Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Algumas pessoas, farão outras acreditarem que você é ruim
Na tentativa de amenizarem a culpa, pelo que fizeram a você
Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, no certo e no incerto, você aceita?
Na culpa que persiste, na saudade que esmaga, no abraço que num dia é seu mundo e no outro só uma lembrança vaga. Você aceita no tempo que não volta, na chama que esfria, no espelho que reflete a impiedosa marcha da entropia, na ordem, no caos, no breve, no eterno, na incessante dança, entre desejo e tédio, aceita? E se eu disser que a sua resposta pouca importa, que esse rio corre e sempre vai correr, indiferente aos seus desejos, você ainda aceita?
Vídeo: para você que pensa demais
Carla,
o ser humano, na sua pressa de entender o mundo, sempre procura um culpado.
Culpa Lúcifer pelas sombras,
assim como poderia culpar Deus por ter criado a luz que as revela.
Mas talvez o erro nunca tenha sido a criação…
e sim a forma como escolhemos olhar para ela.
Porque toda criação carrega em si algo sagrado.
a liberdade.
Dizem que anjos caíram, que mundos se perderam,
mas esquecem que o livre-arbítrio nunca foi uma falha
foi sempre um ato de confiança.
E eu fico pensando…
e se, na solidão de um ser esquecido,
tenha nascido algo tão complexo quanto nós?
Não por maldade, mas por ausência,
por silêncio, por necessidade de existir.
Talvez por isso o ser humano seja assim:
capaz de criar o paraíso e o abismo no mesmo dia.
Mas no meio desse caos todo,
no meio dessa busca incessante por culpas e respostas,
eu encontrei você.
E você não veio como resposta,
veio como pausa.
Como um lugar onde o mundo não precisa ser explicado,
apenas sentido.
Carla,
se existe algo perfeito nessa criação inteira,
não é a ausência de falhas…
é a capacidade de escolher amar, mesmo carregando todas elas.
E eu escolho você.
Não porque o mundo é perfeito,
mas porque, ao teu lado,
até as imperfeições encontram sentido.
Se um dia me perguntarem sobre os segredos que guardei da vida,
eu direi sem medo:
você foi o mais verdadeiro de todos.
DeBrunoParaCarla
A humanidade tem o hábito de apontar dedos,
como se a culpa fosse sempre um lugar fora do espelho.
Constrói altares para justificar seus erros
e depois se ajoelha diante da própria mentira.
Diz que ama,
mas mede afeto como quem calcula prejuízo.
Diz que sente,
mas foge do que sente de verdade.
E no meio disso tudo,
quem ainda ousa amar de verdade
é visto como exagero…
ou fraqueza.
Talvez o problema nunca tenha sido o mundo,
mas a covardia disfarçada de razão.
Porque sentir exige coragem.
E a maioria prefere parecer forte
do que ser real.
DeBrunoParaCarla
A Culpa do Descanso.
Existe um desconforto silencioso que aparece quando tentamos simplesmente não fazer nada.
A sensação incômoda de que deveríamos estar adiantando alguma tarefa, respondendo a uma mensagem ou produzindo algo útil. O descanso, que deveria ser um direito humano básico, passou a ser tratado como um luxo imerecido ou como uma pausa estratégica para voltar a produzir mais rápido.
Sentir culpa por parar revela o quanto fomos condicionados a medir nosso valor pessoal apenas pelo que somos capazes de entregar.
Acreditamos que a utilidade é a única métrica de dignidade. Mas quando a vida é reduzida ao desempenho, qualquer intervalo parece uma falha de caráter.
O descanso de verdade não precisa de justificativa.
Ele não é uma recompensa acumulada por horas de exaustão; é a base necessária para mantermos a lucidez e a humanidade em um mundo que nos exige aceleração contínua.
Criança mimada é falta de educação, sim. E a culpa é dos pais!
Estamos criando uma geração de crianças mimadas, mal educadas e que não sabem ouvir um “não” sem agir como se seu mundo tivesse acabado. Elas não possuem uma educação emocional saudável e, por isso, não sabem lidar com as frustrações que a vida coloca em seu caminho.
E, por mais que seja difícil de aceitar, na grande maiorias das vezes, a culpa é dos pais, que não são preparados para a responsabilidade de criar uma criança, como todas as nuances que esse trabalho apresenta.
A psicóloga Laurema Suckow de Castro acredita que essa geração de “crianças mimadas” está se formando influenciada por diversas mudanças que estamos vivendo nos âmbitos social e econômico.
“O pais e as mães estão muito mais ausentes, trabalhando muito. As crianças ficam muito ligadas a aparelhos tecnológicos, com pouco contato com a família. Isso desencadeia um comportamento social sem muitos limites”, diz.
Para compensar a falta que fazem, os pais acabam desencadeando um comportamento vicioso. Eles oferecem bens materiais para os filhos e evitam repreendê-los, já que a culpa da ausência já dói demais. Os filhos, por outro lado, ficam confusos e muitas vezes se aproveitam da culpa dos pais para ganho próprio e agem sem nenhuma consideração e respeito, comportamentos que permanecem até a vida adulta, influenciando diretamente em sua qualidade de vida.
“Uma criança mimada é uma criança que tem baixa tolerância à frustração. Não sabe ouvir um não e não consegue se comportar bem socialmente (…) Esse “não consegue” passa pela questão da criança saber que os pais não vão repreendê-la em um lugar público, por isso acaba colocando a família em situação constrangedora”, explica Laurema.
Como lidamos com essa situação?
É muito complicado saber o que fazer em determinadas situações. Sempre temos as melhores intenções no coração, mas colocá-las em prática pode ser mais complicado do que parece. Por mais que desejemos ser amigos de nossos filhos, em alguns momentos temos que ser pais de verdade, ser firmes e tomar decisões que não nos agradam.
Precisamos estabelecer limites, compreendendo que eles são fundamentais para formar o caráter de nossos filhos e que a educação é melhor herança que podemos deixar para eles.
Apesar de parecer simples, muitos pais não conseguem estabelecer limites saudáveis para os filhos e acabam colocando essa responsabilidade para os outros, escolas, especialistas, o que não é certo. É uma habilidade que precisam desenvolver, porque crianças precisam de limites colocados pelos pais. A função dos pais não é apenas dar amor e carinho, é também educar.
Laurema comenta que está cada vez mais comum os pais encontrarem explicações científicas para os comportamentos mimados de seus filhos, diagnosticando-os como hiperativos e explica que há uma grande diferença entre as duas coisas:
“Há diferenças grandes entre uma criança com alguma síndrome e uma criança sem educação, sem limites. Os pais não podem confundir. Na dúvida, é importante buscar orientação.”
Além disso, também oferece dicas especiais para lidar com as crianças mimadas e manhosas:
Tenha controle da situação. Lembre-se: quem sabe o que é melhor para as crianças são os adultos e não elas.
Seja firme. Não volte atrás em uma decisão. A criança precisa confiar e sentir-se segura com a decisão do adulto.
Não sofra. Saiba que dar limites é positivo para a criança. Uma criança mimada é manipuladora e sabe o “ponto fraco” dos pais. Não caia no jogo.
Fuja do consumismo. Não tente compensar o tempo que você passa fora com presentes. O que vale é a qualidade do tempo também, portanto, presentes, só em datas especiais.
Dê tarefas para que as crianças cumpram, de acordo com a idade e maturidade delas. Estimule a independência.
Faça combinados e mantenha as regras. Antes de sair de casa para um passeio, lembre os acordos da família: nada de birra, manha ou pedir para comprar alguma coisa. Não dá para fazer tudo o que as crianças querem, isso prejudica um crescimento saudável!
Ode à bunda dura
Tenho horror a mulher perfeitinha. Odeio qualquer uma que fique maravilhosa num biquíni. Sabe aquele tipo que faz escova toda manhã, está sempre na moda e é tão sorridente que parece garota propaganda de processo de clareamento dentário? E, só pra piorar, tem a bunda dura feito pão francês com mais de uma semana? Pois então, mulheres assim são um porre. E digo mais: são brochantes.
Você, homem, dirá que estou louca, sou despeitada e, provavelmente, baranga. Na boa, pense o que quiser, mas posso provar minha tese com grande tranqüilidade, ponto a ponto. Quer ver?
A dondoca faz escova toda manhã: fulaninha acorda às 6 da matina pra deixar o cabelo tão liso feito pau de sebo e à prova de furacão. Nisso, ela perde momentos imprescindíveis de rolamento na cama, encoxamento do namorado, pegação, pra encaixar-se no padrão “Alisabel é que é legal”. Burra.
A fofucha anda impecavelmente na moda, o que significa igual a todas as amigas: estilo pessoal, pra ela, é o que aparece nos anúncios da revista da Daslu. Você vê-la de shortinho, camiseta surrada e cabelo preso? JAMAIS! O que indica uma coisa: ela não vai querer ficar desarrumada nem enquanto estiver transando. É capaz até de fazer pose em busca do melhor ângulo perante o espelho do quarto. Credo.
A lindinha exibe um sorriso incessante: ela mora na vila dos Smurfs? Está fazendo treinamento pra Hebe? Sou antipática com orgulho – só sorrio para quem provoca meu sorriso. Não gostou? Problema seu. Isso se chama autenticidade, meu caro. Coisa que, pra perfeitinha, não existe. Aliás, ela nem sabe o que a palavra significa. Coitada.
A queridona tem a bunda pétrea: as muito gostosas são, infalivelmente, muito chatas. Pra manter aquele corpão, comem alface e tomam isotônico, portanto não vão acompanhá-lo nos pasteizinhos nem na porção de bolinho de arroz do sabadão. Bebida dá barriga e ela tem HORROR a qualquer carninha saindo da calça de cintura tão baixa que o cós acaba onde começa a pornografia: nada de tomar um bom vinho ou encarar uma pizza de mussarela. Cerveja? Esquece! Melhor convidar o Jorjão.
Pois é, ela é um tesão. Mas não curte sexo porque desglamouriza, se veste feito um manequim de vitrine, acha inadmissível você apalpar a bunda dela em público, nunca toma porre e só sabe contar até 15, que é até onde chega a seqüência de bíceps e tríceps. E você reparou naquela bunda? Meu Deus…
Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais (geralmente eles só existem na opinião dela), mas é uma ótima companheira de bebedeira. Pode até ser meio mal-educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas adora sexo. Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução (e, às vezes, nem chegam a ser um problema). Mas ainda não criaram um remédio pra futilidade. Nem pra dela, nem pra sua
Acho que fiz tudo do jeito melhor, meio torto, talvez, mas tenho tentado da maneira mais bonita que sei.
Confesso que me dá uma saudade irracional de você. E tenho vontade de voltar atrás, de ligar, de te dizer mil coisas, e cair em suas mãos, sem me importar com nada, simplesmente entregar-te meu coração. Mas não, renuncio, me controlo e digo para mim mesmo que não é assim, que não pode ser, que você se foi, e não volta.
Tenho tentado aprender a ser humilde. A engolir os nãos que a vida me enfia pela goela a baixo. A lamber o chão dos palácios. A me sentir desprezado-como-um-cão, e tudo bem, acordar, escovar os dentes, tomar um café e continuar.
Tenho trabalhado tanto, mas sempre penso em você. Mais de tardezinha que de manhã, mais naqueles dias que parecem poeira assenta e com mais força quando a noite avança. Não são pensamentos escuros, embora noturnos… Sabe, eu me perguntava até que ponto você era aquilo que eu via em você ou apenas aquilo que eu queria ver em você. Eu queria saber até que ponto você não era apenas uma projeção daquilo que eu sentia, e se era assim, até quando eu conseguiria ver em você todas essas coisas que me fascinavam e que no fundo, sempre no fundo, talvez nem fossem suas, mas minhas, e pensava que amar era só conseguir ver, e desamar era não mais conseguir ver, entende? Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. Mas se você tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais — por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia — qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Tinha terminado, então. Porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo. Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. … E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura.
Desde que ganhei meu PhD em desilusão amorosa, tenho me divertido como nunca.
Tenho medo de já ter perdido muito tempo. Tenho medo que seja cada vez mais difícil. Tenho medo de endurecer, de me fechar, de me encarapaçar dentro de uma solidão - escudo.
MINHA PROPOSTA...
Tenho uma proposta irrecusável para você!
Mas chegue pertinho...
Porque é segredo,
Não posso falar alto:
Psiu! Ei... você topa fazer um assalto?
É... podemos juntar uma rapaziada
E fazer a quadrilha da web.
Calma! Fica frio!
Não estou te pervertendo não.
Garanto que não dá prisão!
Vamos sair por aí.
Roubando das flores,
Um pouco de perfume.
Roubando do sol,
Uns raiozinhos de calor.
Roubando dos pássaros ,
Umas notas de alegria.
E do mar, umas gotas de serenidade.
Roubemos das árvores
Um pouco de vitalidade.
E das nuvens brancas
Um pouco da leveza.
Roubemos da terra
A profundidade.
E das formigas
A solidariedade.
Organizemos o nosso assalto
Com cuidado
E com zelo guardemos
Aquilo que arrecadarmos.
Em nossos corações,
Processemos os nossos lucros
E pelos caminhos espalhemos
As alegrias que daí obtivermos.
E de repente veremos
A nossa riqueza multiplicada
E nossos cofres cheios
E a nossa felicidade sem tamanho.
E aí, topa fazer o assalto?
Topas?
Te aguardo...
Vou esperar sua resposta!
Homenagem As Minhas Melhores Amigas.
Hoje tenho a tarefa de aconselhá-las, sejam eternamente aquilo que vocês desejarem, sem que ninguém interfira nisso.
Quero que vocês vivam intensamente, e que todos os sonhos de vocês se realizem. Quero que vocês continuem assim, que sejam tristes, que deem sorrisos atoas, que chorem de felicidade, que gritam de dor, quero que vocês tenham a mesma dignidade de sempre, que consigam transparecer tudo e que acima de tudo sejam intensas. E que vivam intensamente.
Façam dos sentimentos uma dádiva, ergam a cabeça e tenham a simplicidade de admitir os seus erros. Errem! Errem muito, porque não há nada de errado nisso.
Sonhem com tudo aquilo que vocês mais desejam, desejem demais! Nunca tenham medo do que vocês possam ser.
Quando cair a noite, eu quero que vocês fujam, mas fujam de si mesmas, para não continuar sempre no mesmo lugar, sempre com as mesmas perspectivas.
Eu quero que vocês renovem as suas esperanças todos os dias. Eu quero que vocês sintam saudades dos velhos tempos e que percebam o quanto é importante ter amigos, o quanto é importante se sentir bem.
Eu quero que vocês chorem por amor, mas que vocês diferenciem grandes amores. Um fim de um grande amor é muito ruim, mas um grande amor não tem fim.
Eu quero que vocês estufem o peito por viver nesse mundo maravilhoso, que vocês contem a nossa história para todos que vierem perguntar sobre felicidade.
Eu quero que vocês tenham a coragem que eu não tive, que estufem o peito para canhões, quebrem o muro de Berlim, destruam as cátedras de Paris, e que defendam as suas próprias palavras. Eu quero que vocês contem muitas, muitas histórias porque a vida não tem graça sem uma boa história pra contar.
Quando vocês se sentirem tristes, saibam que vocês não precisam de ninguém para sentir a tal felicidade, mas que sempre que precisarem eu estarei aqui.
Desejo que vocês aproveitem o máximo a felicidade, que não esqueçam do universo, das lindas estrelas, que assim como elas, meu amor é imenso.
Desejo que vocês esqueçam o ontem e vivam o hoje. Porque o amanhã estará por vir e será muito mais lindo.
Lembrem-se de que não há limitações para os sentimentos, amem intensamente, não tenham vergonha desses sentimentos, por mais simples que sejam eles são seus e tudo que vem de vocês é único e inigualável. Aprendam que ninguém nunca vai deixar vocês tristes e que um dia de sol poderá mudar tudo.
Aprendam que com um pouquinho de amor, supera-se tudo. Tenham fé e percebam o quanto isso alivia e renova.
Todo dia enfrentem pelo menos uma coisa que vocês vão mesmo sentir medo. Saibam que os problemas são consequências de um ato, por isso pensem muito antes de qualquer coisa.
Desejo a vocês noites de risos, de piadas, de brigadeiros. E que se um dia eu partir antes de vocês, olhem para o céu e lembrem-se: eu estarei sorrindo
Não percam tempo com inveja, com falsidade, o bom mesmo é aquilo que vem de vocês, pois é puro e verdadeiro.
Agradeçam seus pais, pela vida, pelo amor, pela alegria. E agradeçam mais ainda por serem eles que deram a linda vida a vocês, e que são eles as pessoas que vocês mais se orgulham e que vocês admiram a coragem, o amor, as palavras mesmo que muitas vezes não batam com as suas.
Digam aos seus irmãos que o amor mais fraterno que existe é o deles, e estejam certas disso: eles serão os únicos que daqui a alguns anos saberão mesmo te ajudar, te apoiar, e serão os padrinhos mais lindos para seus filhos, mesmo que talvez não recebam esta graça.
Diga tudo o que sentires hoje, amanhã poderá ser tarde.
Não espere que você vença toda a guerra, todo o conflito, a angústia, mas lute.
Sejam conscientes e saibam que o mundo não gira em torno de vocês.
Quero que quando vocês esquecerem de mim, que pelo menos lembrem-se do quanto foi boa nossa amizade e de quanta felicidade vocês me proporcionaram.
Amigas, vocês são a alegria de uma tarde vazia, vocês são pedras preciosas, vocês são flores de um jardim. Pra mim vocês possuem muito mais valor do que isso.
Sejam loucas e arrisquem tudo que for preciso pela felicidade de vocês! Jamais esqueçam, isso é só para os raros. Isso é só para vocês.
Eu desejo a vocês a felicidade mais pura e sincera que existe, muitas alegrias, muitos amores, que vocês sintam o quanto são especiais para mim. Desejo as minhas irmãs de alma, que a nossa amizade dure a eternidade, assim como meu amor. Lembrem-se, estarei aqui para o que for necessário, em dias tristes ou felizes, vocês serão para sempre as minhas estrelas-guia. Sejam raras, sejam eternas, sejam VOCÊS. Não duvidem nunca do quão especial vocês são!
Queria dizer às minhas melhores amigas que elas são algumas das pessoas mais bonitas que eu já conheci, e que conviver com elas é um privilégio.
Contar também que algumas das histórias que eu vou contar quando for velha são com elas, e certamente são as mais engraçadas.
Queria dizer a cada uma das três o quanto elas são importantes. Seja pela força, pela energia ou pelo gênio. São quatro, que somam mil personalidades e um milhão de sorrisos. São quatro, que dividem mil segredos e um milhão de quilos do mundo. São três, que fazem as minhas noites mais
divertidas e os meus problemas menores.
Queria dizer que eu sou uma soma de todas vocês.
(Para Ariane, Graziela e Nayara)
