Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
“Quando eu não significo nada “
Às vezes eu queria saber dar nome ao que sinto… mas eu não sei. Existe um sentimento que me consome por dentro, silencioso, sorrateiro… e quando menos espero, ele chega. Em muitos momentos da minha vida, eu estou tão bem — leve, feliz, com o coração em paz. E, de repente, algo pesa. Vem uma angústia que me tira o ar, que prende na garganta um nó que parece querer gritar… mas eu nem sei o quê.
Queria gritar por tudo o que eu não vivi, por tudo o que deixei pra depois. Por momentos que sonhei e que nunca aconteceram. Queria colocar pra fora essa confusão de sentimentos que me transborda e me esvazia ao mesmo tempo.
É estranho, sabe? Porque eu sinto que estou evoluindo, sim. Que estou progredindo, vencendo lutas internas, enfrentando feridas antigas. Mas, ao mesmo tempo, sinto como se estivesse presa, girando em círculos… parada no mesmo lugar, sem entender exatamente pra onde estou indo.
Às vezes o mundo perde a cor. Outras vezes, tudo parece ter ganhado tons que eu nunca tinha enxergado antes. É tudo tão intenso, tão profundo, que eu mesma me perco em mim.
Pessoas incríveis passaram pela minha vida, e sou grata por cada uma. Mas nenhuma delas ficou. E isso também machuca.
Tem dias em que eu queria viver pra sempre, pra experimentar tudo que a vida ainda pode me oferecer. E tem dias em que eu não queria mais viver… porque não encontro sentido em nada. É uma mistura de sentimentos, de saudades, de vazios, de pequenos prazeres, de lembranças boas e decepções profundas.
Mas uma coisa é certa: hoje eu lido melhor com a minha dor do que há um ano e meio atrás. A rejeição ainda me dói, sim. Ainda me visita de vez em quando, mas já não me destrói como antes. Eu ainda choro — muito. Mas não todos os dias. Essa semana, por exemplo, foi só uma vez.
A verdade é que eu ainda estou me procurando. Tentando me reencontrar como mulher, como pessoa, como mãe, como profissional. Caminho com coragem, mesmo sem saber ao certo o destino. Vivo buscando algo que ainda não sei o que é. Mas sigo. Porque mesmo sem respostas, há algo em mim que ainda acredita — mesmo que seja só um pouco — que tudo isso ainda vai fazer sentido.
Filho(a),
Você não veio ao mundo por acaso.
Eu te pensei antes do tempo.
Te sonhei em detalhes, antes mesmo que você respirasse.
Eu conheço o que te move.
E conheço também o que te falta, mesmo quando você não sabe dar nome.
Quando o vazio aperta ou quando a paz parece inalcançável, sou Eu quem você está procurando.
Não estou nas fórmulas.
Não estou nas pressas.
Não estou nas vozes que cobram mais do que acolhem.
Estou no agora.
No sopro que entra e sai dos teus pulmões.
Na delicadeza do que permanece mesmo quando tudo muda.
Na beleza silenciosa que não precisa provar nada pra existir.
Eu vejo todas as vezes que você escolhe ser do bem.
Quando o mundo te provoca e mesmo assim você não devolve o mal com o mal.
Quando você perdoa em silêncio, quando escolhe amar sem motivo, quando age com bondade mesmo sem aplausos.
Isso é o meu DNA em você.
Você carrega em si a minha luz, o meu amor, a minha essência.
Você não precisa fazer força para ser amado(a).
Nem precisa me entender completamente para me sentir.
Basta se permitir abrir espaço.
Basta se lembrar de mim quando o mundo esquecer de você.
Não sou religião, sou essência.
Sou a origem de tudo o que é bom, puro e verdadeiro.
E quando você se alinha comigo, tudo o que está fora começa a encontrar o seu lugar.
Você não precisa vencer o mundo.
Só precisa voltar pra casa.
E essa casa começa dentro.
Com amor,
Deus
“Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem anjos, nem demônios, nem o presente, nem o futuro, nem qualquer outra coisa na criação será capaz de nos separar do amor de Deus.”
Romanos 8:38-39
Se vou conquistar todos os meus sonhos eu não sei,...mesmo porque se trata de sonhos, mas afirmo que nunca vou deixar de lutar, pois estamos aqui pra isso mesmo,..lutar, lutar e lutar!
"Despedidas são inevitáveis. Mas são aquelas das quais eu não desejei partir que aos poucos vão me esfacelando."
sincera mente não sei oque dizer
mais vim mostrar que sou melhor do que voce.
no trep eu vou ganhar e vc vai se
humilhar.pode rimar não vai adiantar
mais eu sempre vou ganhar
O seu amor é solitário
Eis o melhor vinho para
Embriagar o coração
Mas eu não posso ser
O cálice que vai segurar
Você
Oh Deus
Eu rezo para que apareça
Outro cálice que possa abraçar
Esse amor
Não importa o pecado que
Cê tenha cometido
Eu não sei do se passado
Mas sei o quanto é infeliz
Mesmo que eu seja o experimento
Eu já tô feliz com isso
Só de estar em seu coração
É o suficiente para mim
"Como você aguenta?"
Me perguntam com a testa franzida,
como se o fato de eu não beber veneno os deixasse desconfortáveis..
"Como você se diverte?"
Sem balada, sem vício, sem ruído..
Como se a felicidade só existisse na fumaça, no copo, na vulgaridade, no som alto que abafa o vazio da mente..
Mas a minha alegria não é barulhenta..
Ela não precisa de palco nem plateia..
Ela nasce quando a noite me toca às 6 da noite,
e eu já voltei da corrida, de peito aberto, com o mundo calado e meu corpo gritando vida..
Enquanto eles afogam a alma no álcool, refrigerante, na mediocridade,
eu rego a minha com água e persistência..
Enquanto eles imploram por atenção em stories vazios,
eu treino em silêncio,
construindo um templo no corpo e uma fortaleza na mente..
Felicidade não é dopamina jogada em excesso..
É paz em fazer o que ninguém vê..
É prazer em conquistar e dominar a si mesmo..
Eu sou feliz porque eu não fumo..
Porque não dependo de açúcar pra sentir energia ou felicidade..
Porque não preciso me destruir pra esquecer quem sou..
Eu me lembro todos os dias de quem sou — e isso me fortalece..
A disciplina que eles chamam de tédio,
é o que me faz dormir bem..
A rotina que eles chamam de prisão,
é a chave da minha liberdade..
Eu não preciso quebrar as regras para me sentir livre..
Eu preciso apenas segui-las com consciência — e ultrapassá-las com sabedoria..
E se ela chegar
Eu não vou correr
Pois ela faz parte
Do dom de viver...
Darei a ela o descanso recíproco...
Falei que não iria me apaixonar, mas aqui estou sentindo essa sensação outra vez.
Talvez eu podesse ignorar, mas é difícil fazer isso.
Mas eu quero ter certeza do que eu sinto.
E mesmo se for real tenho que arrumar minha mente, não quero tê magoar caso você sentir o mesmo.
Talvez seja dom.
Eu não vejo as pessoas como os outros veem.
Não fico só no que elas dizem. Eu enxergo o que elas escondem.
E talvez isso pareça bonito de longe… mas de perto, cansa.
Às vezes, quando olho nos olhos de alguém, sinto coisas que nem a pessoa sabe que sente.
É como se a alma dela se entregasse pra mim, sem eu pedir.
Eu absorvo. Eu acolho. Mas isso tem um preço.
Já me disseram que eu tenho mãos que curam, que sou calma, que sou doce.
Mas quem realmente me conhece sabe que a minha calma vem depois da guerra.
E que minha doçura tem espinhos porque nem tudo que é verdadeiro é suave.
Eu não sei me dar pela metade.
E por isso mesmo, às vezes, fico esgotada.
Dou tudo quando sinto que posso… mas não faço isso por impulso.
Eu escolho com cuidado quem permito entrar
porque sei que quem me recebe, nunca mais volta a ser o mesmo.
E, sinceramente, eu também não.
Tem dias em que sinto que carrego uma água muito antiga dentro de mim.
Como se tivesse nascido com um véu entre os olhos, uma camada invisível entre mim e o mundo.
Tudo me atravessa. Tudo me atinge.
O que é leve pra outros, às vezes me afunda.
E eu escuto… até o que não é dito.
As palavras chegam até mim no silêncio, do mesmo jeito que a gente ouve a chuva quando tá distraída (eu amo fazer isso)
Natural. Dolorido. Lindo. Mas constante.
Não sei se isso é dom ou cruz.
Na maior parte do tempo, acho que é os dois.
Porque ver demais… é viver sabendo o que os outros ainda estão tentando esconder de si mesmos.
E mesmo assim, mesmo sentindo tudo o que sinto,
ainda me dizem que sou forte.
E eu fico calada. Porque talvez seja verdade.
Mas também porque ninguém entende o cansaço de ser espelho.
P.S: Se eu toquei tua alma, não foi sem querer.
O fim de semana está chegando.
E com ele vem você.
E eu não sei se estou pronta pra te ver de novo.
Não sei se vou conseguir te olhar nos olhos, na verdade, vou até tentar não te olhar nos olhos,
mas sei que meu corpo vai saber que você tá ali.
Ele nunca conseguiu disfarçar.
Tenho medo de congelar quando te vir.
De não saber o que fazer com as mãos.
De não saber o que dizer, ou pior ainda, dizer a coisa errada.
De não saber como fingir que tá tudo bem ter você ali tão perto de mim por horas.
Toda vez que nos encontrávamos nesse tipo de ocasião, o final era sempre o mesmo: indo embora com você.
Finais de noite que nunca eram exatamente “finais”.
Era estranho, né?
A gente nem se pertencia de verdade.
Mas, no fim da noite, quando todo mundo já estava indo pra qualquer canto,
nós dois já sabíamos onde queríamos estar.
Sim, como eu disse no final daquela primeira carta pra você: naquele mesmo carro, naquela mesma rua, naquela mesma hora.
Você dirigia com uma mão e a outra sempre achava um jeito de me acariciar.
A gente falava sobre tudo (e sobre todos) e, entre uma risada e outra,
os segundos de silêncio após a conversa davam início a algo que durava até o sol raiar. As madrugadas e manhãs eram nossas, e o banco do carro virava cama, refúgio, bagunça.
A temperatura elevada no interior daquele carro destoava do frio que provavelmente fazia do lado de fora.
E agora eu vou te ver…
Mas não vai ter mais você me esperando no fim da noite.
Não vai ter aquela troca de olhares que dizia: "vamos?"
Não vai ter a despedida lenta antes de abrir a porta,
nem o silêncio confortável no abraço um do outro que dizia tudo que a gente nunca teve coragem de dizer.
Meus brincos não vão mais ficar no chão do seu carro.
O sol neste dia vai nascer sem nós dois pra admirar.
As lanchonetes não nos verão procurando por elas, famintos, de madrugada.
E nem o seu perfume vai ficar na minha roupa.
Enfim, te ver agora, com talvez os mesmos olhares, mas sem o nosso depois, me dá algo que nem sei explicar.
Então, quando a festa acabar, uma que estaremos no mesmo lugar, pela primeira vez vou embora sozinha.
Ou com alguém que definitivamente não vai ser você.
Quem sabe eu consiga até ir embora de você.
Não espero que me entendam, sou um universo que apenas eu habito, sinto tanto que transbordo e nesse excesso encontro minha própria casa, meu amor não é súplica, é celebração, amo porque sou inteira em mim, o que perdi dentro de mim não está ausente, apenas esperando para ser reencontrado, escrevo não para ser lido, mas porque é assim que meu silêncio ganha voz, não busco ecos de mim nos outros, já sou um infinito que se basta, o amor que entrego ao mundo não é um pedido, é apenas o reflexo do que já sou.
Não importa o que acontecesse, eu nunca te rejeitaria, nunca te abandonaria. Você foi o amor da minha vida e eu tenho certeza disso, se tem uma coisa na tua vida que tu pode ter certeza, é que eu estive com você, sempre, pra tudo, e estaria pra sempre.
Então, ainda bem que você me deixou, porque eu jamais teria ido.
Me perdoa por aquele 25 de março. Logo mais, naquele 15 de abril, você me deixou quebrada, e abandonada, pra sempre.
Será se eu sou burro demais ou eu não consigo acompanhar a inteligência das pessoas da qual eu faço parte no momento.
Muita das vezes eu me sinto estranho, não consigo acompanhar o raciocínio da galera.
Ou eu não entendo o que eles falam, Ou eles não entende o que eu digo.
o amor da minha vida
como eu o amo de todo coração acredito que sem ele não consigo viver, quanto tempo eu o esperei... ele demorou mas apareceu e tem feito eu a mulher mais feliz desse mundo, eu o amo muito muito muito.
