Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Vivo sempre no presente. O futuro, não o conheço. O passado, já o não tenho. Pesa-me um como a possibilidade de tudo, o outro como a realidade de nada. Não tenho esperanças nem saudades. Conhecendo o que tem sido a minha vida até hoje — tantas vezes e em tanto o contrário do que eu a desejara —, que posso presumir da minha vida de amanhã senão que será o que não presumo, o que não quero, o que me acontece de fora, até através da minha vontade? Nem tenho nada no meu passado que relembre com o desejo inútil de o repetir. Nunca fui senão um vestígio e um simulacro de mim. O meu passado é tudo quanto não consegui ser. Nem as sensações de momentos idos me são saudosas: o que se sente exige o momento; passado este, há um virar de página e a história continua, mas não o texto.
Breve sombra escura de uma árvore citadina, leve som de água caindo no tanque triste, verde da relva regular — jardim público ao quase crepúsculo —, sois, neste momento, o universo inteiro para mim, porque sois o conteúdo pleno da minha sensação consciente. Não quero mais da vida do que senti-la a perder-se nestas tardes imprevistas, ao som de crianças alheias que brincam nestes jardins engradados pela melancolia das ruas que os cercam, e copados, para além dos ramos altos das árvores, pelo céu velho onde as estrelas recomeçam.
Linda, Louca e Mimada? Complicada e Perfeitinha? Não, não. Sou durona, porém tenho coração mole, educada apenas com quem merece e as vezes com temor, mas sempre determinada e aceitando os desafios que a vida traz!
Não sou uma menina cheia de frescurinhas com apenas um rostinho bonito, tenho personalidade, consciência e acima de tudo, carácter !
Tenho medo de me arriscar e você não topar, tenho medo de me jogar e você não me segurar,tenho medo de cair e você não me ajudar a levantar,tenho medo de me apaixonar e você nem ligar.
Não tenho superstições, medo dos mortos ou qualquer outra mania ligada ao misticismo... Minha mãe sempre me ensinou que apenas duas coisas podem me fazer mal: O ser humano e a sua mente diabólica.
Não tenho orgulho de berço
nem local de nascimento.
Meu céu é onde converso,
meu chão é onde me sento.
Busco, sim, entendimento
em samba, fuzil ou terço.
Pra mim o tempo não acaba
nem a recusa me ofende.
Palavra puxa palavra...
Um dia, a gente se entende.
Evito o amor para que as dores não apareçam. Tenho medo de sentir dor de novo. Tenho medo da rejeição e medo do vácuo. Esses são os problemas que carrego comigo e mal consigo falar sobre tal. Fiz tantos planos e tive tantos sonhos que hoje, já não gosto mais de lembrar.
Tenho inveja dos gatos.
Vivem a preguiça como uma fisiologia necessária, não como filosofia de rígida disciplina, mas, quando possuídos por ela, é uma completa entrega.
Um absoluto estado de ócio!
– Você está planejando partir meu coração, Covey?
– Não. E tenho certeza de que você não está planejando partir o meu. Ninguém nunca planeja.
– Então coloque isso no contrato. Peter e Lara Jean prometem não partir o coração um do outro.
não tenho medo
dos monstros
escondidos debaixo
da minha cama.
tenho medo
dos garotos
com cabelos castanhos despenteados,
olhos apertados,
& bocas
que só sabem
como dizer
meias verdades.
Não importa se tenho duplas mãos, pés, ouvidos... e um só coração. Afinal, é nele que guardo todos os meus sentimentos, alegrias, amigos e minha fé em DEUS!
Levo a vida tranqüila
não tenho medo do mundo
não tenho medo da morte
não vou me preocupar
que passe por mim a doença
que passe por mim a pobreza
que passe por mim a maldade,
a mentira e a falta de crença
que passe por mim olho grande
que passe por mim a má sorte
que passe por mim a inveja,
a discórdia e a ignorância
Tranqüila,
Levo a vida tranqüila...
APENAS UM CONSELHO: NÃO SE APAIXONEM POR MIM.
TENHO UM CÓRREGO DE VIRTUDES E CINCO OCEANOS DE DEFEITOS.
TENHO TODOS OS MAUS ADJETIVOS QUE UMA PESSOA POSSA VIR A TER.
JÁ COMEÇO A FICAR INDIFERENTE DIANTE DE TUDO E TODOS.
MAS, QUE PENA...
EU NÃO ERA ASSIM.
"Não tenho me identificado muito com ninguém. Mas tudo bem. Levei um tempo até entender que pode ser muito libertador não se sentir parte de nada. E tu sabe como sou, dramatizo para dar às coisas a importância que originalmente elas não têm."
Não tenho medo de me expor. Não tenho medo de jogar na tua cara meus defeitos, nem muito mesmo minha dor. Não tô nem ai. Em mente só a necessidade de entender o ilógico como o mais acertado, afinal somos feitos de carne e osso e isso dói. Mas a dor já mora aqui há algum tempo. Não te quero, não quero tua voz, nem teus abraços, tua pele, teu cheiro, nem muito menos tua irritante mania de ser imperfeito, érr… nem esse teu lado irônico e cruel. Nunca quis. Sou simples, introspectiva, criança demais kk e o que quero com você eu já tenho, e o que eu sinto quando venho aqui e leio tuas coisas isso não se pode arrancar, só me pertence. Perdi o teu olhar mas não a tua essência.
ps: … e eu com essa péssima mania de achar que o mundo todo é plateia de um circo onde o palhaço sonhador e sem graça sou eu. Pelo ou menos eu faço rir.
Não posso abaixar a cabeça agora, pois tenho uma estrada a seguir, um novo rumo a tomar, agora recomeçar novamente do "0", na vida aprendemos que lagrimas rolam em nossos rostos, as vezes lagrimas de alegrias por momentos que não voltarão, mais as vezes lagrimas de sangue, pela dor, e sofrimento, mais enfim, não restam palavras no momento, não restam mais lagrimas, resta apenas, a Fé que amanhã vou conseguir acordar vivo e de cabeça erguida.
