Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Prece
Que a paz esteja dentro de você hoje.
Que você creia estar exatamente onde você deve estar.
Que você acredite nas infinitas possibilidades que nascem do destino.
Que você usufrua as graças que recebeu e passe adiante o amor que lhe foi dado.
Que você seja feliz sabendo que é um filho de Deus.
Que você deixe a presença de Deus entrar em teu corpo e permita à tua alma a liberdade de cantar, dançar, orgulhar-se e amar.
Ele está lá, para cada um de nós.
Quem disse que estar no meio de muita gente é garantia de ter alguém? Cada vez me convenço, talvez você também, de que são poucas as pessoas que na vida são capazes de nos deixar a vontade para gente ser o que a gente é, são poucas as pessoas que diminuem e que cessam a nossa solidão, porque a solidão só vai embora quando o coração consegue ser o que ele é, sem precisar mentir, sem precisar inventar, sem precisar usar máscaras.
Amor...
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.
Nota: Trecho de soneto de Luís de Camões.
Minha Mãe
Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Tenho medo da vida, minha mãe.
Canta a doce cantiga que cantavas
Quando eu corria doido ao teu regaço
Com medo dos fantasmas do telhado.
Nina o meu sono cheio de inquietude
Batendo de levinho no meu braço
Que estou com muito medo, minha mãe.
Repousa a luz amiga dos teus olhos
Nos meus olhos sem luz e sem repouso
Dize à dor que me espera eternamente
Para ir embora. Expulsa a angústia imensa
Do meu ser que não quer e que não pode
Dá-me um beijo na fronte dolorida
Que ela arde de febre, minha mãe.
Aninha-me em teu colo como outrora
Dize-me bem baixo assim: - Filho, não temas
Dorme em sossego, que tua mãe não dorme.
Dorme. Os que de há muito te esperavam
Cansados já se foram para longe.
Perto de ti está tua mãezinha
Teu irmão, que o estudo adormeceu
Tuas irmãs pisando de levinho
Para não despertar o sono teu.
Dorme, meu filho, dorme no meu peito
Sonha a felicidade. Velo eu.
Minha mãe, minha mãe, eu tenho medo
Me apavora a renúncia. Dize que eu fique
Dize que eu parta, ó mãe, para a saudade.
Afugenta este espaço que me prende
Afugenta o infinito que me chama
Que eu estou com muito medo, minha mãe.
Não tenho culpa se meus dias têm nascido completamente coloridos. Simplesmente quando eu acordo decido que quero ser feliz, mas alguns ainda cismam em querer borrar minhas cores. Muito menos tenho culpa se o meu sorriso é verdadeiro, espontâneo e acontece por motivos bobos, mas especiais pra mim.
Não tenho culpa se meus passos nem sempre são firmes. Eu não sou perfeita. Eu tropeço e caio de vez em quando, na verdade, caio bastante e isso não me machuca. Tenho certeza que a cada tombo eu consigo levantar mais forte.
Meus olhos têm tido um brilho bem mudado ultimamente. Eles brilham diferente e intensamente à cada dia e começo a me preocupar. Tenho medo da velocidade dessas alterações.
Na minha melhor concepção de 'mundo completo', não consigo entender a existência de algumas pessoas, apesar disso não me preocupar tanto. O que eu menos consigo entender é o porquê de certas atitudes. Ok. O mundo não é dos mais justos mesmo.
Ainda sim, tenho bastante lápis de cor e várias pessoas com bastante deles também. Pra quem quiser pintar um pouco mais de alegria na vida, até empresto os meus. Empresto. Só, por favor, não tentem borrar os meus dias. Eles estão ótimos pintados da cor que estão.
Você veio derrepente e se foi
Fui eu que me apaixonei por você
Eu não tenho culpa de gostar de você
Você me procurou eu não fui atrás
Você fez eu me apaixonar e depois se foi
A se eu pudesse mandar em meu coração eu mandaria
Ele te esquecer, pois você não merece o meu amor,
Você me esnoba achando que sempre vou te querer
Só que às vezes os sentimentos mudam, e mudam para melhor
Hoje sou eu que te quero, amanha pode ser você que me quer
Vai ver se ainda vou te querer
Ninguém manda em nossos corações
Você veio derrepente e se foi
Como uma luz que me encantou
O seu raio me acertou
Pena que isso tudo dura pouco
O meu coração já não agüenta mais
Quando te vejo me controlo pra não me aproximar
Mas meu coração sempre fala mais alto
Como te quero, ah se eu pudesse ser sua
Como queria que esse dia fosse hoje
Que você olhasse para mim como mulher
E não como uma garotinha
Se te dei motivo para ficar com raiva de mim
Foi sem querer, pois quem ama perdoa
Você veio derrepente e se foi
Como uma luz que me encantou
O seu raio me acertou
”Desculpa de não ter dito isso antes, mais eu não tenho culpa de amar você, a culpa é sua.Você que é perfeito de mais…Não aguento passar todo dia ao seu lado e não poder nem por um segundo olhar nos teus olhos e dizer o que eu sinto, isso é estranho por que nada do que está acontecendo aconteceu antes.Isso poderia ser bom se eu tomasse coragem de ir falar com você…Mais parece que tudo bloqueia esse assunto, cada vez que eu tento alguma coisa sempre da errada…Ou chega alguém e atrapalha tudo ou é a minha falta de coragem que atrapalha…Quando eu vejo você dá uma vontade de sair correndo e não deixar você ir embora, vamos deixar todo mundo que se foda, o problema é nosso…Então vamos fujir? Pra um lugar onde não tenha ninguém só eu e você…”
Eu não tenho culpa, perdoe-me, por favor.
São os sentimentos que mandam na gente.
Não me condenes, meu amor
Estava frágil quando você chegou. Estava muito carente.
Mesmo que eu não estivesse fragilizado
Como poderia resistir a tanto charme?
Foi seu modo de falar comigo, todo delicado.
Ah! Menina, não espero que ames.
Mas perdoe-me, por favor.
Perdoa-me por te querer.
Estou lutando para esquecer este amor.
Ah! Menina, como é difícil te esquecer.
Mas perdoe-me, por favor.
Perdoa-me por te amar.
Eu sou um pobre pecador.
Um homem que por ti vive a chorar.
Mas perdoe-me, por favor.
Por querer pertencer ao teu coração.
Eu só quero um pouco do teu calor.
Você é o meu sonho de ostentação.
Mas perdoe-me, por favor.
Perdoe-me por desejar te beijar.
Ah! Menina, como é intenso o meu amor.
Você é tudo que um homem possa desejar.
Mas perdoe-me, por favor.
Quando as minhas mãos te tocam,
Mesmo sem você pedir, estou buscando o teu amor.
Ah! Menina, se você conseguisse ouvir o que meus olhos falam.
Para o inferno você me mandaria.
Desculpe-me, eu não tenho culpa de tanto te querer.
Mas chegando ao inferno a minha alma eu venderia.
Depois de viver contigo ao diabo eu iria pertencer.
Mas perdoe-me, por favor.
Eu não tenho culpa de falar de amor com notas tristes, com lágrimas salgadas, é só assim que sei... Talvez o amor seja, para mim, fado, fantasia e mais nada.
Eu sempre me culpei pelas partidas, mas a verdade é que não tenho culpa se as pessoas decidem ir. Elas são livres. Eu só dei um azar de todas elas partirem e em sequência.
Não tenho culpa se meus passos são firmes. Não sou perfeita... eu tropeço e caio de vez em quando. Mas só de vez em quando.
Não tenho culpa se eu te amei e você não me amou. Tive a coragem de me entregar a esse amor, que, na verdade, era uma ilusão; mas culpa, isso não.
Eu não sou patriota; tenho que adorar o país? Que culpa tenho eu de ter nascido no brasil? Não escolhi isso!
As coisas maiores só devem ser ditas com simplicidade; a ênfase estraga-as. As menores precisam de ser ditas com solenidade; elas só se sustentam pelo modo de expressão, pela atitude e pelo tom.
Arrependemo-nos raramente de falar pouco, e muito frequentemente de falar demais: máxima usada e trivial, que todo o mundo sabe e que ninguém pratica.
