Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
O que escrevo nos meus pensamentos, às vezes são só conjecturas, pois, não tenho uma convicção concreta, por ser leigo em algumas coisas. Entrando com este raciocínio, posso escrever o que penso, se não prejudicar a terceiros, então está tudo certo.
PENSAMENTO: penso que nascemos, com quase tudo que há em nós, já vem congênito.
(Fortaleza/Ce., 10/04/2025)
Creio eu, lógico que não tenho certeza, que tudo que há no Planeta Terra serviu, serve ou servirá para outra(s) coisa(s), ou seja, na Terra não há nada em vão. Será que estou certo em pensar assim? Avisando que não sou o dono da verdade e nem o dono da razão. Respeito todas as opiniões, inclusive as contrárias das minhas.
[Fortaleza/Ce., 12/04/2025]
Não tenho medo do medo
Pois foi por medo de ser
Que eu não pude te ter
Mas quando perdi o medo
Prevaleceu o enredo
Que tinha de acontecer
Se não consigo esquecer
Por que ter medo de dor
Pois quando perdi o medo
Prevaleceu o amor.
O ancião merece respeito, não pelos cabelos brancos ou pela idade, mas pelas tarefas e empenhos, trabalhos e suores do caminho já percorrido na vida.
O combate que travam em cada indivíduo o fanático e o impostor faz com que não saibamos nunca a quem nos dirigir.
O que o lirismo ocidental exalta não é o prazer dos sentidos, nem a paz fecunda do casal. Não é o amor satisfeito mas sim a paixão do amor. E paixão significa sofrimento.
Não adianta discutir com o inevitável. O único argumento disponível contra o vento de leste é vestir o sobretudo.
Os maus, não querendo reconhecer-se por autores do mal que praticam, atribuem ao destino, à sua estrela, os desgarramentos das suas paixões.
Não penses que a sabedoria é feita do que se acumulou. Porque ela é feita apenas do que resta depois do que se deitou fora.
Há uma espécie de reciprocidade entre a necessidade e o objecto que a satisfará. Não penso em beber; mas este copo ao meu alcance dá-me sede. Tenho sede e imagino o copo de água delicioso.
É uma grande tolice o «conhece-te a ti mesmo» da filosofia grega. Não conheceremos nunca nem a nós nem aos outros. Mas não se trata disso. Criar o mundo é menos impossível do que explicá-lo.
