Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce
Quem me vê assim tão livre não imagina o quão pesado foi para eu me libertar. Hoje em dia eu não me permito ficar presa em gaiolas, aprendi a usar minhas asas e entendi que nasci pra voar.
Shakespeare escreveu mesmo não sabendo para aonde estamos indo o que importa é caminhar , eu chamo isso de uma busca sem sentido pela vida , e mesmo amando esse poeta confesso e creio que ele foi infeliz , pois sim temos que ter foco e saber para onde estamos indo e ultrapassar os desafios , e considerando o fato que a vida e o destino não irão facilitar , em suma ao lêr as palavras de SHAKESPEARE , eu defino apenas como um poeta frustrado, que expressou bem em palavras como andar sem sentido em buscas vãs e infelizes pela vida .
Eu nunca fui eu mesma
Não sei o porquê, mas atualmente sinto que cada vez mais eu me torno uma escrava da minha própria mente como se não pudesse controlar o que penso e o que sinto, como se eu não fosse eu mesma, mas só uma coletiva de pensamentos e consciência, como se não houvesse um eu. Descartes dizia “penso logo existo” e talvez ele esteja certo ao afirmar que a dúvida é o fator que prova nossa existência, mas talvez a dúvida seja a nossa existência em si, sei que não faz muito sentido, e considerando que estou escrevendo por puro impulso, provavelmente não faz mesmo.
A solidão fez com que eu me convencesse de que era tudo um sonho e, justamente por isso, eu não queria acordar.
Eu não gosto de pensar no meu futuro, eu gosto de pensar no futuro de uma Íris diferente, uma Íris bem sucedida e que se sacrifica, e não importa o quanto eu tente eu não chego aos pés dessa Íris do futuro. Atualmente eu me sinto como minha própria sombra, me sinto presa um ideal que eu mesma criei, sinto que nunca vou alcançar as expectativas que os outros tem de mim, eu perdi a esperança nisso tudo, eu estou vivendo simplesmente por viver, sem nenhuma motivação ou sem nenhum motivo em particular.
Sigo na luta para conquistar meus sonhos. Eu escuto muitos nãos, muitos não foi dessa vez, mas sei que alguma hora eu vou conseguir. O que importa é persistir e nunca desistir.
Sua voz: Outro "lugar" aonde encontro uma paz absurda!!! Não faz ideia o quanto eu amo te escutar falando qualquer coisa. Sua voz é meiga, delicada, muito suave e também é muito interpretativa. Como seus olhos, eu consigo entender um pouco de seus sentimentos no momento que você fala, pra mim é aonde eu mais consigo te entender, tanto como com o que você quer falar quanto o sentimento que você está tentando passar, mesmo que inconscientemente você faz isso, mas é algo que eu realmente amo em você! É um dos seus detalhes mais belos!!!
Reciclando Retalhos em Meu Eu Descartável
Nosso inconcreto se concretizou,
Não se encaixando em qualquer definição,
Avançamos a etapa da distração,
Tapando os furos e as gafes,
Transpondo muros de pedra sabão.
Reciclando Retalhos,
Empilhando cascalhos,
Fragmento sou, em meu eu descartável.
Resíduos da sua fragrância,
Fragmentos da minha lembrança.
Todavia não fracassamos,
Deveras enfraquecidos estamos.
Provavelmente nos recuperamos,
Ou recuperaremos as bobeiras que escaparão,
Diálogos longos, bobos parágrafos sem significação.
Reciclando Retalhos,
Empilhando cascalhos,
Fragmento sou, em meu eu descartável.
O sabonete que era seu desgastou,
A avelã que me deu estragou,
O estoque de aveia esgotou,
O banquete pra dois esfriou.
A aliança na gaveta
E o álbum guardado.
Ela está satisfeita,
Me vou conformado,
Reciclando retalhos
Em meu eu descartável.
Quando eu parar de aprender é porque comecei a morrer. A má notícia é que isso não acontecerá tão cedo.
Às vezes acho que a vida foi desperdiçada em mim. Não é que eu não reconheça a beleza das coisas. Eu levo as coisas bonitas a sério e aí elas ferram com meu coração até que eu quase morra disso.
Eu não me importo com o que as pessoas fazem, desde que elas não façam isso nas ruas e assustem os cavalos.
Eu sempre passava por ali, muitas vezes não o enxergava mas ele quase sempre estava ali... Nos quase não enxergamos as pessoas que estão na rua, como todos que passavam por ali e vêem apenas sombras... Das tuas mãos saiam pensamentos, de tuas mãos sairam sentimentos... Das tuas mãos saíram poesias. Eu não via, você não via, ninguém via, todos estávamos cegos, não enxergavamos, ele quase sempre estava ali, ele se misturava as paisagens das calçadas e virava sombra ao nossos olhos, eu posso garantir que ele estava ali, ele chamou por mim... Ohh brasileiro!! Eu olhei e somente escutei o som do violino... outro dia ele gritou novamente... eu ouvi senti que era um coitado, mas talvez eu que eu era o mais coitado, que não exergava, que não lia, que somente sabia transformar à sensibilidade em moedas, fingindo ser sensível, passava por ali na hora do almoço, no dilema dos assalariados, apenas dois sanduíches de 1 euro nas mãos, em silêncio ele me estendeu à mão me entregando um papel amassado, como retribuição dei-lhe um dos sanduíches, em um gesto de pouca sensibilidade que me restava, talvez pensando se apenas um pequeno sanduíche seria suficiente para o meu almoço... abro o papel amassado que me deu estava escrito um poema a mão, uma pequena frase, um sentimento, uma pergunta, algumas palavras, e um pouco de sensibilidade, eu só pensava o quanto barato eram os poemas, e tão misaraveis eram os poetas. Hoje sempre passo por ali, veem a sua poesia em minha mente, e lembro da minha ignorância, ele não está mais por ali, mas suas poesias estão jogadas ao vento, quantas belas poesias que viraram vento, talvez alguém encontre as palavras, aquelas que morreram dentro da nossa falta de sensibilidade, ele sempre estava por ali.
"Não sou muito fã de jogos apostados, mais de uma coisa eu sei, que o único jogo que ta em aposta é a minha vida, é o meu destino ainda mais nos locais onde convivo com pessoas diferentes do que eu imaginava serem melhores ".
Eu não tenho medo de viver a morte
Eu tenho medo de viver na morte
Uma vida tosca
Chapada e fosca
Sem sentido
A pedido, repedido
na aniquilação da essência
Que me solapa a digna existência
Eu não tenho medo de viver a morte
Eu tenho medo de viver na morte
Quero ser livre dos padrões
Das grandes e antigas paixões
Porque viver preso
Viver teso
Nesta louca rigidez
Me impede, me tortura, me rouba a fluidez
Eu não tenho medo de viver a morte,
Eu tenho medo de viver na morte
A morte de tudo, do sentido
Do vivido
Do extraordinário
Do que me é primário
Temível é este muro, tão duro
este lugar do silêncio escuro
Eu não tenho medo de viver a morte
Eu tenho medo de viver na morte
Que me apaga me judia
Me gira, me rodopia
Em um circular de padrões
Eterna armadura de tensões
“Faz o que te mandaram”
E eu segui o que me ensinaram
“Vai vai” me diziam
Aqueles que não sabiam
E hoje, meu amigo,
Eu não tenho medo de viver a morte
Eu tenho medo de viver na morte.
Lilian Scortegagna
Não posso esperar que os outros melhorem para que eu melhore. Se meu parâmetro for sempre os pecados dos outros, eu não sairei do lugar. Provavelmente o grande inimigo do crescimento humano seja a infeliz ideia de se justificar erros com outros erros.
“Na Bíblia está escrito que os loucos não errarão o caminho, eu já perdi meu juízo, estou aguardo você perder o seu.”
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