Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Nota: Esse pensamento vem sendo repassado como sendo de diversos autores, entre eles Oscar Wilde ou Marcos Lara Resende. No entanto trata-se de um trecho adaptado do texto “Crônica para os Amigos” de Sérgio Antunes de Freitas, publicado em 23 de setembro de 2003.
...MaisO que não tem preço, para uma mulher...
Vinte horas, chegando atrasada para o terceiro encontro.
Hidratação nos cabelos, R$ 30,00 no débito.
Tornozeleira prateada, R$ 45,00 no débito.
Ouvir que por você ele esperou a vida inteira, não tem preço.
Para todas as outras existe paciência.
Pensamentos estranhos!
Começo agora a escrever para não enlouquecer.
As linhas que se seguem não as tomem por arte ou qualquer coisa que o valha.
É somente uma ordem ditada pelo “Eu”, que quer dar a luz a pensamentos (De origem que a mim ainda é desconhecida), parindo-os em letras, caso contrário apodreceriam em minha mente, envenenando-me.
Terminaria por abortá-los em forma de sarcasmo agressivo nos picos de fúria, oops, quero dizer euforia, ou frases de um pessimismo cáustico e mórbido, produzidos pela apatia angustiante.
Já sacaram do que “Eu” estou falando?
Mas deixemos os motivos e as razões para lá, pois agora preciso dar atenção aos que nascem.
Pensamentos estranhos vieram a mim, quase tive medo de pensá-los tal era a natureza deles.
Tudo começou em um dia desses, de uma semana dessas, que chovia muito, parecia que o próprio Divino liquefazia-se.
Olhando para o céu deu-me a impressão que uma nuvem recusava-se a chover, e na verdade parecia que procurava abrigo da chuva.
Viagem minha? Pode ser, talvez. Quem sabe?
O fato é isso me impressionou muito, todavia, resolvi não matutar sobre isto, e acabei por esquecer.
Até que em um dia desses, em uma semana dessas, em que fazia muito calor, parecia que o próprio Divino ardia em febre.
Tentando olhar para o Sol, queria blasfemar contra Ele, oops, que é isso? Uma nova impressão, um raio de Sol fugia de Si mesmo, e procurava uma sombra!
Eu sei, é demais até para mim mesmo que estou acostumado a viver em meio aos devaneios, porém, sendo alucinação, viagem, delírio ou não, foi a partir dessas duas visões, que desconheço a origem, e da ligação que fiz entre elas é que fecundaram minha mente onde germinaram tais pensamentos.
Será que não fugimos também de nossa natureza? Será que não nos recusamos a chover ou a raiar? Fugimos ou não de nossa virtude, ou seja, fugimos da causa primária de nossa Existência, que seria:
Evoluirmos como somos?
As vezes só é preciso mudar o foco, mesmo que seja seguir na mesma direçao. Pois, o importante não é o caminho traçado, mas sim o caminho andado. Rá de Oliveira
Quando penso, lembro do que perdi
Do que nem cheguei a ter
De tudo aquilo que por medo
não tentei
Arrepender - me de nada vai adiantar
Agora o que me resta
É olhar para frente
Fingir que estou feliz
da maneira que deixei minha vida
Fingir que não tenho passado
Esquecer de tudo
e de todos que decidiram sair da minha vida!
E então a estrela descobre q não quer ser apenas amiga do sol. Apesar de saber, finge não querer aceitar, afinal o sol sempre foi seu 'irmão' de luz.
(Fábulas cor-de-rosa)
... e então ambos descobriram (embora não quisessem aceitar para si próprios) mais uma semelhança, não somente a luz.
Mas também a necessidade de uni-la para estarem mais fortes, mais completos, preenchidos e sem lacunas...
( Fábulas Cor-de-rosa)
A vida prega peças em todos nós e vão existir momentos em que você não está bem e quer ficar quietinha
na sua, sem fazer mal a ninguém com atitudes ou palavras, apenas QUIETA. Refletindo.
Não me assusta passar um tempo comigo mesmo, às vezes quero saber o que penso, do que gosto e o que eu quero, de um jeito natural e puro, sem a influência do óbvio.
Pais,poupem-me e não me torturem com a pergunta mais desprovida de sabedoria e de boas intenções: Por que meu filho tirou esta nota?
Oh! Deus não me deixe intoxicado! Não quero ser a fruta podre que envenena seus predadores. Mas por último ser-lo-ei, e a morte já experiente de fazer cobaias os meus inimigos levar-me-á cruelmente, mas já muito tarde.
