Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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⁠Não a julgo.
Se pudesse, eu também já tinha me deixado.

- Acreditei no que ouvi falar de mim
Não sou quem eles dizem que eu sou, não sou agora o que eu já fui um dia, não sei o que serei ,por que não quero saber de mais nada, só sei que quero ser alguém melhor
Quero me ter de volta quero ser Eu! Aquela eu que me roubaram. Que eu fingi ser por que diziam que não era !

Eu sou todo amor. Não como uma gota no oceano, mas como um oceano numa gota. Embora excessos sejam ruins, é mais válido a sobra do que a falta quando o assunto são sentimentos.

Não espero que os outros se importem. Eu mesmo nunca dei muita importância pra mim.

E tenho me preocupado com aqueles sorrisos. Sorrisos que dizem "eu não tô bem", mas abrem mão do diálogo, do questionamento. Pelo cansaço de responder as mesmas perguntas, ou por não ter tantas respostas. Por trás de cada um desses sorrisos vazios tem um pouco menos de cor, de vida, ou desejo de buscar coisas melhores. Estão simplesmente abrindo mão de tudo.

Perfeição não existe mas, eu acredito que a gente chega muito perto dela quando ama.

O viver não vivido

Amei-te sem conhecer-te
Querendo eu conhecer-te
O universo de mim escondia-te
Achegava-me e tu afastavas-te
Morria eu e tu vinhas, e ressuscitavas-me,

Amor não amado
Paixão consumada e não vivida
A dor era a dor da amada
Apaixonada, de volta não foi amada
O coração teve que congelar de amar.

Por mais que eu ore para obter uma resposta de Deus se ele silencia é porque ele não quer se revelar mesmo quando queremos conhecê-lo. Ele se manifestará caso queira revelar-se no tempo e na hora dele.
Não é sempre que Deus se revela mesmo quando a presença dele nos parece está em todos os lugares lindos!
Se ele não quiser se revelar nada nos fará o encontrá-lo.

Não há corrente mais pesada que a opinião alheia, e nenhuma delas me conduz, porque eu sou o leme das minhas próprias escolhas.






Marcilene Dumont

⁠Manifesto — Marcilene Dumont


Eu sou Marcilene Dumont.
Não fui moldada pela facilidade, mas refinada pela travessia.


Carrego nas entranhas a força que não se anuncia,
mas que sustenta, em silêncio, tudo aquilo que permanece de pé.


Não me curvo ao ruído do mundo desordenado.
Eu me alinho — e, por isso, me elevo acima.


Minha resiliência não é resistência bruta,
é inteligência emocional lapidada pela experiência.


Minha coragem não grita — ela decide.
E em cada decisão, eu honro a mulher que escolhi me tornar.


Eu não busco aprovação — eu sustento presença.
E é dessa presença que nasce o verdadeiro engajamento.


Porque aquilo que é autêntico não precisa convencer,
apenas se revela — e naturalmente conduz.


Minha vida é guiada por alinhamento, clareza e propósito.
E onde há propósito, não há dispersão — há direção.


Na mentoria, não entrego respostas prontas.
Eu ativo visões, elevo padrões e reposiciono destinos.


Eu não sigo caminhos comuns.
Eu crio espaços onde o extraordinário se torna inevitável.


Sou feita de profundidade, elegância e decisão.
E é por isso que permaneço acima — não por acaso, mas por essência.


Eu sou Marcilene Dumont.
E tudo em mim comunica força, direção

Na Alemanha, eu aprendi que a vida não se define pelos erros, mas pela forma como escolhemos nos reconstruir depois deles. Entre acertos silenciosos e recomeços discretos, descobri uma força que não se anuncia — se prova.


Ali, entendi que é possível levantar dos próprios escombros sem precisar esconder as quedas. Que recomeçar não exige ter tudo, mas ter decisão. Que firmeza não é dureza, é clareza de quem sabe onde pisa.


Aprendi a me posicionar, a sustentar minhas escolhas e, principalmente, a viver de um jeito que fala por si — não pela perfeição, mas pela coerência. Ser exemplo deixou de ser um ideal distante e passou a ser uma prática diária, construída nos detalhes, nas atitudes, na constância.


Essa foi a lição que ficou: não importa o ponto de partida, nem os desvios do caminho. Sempre existe a possibilidade de reescrever a própria história — com dignidade, consciência e verdade suficiente para que outros também encontrem direção.
Marcilene Dumont

Eu comecei a viver com mais leveza.
Não porque tudo ficou fácil,
Mas porque eu fiquei mais forte,
e isso transformou tudo.
⁠

Eu não atravessei apenas fronteiras, oceano, euatravessei silêncios e versões de mim
até encontrar a voz
que nunca precisou de tradução.

A fibromialgia não define quem eu sou, mas transformou a forma como aprendi a sobreviver.

Saudade do meu tempo de escola, onde eu era feliz e não sabia.⁠

Tu gostas de mim, tudo bem, eu também gosto de mim. Mas se tu não gostas de mim, sem problemas, o meu gosto em mim é mais do que suficiente.

Eu sou a minha melhor companhia. Se não for eu, então é Deus ou a minha mãe.

Eu não sou o Macaito e a minha mãe não é Maria. O meu nome completo é Paulo Macaia, sou filho de Paulo Macaia Poba e Alfonsina Buconzo Ngoio. Não me confundam com o Macaito ou qualquer outra pessoa.

Eu não sou o Paulo Macaia Buiti. O meu nome de registro no bilhete nacional apenas é Paulo Macaia e nada mais.

Não sou cópia. Não sou eco.
Sou Paulo Macaia:
Na dor eu não fugi, na tristeza eu não calei, na solidão eu me achei.