Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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Só tenho o que eu mereço humildade vem do berço,
amor é só de mãe pois outro eu não conheço.

Eu não tenho medo da morte, mas também não tenho nenhuma pressa em morrer.

A melhor forma pra não me magoar é fingir que eu não tenho um coração.

Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro

Belchior

Nota: Trecho da música Sujeito de sorte.

Eu amo desorganizado, desenvergonhado. Tenho um amor que não é fácil de compreender porque é confuso. Não controlo, não planejo, não guardo para o mês seguinte. A confusão é quase uma solidão adicional. Uma solidão emprestada. Sou daqueles que pedirá desculpa por algo que o outro nem chegou a entender, que mandará nova carta para redimir uma mágoa inventada, que estará se cobrando antes de dizer. Basta alguém me odiar que me solidarizo ao ódio. Quisera resistir mais. Mas eu faço comigo a minha pior vingança. Amar demais é o mesmo que não amar. A sobra é o mesmo que a falta. Desejava encontrar no mundo um amor igual ao meu. Se não suporto o meu próprio amor, como exigir isso?
Um dia li uma frase em Hegel: "nada de grande se faz sem paixão". Mas nada de pequeno se faz sem amor. A paixão testa, o amor prova. A paixão acelera, o amor retarda. A paixão repete o corpo, o amor cria o corpo. A paixão incrimina, o amor perdoa. A paixão convence, o amor dissuade. A paixão é desejo da vaidade, o amor é a vaidade do desejo. A paixão não pensa, o amor pesa. A paixão vasculha o que o amor descobre. A paixão não aceita testemunhas, o amor é testemunha. A paixão facilita o encontro, o amor dificulta. A paixão não se prepara, o amor demora para falar. A paixão começa rápido, o amor não termina.
Não me dou paz sequer um segundo. Medo imenso de perder as amizades, de apertar demais as palavras e estragar o suco, de ser violento com a respiração e virar asma. Até a minha insegurança é amor. O pente nos meus cabelos é faca enquanto é garfo para os demais. Sofro incompetência natural para medir a linguagem das laranjas, acredito desde pequeno que tudo o que cabe na mão me pertence. Minha lareira não dura uma noite, esqueço da reposição das achas, do envolvimento da lenha no jornal, de assoprar o fundo. Brigo com o bom senso. Ou sinto calor demais ou sinto frio demais. Uma ânsia de ser feliz maior do que a coordenação dos braços. Um arroubo de abraçar e de se repartir, de se fazer conhecer, que assusta. Parece agressivo, mas é exagerado. Conto tragédias de forma engraçada, falo de coisas engraçadas como uma tragédia. Nunca o riso ou o choro acontece quando quero. Cumprimento como se fosse uma despedida. Desço a escada de casa ao trabalho com resignação, mas subo na volta pulando os degraus. Esse sou eu: que vai pela esperança da volta.

Eu tenho muitos problemas em minha vida. Mas meus lábios não sabem disto. Eles sempre sorriem.

Eu não tenho medo de demonstrar o que eu sinto...
O meu medo é de ninguém valorizar mesmo...

Você está gritando para me assustar? Por que eu não tenho certeza se isso é assustador. Mais gritos? Isso não é assustador. Você vai me machucar? Isso é assustador, mas eu tenho quase certeza que posso correr de você.

Eu não tenho a intenção de viver mil anos. Se eu viver só por hoje, já está bom.

Eu não tenho sorte, eu faço minha própria sorte!

“Eu não tenho certeza de como colocar em palavras... É só quando eu ouço você dizendo essas asneiras de carregar tudo em suas costas eu meio que... Sinto a dor também. Não tem como eu ignorar isso!!”

Eu não posso prever o futuro. Não tenho bola de cristal e não sei ler mãos. Mas eu te garanto que eu sempre vou estar aqui. Te amando, te cuidando, te querendo. Pra sempre.

Eu não sei bancar o irmão mais velho. Desculpe mas não tenho leite nem biscoitos.

Podem dizer que eu não tenho tática e não sei jogar, mas vontade e determinação nunca vão me faltar!

Meu bloqueio se arrasta e eu não entendo. Tenho tanto a dizer e mal termino um texto. As palavras parecem pouco literárias e os temas são explicitos demais pro meu subentendido.

Eu tenho um anjo
Ela não usa nenhuma asa
Ela usa um coração
Que se junta ao meu
Ela usa um sorriso
Que pode me fazer querer cantar
Ela me dá presentes
Apenas com sua companhia
Ela me dá tudo
Que eu poderia querer
Ela me dá beijos nos labios
Só por ter vindo para casa

Eu não luto porque acho que vou vencer.
Eu luto porque tenho que vencer.

Não tenho medo de mostrar quem eu realmente sou, porque todos temos defeitos. E falsidade não é um dos meus.

Dra. Coddy: Por que você sempre acha que está certo?
House: Eu não acho. Só tenho dificuldade de aceitar a opinião oposta.

Eu finjo que não tenho coração, da mesma forma que algumas pessoas fingem ter.