Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando

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O quê será de ti,

eu não sei,

Mesmo que não

queira,

Lerás cada verso,

para entender

Que eu te amei.



Não me esqueci,

não resisti,

Aceitei o conselho

e a ironia de quem

dizia que voltaria

a me admirar:

virei uma mulher

Tão forte,

que agora não

Quer mais voltar;

porque de tão forte

que me tornei,

Só sei escrever

ao invés de chorar.



O quê será de ti

já não importa,

Os meus poemas

cuidarão de fazer

Por mim o quê

eu não posso:

Te tirar daqui.



Não existe beleza

na indiferença,

Ela se encontra

nos manifestos

- poéticos -

que não leste,

Nas fotos

que ignoraste;

Envenenaste

a minha crença

na tua existência,

E agradeço!

E salva de ti,

assim desse jeito,

'tu' me perdeste.

Inserida por anna_flavia_schmitt

No encerrar das portas

da minha juventude,

Você apagou a luz

do meu mundo,

Eu não quero saber

mais a teu respeito,

Amor você não tem,

e nunca teve por mim,

E nunca terá por ninguém.

Você acabou comigo,

da mentira você é filho,

Brincou com o destino.

de quem te queria Bem.



Não foi nenhuma vicissitude,

tudo aquilo que você sofreu,

Foi você mesmo que plantou,

e ainda de fato não colheu,

E nunca será bastante,

porque te quero distante.



Você nasceu sem caráter,

Brincou com a fé,

Você nasceu sem alma,

Zombou com a esperança,

Você nunca será respeitado,

E quando tudo der errado,

Há de se lembrar para sempre,

que não se humilha uma mulher!



Não se brinca com a fé

de ninguém e ainda mais

de quem faria tudo por você;

Você conseguiu a proeza

que eu me arrependesse

Do meu arrependimento.



Não me esqueci de nada

e nem me esquecerei,

Dos dias de silêncio,

do desprezo ao meu esforço,

da ofensa a minha beleza,

das pequenas mentiras,

da falsa promessa de união,

do filho prometido,

dos dias ruins ao teu lado

e que me adoeceram,

A memória de ti será esvaziada.



Fostes o tempo todo original:

um homem de mentira,

Na verdade é o que você é.

Valeu a pena ir a pé,

porque aonde nada vale,

Eu não posso existir.



No coração tenho um corte,

por ti enfrentaria a morte,

Você nasceu para não ser,

e nunca ter existido;

Que bom que você saiu

da minha vida e caminho,

Agradeço que tive sorte!



O último poema para você

é para te enterrar vivo,

Porque não me terás como abrigo,

e tampouco como salvo-conduto,

Quero um cavalheiro genuíno,

que se comporte como adulto,

E jamais se pareça contigo,

porque tens o aroma do lixo,

Ainda bem que descobri há tempo!

Vou ter o meu coração reconstruído,

Confesso que fui embora convicta

Da certeza que em algum lugar

do mundo não poderia negar

A minha existência e presença

para quem vale a pena amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te encontrei,

Você ainda não viu,

Eu te reparei,

Você nada pediu,

Eu te consagrei.



Irei ao encontro,

Eu não hesitarei;

Irei ao destino

Do amor que é lei.



Eu sou semente,

Vento nas areias,

Eu sou flor,

Corda de violão,

Eu sou oásis,

Acorde do coração.



Irei ao ponto,

Eu me renderei;

Irei ao caminho

Que eu encontrei.



Eu sou presente,

Sopro na estepe,

Eu sou perfume,

Rosa de Ahal,

Eu sou fonte,

Nômade e paixão.



Irei no ritmo,

Eu assim voarei,

Tenho convicção,

Vontade e fé,

Nos olhos do Protetor,

Nos passos da glória,

No peito cheio de amor,

Nos braços da História

Repletos de todo o amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Por ser quem eu sou,

de ti só pedi segurança;

Para não ficar como estou.


Por amor eu te esperei,

e também fui atrás,

Nunca nos desperdicei.


Por amor quis te proteger

da maldade do mundo,

Mas você não quis entender.


Por amor eu me distanciei,

e corri para nos salvar,

Mas você não quis explicar.









Por ser esse o meu dom,

se eu tiver de elevar tom

de voz sempre será poético.


Por ser feita de amor,

se eu tiver de ser bravura,


Não vou perder a doçura.




Por ter alma e pele,

só preciso despir-me,


O desejo ainda verte.






Na vida não te esqueças:

que a poesia não precisa

de voz para elevar o tom,

(Ela conta com as letras).

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há mistério
sobre o acontecido
em Pacaraima,
e mesmo que
eu quisesse
esquecer disso,
não há como,
porque isso
tem nome e se
chama terrorismo.

Corre na veia o
sangue nômade,
com o terror não
tenho paciência,
porque só a Deus
doa a clemência
quando não há
autoridade para
investigar e prender,
quem passa a tomar
conta é o destino
e ele nunca
tem medo,
em nem tempo
com gente que
não presta,
pois para ele
não há nada
ali que valha
a pena perder.

Na fronteira sou
maior que todos
os que se
acham grandes,
enquanto eles
naufragam no ego:
eu apenas sou
uma brasileira
com alma de imigrante.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você sabe muito bem,

que eu não quis admitir:

- Que nós somos iguais!


Você me conhece bem,

por isso não preciso falar

que você mora em mim.


Eu sei que moro em ti,

fingi não [perceber]:

para não me entregar...



Você sabe que vou além,

que escrevo com o gentil

- arrimo -

Destes teus olhos celestiais,

e eles não se apagarão jamais!



Eu vivo uma inevitável

primavera que não passa,

a minha alma te abraça.



Eis o solstício irremediável

eterna chama que não abrasa

a vontade na imensidade.


A inspiração particular,

em tons solares e florais,

só para te embriagar demais.



Você me conhece muito bem,

- ilustre cidadão do meu peito -

e devastador como ninguém.

Você venceu o próprio tempo,

viraste paixão em poemas inteiros!



Sou senhora da minha liberdade,

- proprietária do meu nariz -

e boêmia das palavras.


Além das matizes mais florais

e de todos os bons 'setembros',

Eu reconheço que estou assim

- vivendo -

A mais colossal das estações:

- A Primavera do amor demais...

Inserida por anna_flavia_schmitt

No sinal do nosso desencontro

não diminuiu a vontade de ter,

No final um dia eu te conto,

que nunca passou a vontade

De ter imensamente [você].



No final da minha noite

não tenho como não 'dizer':

- Transbordo a leveza de ser

e a indizível crença de te ter.



Da mais enternecida cadena,

sou a rebelde prisioneira,

Só você tem a chave dela;

que desperta a [obediência

De revelar a doce cadência.



No sinal que me trazes,

ele me deslumbra toda...,

A vontade de ter você

é incrível e não é pouca,

Tu me deixas [louca]....



Tu me punes e me abres,

eis o nosso paraíso!...

Tu me corriges,

eis o nosso feitiço!...



Tu me beijas e me levas,

eis o nosso rebuliço!....

Tu me dobras,

E eu não me nego;

Por você perco o juízo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu não acredito em amores perdidos,

e sim nos amores não encontrados...,

O destino costuma pregar peças,

eu quero te colocar sob meus cuidados.



O amor nas letras poéticas do Sol

que chegará calmamente...,

No desabrochar do arrebol,

eu desejo amar-te solenemente.



Eu não acredito em amores passageiros,

e sim no amor que rompe fronteiras...,

O divino amor não passa,

ele reúne dois e formam inteiros.



O amor nas rimas eróticas do amar,

que chegará deslizando...,

Nas ondas da água do mar,

eu estarei neste barco embarcando.



O amor que não passa

e nele crê, confia e espera.

Ele virá sem dúvida,

com uma infinita argúcia,

devastador e forte,

Como as forças da Natureza,

Eu sei que ele virá,

com a profundidade dos oceanos,

E com toda a sutileza que há de ser,

e nenhuma câmera irá capturar...



O amor virá arrebatador,

- ele já está escrito

O Universo está ciente,

que o amor de verdade virá,

O meu amor que não passa,

e jamais [passará];

Como derradeiro que é, se eternizará.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu preciso te contar

Que no girar das horas

Não quero te (perder)

Eu necessito te reencontrar

Sim, eu quero te ver!...



Do instinto eu quero

E vou me enlaçar

Do destino eu desejo

E quero te reencontrar

Sim, eu quero te beijar!...



Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Àquilo que te falta!...



Do divino eu quero

E vou me encontrar

Do despido eu desejo

E quero contemplar

Sim, eu quero te amar!...



Na América Latina sinto

- ou melhor -

Constato as falsas revoluções

Porque longe do correto,

E de todas as intenções,

Percebo que há um jogo

De ambições - inflamações;

Para não libertar o povo,

Para colaborar, infelizmente,

Com as mais de mil explorações.

Eu te aceito com tudo:

- Tudo mesmo!

Eu te aceito com tudo

Que te afaste do mundo!



Na América Latina vejo

- prevejo -

Antevejo o pior sinal

Porque se ninguém pensar

Um caminho correto,

Querer fazer o quê quer,

Escrevendo a própria sentença,

Caíremos na maior decadência,

É só questão de usar a cabeça

Para não termos um triste final.



Quem não sabe obedecer a Lei:

É igual ao guerrilheiro escavando

- a própria cova -

Comigo a hipocrisia da desordem

- não cola -

Quero a liberdade carinhosa e ordeira,

Que me permita caminhar em paz,

E viajar contigo por toda a Pátria Grande

Experimentando as estradas latinoamericanas

Que serão as estradas das nossas almas ciganas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não me roube de mim mesma,

Eu me pertenço!

Sou filha da boa franqueza...



Não me roube a paz

De construir a vida

Que eu sempre quis

Eu deixei tudo para trás.



Não me veja com outros olhos,

Eu sou como sou!

Sou poesia, sangue e sonhos...



Não me tire o tempo

De procurar o amor

Imaculado no peito

De alguém que seja

- inteiro -

E seja cheio de candor.



Não me faça como passatempo,

Eu sou dona da minha vida!

Não se faz ninguém perder tempo...



Não me venha com intenções:

Primeiras, segundas e terceiras...

Eu busco muito mais que o teu querer:

Busco o verdadeiro amor

Talvez na dimensão que você viva,

Jamais irá entender, não queira me prender!



Não é justo fazer-me de objeto,

Sou dama de fogo e ferro,

Deixe-me no meu caminho certo.



Não é legítimo e nem legal,

Arrancar a poesia lirial,

Tirar a honra do meu andor,

De andar orgulhosa

Por cultivar o jardim celeste

Que florescerá com o meu sonho de amor!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há como esquecer da vez

que eu tirei você para dançar.

Não era impossível prever

que a gente iria se [cruzar.



O amor ainda vive no olhar

como composição essencial.

Nome ainda vivo no peito

como bailarina a [sapatear.



Não há como resistir a você

que chegou de vez para ficar.

Não sei como será adiante,

e o quê fazer para te [agradar.



O amor quando chega de vez

é como o vento a refrescar

que acaricia a face

em plena noite de [luar].

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu sou movida à paixão,

não temo caminhar ao sol.

Eu sou amante da vida,

te querer é a minha religião.

Em ti resiste a fogo brando,

- e a brasa mansa [recolhida

De uma paixão impensável

Por minh'alma [feminina.



Eu sou aquela [criatura],

que se perfuma para te ter.

Eu sou aquela [ternura],

que vira de verso para te ter.



Do melhor de mim para ti

oferto-te o meu inalterável:

o meu amor feito de poesia

Sublime, ardente e honorável.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Os teus olhos não podem me ver,
Eu te busco nos versos faceiros,
Só para você não me esquecer.
O teu coração vive a denunciar:
Eu, dona de um corpo - altar
A tua devoção vive a estampar
- o desejo atrevido -
De um caso pensado a florescer.

Os teus lábios não vão revelar,
Eu te anseio nos versos cúmplices,
Só para nos bem resguardar:
De todo o despeito e de todo o Mal
A minha imagem de ti não vai apagar,
Eu sou a melhor a parte de você:
Redescobriste o amor
Por várias vezes tentei duvidar...

Eu conto a história que eu quiser,
A cor dos teus olhos não vou revelar.
Eles podem ter a cor das flores roxas
- iluminadas -
Pelo Sol da tarde,
Ou a cor do nosso segredo,
Ou do nosso grande enredo
Que vive como uma harpa a tocar....

Inserida por anna_flavia_schmitt

Perdoa-me por aquilo que não tem perdão,

Eu fui embora, e levei comigo o seu coração.



Perdoa-me pelas noites que não te iluminei,

E sobretudo não te aconcheguei...



Perdoa-me por tudo que abandonei,

Sim, eu fui embora, eu te deixei...



Perdoa-me ao girar da tranca,

Dei as costas para a tua esperança.



Perdoa-me porque a pena eu paguei,

Por tudo que construí, e larguei...



Perdoa-me por ter te deixado

Solitário,

Não quis ter te abandonado

No poemário,

E muito menos te humilhado

Por ter desconfiado de ti;

Perdoa-me por te amar mais

Do que a mim mesma.



Perdoa-me porque não fiz a tempo,

De ter entregue o meu sentimento.



Orgulho-me ter o meu ego pisoteado,

Para transformá-lo em estrela no éter

Deste amor infinito - e implacável;

Entrego ao mundo o que eu já devia

Ter tornado teu, e te revelado...



Perdoa-me pelo desespero,

Porque você não sai da minh'alma,

E não sai da minha retina;

Continuo por ti seduzida.



Perdoa-me eu sei que errei,

Como o fogo consome a brasa,

O amor quando é amor nunca acaba.



O coração bate descompassado,

É a fera que há em mim querendo

O teu laço que se chama [abraço];

Permanece o intenso sabor pelo fato

De nós termos nos [beijado]...



Perdoa-me porque é indescritível,

O amor que sinto é infalível,

O tempo não o apagou amor incrível.



Se o amor é o limite do amor,

Amar jamais terá limite,

O tempo me mostrou

Que enquanto houver céu,

Entre nós não haverá limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é que eu te odeie. Mas se você estivesse morrendo de sede e eu tivesse uma garrafa d'água... eu ia lavar meu pé.

Inserida por WBartowski

A coragem não te permitiu:

de ter me dado o teu abraço.

Talvez por eu ser o ramalhete

- das rosas mais frescas -

Que talvez tiveste contato.



O teu olhar se permitiu:

contemplar o horizonte

- como um dardo -

Perdeste-me da minha fronte,

Eu bem que poderia estar

bem pertinho, e ao teu lado.



Os teus afetos, as tuas loucuras

- cada um deles são meus,

E as tuas vontades: são minhas.

Não houve despedida,

Porque a verdade sublime: é nossa.



É irresistível não reconhecer,

Desde o dia que nos vimos:

passamos ao mais alto dos planos,

experimentando o prazer imenso

de nos pertencer e de nos acolher.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Você não

se deu conta

Eu sou o que sou,

- autêntica

Escrevo por escrever,

E nem um pouco

oculta,

- sou a letra

depravada

Eu sou a boa

literatura,

Correndo nua

pela rua,

Escrevo o quê sinto,

Tudo o quê penso,

Até registros,

Faço arte pela arte,

Filha da criatividade,

Um tanto santa,

Porém, satânica confessa.



Podes ir, mas sei

que volta,

Vais com todos

os meus versos,

- na ponta da língua -

Silabando cada um,

Como o mel

que escorre,

Do meu estuário,

Para a tua boca,

e não te basta,

Além das orbes

celestes,

Lá estão

escritos os poemários

- todos registrados -

Em linhas intimistas

e bacantes,

Para embalar

poetas e amantes.



Você não

se deu conta,

Não escrevo

para você,

Escrevo para

celebrar a vida,

Brindar o amor

E cantar a paixão,

Para esperar

o amor que virá,

Lindo e ardente

como um verão,

Com dias de Sol

e noites

estreladas.

Cada linha

desse poema,

É confissão

plena,

sem confusão,

Liberta

de qualquer

conflito,

Que segue

a vida serena,

Portanto,

siga e voe

para longe,

Em cada asa

sua haverá

o meu rimário

Desse amor

resguardado

num sacrário.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu não respondo por mim

diante de ti,

Diante das [delícias

Dos teus beijos indecentes,

Dos teus beijos molhados,

Dos teus beijos imprudentes,

E daqueles mais rasgados...



Eu não respondo por ti,

Diante das [loucuras

Da perdição da tua pele,

Da fragrância masculina,

Da sedução do teu regaço,

Do aconchego do teu abraço.



Eu não respondo por mim

diante de ti,

Diante do que sei

que és [capaz

De fazer,

De me ter,

De me possuir,

De me mimar,

e me dominar...



Eu não respondo por mim,

Porque me fizeste

a tua primavera

Cultivando em mim um jardim

- imenso -

Eu não respondo por mim,

Porque em ti

Já encontrei todas

as respostas...

Inserida por anna_flavia_schmitt

A chuva chegou,

Eu já posso plantar!

É verdade, Padre!

Não me canso de plantar.



A chuva chegou,

Antes do direito!

É verdade, Padre!

Deus é sempre perfeito!



A chuva chegou,

Ela pode ir embora,

A vida é assim mesmo,

O ser humano não toma jeito!

A chuva chegou,

Só não chegou

- a vontade de mudar -

Desses políticos que não param,

- nunca -

De zombar da cara do sertanejo,

Não pensem eles,

Que o nosso povo desatento,

Nós sabemos à que viemos:

O sertanejo é poesia,

Não para de sonhar,

O sertanejo é um forte,

É o poeta da seca,

É o poeta da própria sorte,

O sertanejo é um forte,

- exausto -

Como disse a senadora,

Como disse o poeta,

E como canta o repentista:

- O sertanejo é um forte...

- Sobretudo! -



O sertanejo tem vontade de vencer

Quem fala o contrário:

Não conhece o sertão,

E não sabe o quê é viver...

A chuva chegou,

O ser humano continua o mesmo,

Ele não toma jeito,

Não conhece a vergonha,

Só conhece o ano eleitoral,

Zombar com a cara do sertanejo

Para alguns políticos se tornou normal!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Gera em mim mais uma vez,

Esse doce outono discreto,

Não nego jamais,

Eu te espero,

Ao passar de cada segundo,

Longe, mas não alheia;

O teu amor é a minha teia.

Girassol em flor,

Inigualável amor,

Adorado sem tabu, e sem pudor.


Riscam no horizonte,

Os primeiros raios,

São as tuas luzes,

Amor em verso,

Namoro em prosa,

Amor em chama.


Sábios são os teus poemas,

Chamamento celestial,

Horas em valsa,

Maré de contentamento,

Indissociável sentimento,

Tesouro do tempo,

Trazendo você para mim...


Sempre me supreendendo,

Carinhosamente,

Esculpindo a poesia,

- adormecida

Feito a duna ainda em grãos,

Aromas marinhos,

Do mar e do vento bailando,

- revolucionando

Um amor em construção.

Inserida por anna_flavia_schmitt