Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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⁠Eu aprendi o que era amor com a minha mãe. E até hoje eu aprendo muito com ela.

Às vezes eu tento a desanimar no esforço que ela faz em agradar a todos. Eu sempre falo para ela que é inútil. Mas hoje eu percebi que isso está dentro dela, é algo que ela tem de maior, ela aprendeu a verdadeira caridade! E isso me encanta.

Eu ainda não cheguei nesse estágio de evolução, e como é difícil chegar!

Porque o que ela passou, eu não sei se eu estou disposta a passar. E me pego sempre nesse dilema. O que é amor sem caridade?

Inserida por Janaina2024

⁠Se existe o bem e o mal, eu sou a impureza, o diabo é o mais próximo do homem e ele vive na minha cabeça.

Inserida por Joallef

⁠Nunca gostei de pessoas superficiais. Talvez seja por isso que eu te amo.

Inserida por Nodachi

⁠Que tal um dia de calmaria?
Eu, você e a bela criação divina! 🍃

Inserida por C4RV41H0

Eu me encontrava em um mar de calmaria e então você veio como uma maré de felicidade inundando meus dias.

Me afoguei em sentimentos adormecidos e os vi germinar, estava pronta para te transbordar… Mas você decidiu regressar e arrastar tudo de bom com você, me restando apenas recordar.
Te deixei entrar por portas e janelas e agora você deseja fechar todas elas. Mas não se preocupe meu bem, se tratando de você sempre haverá uma fresta.

Inserida por BrendaFreitasSouza

⁠Hoje é um daqueles dias que eu preciso curtir o meu momento. Extravasar um pouco, colocar pra fora, gritar, cantar, tomar um wiski ouvindo uma boa música, pra me desligar um pouco desse Mundo Pesado, de algumas dores.

Inserida por wanderdallaveck

⁠Enquanto eu respirar eu estarei ligado a você, Depois quando eu acordar, Eu novamente serei seu!

Inserida por edu_balla

⁠Para o meu único amor eu guardei o meu eterno silêncio.

Inserida por Rodnei_BR

⁠Provençal
Cheia de modernidades, um dia eu disse:
vamos à cozinha que vou fazer xarope
era uma tosse que não passava
e ele não conseguia dormir
Cortei tudo: o limão em quatro, o gengibre picadinho,
o dente de alho. O açúcar pus pra derreter
sem nenhum medo de queimar
- talvez pela primeira vez
Quando estava quase pronto, um mel de favo
lá da Chapada arrematou
Mas ele foi beber e estava quente
queimou os lábios. Pacientemente
peguei outra xícara e esfriei,
(ah, nessa hora nem sei quem fui)

Inserida por awacultura

Eu largando a flor. A beleza me queimava a palma, a beleza insustentável de uma água viva. Assim eu soube que o que é belo não se demora muito. Beleza é só um instante.

Inserida por awacultura

⁠Você foi o amor da minha vida,
E eu fui só alguém que passou pela sua
Eu te via como o homem dos meus sonhos
E você me viu como qualquer uma
Você foi minha maior dor
E eu só fui pra você um passa tempo
Eu te queria pra sempre
E você só me quis por um momento

Inserida por Larissaloraschi

⁠- “Eu já sabia pequeno, e quando adolescente, soube adulto e ainda sei! Sempre vou saber, essa é a diferença"
Se pudesse dar algo de valor aos outros, seria “confiança”.

Inserida por Souochristopher

⁠Se virem com seus B.O.S com Deus minha parte eu já fiz!🙌🏻😌✝️

Inserida por Pedro_Gabriel77

⁠Com frequência eu pergunto à minha alma:
- Qual a diferença entre os cães e os homens?
E ela sempre me responde:
O-s homens são muito mais perigosos... Não possuem lealdade.

Inserida por Helyom

⁠Eu compartilho o que penso; cabe a quem escutar compreender ou seguir seu próprio caminho.

Inserida por carloslandon

⁠Evita comentar algo sobre mim, sem saber como eu me sinto!

Inserida por Rapshark

⁠A vida é cheia de "eu fazia" e de resultados que nunca passam de um pretérito imperfeito.
O que vale efetivamente, são os acontecimentos, é de louvar aquele que consegue vestir a tua pele, debater os teus problemas e ainda assim, percorre o mesmo caminho que percorreste.
Eu fui lá e fiz, o resto é ruído de paisagem.

13/06/2024

Inserida por pedroestevesferreira

Assim como um olhar apaixonado tem dificuldade em enxergar erro ou pecado, eu tento negar toda e qualquer vontade na sua direção. Você me levou várias vezes ao inferno dos sentimentos, me apresentou a dor na sua máxima extensão. Corro de reencontrá-lo, evitando que aquela maré de sensações volte a me invadir. Prefiro fingir que não me importo e continuar apenas a existir.

Inserida por TatianaGraneti

⁠Eu sou gaúcha, mas nunca fui particularmente entusiasta de ser gaúcha. Na infância, vestia o traje de prenda, cantava músicas típicas e dançava na escola, como se fosse algo lúdico. Achava que, num mundo globalizado, pertencer a uma região era coisa do passado. Acreditava que éramos todos cidadãos globais e pós-modernos. Mas então vi minha terra arrasada, as ruas por onde caminho alagadas, o bar onde costumo ir com meus amigos debaixo d'água, o centro da cidade, onde há apenas duas semanas houve carnaval, inundado. Vi as cidades arrasadas, as pessoas com barro nas pernas e lágrimas nos olhos. Vi a água levar tudo, tudo, da minha gente. Foi aí que percebi o quanto pertenço ao Rio Grande do Sul. Pertenço à gente que amo, aos meus conterrâneos, e a dor de todos é minha também.
Li no jornal uma carta de uma senhora narrando a enchente de 1941. Enquanto ela descrevia a água subindo no centro de Porto Alegre, nos bairros Navegantes, São João, Menino Deus, nas ruas de Praia de Belas, com o Pão dos Pobres sendo evacuado, eu sentia um arrepio. Parecia que ela estava narrando minha própria experiência. Solidária, ela me deu voz e as suas palavras devolveram as minhas. Então, ela usou o termo "flagelados" para descrever aqueles que perderam tudo. Aquilo me assustou, achei forte. E me dei conta de que é uma das palavras que dá dimensão do que estamos passando. Um estado debaixo d'água, com milhões de flagelados. Não falo apenas daqueles que perderam suas casas ou entes queridos, falo de todos nós que estamos em estado de choque diante dessa tragédia. Dos meus amigos que saíram às pressas de casa, dos que perderam tudo, dos animais nos telhados, do vizinho idoso que vai comigo buscar água no espelho da Redenção, com nossos carrinhos de feira. E uma semana parece um século.
Há um mês atrás, quando a vida era feliz, estava no Rio de Janeiro e vi a exposição que Ailton Krenak realizou a curadoria, no CCBB. Lá tinha uma imagem de dois meninos e um homem num barquinho. Só se via a copa das árvores e muita água. Estavam sobre a aldeia onde moravam. Fiquei comovida, imaginando como seria passar por isso. Achei que entendia, que minha empatia alcançava. Eu estava errada. Eu não sabia de nada. A tragédia não se empresta. E o que posso fazer, como Krenak fez, é contar. O que quero dizer é que vamos viver, vamos reconstruir.

Inserida por graja2316

⁠Solteiro sim, porque toda vez que resolvo investir em alguém, a pessoa me mostra que é melhor eu continuar sozinho

Inserida por Edy36