Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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Não tenho razões pra te amar, mas tenho sentimento pra te querer

Tenho medo de me perceber deus e não precisar de Deus. Ou ainda de não dar conta da consciência de minha própria identidade e ser um Demônio!

Não tenho pretensão,
caminho pela casa.
Sem sono, apenas a pensar
no que sinto...
Queria saber o que pensa, mas tenho medo de perguntar
Acho que devo me calar
e nem mesmo mais pensar.

recalcada para mim e igual uma barata não tenho medo e sim nojo...

Tenho duas regras na vida:

1-:Não se estresse por coisas pequenas...
2-:Tudo são coisas pequenas!!!

Sonhei contigo
Só que tem um porém
Nem ao menos lembro de você
Sua presença não tenho comigo
Será ironia do destino
Ou alguma mágoa
Que carrego comigo?

Se for ⁠pra valer apena, não importa o preço que tenho que pagar...
Por mais que seja sacrificante é válido todo o esforço.

amo porque te amo e não me pergunte porque te amo pois a resposta que tenho para o porque que te amo é que te amo mas não sei o porque,simplesmente sei que te amo...

A incerteza que tenho, é que não sei o que vou viver daqui apouco.

Vida Leve
Não tenho conceito formado sobre nada. A cada dia, me dou o direito de não "sustentar" opinião. Mudo os meus conceitos de acordo com a vida. Leio, procuro o significado das palavras.
Lucidez, loucura, serenidade, sorriso: uso um pouco de tudo e vou vivendo com Fé, sem ofensas e sem revidar nada.
Não sou tão livre, não sou tão bom, por isso, vou dançando conforme a música que toca.
Hoje. Se resolver, amanhã pensarei diferente! Não consigo ser tão adulto..

Pai parabéns hoje e seu dia,
um dia muito especial,
te dejeso tudo de bom,
não tenho palavras,
mais em poucas,
vou te dizer,
feliz dia dos pais,
te amo muito pai.
beijo.

Tenho esse poder
De vê e escrever
De ti vê e dizer
Ando muitos passos
Mas não sigo você
Te descrever
É o melhor de mim
Antes de morrer ...

Se tenho tua boca
não preciso de outro sabor,
se tenho teus olhos
não preciso de outra cor,
se tenho você, não quero mais nada
pois tenho seu amor ...

Barrow-on-Furness

I
Sou vil, sou reles, como toda a gente
Não tenho ideais, mas não os tem ninguém.
Quem diz que os tem é como eu, mas mente.
Quem diz que busca é porque não os tem.
É com a imaginação que eu amo o bem.
Meu baixo ser porém não mo consente.
Passo, fantasma do meu ser presente,
Ébrio, por intervalos, de um Além.

Como todos não creio no que creio.
Talvez possa morrer por esse ideal.
Mas, enquanto não morro, falo c leio.

Justificar-me? Sou quem todos são...
Modificar-me? Para meu igual?...
— Acaba lá com isso, ó coração!

II
Deuses, forças, almas de ciência ou fé,
Eh! Tanta explicação que nada explica!
Estou sentado no cais, numa barrica,
E não compreendo mais do que de pé.
Por que o havia de compreender?
Pois sim, mas também por que o não havia?
Águia do rio, correndo suja e fria,
Eu passo como tu, sem mais valer...

Ó universo, novelo emaranhado,
Que paciência de dedos de quem pensa
Em outras cousa te põe separado?

Deixa de ser novelo o que nos fica...
A que brincar? Ao amor?, à indif'rença?
Por mim, só me levanto da barrica.

III
Corre, raio de rio, e leva ao mar
A minha indiferença subjetiva!
Qual "leva ao mar"! Tua presença esquiva
Que tem comigo e com o meu pensar?
Lesma de sorte! Vivo a cavalgar
A sombra de um jumento. A vida viva
Vive a dar nomes ao que não se ativa,
Morre a pôr etiquetas ao grande ar...

Escancarado Furness, mais três dias
Te, aturarei, pobre engenheiro preso
A sucessibilíssimas vistorias...

Depois, ir-me-ei embora, eu e o desprezo
(E tu irás do mesmo modo que ias),
Qualquer, na gare, de cigarro aceso...

IV
Conclusão a sucata! ... Fiz o cálculo,
Saiu-me certo, fui elogiado...
Meu coração é um enorme estrado
Onde se expõe um pequeno animálculo
A microscópio de desilusões
Findei, prolixo nas minúcias fúteis...
Minhas conclusões Dráticas, inúteis...
Minhas conclusões teóricas, confusões...

Que teorias há para quem sente
o cérebro quebrar-se, como um dente
Dum pente de mendigo que emigrou?

Fecho o caderno dos apontamentos
E faço riscos moles e cinzentos
Nas costas do envelope do que sou ...

V
Há quanto tempo, Portugal, há quanto
Vivemos separados! Ah, mas a alma,
Esta alma incerta, nunca forte ou calma,
Não se distrai de ti, nem bem nem tanto.
Sonho, histérico oculto, um vão recanto...
O rio Furness, que é o que aqui banha,
Só ironicamente me acompanha,
Que estou parado e ele correndo tanto ...

Tanto? Sim, tanto relativamente...
Arre, acabemos com as distinções,
As subtilezas, o interstício, o entre,
A metafísica das sensações —

Acabemos com isto e tudo mais ...
Ah, que ânsia humana de ser rio ou cais!

Não faço nenhum juízo de valor de quem se mostra o que não é nas redes sociais. Tenho um olhar psicológico deste aspecto como dados valiosos para estudar o comportamento humano.

O dia dos Namorados
para mim é todo dia.
Não tenho dias marcados
para te amar noite e dia.

O dia 12 de junho,
como qualquer outro, diz
(e disso dou testemunho)
que contigo sou feliz.

Em autorretratos não tenho semelhanças.
E não é mera coincidência.
Ávida...
Sou única.

⁠O que for para
ser meu esta,
escrito nas estrelas!
Não tenho pressa, tudo na mão de Deus.

⁠Tenho vários livros dentro de mim,
mas não consigo escrever, uma linha!

⁠Decidi não lamentar o que me falta.
Prefiro agradecer a Deus por tudo o que já tenho.
Aprendi a celebrar os pequenos passos,
porque são eles que me levam aos grandes destinos.

A felicidade mora aí:
na gratidão cotidiana,
no caminho que se constrói com fé
e um passo de cada vez.

— Edna Andrade
@coisasqueeusei.edna