Eu Prefiro ser essa Metamorfose Ambulante

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Eu prefiro ser um macaco sem cérebro, do que um monstro sem coração.

Prefiro ser um lobo solitário do que vestir uma pele de cordeiro e fingir ser quem eu não sou. Entenda: lobos são lobos.

Sinceridade parece ser um problema hoje. Mas eu prefiro ser odiada a ser uma pessoa falsa e tola.

Eu tenho a incrível capacidade de poder ser quem eu quiser, mas eu prefiro simplesmente ser ninguém.

A minha alma não vai ser expulsa
Eu vou lutar ate meu último suspiro
Eu prefiro insistir na vida até o fim dessa agonia
O juizo final se realiza todos os dias

Essa vida viu, Zé. Pode ser boa que é uma coisa. Já chorei muito, já doeu muito esse coração. Mas agora tô, ó, tá vendo? De pedra. Nem pena do mundo eu consigo mais sentir. Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé? Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço, Zé? Desculpa!

Tati Bernardi

Nota: Trecho da crônica "Zelador".

Isso você não vê

É felicidade acordar com o canto dos pássaros
ou com o padeiro ambulante na rua gritando e dizendo que o pão está acabando
É felicidade poder ter a chance de lutar pelos sonhos,
enquanto outros não têm a saúde pra correr atrás deles.

É felicidade ter uma mãe que ri com você e que prepara sua comida preferida
É felicidade poder rir sem parar de coisas sem utilidade
É felicidade poder sentir o ar no rosto,
ou poder olhar para o céu e ver milhões de estrelas
Que você tem a oportunidade de contar, mas não conta porque faz mal, isso é felicidade.

Felicidade é poder cantar e ouvir na hora que quiser, e ainda desafinar ou cantar a música errado
É felicidade poder decidir se vai levantar com o pé direito pra dar sorte, porque você tem dois, isso você não vê.

É felicidade ter pelo menos dois avós, enquanto com outros, todos eles morreram.
E poder ter a chance de receber o carinho deles ou poder-lhes ensinar o que é o amor, doando o seu próprio.

É felicidade poder acordar no dia seguinte
e escolher se vai ficar parado
ou se vai lutar pelo que acredita pra conseguir o que tanto quer.
Felicidade é ter escolhas
É poder ter o que escolher.

"O meu todo se completa com retalhos de mim. Mas ninguém pode me transformar em cacos ambulantes. Todo ser, assim como uma construção, é feito por etapas. É fácil destruir. Difícil é construir, e mais ainda, RECONSTRUIR. Um prédio, leva-se anos. Um ser humano... toda uma EXISTÊNCIA!..."

Há alguma coisa que se repete na sua vida, que é sempre a mesma, essa é a sua verdade. E o que é essa coisa que se repete? É uma certa maneira de gozar.

- Astrogildo: De agora em diante não vou tentar argumentar com os idiotas que eu encontrar. Eu vou dispensá-los com um "Aham".
- Vandiscleisson: Só porque alguém pensa diferente de você, não significa que ele seja um idiota.
- Astrogildo: Aham.

Eu queria entender a lógica dos sentimentos. É uma confusão ambulante e inexplicável. Pode ser uma pequena parte, um pequeno pedaço de uma das grandes "maravilhas" de ser eu. Talvez você não entenda, e, sinceramente, espero que não mesmo, porquê você não sabe como é ter tudo e sentir não ter nada.

Te amo... meu amor!
Trago essa rosa para lhe dar!

Tim Maia
Álbum "A Arte de Tim Maia"

Nota: Trecho da música "Primavera", composta por Cassiano e Silvio Rochael

...Mais

Ollha aqui, esse show, essa pequena amostra, uma amostra compacta de alguns rocks, no tempo de 50, nos primordios, mas eu vou incluir um meu aqui, que pediram, é o rock das aranhas. Bom, vocês sabem, que existe, um dicionário, que saiu agora, chamdo 'dicionario da censura', o dicionario da censura é o seguinte: todo compositor brasileiro tem aobrigação dereceber um dicionario dessa grossura, com todas as palavras proibidas. Inclusive, uma palvra proibida, eu não sei porque, éé, povo, gente, universidade... escola, não pode se falar disso em música, inclusive pintou apalvra aranha depois de mim... eu fui o percursor da aranha... depois de Deus.

Pois não posso
Não devo
Não quero
Viver como toda essa gente
Insiste em viver
E não posso aceitar sossegado
Qualquer sacanagem ser coisa normal.

Minha vida não é essa hora abrupta
Em que me vês precipitado.
Sou uma árvore ante meu cenário;
Não sou senão uma de minhas bocas:
Essa, dentre tantas, que será a primeira a fechar-se.

Sou o intervalo entre as duas notas
Que a muito custo se afinam,
Porque a da morte quer ser mais alta…

Mas ambas, vibrando na obscura pausa,
Reconciliaram-se.
E é lindo o cântico.

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As folhas caem como se do alto
caíssem, murchas, dos jardins do céu;
caem com gestos de quem renuncia.

E a terra, só, na noite de cobalto,
cai de entre os astros na amplidão vazia.

Caimos todos nós. Cai esta mão.
Olha em redor: cair é a lei geral.

E a terna mão de Alguém colhe, afinal,
todas as coisas que caindo vão.

Essa aceitação ingênua de quem não sabe que viver é, constantemente, construir, e não derrubar. De quem não sabe que esse prolongado construir implica erros - e saber viver implica em não ver esses erros, em suavizá-los e distorcê-los ou mesmo eliminá-los para que o restante da construção não seja ameaçado.

Essa minha secura
Essa falta de sentimento
Não tem ninguém que segure,
Vem de dentro

É muito bom finalmente me dar essa segunda chance, depois de ter dado tantas pra quem nem valia à pena.

Parecia que o tempo não passava nunca. Mas passou. O tempo sempre passa. Essa é a única certeza que a gente tem. Fora a morte, claro. Mas hoje não quero pensar na morte. Quero pensar é na vida. Na minha nova vida.

...tinha essa inexprimível beleza que resulta da alegria, do entusiasmo, do êxito, e que nada mais é que a harmonia do temperamento com as circunstâncias. Os desejos, as tristezas, as experiências do prazer e as ilusões sempre novas, à maneira do que às flôres fazem o adubo, a chuva, os ventos e o sol, tinham-na desenvolvido gradativamente, e ela se desabrochava enfim em tôda a punjança de sua natureza.