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Eu sei Dividir os Dons que Deus me Deu

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Rotina, eu estou sempre te traindo, mas é você que eu amo.

Ela: Eu queria ter te conhecido antes...
Ele: Não, você não quereria.
Ela: Como assim?
Ele: Eu era aquele cara que ficava ali no canto, quieto, sozinho, sem nunca chamar a atenção e, tal como todas as garotas de tua idade, você me desprezaria. O tempo de você me conhecer e valorizar um homem de verdade - e não um moleque qualquer - é exatamente agora.

Se eu vivo bem sem você, porque eu continuo te olhando? Porque eu sempre volto aqui? Porque eu ouço musicas que falam de tristeza? Por quê? Você não vale isso. Mas eu faço. Eu continuo fazendo.

Eu confio na minha beleza. Eu não confio é no bom gosto dos outros.

Eu e você não acontecemos por uma relação causal, mas por uma relação de significado.

MARIANA

Desde que a vida me colocou diante de ti
Que eu tento e não consigo concentrar-me
Em nada do que eu faço,
Vejo-me sempre perdido em sonhos,
Devaneios inconseqüentes de um coração irresponsável
Mas que não faz menos verdadeiro o sentimento
Nem menos verdadeiro o fato
De que a todo momento só me vem ao pensamento
A beleza e a poesia
Dos encantos de Mariana...

Eu não gosto nunca de nada e gostei tanto de você. É? Droga. O quê? Eu falando de gostar. E daí? E daí que vai acontecer tudo de novo. O quê? Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora. Agora eu vou embora. E depois? Depois não sei. Tá. Eu ficaria, sério, eu ficaria muito, muito, muito. Eu sei.

As vezes eu me olho no espelho
Sinto medo, medo de mim
Eu não me conheço
Sou esquisito
Sou humano
Uso óculos, como, bebo, fumo e defeco
Mijo
Olho-me no espelho
E esse da-me de volta quem saiu
Eu riu, alto, assustado e engraçado.
Duas longas coisas saindo do corpo: são os braços
Buracos, pelos, peles, nariz ponteagudo
Duas orelhas presas na minha cabeça
Olho os dedos, meus olhos, me assusta.
Falo, sinto emoções e tomo cerveja
Rídícula coisa, ali em pé em frente ao espelho
Eu me vejo de fora
Faço uma abstração mental do que eu nunca vi
Que sou humano, e me vejo. É esquisito.
É realmente esquisito. Procuro-me no espelho
Enão me acho. Só vejo aquilo ali.
Parado. Um monte de carnes equilibradas
por ossos duros que me mantem em pé. Ali
no espelho. Eu sei que não sou aquilo,
e o que sou, o espelho não pode
me mostrar... AINDA... eu não brilho...
ainda...


fornecido por D. Maria Eugenia Seixas 08/90

É aquela história: eu tenho paranóia de não dizer para uma pessoa o que eu sinto por ela, e essa pessoa, por algum motivo, sair da minha vida. Então eu sempre falo. Quando eu gosto da pessoa, eu chego e falo assim: “Olha, eu gosto de você pra caramba”. Mas é muito difícil você falar isso. Às vezes, é muito difícil.

O que eu quero é o que eu penso e o que eu faço

Por te falar eu te assustarei e te perderei? mas se eu não falar eu me perderei, e por me perder eu te perderia.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Eu queria congelar aquele momento sem luz, aquele momento em que, aos poucos, eu sentia meu corpo e todo o resto feito de espírito voltar ao meu centro. A nossa morte que me retornava à minha vida.

Com exceção de uns poucos, todos têm medo de mim como se eu mordesse.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

Mesmo que seja estranho e complicado, eu não trocaria essa história por nenhum conto de fadas.

Edward: Será que você poderia por favor me dizer o que você está pensando? Antes que eu fique louco?

Decidi então tomar como guia de minha nova análise a atração que eu senti por certas fotos. Pois pelo menos dessa atração eu estava certo. Como chamá-la? Fascinação? Não, tal fotografia que destaco e de que gosto não tem nada do ponto brilhante que balança diante dos olhos e que faz a cabeça oscilar; o que ela produz em mim é exatamente o contrário do estupor; antes uma agitação interior, uma festa, um trabalho também, a pressão do indizível que quer se dizer. Então? Interesse? Isso é insuficiente; não tenho necessidade de interrogar minha comoção para enumerar as diferentes razões que temos para nos interessarmos por uma foto; podemos: seja desejar o objetovo, a paisagem, o corpo que ela representa; seja amar ou ter amado o ser que ela nos dá a conhecer; seja espartamo-nos com o que vemos; seja admirar ou discutir o desempenho do fotógrafo, etc.; mas esses interesses são frouxos, heterogêneos; tal foto pode satisfazer a um deles e me interessar pouco; e se tal outra me interessa muito, eu gostaria de saber o que, nessa foto, me dá estalo. Assim, parecia-me que a palavra mais adequada para designar (provisoriamente) a atração que sobre mim exercem certas fotos era "aventura". Tal foto me advém, tal outra não.
O princípio da aventura permite-me fazer a Fotografia existir. De modo inverso, sem aventura, nada de foto. Cito Sartre: "As fotos d eum jonal podem muito bem 'nada dizer-me', o que quer dizer eu eu as olho sem pô-las em posição de existência. Assim as pessoas cuja fotografia vejo são bem alcançadas através dessa fotografia, mas sem posição existencial, exatamente como o Cavaleiro e a Morte, que são alcançados através da gravura de Dürer, mas sem que eu os ponha. Podemos, aliás, deparar com casos em que a fotografia me deixa em um tal estado de indiferença, que não efetuo nem mesmo a 'colação em imagem'. A fotografia está vagamente constituída como objeto, e os personagens que nela figuram estãos constituídos como personagens, mas apenas por causa de sua semelhança com seres humanos, sem intencionalidade particular. Flutuam entre a margem da percepção , a do signo e a da imagem, sem jamais abordar qualquer uma delas".
Nesse deserto lúgrube, me surge, de repente, tal foto; ela me anima e eu a animo. Portanto, é assim que devo nomear a atração que a faz existir: uma animação. A própria foto não é em nada animada (não acredito nas fotos "vivas") mas ela me anima: é o que toda aventura produz.

Eu também não sou um homem livre. Mas muito poucos estiveram tão perto.

Uma coisa é você dizer eu te amo, outra coisa é você amar.

Dessa forma, eu digo: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo. Não deixe de ter alguém ao seu lado, ou de fazer algo, por puro medo de ser feliz. A única falta que terá, será desse tempo que infelizmente… Não voltará mais.

Desconhecido

Nota: Texto muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Mário Quintana.

Hoje, depois desse tempo todo que passou, eu paro pra pensar e vejo, que realmente o problema devia ser eu, o problema devia ser: Eu dar amor demais pra você, e esquecer de mim. Cuidar demais de você, e ir me deixando de lado.
O verdadeiro problema, era o amor próprio que estava me faltando. O amor próprio, que eu deixei de lado, pra me dedicar inteiramente a você.
Acho, que você nem imagina, quantos sábados eu passei em casa, sozinha, à noite, vendo as fotos que você postava, fazendo questão de mostrar que estava feliz, estava em outra. Você também deve não saber, até porque eu nunca te falei, o quanto isso me machucava. Sim, você leu certo, machucava. Passado!
Hoje, não me atinge mais. Hoje, eu passo por você, e você é apenas mais uma pessoa no mundo.
E desde o dia que eu realmente te esqueci, levanto cedo, e agradeço a Deus, por ter tirado aquele tormento do meu coração! Que era você.
Agradeço a Deus, por ter me dado o amor próprio que me faltava.
E também sei, que um dia, você vai estar aí, nessa sua vidinha idealizada, pensando como faz falta ter alguém que goste realmente de você, pelo que você é, não pelo que você tem. Talvez, nesse momento você lembre de mim. Mas, pode ter a certeza, que a minha porta estará fechada, sua oportunidade simplesmente passou.