Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Em um país miscigenado é inapropriado falar de "apropriação cultural", pois somos herdeiros de todos os povos que nos formaram!
E ademais o destino da humanidade é se miscigenar e mesclar culturas, hábitos saudáveis de cada povo, isto é parte do desenvolvimento e evolução da sociedade humana, a troca e a partilha de semelhanças, de ritos, mitos e histórias compartilhadas... A troca de histórias ritos e mitos...
Enfim, façam o que quiserem criando mais drama, mais preconceito e mais guerras, e especialmente sendo hipócritas. Mas um dia a verdade despertará e será inegável!
O dia que você aprender a dizer estas frases com calma, sorriso e clareza você vai ser muito feliz e saudável:
Assim eu não quero;
Assim eu não gosto;
Não faça isso comigo;
Desse jeito não me faz bem;
Não vou com você desta vez;
Nestes termos ou neste tom eu não converso;
Não vamos fazer o "trabalhinho" juntos desta vez;
Hoje não;
Talvez amanhã;
Não posso;
Domingo a noite não é dia de resolver isto;
Não fale isto pra mim;
Não fale desta forma;
Não fale de mim sem provas;
E por aí vai...
"Se vierem me procurar, me faz um favor?
Diz que fui ali viver... e já volto.
É isso mesmo.
Diz que fui perdendo o medo da vida. Cansei de complicar.
Os mistérios vou deixando de lado e aprendendo a aproveitar as coisas simples, aquelas que antes eu deixava passar despercebidas.
Passo a passo.
Um dia depois do outro. É assim que tenho vivido.
O que eu quero encontrar, eu procuro.
E, se não encontro, tudo bem.
Continuo vivendo.
Esperanças? Aprendi a viver sem elas. O hoje tem me ocupado demais para que eu passe a vida esperando pelo amanhã.
E, afinal, quem garante que ele vem?
Melhor deixar que chegue quando for a hora.
Desculpe, mas escolhi viver assim. E vou vivendo.
Sonhando com a minha realidade, em vez de passar a vida tentando realizar sonhos que me afastem dela.
Se continuarem me procurando, diz que só apareçam se quiserem viver da mesma forma.
Que não venham atrapalhar a minha paz.
Diz que fui tomar banho de chuva. Ou rolar morro abaixo na grama e morrer de rir.
Se insistirem em me procurar, diz que depois de tudo, prefiro prender a respiração no conforto de um abraço.
Quero viver cada estação do jeito que ela vier.
Hoje não consulto mais meu horóscopo nem a previsão do tempo.
Já deixei que eles interferissem demais nas minhas decisões.
Quando, na verdade... quem estava errado eram eles. Não eu.
Se mesmo assim, ainda vierem me procurar, me faz mais um favor?
Diz que estou ocupada demais vivendo a minha vida para continuar tentando decifrá-la e fazendo os momentos valerem a pena.
Quando a gente conhece todos os caminhos que levam ao fim do jogo, ele perde a graça.
Prefiro transformar a felicidade de agora em algo real.
Aos poucos compreendi que a vida não cabe num roteiro.
E que nem tudo precisa ser entendido para ser vivido.
Se vierem me procurar...
Diz que estou por aí. Vivendo.
E que não tentem me parar.
Nem me convencer a voltar antes da hora.
Diz que fui ali viver... e que volto, sim. Mas nunca volto igual. Volto sempre um pouco diferente. Mais leve em algumas partes, mais forte em outras.
Se não me acharem, não digam que sumi. Digam apenas que cansei de esperar a vida acontecer com hora marcada.
Se eu voltar, conto como foi. Se não voltar... é porque a vida do lado de fora era bonita demais para ser interrompida."
(S.H.M)
"A vida, em algum momento, recolhe o que veio emprestado.
Um foi embora entre o almoço e o jantar; outro, sem se despedir. Outro avisou, arrumou as coisas, esperou o dia certo.
Alguns partem em paz; outros atravessam dores que nunca compreenderemos.
Existem pessoas que partem levando um pedaço de nós.
O que fica não é apenas a saudade.
É um espaço estranho no peito. Uma ausência branca que, de vez em quando, ainda faz eco.
Existem partidas que rasgam. Outras apenas despertam lembranças.
Silêncios adormecidos.
E, por mais que tentemos, nunca sabemos exatamente como lidar com isso. Porque somos humanos.
E somos limite.
Não entendemos o porquê de certas ausências. Não compreendemos nem a nós mesmos, quem dirá a lógica do universo, do início e do fim da vida.
Nunca saímos ilesos. Choramos não apenas por quem partiu, mas por quem ficou tentando juntar os próprios cacos: pelas mães, pelos filhos, pelas promessas que ficaram pelo caminho, pelas conversas interrompidas, pelos dias que imaginávamos viver ao lado de quem se foi.
As histórias não terminam quando queremos; terminam quando a vida decide. E tudo o que podemos fazer é continuar vivendo.
Mesmo sem compreender algumas perdas e sem respostas para quase todas as perguntas.
A dor nem sempre traz clareza, mas todo sofrimento invariavelmente nos transforma.
Saber perder é um aprendizado silencioso: é deixar ir o que não volta, mesmo com o coração apertado.
É como um banho de chuva fria que limpa, mas também faz tremer. Um adeus engasgado que, um dia, precisa ser dito, porque adeus também foi feito para ser dito, e dizer essa palavra dói como poucas coisas nesta vida.
Talvez a eternidade nunca tenha sido viver para sempre.
Quem sabe, ela sobreviva nas mãos que ainda amassam o pão do mesmo jeito, no abraço que repete um antigo afeto, no sorriso que herdou um traço de quem partiu."
(S.H.M.)
"Neide, 1955. Sabrina, 1979. Lavínia, 2014.
Uma, me deu a vida
A outra, me ressuscitou
Uma, eu escolhi
A outra, me escolheu
Uma, eu deixei noites a fio sem dormir
A outra, passei noites em claro ao seu lado
Uma, fez tudo o que podia por mim
A outra, faço tudo o que posso por ela
Uma, sou o fruto
A outra, sou raiz
O fruto nunca cai longe do pé!
O caule sustenta os galhos, as folhas...
Uma, dou trabalho desde que nasci
A outra, me faz trabalhar desde que nasceu
Uma, me deu muito mais que o carinho que recebeu
A outra, procuro dar mais carinho que recebi
Uma, me guia e me carrega há muitos anos
A outra, guio e carrego tem alguns anos
Uma, me ensinou que Deus existe
A outra, me provou a existência de Deus
Para a mais velha, sou resultado da bondade de Deus para com ela
A mais nova, para mim, é o resultado da misericórdia de Deus para comigo
Uma, me pegou no colo e me amamentou
A outra, peguei nos braços e através do meu peito, alimentei
Uma, aprendi a dar valor quando me tornei mãe
A outra, estou ensinando o valor que só uma mãe tem
Uma, demorei a entender
A outra, terei que entender se demorar a me valorizar também
Uma, custou a me aceitar como sou (nem sei se ainda conseguiu engolir que prefiro Raul Seixas que Pe. Zezinho…)
A outra, procurei aceitar como é desde que nasceu (confesso, que tô tentando digerir que prefere Ana Castela do que Pink Floyd…)
Uma, é o meu início
A outra, é a minha continuação
Neide, será eterna em mim. Lavínia, serei eterna nela.
Uma, me fez filha
A outra, me fez mãe
Viveria e morreria por uma
Morro e vivo pela outra
Cada uma delas é uma metade minha
E eu, sou a metade de cada uma delas
Uma eu amo e outra, amo também…"
(S.H.M)
Sacramento
Até que a última folha caia,
Até que a última meia se perca,
Até que a última xícara se quebre,
Até que a última fruta apodreça,
E até mesmo que a última vela se acenda;
Eu continuarei viva.
E se não for pedir demais,
peço que fique aqui comigo,
vivo dentro de mim.
As árvores são uma espécie em extinção nos centros urbanos quando existem, são subestimadas em seu valor e na sua contribuição ao bem estar das pessoas e do cotidiano social.
O sonhador quando se depara com a dor de um amor, esquece tudo que deslumbrou da vida, das alegrias, viagens e fantasias este mesmo esquece das juras de amor fazia em outrora dizia com alegria que tudo venceria!
O que se deve esperar de uma sociedade que prioriza a reabertura de shopping, mas esquece da educação?
Deus é um ser incrível tudo está em seu querer, ele atua em duas dimensões a objetiva em um caminho reto e a permissiva onde existem curvas e dor, seja qual for a dimensão que optámos ele nos guia para seu amor!
