Eu Nao tenho Culpa de estar te Amando
Eu não chamo de violência quando é em autodefesa, eu chamo de inteligência.
Eu não sou pergunta nem exclamação. Não sou perfeição, nem feia nem bonita, nem exceção.Tenho idéias demais, disposição de menos e um bloco de notas em branco.Não tenho estilo próprio e admiro pessoas que pintam o cabelo de azul sem receio.Não gosto de pessoas que reclamam de tudo e que só usam a palavra ‘não’.Acredite,o vocabulário se torna bem mais extenso por se conhecer o ‘sim’.Me faço de vítima, de intelectual , de psicóloga.E quando me perguntam se estou triste digo que não, estou cansada. Eu gosto de silêncio de dentro e as vezes de fora.Eu quero mais emoção, mais açúcar , menos preocupação.Quero viajar menos dentro de mim e ver tudo que está lá fora.Quero sucesso com todos os ‘s’ e uma casa branca no alto de uma montanha verde com um mar azul em frente e um conversível vermelho na garagem.Quero cabeça branca e vida colorida.Na rua eu ando depressa mas no fundo eu sou só preguiça.Adoro dar presentes, vivo dando fora, as vezes perco a hora mas sei que um dia eu chego lá. Dizem que sou doce, que sou estressada, que tenho papo cabeça , que sou engraçada,que sou um tédio, que eu sou demais e até que eu não existo.O que eu sei sobre mim é quase nada.Tenho uma manchinha na perna, não sou boa em matemática, digo que sei cozinhar mas é rolo, só sei fazer bolo.E de caixinha.
Anormal - Crônicas da Vida
Eu hoje estou num estágio de loucura total, não estou escrevendo nada de mais, só lhes digo que no dicionário da minha vida não existe a palavra normal. É impossível usá-la. Para falar a verdade devo dizer que essa palavra nunca deveria ter existido, não pras pessoas. Só um louco inventaria algo assim!
Eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências.
Eu nem puxo mais assunto, mesmo que o teu silêncio me machuque. Prefiro assim, não corro o risco de ser ignorado.
O que eu realmente quero que você saiba é que não importa o tempo que passe, o que aconteça ou o que a vida nos ensine. Não interessa quem somos ou quem vamos nos tornar. O que vale é o que carregamos dentro de nós. E você, guarde isso na memória para todo o sempre, eu te carrego junto comigo todos os dias.
— Não é quem eu sou por dentro e sim, o que eu faço é que me define.
— Nós caímos para aprendermos a nos levantar!
Você me mostrou algo que eu não podia ver. Você abriu meus olhos e me fez acreditar.
Me prove que amor existe, não me faça desistir ou desacreditar. Porque quando eu canso, descanso e não levanto!
Eu não acredito em caridade, eu acredito em solidariedade. Caridade é tão vertical: vai de cima pra baixo. Solidariedade é horizontal: respeita a outra pessoa e aprende com o outro. A maioria de nós tem muito o que aprender com as outras pessoas.
Errei algumas centenas de vezes enquanto procurava algo que eu sabia que não encontraria onde estava procurando, nem mesmo ao certo sabia o que era esse ‘algo’. Porém, no pensamento cínico do ato, ás vezes parece a decisão mais forte. Mais forte? Sim! Certa? Não. Mania patética de procurar sensação de poder. Poder... perdi tanta coisa pelo desejo de senti-lo que nem acho outra justificativa pra minha extensa lista de erros. Por um tempo acreditei que devíamos fazer tudo que queríamos no momento, que isso era “viver”, mas hoje sei, que antes de fazermos qualquer coisa, devemos pensar: “O que eu quero?”, o prazer momentâneo ou a verdadeira felicidade? Felicidade é prazer momentâneo? Não. Não é. Meu prazer momentâneo é sempre o poder. Minha felicidade eu perdi por não saber do que hoje eu sei.
Eu queria te contar que não dói mais. Só que agora não importa tanto o que você vai pensar sobre isso. Queria que você soubesse que já vi nossos filmes milhares de vezes e nem chorei. Ok, chorei. Mas pelo filme, e não por você. Queria que você soubesse que tirei a poeira das nossas músicas, e que as ouço quase todos os dias. Porque elas me faziam mais falta do que você fez.
