Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Segredos que eu tenho mantido em meu coração são mais difíceis de esconder do que eu pensei
Todos os dias eu descubro mais e mais coisas bonitas. É o suficiente para enlouquecer. Eu tenho tal desejo para fazer tudo, minha cabeça está estourando com ele.
Eu sinceramente tenho vergonha de viver em um mundo tão hipócrita, injusto e ignorante.
Já está na hora realmente de tudo deixar de existir!
Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, nem sempre tenho motivos. Tenho um sorriso confiante que às vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele.
Tenho dois lados: um ruim e outro pior: um quer que eu seja frio e calculista, e o outro quer que eu demonstre tudo que eu sinto.
Ressurreição Silenciosa
Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.
Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.
E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.
No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.
E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.
Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.
Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.
Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.
Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.
Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.
Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.
Mas eu…
eu ainda quero renascer.
10 de Dezembro 2024
Velho de coração, mas eu tenho apenas 28
E eu sou jovem demais para deixar o amor partir meu coração
Jovem de coração, mas está ficando muito tarde
Para nos achar tão separados
A vida tem uma sabedoria que nem sempre alcanço, mas que eu tenho aprendido a respeitar, cada vez mais com fé e liberdade. O tempo, de vento em vento, desmanchou o penteado arrumadinho de várias certezas que eu tinha, e algumas vezes descabelou completamente a minha alma. Mesmo que isso tenha me assustado muito aqui e ali, no somatório de tudo, foi graça, alívio e abertura. A gente não precisa de certezas estáticas. A gente precisa é aprender a manha de saber se reinventar. De se tornar manhã novíssima depois de cada longa noite escura. De duvidar até acreditar com o coração isento das crenças alheias. A gente precisa é saber criar espaço, não importa o tamanho dos apertos. A gente precisa é de um olhar fresco, que não envelhece, apesar de tudo o que já viu. É de um amor que não enruga, apesar das memórias todas na pele do coração. A gente precisa é deixar de ser sobrevivente para, finalmente, viver.
Tenho muitos amigos... ou melhor dizendo, tenho imensos conhecidos... Mas quando estou na "fossa", só uma pequena quantidade me ajuda. Podem ser poucos mas são bons.
Não sou tão certinha quanto dizem
E, na verdade nem quero ser,
Afinal não sou perfeita e cansei de tentar ser...
Não sou obrigada a concordar com tudo,
Tenho minha própria maneira de pensar,
Chega de tentar superar expectativas de alguém,
Sou humana e cheia de imperfeições...
porém gosto de agradar quem amo, e por isso posso fazer me parecer fraca, mas isso me fortalece.
Sei fazer minhas próprias escolhas,
Pois sei distinguir certo do errado,
Mas se eu errar, lembra, já disse, que não sou perfeita...
ninguém é, então não espere que eu seja.
As vezes ajo em meio a raiva, por impulso, tenho meus cinco segundos, faço coisas que gera espanto… então mais uma vez não espere de mim só perfeição…
Não sou uma pessoa de meios termos… sou de extremos… ou amo, ou não... (não sei odiar, prefiro ignorar).
Brigo quando não estou satisfeita, não sei ser falsa e fingir que tudo estar bem.
Quando falo e não sou entendida… até tento, tento, falo novamente, uma, duas, três vezes, mas quando eu desisto, esquece dificilmente eu volto atrás.
Não sei contar piadas,
Não entendo o porquê de algumas polêmicas e o pior, que por algum motivo acham que eu as crio!
Canto pra ficar feliz e pra espantar a carga negativa.
Gosto de ser paparicada, respeitada...
Sou do tipo romântica, dramática, já fui muito sonhadora (não que agora não tenha sonhos) hoje prefiro acreditar na realidade.
Há dias que choro por nada e há dias que estou tão feliz que nem sei o porquê...
Se pedir minha opinião, vou lhe dizer o que penso, de uma forma simpática, mas vou lhe dizer a verdade.
Então, agora em meio ao pouco que sabe de mim, fale o que quiser, não vou deixar de ser eu mesma para evitar críticas.
Sou tudo isso e mais um pouco...
Ou muito mais...
É amor.
Eu sei que é amor, pois todos os dias eu penso em você. Eu sei que é amor, não porque digo que te amo, mas sim porque todas as vezes que vejo nossas fotos, eu planejo meu mundo com você. Eu sei que não é fácil, nunca foi e nunca será... o amor será complexo, tanto pela forma de demonstrar, quanto na forma de sentir. Não podemos esquecer da forma de viver e conviver com esse amor. Ele é um sentimento que machuca, machuca de uma forma boa e de uma forma ruim também... pois às vezes ele traz alegrias, mas também traz uma tristeza maldita, que consome a alma e maltrata o corpo.
Eu queria que o amor fosse brisa, assim, mesmo de longe, eu poderia sentir o seu amor tocar o meu rosto. Seu amor doce, leve e que me faz tão bem. Você é verso e poesia, calor e ternura, desejo e paixão. Poxa... como eu amaria estar sempre perto. Assim, mesmo de longe, eu sentiria seu perfume adentrar a minha alma e consumir o meu coração. Se você estivesse perto, eu poderia até sentir o toque do seu beijo, o sabor que alimenta o meu vazio, que empanturra o meu universo e satisfaz os meus mais variados e complexos desejos. Se for perto o bastante, eu posso até sentir o seu toque, toque este que me assegura e me faz sentir seguro... num mundo tão empenhado em se despedaçar, não me parece um mal eu querer poder me sentir protegido nos braços de alguém.
‘Seja para mim o que você quiser, contanto que seja o meu amor.’ Essa é o trecho de música que mais representa o amor entre nós dois. Pois eu não quero que você mude, quero que você seja quem você desejar ser, desde que nunca deixe de ser o meu amor. Eu te amo, e casar com você será o meu mais novo e próximo passo.
Eu gosto tanto de você
mas você não gosta de mim
Parece até que gosta de me ver sofrer
A minha paixão por ti só serviu para aumentar teu ego
Depois que você descobriu que o meu coração batia mais rápido quando está por perto nunca mais conversou comigo
Eu não quero ser algo mais
Só amizade é o suficiente
Quero que fale comigo sobre qualquer coisa
E quero que esclareça ao meu coração que o meu amor não é correspondido, apesar de lá no fundo eu já saber disso...
SE EU MORRER AMANHÃ.
Se eu morrer amanhã, por favor, não leve-me flores. Você teve uma vida inteira para isso. Também não chore de saudade, não se não tiver me buscado verdadeiramente enquanto podia. Se eu morrer amanhã, peço: não se arrependa de não ter me dito tudo que queria enquanto meus ouvidos eram algo que não pó. Se eu morrer amanhã - suplico -, não toque minhas mãos frias, não se nunca as tiver sentido quentes. Se eu morrer amanhã não pense em como seria se eu estivesse vivo, pois eu já estive. E passou. Se eu morrer amanhã, por favor, não diga que me ama, nem que "fui" importante. Eu já não ouvirei isso. Chore, apenas se eu lhe tiver sido bom, mas não chore se não tiver sido comigo. Leia algo meu se bater saudade, mas não leia se nunca tiver lido. Veja fotos minhas se isso fizer bem à lembrança, mas não se arrependa de nunca ter pousado junto a mim. Se eu morrer amanhã, não enlute, não se não tiver lutado comigo. Se eu morrer amanhã, não se surpreenda, morte é consequência de estar vivo. Se, por acaso, eu morrer amanhã, não olhe profundo para mim - dormido eternamente -, mas lembre-se do meu derradeiro olhar, do meu sorriso e das coisas (boas ou ruins) que eu fiz, para, por e com você. Se eu morrer amanhã, lhe peço, não me queira ver, não me queira escrever, não me queira despedir... mas só aceite, só respeite a ideia de que serei silêncio profundo, lembranças doídas e pó eterno e entenda que o que fora feito, dito ou vivido estará trancafiado num tempo chamado passado que debruça-se pouco a pouco no esquecimento e que já não flui, não volta, não muda, não vive, não vê.
Quando eu aprendi a viver - ou não
“Na verdade, eu não sei quem eu sou"e blá blá blá
Sim, uma frase clichê, que ninguém consegue responder com tanta certeza.
Ou você consegue?
Quem é você? Fico me perguntando isso há 21 anos e alguns meses e nunca tive a real certeza de quem eu sou, do que eu quero, do que vivo, qual a minha meta, qual meu desafio, o que eu quero, onde quero chegar, entre tantas perguntas... Acabo respondendo a mais fácil: apenas vou vivendo.
Confesso, já culpei várias pessoas inocentes apenas pela minha indecisão de saber quem eu realmente era, já briguei com pessoas que eu amo pela desconfiança em seu sentimento por não ser igual, ou melhor, que o meu, já fiquei perdido em uma tarde de domingo no silêncio apenas para tentar meditar sobre esta questão. Afinal, quem eu sou?
É mais fácil ficar com o óbvio e responder apenas as coisas que eu acho ser, digo, apenas minhas qualidades. Às vezes eu sei, às vezes nem sempre. Hoje é um dia que não sei quais são minhas qualidades, mas também não sei meus defeitos. É um turbilhão de sensações dentro de mim, vários pontos a se colocar na balança são como se eu vivesse de acordo com a vida dos outros, dos conselhos das pessoas, das dicas e opinião, como se eu não tivesse a minha própria opinião para mim mesmo, mesmo sabendo de tudo. É como se estivesse brincando de esconde-esconde, mas não conseguindo me encontrar. Nestes estados de crise tudo estava imperfeito, por mais que todos à minha volta tentava fazer perfeito. Me pergunto, como uma pessoa pode se perder de você mesmo? Quais são os verdadeiros sintomas para esta angústia ou insegurança que me prende?
As perguntas ficam me atormentando há tempos. Em uma determinada noite consegui as respostas que o mundo me perguntava, descobri que ser sincero para mim mesmo é a melhor forma de sinceridade que eu poderia ter, descobri que não adianta quanta beleza uma flor tem se ela não consegue amadurecer a raiz, que não adianta a liberdade de um pássaro se ele não possa voar, que não se brinca com sentimentos alheios e, principalmente, com o meu próprio.
Naquela noite descobri tantas, mas tantas coisas, que acordei em uma terça-feira diferente, determinado a encontrar minha raiz e resumi minha vida em uma flor. Ela é bela, tem suas estações: às vezes caem pétalas, às vezes nascem pétalas, às vezes fica seca e se não tiver uma raiz fixa e estável pode chegar à morte. Preciso encontrar minhas raízes antes de querer ver o mundo florido, preciso me amadurecer se quero ser reconhecido.
Fazer minha vida rimar com tantos versos soltos pelo mundo, aprender em quem se deve confiar e por que motivo confiar não é que eu esteja desconfiado com o mundo. Mas apenas quero para o meu jardim, o verdadeiro, o enraizado, o florido e o sincero. Neste meio-tempo vivi muito sem me ‘amar’ e dar-me o valor que eu sei que eu mereço, mas estou de boa, as coisas às vezes não dão certo e pronto, sem motivo nem maiores consequências, pois não adianta gastar todo o dinheiro que se tem e dizer que ganha pouco e assim quero viver: economizando saliva para um amanhã enraizado ou não.
LGBT
Eu nasci desse jeito.
Posso não ser perfeito,
Mas mereço respeito.
Ou talvez só preciso de um abraço e
Tentar esquecer a minha dor.
Eu sou assim e ninguém irá mudar.
Não é porque sou diferente
Que sou impossibilitado de amar.
Eu sei amar e posso provar.
Lgbt é só uma sigla do que eu sou:
Legal, Gentil, Bondoso e Tímido.
Não tente ser meu inimigo e
Permita ser meu amigo.
Posso ser diferente, mas não vim com defeito
Eu não quero ser aceito, quero apenas respeito
Então me deixa ser desse jeito.
Talvez possamos provar que a
Essência é maior que o preconceito.
Eu de novo aqui sem sono, os meus pensamentos continuam longe, meus olhos não querem fechar, o sono que não vem, minhas mãos já estão cansando de escrever. O fone no ouvido escutando mesma música, meu coração está partido, acho que vou desistir do futuro já não tem mais graça minha vida sem você. Eu ainda te amo, e acho que você sabe que eu preciso de você, sua vida era minha vida, eu não consigo más te esquecer. Ah se eu soubesse que era assim viver sem você eu não ia te perder.
Tudo na vida muda,o que não se pode mudar é a essência de cada um, o caráter...
Então cabe a decisão se será pra pior ou melhor...
Estou mudando pode ter certeza, mas garanto, é pra melhor; afinal, depositar minhas expectativas em mim mesmo é melhor que colocar minhas frustrações em alguém...
Resolvi deixar de tentar suprir vontades dos outros e passei a ter minhas próprias vontades... afinal, já aprendi a fazer minhas próprias escolhas e todos temos direito de mudar... é normal.
Mudanças na vida são necessárias, algumas acontecem naturalmente, outras felizmente ou infelizmente dependem de situações que podem ser boas ou ruins... mas não importa como venham são inevitáveis.
Algumas mudanças criam espantos,outras admiração; mas fazer o quê?
Viver preocupado com o que os outros pensam e esperam de vc o tempo todo não é viver...
Então vamos viver... sonhar, acertar, errar, ter alegrias, porém, saber que as frustrações às vezes são necessárias pra que haja crescimento...
Enfim, viver...
Como diz a música de Gonzaguinha.
