Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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⁠D'oje em diante, eu te amo.
É a verdade, sou eu, o que posso fazer? Eu te amo.
Bate meu coração, e a cada batida, ele exclama, 'Eu te amo!'.
Ora, o que posso fazer? Se é a ti que amo?
Raia o Sol, brilha a Lua, e é você que eu amo.
Agora, já não sei mais meu nome, a minha idade, meu signo, o que sou; o que sei? Eu te amo.
Hoje? Sou seu. Ontem? Fui. Amanhã? Serei. E por toda eternidade, gritarei na face do próprio Deus 'Eu te amo!'

Inserida por wikney

⁠"Deixei de precisar, no momento em que mais precisei.
Deixei de me importar, quando eu mais me importei.
Como Sócrates, quanto mais sei, nada sei.
Tornei-me seu escravo, pensando ser um rei.
Deixei de chorar, quando eu mais chorei.
Minha loucura, rouba o espaço, da minha sensatez.
Deixei de beija-la, quando eu mais beijei.
Por suas tempestades, eu velejei.
Nas suas idas e vindas, eu aguardei.
Uma vida sem ti, eu não suportei.
Você indo embora de mim, eu não superei.
Deveria ter lhe odiado, mas não odiei.
Não deveria ter te olhado, pois, me apaixonei.
Quisera eu, ter deixado de te amar, naquela tarde, onde eu mais te amei..."

Inserida por wikney

⁠"Ao meu eu, é preferível uma morte nos seus braços, que uma vida longe do seu sorriso..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Otário, louco, insano, sem sentimento.
Ela com outro, e eu pensando em casamento.
Deus, obrigado pelo livramento.
Graças ao brilho nos seus olhos, ao me fitar, eu descobri que, nem tudo que reluz é ouro.
Amei muito, amei demais, percebi que quem ama, é tolo.
O que me fazia vivo, matou-me, estou morto.
O corpo vivo, mas a alma está afogada no seu poço.
Ingrata, desgraça do meu ser, por quê tudo isso, de novo?
Tolo, tolo, tolo, mil vezes fui, mil vezes serei, o mais parvo, tolo.
Queria arrancar você daqui de dentro.
Infelizmente sou o otário, o louco, o insano, mas não, o sem sentimento..." - EDSON, Wikney

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⁠"Todas as vezes, em que me vi refletido nos olhos daquela mulher, eu fui perfeito..." - EDSON, Wikney

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⁠"Ela quer saber o que eu sei.
Ela quer ser eu, e eu só quero ser nós, outra vez.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se a odeio, ou se de todas, fora a que mais amei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber se sou escravo, o bobo ou rei.
Ela quer saber o que eu sei.
Quer saber, se o que à ela narro é só mais uma do Famigerado, ou sentimentos do gris Wikney.
Ela quer saber o que eu sei.
Se foi? Talvez.
Real? Não sei.
Ela quer saber o que eu sei.
As vezes que cedi, as vezes que roguei.
Ela sabe que tentei.
Ela quer saber o que eu sei.
Não eram difíceis as mudanças que implorei.
Ela quer saber o que eu sei.
E eu quero saber o que de ruim lhe fiz, onde eu errei?
Cuidado, as mentiras que eles lhe contam, foi eu que ensinei.
A única coisa que eu soube fazer foi ama-lá, nesse momento o castelo dela se desfez.
Agora, tenta aprender em outros braços, o que sempre eu soube, o que só eu sei..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠Hoje, eu a vi na fila da lotação, fiz questão de passar ao largo.
Nunca se sabe, se me aproximasse mais, eu poderia sentir o perfume, que me deixa embriagado.
E se ela me olhasse? Estaria eu, novamente aprisionado.
Nessas idas e vindas, nessas filas de ônibus lotado.
Tenho medo de não percebê-la e acabar com a minha vida, em um simples esbarro.
Caso aconteça, eu sei, meu corpo pedirá um abraço.
Minha boca gritará por seus lábios.
Só mais um beijo, só mais uma migalha daquele nosso sonho, despedaçado.
Hoje, me viram totalmente embriagado.
Tiveram dó, ojeriza, do tal Famigerado.
Não fora o álcool, foram só tormentos, de uma cela, que chamo de passado.
Me peguei parado, fitando-a, estagnado.
Despertei daquele pesadelo acordado.
Não arrisquei, vislumbrei-a, desejei não tê-la amado.
Suspirei, passei ao largo..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Sobre a sua beleza; eu nunca tive dúvidas, sempre soube o quão linda você era; mas só percebi a letalidade dela, quando você se foi e tudo ao meu redor, que eu achava belo, perdera a cor..." - EDSON, Wikney - Reflexões

Inserida por wikney

⁠"Certo dia, ela pediu-me, que eu escrevesse sobre ela.
Pensou que eu fosse um pintor da solidão, que escreve palavras, como pinceladas em tela.
Um trovador da dor, que entoa canções, ao lembrar dela.
Mal sabe ela.
O perigo dos meus escritos, sempre envolto em dor, uma pitada de amor e um todo de trevas.
Cada vez que escrevo, cada palavra escrita, cada maldição proferida, é uma cicatriz, que novamente tornou-se, uma ferida aberta.
Tentei escrever sobre a moça; não consegui, também, não consegui amar ela.
Meus escritos são minha prisão, onde vislumbro as grades, e a dona das chaves é Ela.
O que me mantém me vivo é lembrar Ela.
A minha tortura é lembrá-la e escrever, acerca dela.
Se as palavras são vento, então, por quê os meus escritos, como ventania, não me levaram para junto dela?
O que é a dor pr'um poeta?
Perguntas confusas, respostas incompletas.
Mente turva, escrevo-lhe mais uma, tomando mais um trago, sob a luz de velas.
No velório do nosso amor, éramos os únicos presentes; minhas lágrimas eram de pranto, as suas, de festa.
Inamável, desarrazoada, sem coração, megera.
Ofensas escusas, minhas escusas, por favor, releva.
Isso tudo não era sobre você, tentei falar da moça que me pedira uma homenagem singela.
Daquela, que certo dia pediu-me, para escrever sobre ela..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Me indagaram, se quando você se foi, eu chorei; chorei, é claro, mas o choro do homem é pra dentro.
Poupei as lágrimas, mas quando você as evita, aumenta o sofrimento.
Toda vez que o vento me trazia o seu cheiro, reavivava o sentimento.
Seu amor, da minh'alma, o alento.
Coração ferido, triste, jogado, lançado ao relento.
Esquecer-lhe? Tentei, tentarei, tento.
A indiferença é seu maior talento.
Perdido na madruga, digladiando com meus pensamentos.
Paro e reflito, talvez o pranto, transborde minha dor e dê à minha existência, um tempo.
Um descanso; venha lágrima, escorra por minha depressiva face e faça do meu peito, um lugar sereno.
Olho pela janela, vejo as lágrimas do céu, no vidro, escorrendo.
Invejo-o por conseguir desabar, como eu queria estar fazendo.
Infelizmente sou incapaz, pois a lágrima do homem, envenena o coração, quando escorre pra dentro..." - EDSON, Wikney

Inserida por wikney

⁠"Você, sacra demais, sempre que ora a Deus, pedindo pra lhe afastar todo o mau, eu me afasto mais.
Pois, eu não sou um homem que se desfaz do pecado, eu sou aquele tipo, onde o pecado se faz.
Triste demais.
Imploro a Deus, peço um momento contigo para o Pai.
Seu olhar sereno, seu sorriso tímido, sempre que nos entreolhavamos, você me ganhava mais.
Minha alma perturbada, em seu olhar, encontrou paz.
Não sei o que me fez, tampouco, o que me faz.
Realmente eu não queria, mas toda vez que roga, eu me afasto mais..." - EDSON, Wikney

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⁠"Vocês desejam tanto a sorte de um amor tranquilo, vos invejo; eu só queria a sorte, de nunca mais amar.
Para o meu desalento, a minha existência, permeia o azar..." - EDSON, Wikney - Reflexões

Inserida por wikney

⁠"Eu adoro quando meu corpo cansa sob ti, e minha boca repousa sobre você.
A geometria que nos une, faz a lógica do universo tremer.
Quando nós dois, somos um só ser.
Não quero ser mais eu, quero ser nós, quero ser você.
Minha religião morena, o doce dos teus lábios é o único Deus que eu quero crer.
O que posso fazer?
Já não vislumbro um futuro, pois minha vida é contigo, só isso que posso ver.
O cansaço que me abate, revigora minh'alma, naquela noite de prazer.
A minha realidade, se torna lampejos desse querer.
Resquícios de você.
Deusa do meu ser.
Meu corpo fatigado, descansa sobre ti; enquanto minha boca, repousa sobre você..."

Inserida por wikney

⁠"O que será de você, depois d'eu?
Quem há de curar-lhe as feridas, quando for-me eu?
Tu me abandonastes, e das feridas que me causara; a saudade, foi a que mais doeu.
Eu sou de ninguém, as vezes sou do mundo, mais eu queria mesmo, era ser seu.
Eu peço, rogo, imploro, por uma eternidade contigo, para Deus.
Essa nossa distância, me faz ateu.
Depois do fim, o que será de ti, o que será d'eu?
O nosso início nunca existiu, e já encontrou um fim, infelizmente morreu.
Enterrado no cemitério da esperança, onde aquele nosso sonho, aquela nossa felicidade, jazeu.
Quisera eu, que em meu leito de morte, houvesse a luz de uma outra vida contigo, mas é só breu.
Eu já não me pergunto o que existe após o jazer, a minha única indagação é: O que será de você, depois d'eu?"

Inserida por wikney

⁠Chega a ser cômica a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?
À ela, ofereço um universo; a estas, fragmentos, quirela.
A vida já teve alegria, hoje são só mazelas.
Hoje é velório, o que outro dia fora festa.
Sua ausência transformou em gris o que um dia foram cores, aquarela.
Os sonhos da chuva de arroz, o arremesso do seu buquê, ainda infectam minha mente, como bactérias.
O branco do vestido antagoniza o negror do meu luto, parece-me, drenou a minha resiliência.
Desalento, mau agouro, infelizmente fiz do teu abraço a minha residência.
Outros amores? Parcimônia.
Pinto nosso futuro, como um pintor, em uma tela.
Seu amor é prisão, frio, como uma cela.
É engraçado, quando me recordo de tudo que já fiz para ser dela.
Mas cômico mesmo é a indignação delas.
O que posso eu fazer, se amo é ela?

Inserida por wikney

⁠Era um amor exíguo.
Amor e ódio? Iguais, ambíguos.
Eu sou aquele tipo de demônio que vislumbra de perto as portas do paraíso.
Só me existe escuridão se a sua luz não está comigo.
O que era oceano hoje são só resquícios.
Pingos de chuva na pequena poça de prazer, onde fora um mar vivo.
Vivo, muito bem vivido, sou vívido.
Sem ti, sobrevivo.
O toque dos nosso lábios seria a minha felicidade, mas é só delírio.
Viver com as lembranças de ti é um martírio.
Rogo a Deus, à morte já fiz um pedido.
Mate em meu ser esse amor finito.
Livrai-me, Criador, daquele amor exíguo...

Inserida por wikney

⁠Eu viajei no tempo para proteger ela.
Chamei-a de meu amor, doce anjo, Cinderela.
Minha miragem, felicidade, minha aquarela.
Pinta minha vida com seu sorriso, como em tela.
Infelizmente, a vida em qualquer tempo é só mazela.
Pr'outro amor, ela desviou os olhos dela.
Infinito é o tempo, e o amor dela por mim, só quirela.
O amor é libertador; o amar, uma cela.
Sua ausência criou um cortejo onde era festa.
Lembro-me que meu passado era o nosso presente, e eu planejava um futuro com ela.
Hoje, não importa em qual tempo, cada minuto se rebela.
Quando lembro de nós, do que poderíamos ter sido, o relógio da minha vida congela.
O passado fora tão bom, o presente é amargo e o futuro sem você são só trevas.
Sonho agora em voltar no tempo para amar ela...

Inserida por wikney

⁠A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o farfalhar das folhas, o doce e sereno bailar das árvores.
Odeio o bafejar do vento, que me assopra a face.
Odeio o pôr do Sol, cuja beleza sublime me remete a ela, minha beldade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio o cantarolar dos pássaros e a balbúrdia da cidade.
Odeio tantas coisas, mas eu odeio mesmo é essa distância, nossa saudade.
Odeio a mentira, mas, por tantas vezes, também odiei a verdade.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio ter que me reencontrar todas as vezes em que me perco no castanho dos seus olhos, meu mar de serenidade.
Odeio sua boca, pois, mesmo estando tão perto da minha, a distância que as separa vai daqui até Marte.
Às vezes, odeio amar-te.
A verdade é que eu odeio o fim de tarde.
Odeio meu corpo, pois quando está deslizando sobre o seu, me queima a pele e an alma arde.
Odeio toda religião, pois fiz somente de ti minha divindade.
Odeio as estrelas e a Lua, porque o brilho e a palidez me lembram suas fases.
E por lembrar-me amiúde de ti, amada minha, é que eu amo o fim de tarde…

Inserida por wikney

⁠Azar no jogo, no jogo do amor.
Eu achava que era má sorte, mas hoje agradeço ao acaso, nosso eterno senhor.
Ainda bem que o carro enguiçou.
O ônibus não passou.
Preso em uma cobertura qualquer, ainda bem que a chuva aumentou.
Obrigado, acaso, ainda bem que meu celular descarregou.
Se tivesse tudo dado certo, tudo teria dado errado; parvo fui, parvo sou.
Eu teria conseguido te dizer algo perturbador.
Teria me declarado, teria dito que o que sinto é paixão, talvez amor.
Ainda bem que na floricultura, já tinha acabado até o último buquê, até a última flor.
Se tudo tivesse dado certo, eu teria descoberto que no seu jogo eu sou só mais um jogador.
Falar-me-ia você que ama, mas não eu, o que me causaria tremenda dor.
Antes de tudo, retirei-me do seu tabuleiro, saí derrotado, perdedor.
A paixão é carta que derrota qualquer conquistador.
Mas sou grato aos céus, por ter bastante sorte no acaso, e azar no jogo, no jogo do amor…

Inserida por wikney

⁠Como posso eu ter calma?
Sendo que o coração que jurou-me ódio, sei que me ama.
A mesma boca que deveria despir só o corpo também despe a alma.
É amor de peito o que deveria ter sido só amor de cama.
Na madrugada não sou eu, é só o lençol, que por ti clama.
Do que me adianta?
Um amor racional e uma paixão insana?
Perdoe-a, pai, pois ela não sabe o que sente, não sabe a quem ama.
Ela sabe que, a cada toque, meu nome ela chama.
As labaredas, o ardor dessa paixão, o meu ser inflama.
Amá-la transformou-se em blasfêmia.
Nessa cacimba de amarguras, morro e vivo um dilema.
E vivendo tudo isso, como posso eu ter calma?

Inserida por wikney