Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Eu que sempre te amei, você teve coragem de fazer isso comigo. Me deixou largada, desperdiçada pelo mundo afora, triste e abandonada. Nunca te pedi nada demais, apenas um pouco de seu carinho, Nunca te amei de mas, apenas amei o suficiente para te fazer feliz. Mas parece que não foi o suficiente. Dizem que quando a gente desperdiça amor, é por que ele esta sendo demais NE, mas se ele era tanto assim, por que não teve a coragem de chegar e me falar que o amor estava exagerado? Não NE , você preferiu guardar isso e magoar a pessoa que mas te amou nesse mundo. É isso mesmo, o meu amor por você acabou, não adianta tentar ele não volta nunca mas, eu te avisei, que quando a gente pede um tempo longo o amor se acaba, agora é tarde demais, eu te avisei.
Eu já rasguei muitos caminhos,
E me reescrevi com bastante estranheza,
EU SOU UM PÓ ESTRANHO!
Mas de tamanha pureza...
Uma menina,
Uma mulher,
E amante,
Iolanda!
ANDA Sophia...
Eu escrevo o que sinto e sinto o que escrevo, e de tanta existência do sentir, eu me perco em devaneios loucos.
MEU PRESENTE PARA TI
Meu Jesus eu Te pecco,
com toda aminha alma ,
Para proteger,guardar e purificar,
A pessoa que esta a ler esta msg.
Meu Jesus Vós sabeis
o quanto ela é importante para mim,
e eu lhe quero como a mim mesma,
Por isso alivia-a de qualquer dor,
Do corpo , da alma e da mente,
Limpa-a com o Teu poder
Todo o mal que a afeta...
Obrigada meu JESUS
Amo-te muito
Eu mudaria de nome, telefone e endereço para que ninguém me reconhecesse e comentasse os meus erros passados. Dormiria eternamente só para não dar explicações a quem realmente merecia que elas sejam dadas. Viveria em pleno conto de fadas só para não deparar-me com a realidade que me cerca e que só eu não quero aceitá-la. Evito as pessoas ao máximo. Para mim é ótimo viver sozinha. Não saio por ai distribuindo sorrisos enquanto meu coração e minha cabeça estão procurando soluções para os meus problemas. Enfim, no meu mundo em que só há dois habitantes eu vivo bem, aliás, eu e eu mesma somos almas gêmeas .
Há um tempo atrás eu descobri quem poderia ser a oitava maravilha do mundo, lindo, sem defeitos ,com mil qualidades, parecia ser feito a mão de tão exuberante beleza que era exposta diante de mim e dos meus olhos que não paravam de admirá-lo. Com o tempo essa beleza e essas qualidades foram indo embora como um trem que deu partida e nos trilhos a roda girava como o ponteiro do relógio indicando o tempo que passava, e tão pouco tempo esse que minha oitava maravilha do mundo se desfez, sendo pra mim agora uma pequena parte do lixo presente na terra.
Lembro-me do dia em que você disse que me amava. Lembro-me também que eu preciso esquecer-me do dia em que você me deixou
Você é aquilo que eu chamo de amor, pois é a pessoa mais adorável que eu conheço. Você é a única pessoa que conseguiu tocar meu coração. Você é a minha vida. Te amo!
De repente o que antes era importante para mim, com o tempo vai perdendo a importância, e quando eu percebo, já não me importa mais.
Pessoas são como quebra-cabeças. Cada atitude é uma peça. Peças que com o tempo eu vou montando, e desvendando o que cada uma delas são.
:::: Gaiola :::
Eu ouço o som de um triste passarinho
Á cantar - desespero - de amor
Que mora na casa do meu vizinho
Dono daquele esplêndido cantor
Que nem imagina que o pobrezinho
Canta diariamente sua grande dor
E que já cansado - canta baixinho
Os breves sintomas de um sonhador
Com os olhos pequenos vive olhando
O céu pintado de azul infinito
Triste e sozinho - começa á cantar
E em suas noites - só e sonhando
Lágrimas de um canto - triste e aflito
Sonho preso que não sabe voar!
Confesso
A foto, o som, uma particular luminosidade, me desviam em suas qualidades. Assim eu sou bobo. E creio em Deus e no sol.
O pensamento me fala de outro tempo, outro espaço. Por vezes não entendo e se pertencer a mim, também às vezes parece não pertencer; como se em buscas próprias trouxesse coisas de fora, alheias a minhas ordens, de maneiras invisíveis.
Nele guardo o passo dado e a esperança. Guardo a mim e me encontro lá sozinho quando me chamo.
Enquanto vou, minha busca chega e correndo logo à frente estão minhas intenções.
A minha cautela tem freqüência errática, igual vôo de borboleta; anda trêmula de braços dados com a dúvida que balança meu equilíbrio.
Minha maldade sem forças pra resistir, vive de persistência.
Meu desejo de às vezes não estar aqui pode ser o meu mais profundo, mas sempre que olho pra ele, sinto meus pés pisando no raso.
Escrevo e gosto de palavras, saber dizê-las, entendê-las mesmo que dentro de minha própria sanidade. Falam sempre de perto como se tivessem do lado. Me sinto acompanhado.
Assim nascem meus fracassos: acredito poder mudar o mundo. Me vejo destacado e essencial. Eu, o primeiro convencido. E único. Assim falo por minhas ideias. Precisam sair e só saem se ditas. É inquietação.
De compreensão ao alcance; polidas e prontas para serem absorvidas; me contam que em minhas medidas tem algo que pode caber no mundo.
Me defendo achando graça e coleciono mais um fracasso até que eu veja em alguém qualquer delas e já sou muito mais feliz que triste.
Minha cara não muda se perco. Eu disfarço.
Minha cara muda quando saio do pensamento e esqueço do brilho, da cor e das palavras.
Se não me encontro, poderia ser qualquer coisa. Até ser triste.
E tristeza é ruim como preguiça de levantar, indisposição de explicar. Uma doença que deixa de cama, mas que em poucos dias vai passar. Como impaciência.
Sou bobo; outro dia inútil; outro dia, inofensivo e feio; outros sou falso, ou chato. Sou vários. Todos os dias sou eu. Mesmo os que sou menos eu. Nestes, com um “mas” e algo mais, me ressuscito e volto pra perto de mim, culpando meu coração por desmentir quem sou justo quando me pensava sabendo.
