Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

Cerca de 872653 frases e pensamentos: Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

⁠O que eu sou vem um pouco da minha essência e o que o Exército me ensinou a ser. Não consigo ser diferente.

⁠⁠Eu ser pequeno diante de Deus, não significa que eu seja pequeno diante das pessoas. Somente diante de Deus!

⁠Eu tô solto pelo mundo. Não me compara, eu não sou todo mundo.

Não é a facada nas costas que me entristece. O que me entristece é quando eu viro e vejo quem é que está com a faca na mão.

⁠Quando eu me afasto, não é pra dar lição em ninguém, porque quem aprendeu a lição fui eu.

Não temo críticas quando elas constroem. Agora, quando a intenção é me derrubar, eu não fico quieto, eu respondo.

Crítica construtiva eu respeito. Ataque disfarçado de crítica eu não aceito calado.

Eu aprendi que caráter sustenta o nome, não o contrário.

Não me julgue pelo que seus olhos fracos alcançam. Aparência é ilusão, e eu só mostro o que decido. Você vê a superfície; eu carrego profundidade. Sou feito de cicatrizes que não pedem aplauso, de batalhas travadas no silêncio e de uma fé que me mantém em pé quando tudo tenta me quebrar. Não sou perfeito — sou humano. E quem mede valor pelo espelho nunca vai entender que a verdadeira força mora na alma, não no rosto.

Eu não repito discurso, eu penso. E pensar, hoje, já é um ato de rebeldia.

Dizem que não se pode ver o próprio coração, mas eu estou vendo o meu agora mesmo!

Falaram que não se pode ver com os olhos o próprio coração, mas eu estou vendo ele agora mesmo!

Eu sigo vivendo


Todo mundo diz que já passou,
Que esse amor não era pra ser.
Mas eu ainda acordo pensando em você,
Tentando entender onde foi que eu errei.


Me pedem pra superar, mas não sabem como dói,
Tem ferida aberta que o tempo não fecha.
Eu sigo vivendo, mas você ainda é nós,
Superar você tá mais difícil do que parece.


Não foi falta de vontade, nem falta de tentar,
Foi excesso de sentimento sem lugar pra ficar.
Ficou saudade demais pra pouco final,
E um amor inteiro sem poder amar.


Me pedem pra superar, mas meu peito não vai,
Tem lembrança que insiste em ficar.
Eu tô indo, eu sei…
mas dói demais,
Porque superar você não é só deixar passar.

Eu te amo no tempo que não cobra, no passo calmo de quem cuida.
Um amor que não invade, aprende a permanecer.


Não te quero por medo do vazio, mas pela alegria de te ver livre. É afeto que não aperta,
é presença que respira contigo.


Se um dia teu sentir encontrar o meu, que seja por vontade, não por urgência. Se não for, sigo inteiro, porque amar também é saber soltar.


E quando o mundo cansar teu peito, que em mim exista silêncio e abrigo. Eu fico — não por posse ou promessa, mas porque te amar é onde sou verdadeiro.

⁠“Se eu tenho poder e não faço o suficiente, então
a culpa é minha.”

Caminhada


O chão não prometia facilidade,
ainda assim, eu fui.
Os pés cansaram cedo,
pediram pausa,
não rendição.


Parei à beira da estrada,
bebi água morna,
olhei pro nada
até o nada responder
com um canto manso.


A noite veio longa,
o sabiá insistia,
e o sertão, em silêncio,
seguia bonito
sem pedir prova.


Peguei o violão
e cantei com o passarinho.
Era amor queimando baixo,
chama viva
no meio do caminho.


Quando cheguei,
não havia aplauso —
havia braços.
Abracei minha família
e agradeci pela caminhada.

Ai de mim, se por um instante eu não acreditasse que os milagres acontecem primeiramente dentro de nós...
______________FranXimenes(autora)
22*10*15

Não sei se é noite ou tempestade,
se o chão queima ou se sou eu,
ou se o vento carrega minhas mãos,
incapazes de segurar o que foge.

Que eu não me perca
entre a brasa e a bruma,
entre o toque que destrói
e a mão que quer abençoar.

Surto


Eu sabia.
Eu sabia.
Mas o saber não segurou a porta
quando a mente resolveu sair correndo.


O surto não chega gritando,
ele chega convencido.
Diz que agora vai,
que dessa vez precisa falar,
que o silêncio já venceu vezes demais.


E eu assisto.
De dentro.
De fora.
De um lugar estranho
onde ainda existe consciência,
mas não existe freio.


Eu falo.
Eu exponho.
Eu rasgo o que eu mesma costurei com cuidado
em dias de lucidez emprestada.


É desesperador
morar num corpo que não obedece,
num pensamento que se auto-sabota
em tempo real.


É como se eu fosse
a câmera de segurança
de um assalto cometido por mim mesma.
Grava tudo.
Não impede nada.


Depois vem o cansaço.
Esse cansaço antigo,
que não é físico,
é ontológico.
Cansa existir dentro de uma mente
que sabe demais
e controla de menos.


Eu volto pra mim aos poucos,
como quem retorna de um incêndio
carregando o próprio nome chamuscado.
Ainda sou eu,
mas com cheiro de fumaça
e a vergonha silenciosa
de quem viu tudo pegar fogo
sem conseguir apagar.


O surto passa.
Eu fico.
Com a memória do estrago
e a pergunta que nunca cala:


— como é possível estar tão consciente
e ainda assim tão ausente de si?