meu coração, de congela-lo novamente, hoje á prefiro nao ter esse nosso encontro prometido, nao por medo do que pode acontecer, mas simplesmente por acha-lo desnecessário, tudo que tinha para ser tido ja foi falado, nao afaz sentido nos encontrarmos para falar novamente do passado, devemos abandonar nossos fantasmas... já nao acordo mais pensando em quanto tempo ainda falta para ser feliz, estou sendo feliz com os pequenos acontecimentos do dia a dia, com o trabalho, com a rotina, com preguiça do domingo, com a solidão da tarde ensolarada sem ninguem para visitar, a solidao ainda me remete a você, mas nao como um estado de profunda necessidade, apenas com saudosa memória dos momentos que passamos juntos, bons ou ruins, sorrisos e lagrimas derramadas nos fizeram ser quem somos hoje, e depois de quase um ano sem se emocionar, sem chorar por ter sofrido um diluvio, hoje volto a viver, e tenho novamente vontade de viver e nao de apenas existir como no ultimo ano. as palavras que me descrevem hoje é alivio, e esperança.
Poesia da Vontade
Não sei se me carecerá assiduidade
Ao descrever a matéria desta poesia.
Ocorre que me falta a maestria
da vontade de ter vontade.
Neste ano não sei, ainda, quem chega primeiro. Se o Carnaval ou os fanáticos de sempre, que são contrários ao Carnaval. Continuo aguardando...
Horlando haleRgia | 00844 | 08/01/2014
HÁ AMOR ;
PORQUÊ TANTOS TE PROCURAM.
ONDE TU ESTÁS,
HÁ SEI, NAS VIRTUDES, NOS PASSADOS DE CADA UM DE NÓS ?
NA FIDELIDADE, NA RESPONSSABILIDADE, DE CADA UM NÓS ?
AI TU ESTÁS, DENTRO CORAÇÃO.
O que realmente mexe comigo a ponto de me preocupar é o seu silencio, pois sei que ele é o seu limite, o qual eu nunca irei ultrapassar!
Sei tudo sobre as coisas certas, mas nem sempre as coloco em prática. Sei de meus deveres e direitos. Sei o que posso e não fazer. Às vezes erro por diversão, outras vezes erro por errar, e outras vezes acerto, ou por sorte, ou por competência.
Fecho os olhos para não ver a frota que chegou nem sei se do Atlântico ou do Pacífico. Viro o corpo, à direita e à esquerda, cansado de noites sem dormir à espera da alvorada. Dezembro, dezembro. É do natal passado de que me lembro.
Sei que venho erroneamente tendo atos e pensamentos sufocantes. Porque te querer é o erro que mais pesa em minha consciência cansada de carregar esse fardo da paz que o teu sorriso me trouxe e que foi-se embora contigo. E isso explica meus dias de tormentas.
Continuo te querendo. Te sonhando. Te escutando. E deixo dito que teus sussurros são as piores partes da minha noite, pois tua voz nunca foi tão em baixo tom e tão ensurdecedora. Mas eu te supero rápido, e logo isso passará a ser comparado com os barulhos da rua, que não representam nada além de um passado que me enlouqueceu num momento de fragilidade e, quem sabe, medo. E não pense que poderás voltar como se nada fosse nada e que minhas horas gastas me convencendo de que tu fostes e eu não fui culpada em momento algum. Porque quebrarás a cara em pedacinhos miúdos como meu coração, dividido em partes incontáveis e perdidas pelos cantos do meu quarto e de todo o caminho que venho seguindo, cambaleando sem apoio. Aprendi que quem vai uma vez, vai duas, três.. e não se deve dar tantas chances pra quem só quer um passa-tempo, e não um recomeço.
Eu pedia toda noite que você voltasse. Porque, meu bem, tua falta está presente em todos os meus dias. Mas sei que nada seria como antes.
Não volta, não volta.
Procuro em meio as palavras algo para esclarecer tudo isso. Sei que seria melhor esquecer tudo e tentar seguir em frente, mas todo mundo sabe o quanto sou teimosa e escolho sempre o caminho mais complicado. Existem varias teorias sobre nós, eu não sei em qual acreditar… Uns falam que a nossa historia ainda não acabou, outros ja dizem que ela nunca começou. Talvez não tenha começado mesmo, ou talvez começou e já acabou, tanto faz, eu acredito no que ainda esta por vir. Sinto que nós ainda vamos nos esbarrar muito por ai. Talvez até de certo, se não ontem, nem hoje, pode ser amanhã, daqui uma semana, um mês e assim vai… Quem sabe daqui uns anos? Nunca é tarde para ser feliz. É bem estranho isso, mas essas ultimas noites estão dificeis para eu dormir, dai é quando abro a janela e a brisa da madrugada traz você até meus pensamentos, imagino como seria aquele beijo que nós não demos e lembro do seus braços em volta de mim, me tomando para ti e então eu choro. Sim, choro. Choro pensando em o que poderiamos ser se não fossemos tão cabeças duras, eu tão boba e você tão babaca. Mas deixe o tempo dizer o que vai ser de nós, até lá eu fico aqui lendo meus livros, escutando minhas músicas e escrevendo essas coisas que provavelmente você nunca vá ler. E você? Você fica ai vivendo sua vidinha banal.
Às vezes tenho vontade de gritar
Mas sei que na distancia não ouviras
Então emudeço
Pois minhas forças se esgotaram
E deixo me sentir na inspiração
De sua presença em meu sentir.
Não sei se há verdade no que sinto. Há uma vontade imensa de transmutar certas tristezas. Há sempre uma espécie de embriaguez fingindo alegria. Há sempre uma espécie de lucidez trazendo a raiva à tona. Há sempre uma espécie de entendimento que me deixa vulnerável, emotiva e crítica. Não sei se no auge da minha perspicácia eu admitiria tanta bondade, nem sei se vivendo o meu cotidiano com toda a minha racionalidade eu admitiria tanta ternura. Não há um absolutismo nessa sensação que as palavras causaram montando uma história bonita. Às vezes, de tão insegura, por tanto medo de cambalear entre as palavras, risco o papel até rasgá-lo, tamanha minha força. Essa força que só quem tem muito medo dentro de si sabe usar.
Nunca esquecerei ele. Não sei bem certo se ele é um vício... Bom, olhar pra ele é um vício... Mas pensar nele, não. Porque ultimamente nem pensei muito nele... Isso dói, pensar nele. Dói porque sei que ele não gosta de mim. Mas não importa. Ele é um amor que levarei para sempre comigo. Ele é inesquecível. Ele é alguém por quem eu daria e dedicaria toda a minha vida. É quem eu não conseguiria jamais viver sem. É quem eu respeito e compreendo. É quem eu aprecio muito, tanto as qualidades quanto os defeitos. É quem eu gostaria de ter para mim, mas se ele não quer, apenas posso desejar que ele seja feliz. É quem, mesmo não sendo meu, eu desejo toda a felicidade do mundo. É quem eu sempre vou amar, apesar dos fatos.
