Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
“Como é lindo se dar completamente a uma outra pessoa, confiar nela e não ter outro desejo a não ser vê-la sorrir.”
“O segredo depois de uma vitória é não recolocá-la em jogo. É necessário saber sair da mesa no momento justo. Todos são bons jogadores, poucos verdadeiros vencedores.”
Não preciso comer, beber ou repôr minhas energias.
Às vezes, o simples fato de estar amando já é suficiente para me manter ativo.
Queria estar namorando já, sabe.
Amando como diz o amor amar,
Como se não tivesse tempo para esperar
E não quisesse o tempo parar...
Para viver, sim, viver tudo o que o amor pudesse conquistar, e morrer, sim, um dia morrer,
Certo de que vivi ao lado de quem soube me amar.
Não existe amor por interesse, porque quando pensamos estar amando assim estamos sendo egoístas e o egoísmo é a ausência de amor!
O amor existe na doação e no perdão!
O egoísmo vive do adquirir e do esquecer!
Pedro Marcos
Não é preciso estar amando ou apaixonado, para falar do sentimento. O amor das pessoas ao redor também inspira. Um casal de idosos morrendo de rir numa praça lotada. Dois adolescentes que não se desgrudam, ainda não sabem dos desafios por vir. A inocência de uma criança, que vê gentileza no simples ato de presentear a outra com uma flor. Amor não precisa estar, e sim, precisa ser! Sendo amor, todas as expressões da alma tornam-se palpáveis e reais.
Fazer músicas de amor sem estar amando faz tanto sentido quanto contar uma piada que não faz ninguém rir
amar não é so sair dizendo que estar amando
amar é ter capacidade de olhar nos olhos de alguém e diz: EU AMO VOCE...
- Amar e direito de todos .Ser amando e privilegio de alguns.Nao importa se estar perto ou longe.O que importa é que voce existe para que eu sinta sua falta.Preciso do seu bilho para iluminar miinha vida e de seu sorriso para ser Feliz !
- Eu Te Amo ! (♥)
Não é preciso estar amando pra fazer poesias de amor, em sua maioria, quem ama sequer consegue manter vivo esse amor.
Como se estevisse vivendo por viver,amando por amar,falando por falar,não diga que estar de portas abertas para um amor,quando você não gosta que um estranho entre em seu lar,amar é o mesmo,então cuidado ao permitir,pois o estranho pode não querer mais sair.
De uns tempos pra cá, tenho discutido muito com a minha mãe... Ela fala coisas horríveis pra mim, e não me seguro. Começo a chorar. O pior de tudo é que ela não tem motivos para falar certas coisas... As vezes penso em fugir de casa, fugir entre aspas, pois não tenho para onde ir. Quero sumir as vezes, e as vezes eu acho que ninguém se importa comigo... Eu sei lá. ):
Tenho um caderninho de desejos e pensamentos, daqueles bobos que fazemos como as crianças que sempre somos; nele, encontrei meu próprio nome escrito em diferentes linhas. Uma, procurando significado; outra, querendo beleza; mais uma, repetindo sabedoria; e outra, mais profunda, rasurada várias vezes, com marcas úmidas denunciando o choro, almejando liberdade.
Pisquei algumas vezes e senti o almiscarado de minha pele se tornar sujo, como se o mero desejo de ser livre fosse indigno para alguém como eu. Outra gota pinga no papel; não é preciso da data para perceber que meus sonhos são atemporais e carregam minha essência perdida consigo. Uma risada em descrença sai embargada de minha garganta, e os nós de meus dedos ficam brancos, rasgando repetidamente não o papel, mas sim minha prisão interna.
A presidiária olha de um lado para o outro, seus olhos baixos percorrendo as grades intimidadoras que a cercam. Ao seu lado, uma garotinha de cerca de seis anos a observa de cima a baixo, demorando-se nas algemas que começavam a enferrujar em torno de seus pulsos. A presidiária ri em escárnio e lança um olhar particularmente rude em resposta. A menina, por outro lado, parece se divertir e balança os pequenos pés no ar antes de gargalhar.
A criminosa franze as sobrancelhas e se aproxima lentamente, como um predador à espreita, com os braços cruzados e uma curiosidade crescente. O olhar daquela garota era familiar, e seus dedos pequenos batucavam na parede mais próxima; o barulho, misturado às respirações descompassadas, era o único som do local.
A jovem ousa conversar com a mulher, balbuciando coisas banais e fúteis, como seus gostos favoritos, aquela série específica que, por um acaso, era a favorita da malfeitora, e até sobre o time de futebol para o qual ela torcia. O papo, no começo hostil e desconfortável, torna-se aos poucos acolhedor; e, assim que a mais nova ri pela milésima vez de sua própria piada sem graça, as algemas da mais velha caem em um baque único contra o chão. A liberdade, silenciosa e subjetiva nos pensamentos diferentes — mas tão iguais — das duas, finalmente chega.
Quando pisco novamente, outra gota molhada cai sobre o caderno, embaçando minha visão e me trazendo de volta à dura realidade, que, anormalmente, estava mais quieta que antes — perigosamente próxima da paz. Meus dedos esguios e trêmulos viram a página completamente encharcada e, mesmo com as palavras tortas e a grafia errática, sorrio de canto ao compreender: não sobrevivi, mas, enfim, vivi.
