Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
O Poder Está em Mim Por: Diane Leite
Eu sou a criadora da minha realidade. Nada do que acontece ao meu redor define quem eu sou, porque o que realmente importa é como eu escolho reagir. A vida não me controla, eu a moldo. Não sou vítima das circunstâncias, sou a força que transforma desafios em aprendizado e crescimento.
Já vivi altos e baixos, já me reinventei mil vezes, e cada vez que caí, levantei ainda mais forte. Porque o poder está em mim. Minha mente é meu templo, meus pensamentos são minha arma, minha energia é meu imã. Tudo o que eu desejo já é meu por direito divino.
Eu não espero, eu manifesto. Eu não me conformo, eu crio. Eu não dependo, eu sou a fonte. Eu sou próspera, abundante, linda, treinada, desejada, amada. Tudo o que eu toco floresce. Tudo o que eu acredito, acontece. Porque eu entendi o jogo.
Eu sou o poder. Eu sou a mudança. Eu sou a manifestação viva da abundância.
E você? Já despertou para o poder que existe dentro de você?
"O Chamado do Eu Interior
Há momentos na vida em que algo dentro de nós se agita de forma inexplicável. Não é apenas um pensamento insistente, nem um desejo passageiro. É um chamado. Uma força silenciosa, mas poderosa, que nos impulsiona para além do que conhecemos, desafiando certezas, ruindo alicerces e nos fazendo encarar o que antes parecia intocável."
O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite
Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.
Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.
Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”
Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.
Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.
Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.
Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”
É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.
E você também não.
É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.
E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.
Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.
Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.
E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.
E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.
Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.
Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.
E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.
Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.
São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.
Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.
Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.
Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.
E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.
Alguns chamam de Sexta-feira Santa.
Eu chamo de dia de renascer.
Depois de tanta escuridão,
me debati, me refiz, me alinhei.
Hoje, rasgo o casulo com coragem.
A borboleta que sou começa a surgir.
E mesmo que voe só no meu jardim,
sei que será o voo mais lindo da minha vida."
— Diane Leite
Daiane & Diane — a história de mim em mim
Durante muito tempo, eu fui Daiane.
Daiane com “i”, de intensidade.
Daiane, a que mordia o mundo antes que ele me engolisse.
A menina que aprendeu a se defender muito antes de aprender a se amar.
Eu tive que ser forte.
Tive que crescer rápido.
Tive que virar mulher quando ainda nem sabia ser menina.
Fui afiada, direta, racional.
Eu falava o que pensava — sem pensar no que o outro sentia.
Não porque eu era má.
Mas porque eu não sabia como cuidar sem me machucar.
Daiane era inteligente, sedutora, estrategista.
Ela sabia sair de qualquer lugar —
mas não sabia ficar em nenhum.
Ela conquistava tudo, menos o direito de descansar.
Ela era potência pura…
mas se sentia sozinha demais para ser verdade.
Até que um dia, em silêncio, ela começou a cansar.
E foi aí que, sem fazer alarde, nasceu Diane.
Diane com "e", de essência.
A mulher que brotou da menina ferida.
A que não precisou apagar a dor,
mas resolveu transformá-la.
Diane é quem eu sou agora.
Não perfeita. Não pronta.
Mas mais leve.
Mais doce.
Mais inteira.
Eu não deixei de ser Daiane.
Só deixei de lutar contra ela.
Hoje, eu abraço.
Hoje, eu acolho.
Hoje, eu escrevo.
Porque escrever me ensinou a sentir sem medo.
Me ensinou a dizer com beleza o que antes eu dizia com dureza.
Me deu a chance de amar sem implorar.
E de me amar sem armadura.
A menina virou palavra.
A mulher virou ponte.
Entre o que fui e o que escolho ser todos os dias.
Eu sou Daiane quando preciso lembrar de onde vim.
E sou Diane quando escolho para onde vou.
No fundo, continuo sendo uma só:
essa mistura de cicatriz com luz,
de silêncio com verbo,
de lágrima com poder.
E hoje, no dia do renascimento,
eu não celebro só o que nasce —
eu celebro o que, dentro de mim, deixou de fugir e escolheu permanecer.
CARTA PARA A DIANE QUE EU FUI
por Diane Leite
Diane, eu sei que você está cansada.
Eu sei que sorri para não preocupar ninguém, que aceita convites por medo do silêncio, que escuta absurdos e finge que não sente.
Eu sei que você está em lugares que não fazem seu coração vibrar, rodeada de pessoas que não escutam suas entrelinhas, e que mesmo assim, você tenta.
Você tenta se adaptar, tenta caber, tenta ser menos, tenta não assustar ninguém com a sua intensidade linda.
Mas deixa eu te contar uma coisa que você ainda não sabe: você não nasceu para caber.
Você nasceu para ocupar.
Para ocupar o espaço com a sua verdade.
Para preencher o mundo com sua sensibilidade, sua entrega, sua força e suas palavras.
Você ainda vai entender que não está errada por não gostar da noite, por preferir silêncio à festa, por querer conversa profunda ao invés de euforia passageira.
Você ainda vai perceber que não precisa mais se anestesiar, nem com comida, nem com distrações, nem com relações vazias.
E quando essa ficha cair… vai doer.
Mas vai libertar.
Você vai descobrir que o vazio que sente não é falta de alguém — é falta de si mesma.
Vai entender que as roupas que usa não estão erradas, mas os cenários sim.
Vai perceber que o seu corpo gritava há tempos, mas você tapava os ouvidos por medo de escutar.
E tudo bem.
Você estava sobrevivendo.
Mas um dia, você vai parar.
Vai se olhar no espelho com 102kg de dor acumulada, com a alma cansada de tanto ser o que esperavam.
E vai escolher voltar.
Não para o mundo — para você.
Vai se trancar por meses, sem precisar dar explicação a ninguém.
Vai chorar, rir, escrever, sentir, silenciar.
Vai revirar gavetas antigas da alma e reencontrar sonhos que você mesma escondeu.
E então, minha querida…
Você vai renascer.
Vai aprender a dizer não.
Vai deixar de ser simpática para ser sincera.
Vai parar de se doar para jardins que nunca floresceram.
E finalmente, vai perceber:
a sua vida não precisa ser uma vitrine, ela precisa ser um lar.
Hoje, eu — a Diane que nasceu depois de você — escrevo com gratidão.
Porque foi sua coragem de continuar, mesmo sem saber para onde ir, que me trouxe até aqui.
Você tropeçou, se confundiu, se perdeu… mas nunca se apagou.
E agora, eu vivo por nós duas.
Com voz firme, coração calmo, e alma livre.
Obrigada por ter aguentado tanto.
Agora pode descansar.
Eu cuido daqui.
Com amor,
Diane — aquela que você sonhou ser, mas nunca imaginou que seria tão linda assim.
A MISSIONÁRIA QUE MORAVA EM MIM
por Diane Leite
Desde pequena eu sentia.
Antes de entender o mundo, eu já queria salvá-lo.
Disse que queria ser freira. Não por religião — por missão.
Eu queria me doar.
Queria dar meu tempo, meu dinheiro, meu colo.
E dei. Dei tudo.
Mesmo quando diziam que era burrice, que era exagero.
A minha alma sempre soube o que estava fazendo.
Trabalhei cedo. Dividi tudo o que ganhei.
Nunca me importei com o que voltava.
Porque, de algum jeito, o universo me devolvia em mágica.
Só deixou de devolver quando eu tentei ser racional.
Foi aí que tudo parou de fazer sentido.
Porque a mente mente.
E quando ela assume o volante, você esquece quem é.
Você passa a viver para caber.
E eu tentei caber.
Em festas que me esvaziavam.
Em jantares que me entediavam.
Com pessoas que não sabiam o que era dividir uma ideia, uma alma, um silêncio.
Enquanto elas bebiam até cair,
eu só queria uma conversa que me fizesse arrepiar o coração.
Mas sorria, fingia.
Voltava para casa sentindo que minha vida era uma fraude.
Como se todo mundo estivesse vivendo — menos eu.
Tinha tudo para parecer feliz.
Mas eu não estava lá.
Eu não estava em lugar nenhum.
Só seguia. Por medo de decepcionar. Por medo de estar sozinha.
Por medo de olhar no espelho e ver que eu me deixei para trás.
Me escondi no peso, na comida, nas desculpas.
102 kg de dor, de cansaço, de excesso de silêncio engolido.
Estava cercada. Mas sozinha.
Povoada de vozes, mas muda por dentro.
E aí eu parei.
Desabei.
Caí na minha própria alma.
Me tranquei do mundo.
Não por depressão — por reconstrução.
Porque se eu não morresse para aquilo, eu ia morrer de verdade.
Fiquei meses em cima da cama.
Pensando.
Chorando.
Escrevendo.
Ressuscitando partes minhas que tinham sido silenciadas para agradar os outros.
A criança que sonhava em mudar o mundo voltou.
Mas agora sem véu.
Agora com voz.
Agora com cicatriz.
Hoje eu não imploro mais por pertencimento.
Hoje eu não me encolho para caber.
Hoje eu olho nos olhos e digo:
Se não for pra me transbordar, me deixe com minha solitude. Ela me conhece melhor que qualquer multidão.
Não nasci para ser amada por todos.
Nasci para amar com força, com fé, com entrega.
Mas só onde há solo fértil.
Não rego mais terra seca.
Hoje eu sou a mulher que abracei depois que todo mundo foi embora.
Sou a mãe que meu filho precisava.
Sou a amiga que eu pedi a Deus.
Sou minha.
E isso… isso é sagrado.
Um amor visceral – porque só amei uma vez
por Diane Leite
Eu só amei uma vez.
Mas foi amor com todas as letras,
com todas as vidas,
com todos os silêncios e todos os gritos contidos no peito.
Não foi um amor comum.
Foi um amor que rasgou camadas,
que me tirou o chão — e me ensinou a voar mesmo assim.
Foi o amor que atravessou portais,
que ouviu os sussurros da alma antes mesmo que os corpos se tocassem.
Amei como quem reconhece.
Como quem encontra o lar no olhar do outro.
Como quem diz: “eu sei quem você é”,
mesmo que o mundo insista em desmentir.
Esse amor não pediu licença,
não bateu na porta:
ele arrombou os portões do meu destino.
Fez do meu ventre templo,
e do meu silêncio, altar.
Amei com o corpo, com o coração, com a mente…
mas, sobretudo, com a alma.
E talvez por isso, nunca mais tenha amado assim.
Porque quando você ama com a alma,
o resto do mundo fica pequeno demais.
Não amei por carência.
Amei por conexão.
Não amei pela presença.
Amei pela essência.
Não amei para ser amada.
Amei porque era inevitável.
E o que é visceral nunca se perde.
Ele vive além da matéria,
além do tempo,
além de qualquer ausência.
Porque quando o amor é verdadeiro,
ele não termina.
Ele se transforma em força.
Em propósito.
Em poesia que pulsa — para sempre — dentro de mim.
Se eu pudesse, embrulharia todas as manhãs em um punhado de paz, um punhado de tudo que há de melhor no mundo e enviaria para todos. Para que nunca perca a fé e tenha sempre força e coragem para prosseguir em cada amanhecer.
"Existem pessoas que saem das nossas vidas pela mesma razão que entram, agora eu sei e sinto-me no direito de dizer: Estou aliviada. "
Viver é melhor que sonhar e eu sei que o amor é uma coisa boa. (...)
Por isso, cuidado, meu bem, há perigo na esquina. Eles venceram e o sinal está fechado pra nós, que somos jovens.
No dia que eu me achar melhor do que qualquer ser humano, seja quem for, nesse dia, eu me afastei da verdade de Cristo
Hoje eu entendo que muito julguei pelo fato de ter projetado minhas culpas nos outros. Meu coração era podre e por esse motivo era fácil ver podridão nos outros. Hoje podemos fazer diferente.
Por 2 anos vivi julgando aqueles que eu achava que eram hereges e com isso, nessa linha de julgamento, cai de cabeça no mar de críticas e fez meu coração se tornar cético, pois, alimentei meu coração somente de coisas ruins, somente de trevas e morte. Somente Cristo pôde trazer a luz em meu coração.
Se eu pudesse dar dois conselhos para todos vocês, seriam...
- Não sigam aqueles que APENAS JULGAM a todos e não a si mesmo.
- Não julguem tudo e todos.
Lembre-se que sua boca vai falar apenas aquilo que o seu coração está cheio, não deixe o seu coração se encher de trevas.
Seja Sal, seja luz.
SOFRENDO NO AMOR? Chega ai, vamos conversar...
Desde quando eu era pastor, até hoje, muitas pessoas por algum motivo, confiam em mim para falar sobre separação e divorcio, com isso, estava pensando sobre. Das pessoas que já atendi por aqui no Facebook e nos outros 5 estados no Brasil como pastor, notei que em media 90% das pessoas sofreram por irem mais por seus olhos. De todos os homens que me procuraram, 90% deles, disseram que sofreram por se relacionarem com a mulheres bonitas, eles se preocupavam mais por aparência do que a sua essência. Já as mulheres 80% das que eu atendi, foi por causa da condições financeiras dos rapazes, do que a sua excelência. Portanto, passei entender que as pessoas sofrem mais por serem guiados por seus olhos do que por aquilo que é mais importante, ESSÊNCIA. Amigos e amigas, por mais que você queiram "aquela gatinha/ aquele gatinho", uma hora mais cedo ou mais tarde, ela não ficará tão linda assim (falando somente de estética). Sobre quem olha para a condição financeira, deve-se notar que o mais gratificante, é conquistar juntos, com a luta desta vida, JUNTOS.
Então, sempre quando pude dar um conselho, DEI...
Namore, Noive e case com alguém que tenha a mesma essência que a sua, que te encante por aquilo que ele é, por sua forma de ser, pois o contrario disso, será para você um fardo, um JUGO, e uma hora mais cedo ou tarde, vai dar atrito, com isso, vai te causar muita dor. CHEGA DE DOR, NÉ? Tenha muita calma, respire fundo e caminhe, pois no tempo de Deus, tudo vai acontecer. Penso na ideia que devemos ser a pessoa certa para o outro, e na hora certa, tudo vai acontecer, não se deixe ser vencido por seus olhos, mas antes, confie em Deus nesta questão, fique tranquilo, tudo vai dar certo
Eu entendo que o evangelho é vida, uma vez quando está vida é manifestada dentro do coração do homem, ele jamais será o mesmo, mesmo que ele queira desviar-se daquilo pelo qual Deus o chamou, ele sempre voltará ser o que é, pois o chamado de Deus está muito ligado em fazer a pessoa entender aquilo que ela sempre foi, do que aquilo que ela pode se tornar. Assim penso sobre a humanidade, todos já nascemos com nossos dons e no tempo de Deus iremos manifesta-los com muita graça, com muito amor. Seu amor é sem fim, ainda que o mundo religioso diga que o amor de Deus é limitado, não acredite, o seu amor é sem fim.
