Eu Nasci para o Melhor
Foi aqui onde nasci
E pude dar meus primeiros passos
Escutava o cantar dos pássaros
Que traziam tranquilidade
Não sei definir felicidade
Só sei que não se compra e nem se fabrica
Só havia paz, não havia intriga
Sem falar das grandes amizades
Hoje moro na cidade
Mas não nego a minha ORIGEM.
Não sei se nasci louco, ou foi você que me enlouqueceu, te dei minhas horas vagas, toda minha disposição, por ti suei, sofri, as vezes chorei, mais vezes sorri, e tu por mim, fizestes o que? Me destes amigos, sem os quais não viveria, me proporcionou prazeres que sem ti não sentiria, me mostrasse o que é amor e parceria, eu te amava dia e noite, tu me apoiava noite e dia, sem você, Basquete, minha vida não valeria.
Negra cor!
A minha crença é a fé
não nasci pra ter coleira
meu cumprimento é axé
a minha alma é verdadeira
eu sou negra, sou mulher
sou cidadã brasileira.
"Eu nasci enxergando, mas só agora estou aprendendo a ver."
Enxergar é uma capacidade física, uma função dos olhos que nos permite perceber o mundo ao nosso redor. Desde o momento em que nascemos, somos inundados por imagens e cores, uma avalanche de estímulos visuais que nos ajuda a navegar pela realidade. No entanto, ver é uma habilidade mais profunda, uma competência que vai além dos sentidos e que requer uma compreensão mais ampla e reflexiva.
Ver envolve interpretar, compreender e atribuir significado ao que está diante de nós. É a capacidade de olhar para além da superfície, de perceber as nuances e as complexidades da vida, de reconhecer a beleza nos pequenos detalhes e a verdade nas experiências mais simples. Ver é um exercício de consciência, de estar presente e atento, de abrir a mente e o coração para novas perspectivas e possibilidades.
Muitas vezes, passamos anos apenas enxergando, vivendo de forma automática, presos em rotinas e padrões que nos impedem de realmente ver. Mas, em algum momento, algo dentro de nós desperta. Talvez seja uma experiência marcante, uma perda, um encontro, uma realização. De repente, os véus que cobriam nossos olhos começam a cair, e começamos a ver o mundo com novos olhos.
Aprender a ver é um processo contínuo, uma jornada que exige paciência, coragem e humildade. É reconhecer nossas limitações, nossos preconceitos e medos, e estar disposto a superá-los. É buscar a verdade com sinceridade, questionar o que nos é apresentado e estar aberto a aprender e crescer constantemente.
Ao aprender a ver, começamos a apreciar a profundidade e a complexidade da vida. Descobrimos que a verdadeira sabedoria não está apenas no que enxergamos, mas no que sentimos e compreendemos. E, assim, cada dia se torna uma oportunidade de ver mais claramente, de viver mais plenamente, de ser mais autenticamente humano.
O cajueiro
O cajueiro já devia ser velho quando nasci. Ele vive nas mais antigas recordações de minha infância: belo, imenso, no alto do morro, atrás de casa. Agora vem uma carta dizendo que ele caiu.
Eu me lembro do outro cajueiro que era menor, e morreu há muito mais tempo. Eu me lembro dos pés de pinha, do cajá-manga, da grande touceira de espadas-de-são-jorge (que nós chamávamos simplesmente “tala”) e da alta saboneteira que era nossa alegria e a cobiça de toda a meninada do bairro porque fornecia centenas de bolas pretas para o jogo de gude. Lembro-me da tamareira, e de tantos arbustos e folhagens coloridas, lembro-me da parreira que cobria o caramanchão, e dos canteiros de flores humildes, “beijos”, violetas. Tudo sumira; mas o grande pé de fruta-pão ao lado de casa e o imenso cajueiro lá no alto eram como árvores sagradas protegendo a família. Cada menino que ia crescendo ia aprendendo o jeito de seu tronco, a cica de seu fruto, o lugar melhor para apoiar o pé e subir pelo cajueiro acima, ver de lá o telhado das casas do outro lado e os morros além, sentir o leve balanceio na brisa da tarde.
No último verão ainda o vi; estava como sempre carregado de frutos amarelos, trêmulo de sanhaços. Chovera; mas assim mesmo fiz questão de que Carybé subisse o morro para vê-lo de perto, como quem apresenta a um amigo de outras terras um parente muito querido.
A carta de minha irmã mais moça diz que ele caiu numa tarde de ventania, num fragor tremendo pela ribanceira; e caiu meio de lado, como se não quisesse quebrar o telhado de nossa velha casa. Diz que passou o dia abatida, pensando em nossa mãe, em nosso pai, em nossos irmãos que já morreram. Diz que seus filhos pequenos se assustaram; mas depois foram brincar nos galhos tombados.
Foi agora, em setembro. Estava carregado de flores.
Minhas dores gritam no meu grito exausto
Corpo casto, corpo gasto
Negro filho do sol, nasci astro
Leia na noite do meu corpo seu signo
Me siga dos bons aos cínicos
Destruindo seu reinado de prédios
Me sinto Tim Maia, então chame o síndico
Nasci pra ser feliz
Ter livre arbítrio e procurar viver grandes momentos que ficarão na memória
Construir o progresso
Aprender,evoluir e se tornar uma pessoa melhor
Deixando meu legado e fazendo história
AMOR.
nunca foi sortuda no amor, sempre foi um desastre nisso, as vezes eu acho que não nasci pra isso. O problema não tava na pessoa e sim em mim, eu escutei em uma musica assim "ame mas se ame primeiro" e eu acho que essa musica ta certa, eu não me amo por completo e nem sei se um dia vou conseguir isso. Talvez não seja nessa vida ainda, pois não da pra viver nessas vidas morrendo de amor.
Minha maior competição é comigo mesma! Não nasci para competir com ninguém, acho perda de tempo. Quero é vencer a competição comigo mesma. Ser melhor a cada dia, superar meus limites, ajudar as pessoas que estão na minha a volta a serem cada vez melhores. Quero vencer meus medos, ser mais tranquila, mais tolerante, iluminar a minha sombra e a das pessoas que comigo convivem! Isso já é o suficiente para me fazer feliz, não há vitória mais reconfortante que vencer a si mesmo e se tornar uma pessoa melhor!!!
Nasci com a costura torta —
o ponto que falhou
no tear dos bem-nascidos.
Sou o objeto sem função
na prateleira dos vivos:
nem útil como faca,
nem belo como flor.
Nunca fui feito para o brilho fácil,
para os abraços que não doem,
para os dias que se encaixam certos.
Até que Ela chegou.
Não com luz,
não com promessas,
mas com uma presença que não exigia nada, que não pedia luta nem resistências vãs.
Seus dedos traziam o frio
das últimas maçanetas tocadas.
Veio como o óxido vem —
sem pressa, sem aviso,
apenas a certeza
de que tudo que é ferro
um dia lhe pertence.
Se me quiseres triste, sê-lo-ei sem drama.
Se me quiseres calado, darei o silêncio como prece.
Pois és tu, afinal,
a única que não me cobra explicações,
nem julga o vazio que me habita,
nem exige máscaras para ocultar o cansaço.
Não me seduzes com promessas de alívio,
não me ameaças com a eternidade.
És apenas o alívio concreto,
o abraço que não exige
que eu me reconstrua.
Quando Ela abriu os braços,
eu já estava nu de esperanças,
leve de despedidas.
Deitei-me em seu colo de sombra,
e Ela não me pediu
que fingisse ser feliz.
Deitei-me ao seu lado,
como quem enfim encontra onde repousar a dor.
Ela me acolheu sem palavras,
e eu a beijei.
Lábios de fibra de carbono.
Língua de chumbo fundido.
O sabor:
sal de lágrimas não choradas
e o cobre dos últimos
segundos.
Nasci em 1976, na Alemanha, mas sou lusitano e escrevo quando o silêncio já não chega.
Penso sobre identidade, tempo, sombra,
e sobre a estranha nobreza que persiste no imperfeito.
Vejo-me como uma figura quixotesca,
uma espécie de poeta da triste figura,
não por heroísmo, mas por partilhar a teimosia dos valores,
a lucidez da honra
e a coragem de enfrentar os meus próprios gigantes…
e ilusões.
Não procuro glória.
Escrevo para dar forma ao que, de outro modo, me consumiria.
Categorias
Não nasci assim mãe,
assim avó,
assim tia.
Já fui filhinha,
irmã,
fui coleguinha.
Única e singular,
já fui louçã.
Agora,
mal começa a manhã,
entra noite, sai dia,
sou só dona Maria.
Das sete faces do desprezo
A Carlos Drummond de Andrade
Quando eu nasci, não teve sequer um anjo torto
Que me dissesse que a vida não é
Tão fácil o quanto parece ser
Disse: Vai, Valter, ser baiano na vida.
Ladeiras faz bem ao coração
Jovens apaixonados na esquina
Dizendo que não se apega a ninguém.
A tarde de puro sol, o perigo
É imprevisível mesmo que o dia
Seja azul.
O ser vestido de uniforme
Vai trabalhar no ônibus lotado
Sequer sabe se vai ser assaltado,
Acha que tem muitos amigos
No fim de semana.
O ser vestido de uniforme,
Mal sabe quando vai quebrar a cara.
Meu Deus, que sociedade de muita fé,
Que muito chama pelo Senhor,
Pessoas de muita fé e pouco amor.
Mundo mundo vasto mundo
Se eu me chamasse Carlos,
Eu seria outro poeta (?)
Nesse mundo vasto
Que maltrata meu coração.
Mundo mundo vasto mundo
Chega de ilusão?
Eu bem que vou dizer,
Esse mundo cheio de gente eu solitário
Em meu ego e vaidade
Vou me afogando
Sem sequer um abraço!
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