Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Enquanto você acreditar
Tudo é possível de alcançar
E se o mundo não enxergar
Eu prometo: vou te apoiar — - Frase da música Enquanto Você Acreditar do dj gato amarelo
Hoje eu sei que não é a distância que separa as pessoas, mas sim a frieza, a falta de atenção, a indiferença e o "tanto faz".
Isso é o que forma um grande abismo entre as pessoas.
Ainda assim, tenhoamizades da juventude que perduram sobre tudo isso.
Mesmo que fiquemos dez anos sem nos ver ou mesmo nos falar, parece que nos despedimos há 10 minutos.
Já existem outras amizades que são convenientes durante algum tempo, mas percebemos que depende do cenário em que vivemos. e depois que esse convívio termina, começa a deterioração no sentido do "tanto faz".
Faz parte da natureza humana.
Somos egoístas e egocêntricos.
Alguns demais, outros de menos.
Dependendo disso, podemos ter uma valeta ou um abismo entre nós.
O ponto principal dessa história é medir a sua capacidade para encurtar a distância entre o sacrifício e a indiferença: É muito mais fácil atravessar uma valeta para recuperar uma amizade, mas aquele que consegue atravessar um abismo pelo mesmo motivo é digno de registro.
Quanto maior o sacrifício, maior a chance de se estabelecer uma amizade que perdure através da distância e do tempo.
Eu mesmo não sou muito sociável e reconheço isso. É a minha natureza.
Ainda assim, possuo amigos fiéis, que me conhecem e entendem meu estilo de vida e meu espaço.
Amigos não julgam. Eles apoiam e me aceitam como sou.
Garanto que cada um deles atravessou um grande abismo para serem meus amigos.
Eu não sou tão rígido com o grau de dificuldade para chegar até a mim, mas sou extremamente exigente quanto a viver em paz.
Amigo que causa muito barulho por nada é muito chato e me impele a começar a cavar uma valeta...
Eu te amo tanto e de tantas formas que não saberia explicar com palavras ou canções.
Eu te amo tanto que tudo o que poderei fazer é olhar no fundo dos seus olhos e deixá-la saber dos sentimentos que transcendem minha alma por você.
Eu te amo tanto que todos os meus gestos implicam em te procurar sem que eu perceba.
Eu te amo tanto que meus passos sempre querem se direcionar para tua direção, como um GPS apontando sempre para o norte do nosso amor.
Eu te amo tanto que meus ouvidos escutam o som da sua voz mesmo quando você não está comigo.
Eu te amo tanto que meus sentidos se confundem e se contradizem desordenadamente diante da tua presença.
Eu te amo tanto que não importa para onde eu olhe, pois sempre vejo você.
Eu te amo tanto que todo o mundo e toda a realidade se dissipam instantaneamente a cada segundo, mas a tua imagem permanece constante e inalterada para mim em todos estes novos mundos.
Eu te amo tanto que a tua presença emite mais calor que o próprio sol e faz o meu mundo girar em torno de você.
Eu te amo tanto que minhas mãos teimam em acariciar tua face mesmo a quilômetros de distância de ti.
Eu te amo tanto que meu coração já não me obedece mais, ele só responde e reage a você.
Eu te amo tanto que ouvir tua respiração me causa uma série de arrepios por todo o corpo.
Eu te amo tanto que vivo num looping constante de alegria como se vivesse nosso amor desde o primeiro momento em que nos conhecemos.
Eu te amo tanto e de uma forma tão poderosa que mesmo se eu morresse e renascesse um milhão de vezes, ainda assim não te esqueceria e teimaria em te amar.
O casulo não é prisão
É só parte da transformação
E eu te espero florescer
No tempo que for pra acontecer - Frase da música viver algo novo do dj gato amarelo
Te ver criar asas é minha alegria
Mesmo se eu não for teu céu todo dia
Te amo o bastante pra deixar
Você voar - Frase da música viver algo novo do dj gato amarelo
O mundo pode até duvidar
Mas o teu brilho não vai parar
Se for preciso, eu vou lembrar:
Você nasceu pra voar — - Frase da música Enquanto Você Acreditar do dj gato amarelo
Olha, eu não estou te ignorando, não estou com raiva de você. Eu apenas preciso me importar e amar um pouco menos você. Será que você entende isso? Te amar demais não me faz bem, por isso preciso diminuir todo esse amor que sinto por ti.
Teus olhos cinzentos,
como a tempestade,
me lembram
que, em meio ao caos,
eu não temo,
pois me acompanharás
em meio aos pesadelos.
Então me lembro
que, sem você,
aqui me vejo
jogada ao relento,
regada a sofrimento.
Então me diga que estarás ao meu lado
quando retornarem os ventos,
que passarei por onde nos corta,
pelos entremeios
que separam nós dois,
ao enfermo.
Coração: - Porque você fica a falar com estas estrelas tolas? Elas não te respondem..
Eu: - É que me cansei de ouvir você e só me machucar. Quem sabe se eu me ocupar falando com estrelas paro de te escutar!
Achava que conhecia o medo, até que chegou o tempo da colheita, revelando o que eu ainda não tinha enfrentado.
Hoje você esta completando mais um ano de vida e eu não podia ficar de fora dessa festa, por isso, quero te desejar um temporal de coisas boas...Que Deus renove tuas forças e que você continue firme na tua caminhada, feliz aniversario com afeto e carinho.
Eu não quis acreditar.
Desconfiei do que sentia e enfrentei a mim mesmo.
Lutei contra meus próprios sinais,
neguei o que o coração gritava em silêncio.
Falhei com meus instintos — falhei porque resistir
nem sempre é força, às vezes é medo.
Então eu a conheci.
Ela não pediu passagem, não anunciou chegada.
Entrou como quem reconhece território,
como quem invade não por maldade,
mas por natureza.
Ela é a invasora de mim.
Devastadora porque desmonta minhas defesas,
sensual porque domina sem tocar,
senhora do caos que eu fingia controlar.
Sou refém não por fraqueza,
mas porque há encontros que desarmam a alma
e nos colocam diante da verdade nua:
há quem chegue para ficar,
mesmo quando tudo em nós dizia que não.
Eu nunca te disse.
E talvez nunca diga.
Há sentimentos que não nasceram para o mundo,
apenas para o silêncio seguro do peito.
O nosso romance nunca teve datas,
não teve promessas,
não teve mãos dadas em público
nem futuros desenhados em voz alta.
Mas teve tudo aquilo que importa
quando ninguém está olhando.
Eu te amei em pensamentos.
Te cuidei em silêncio.
Te desejei com respeito
e te guardei como quem guarda algo sagrado.
Enquanto o mundo seguia,
eu te carregava comigo —
nas músicas que doíam bonito,
nos olhares que demoravam um segundo a mais,
nas palavras que eu nunca tive coragem de dizer.
Talvez você nunca saiba,
mas houve alguém que te escolheu todos os dias
sem nunca poder te escolher de verdade.
Alguém que te amou sem tocar,
que te quis sem pedir,
que te deixou ir…
mesmo querendo ficar.
Esse amor não pede nada.
Não cobra, não invade, não prende.
Ele apenas existe —
como um segredo a sete chaves
que o coração insiste em proteger.
E se um dia, sem motivo aparente,
você sentir um aperto doce no peito,
uma saudade sem lembrança,
ou um carinho que parece vir do nada…
talvez seja só esse amor aqui,
quieto, eterno,
te lembrando que você foi —
e sempre será —
inesquecível.
Eu nunca soube exatamente o nome do que senti.
Talvez porque alguns sentimentos não gostam de rótulos.
Eles apenas existem…
e ocupam um espaço silencioso dentro da gente.
O que eu guardo em mim é que todo esse sentimento
nunca precisou ser real para ser verdadeiro.
Não foi romance assumido,
mas também nunca foi apenas amizade comum.
Era algo no meio —
um cuidado maior,
uma presença constante,
um afeto que não pedia explicação.
Eu me importei com você de um jeito que não se ensina.
Te pensei nos detalhes pequenos,
te desejei felicidade mesmo quando isso não me incluía,
te protegi em pensamentos
como quem protege algo precioso demais para expor.
Talvez você nunca tenha percebido,
mas houve alguém que te escolheu no silêncio.
Que se preocupou mais do que demonstrou.
Que sentiu ciúmes sem ter direito.
Que ficou…
mesmo quando a lógica dizia para ir.
Não sei dizer se isso era amor
ou apenas uma amizade tão profunda
que parecia ultrapassar os limites do nome.
Só sei que doeu bonito.
E que ficou.
Se um dia você se perguntar
por que certas pessoas marcam a nossa vida
sem nunca terem sido “algo”,
talvez seja isso.
Laços que não se definem,
mas que nunca se desfazem.
E se ao ler isso
seu coração apertar de leve,
como se alguém estivesse falando de você…
talvez seja porque, em algum momento,
você também foi tudo
para alguém que nunca te pediu nada.
Eu não perdi a fé.
Eu perdi a paciência com sistemas que exigem que eu me diminua para existir.
Durante muito tempo achei que meu conflito era espiritual. Depois entendi que era ético. E, mais tarde, estrutural. Meu problema nunca foi Jesus — foi o que fizeram dele.
Eu não consigo aceitar um cristianismo que transforma sofrimento em virtude, culpa em pedagogia e obediência em salvação. Não consigo entrar numa igreja e ver um corpo torturado pendurado na cruz como se aquilo fosse a imagem máxima do amor. Já sofri o suficiente. Não preciso venerar dor para aprender nada sobre a vida.
Vejo Jesus como um homem ético, valoroso, radical na sua forma de existir. Mas não sei — e talvez nunca saibamos — quem ele foi de fato. O que temos são textos escritos décadas depois, atravessados por interesses, disputas e necessidades teológicas. A Bíblia não é mentira; é parcial. E toda leitura honesta começa reconhecendo isso.
Questiono os milagres, a ressurreição, a ideia de “filho único de Deus”. Se todos não somos filhos, então a ética já nasce hierárquica. E eu desconfio profundamente de hierarquias — sobretudo das que se dizem sagradas.
A lógica do sacrifício me repugna. A ideia de que alguém precisava morrer para redimir outros normaliza a violência e santifica o sofrimento. Quando sofrer vira caminho espiritual, alguém sempre lucra com a dor alheia. Historicamente, isso custou vidas demais: santos, hereges, mulheres, povos inteiros queimados em nome de uma verdade absoluta.
Se o cristianismo não tivesse virado instituição, talvez menos gente tivesse morrido. O problema não foi a fé — foi a certeza organizada, a moral transformada em poder, a ética convertida em doutrina obrigatória. Quando Paulo transforma um modo de vida em sistema universal, nasce também a infraestrutura do controle.
Eu vivi isso de perto. Participei de um grupo espiritual hierárquico, cheio de regras morais e títulos vazios. Vi pessoas competentes serem diminuídas enquanto figuras no topo eram blindadas. Vi pequenos comportamentos virarem pecado enquanto desvios financeiros eram espiritualizados. Vi exploração financeira travestida de ritual. E quando eu consegui nomear isso — exploração — acabou. Não dá para desver.
Aprendi que, em sistemas assim, o valor não vem do que você é, mas do quanto você se submete. Não se mede ética; mede-se adesão. E quando o sagrado começa a exigir dinheiro, silêncio e obediência como prova de elevação, ele já virou negócio.
Também não suporto o cristianismo do grito, do espetáculo emocional, do testemunho que transforma Deus em corretor imobiliário. “Rezei e ganhei um carro”, “orei e recebi uma casa”. Esse Deus é milionário — e seletivo. Para uns, bens. Para outros, silêncio. Para muitos, culpa.
Minha ética não suporta isso. Não acredito num Deus que recompensa privilégio e chama exclusão de mistério. Não acredito em perdão obrigatório que protege canalhas e regula quem já foi ferido demais. Perdão sem responsabilização não é virtude; é licença.
Hoje eu sei: pensar assim tem custo. Perdi pertencimentos. Fiquei fora. Virei a pessoa que observa em vez de ajoelhar. Mas não perdi a mim mesma. Aprendi a impor limites, a dizer “isso não diz nada para mim”, a não desaparecer para manter harmonia.
Se isso me coloca fora do cristianismo tradicional, que seja. Prefiro uma ética sem joelho no chão a uma fé que exige autoapagamento. Prefiro não saber certezas confortáveis a aceitar mentiras que me adoecem.
Não escrevo para convencer.
Escrevo para não me trair.
Se existe alguma espiritualidade possível para mim, ela não passa pela sacralização da dor, nem pela hierarquia, nem pelo medo. Passa pela dignidade. E isso, eu não negocio.
