Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Posso te dizer que não tenho um corpo bonito,nem cabelos bonitos,não sou uma menina perfeita,mais com certeza posso te afirmar que tenho carater e outros atributos pra te fazer feliz!

Impossivel! Ninguém é tão ocupado que: não possa dar bom dia, boa noite, boa tarde a alguem do seu convivio diario. Ninguém é tão ocupado que não possa responder uma mensagem, fazer uma simples ligação, bater um papo. Nigém é tão ocupado que não possa mandar um oi, ou dizer: cheguei estou bem,, cheguei.È sim, uma questão de prioridades, com os amigos, com a familia, com os parceiros/companheiros de vida.
Quando se quer se da um jeito, não inventando desculpas. É mais fácil dizer que não quer, do que iludir dizendo que quer muito, mas não conseguir ter tempo. Quem faz o tempo é a vontade e o interesse de cada um! Por vezes é preciso reciclar a desatenção do nosso convivio.

Se não se aproximar de ninguém, nunca vai ser traído e nunca vão te ferir.

(Kaworu)

Não hã nada mais emocionante do que a aventura de viver.

Já agi por impulso e me arrependi, já demorei pra tomar uma decisão e não a tomei.
Já perdi coisas por muito e por nada.
Agora sigo meu coração e ouço a razão.

Mantenha-me quente, acesa.


Não sirvo fria. Mas também não me mantenha morna, guardada para um momento oportuno, para um "quem sabe", um "talvez".


Ou me aqueça por inteiro e me prove quente, ou permita que eu esfrie.
Porque a mornidão é espera demais para quem nasceu intensidade. E eu não sirvo morna.

Não sei exatamente quando a transição se deu! Um dia acordei mulher, mas não me desfiz da menina
Carrego em mim toda sua intensidade
Às vezes me visto de dentro para fora e a doçura aflora como se o tempo não tivesse passado
A vida te permite essa sutileza, mesmo entre as rugas, vais encontrar a pureza sem perder a maturidade alcançada, pois o tempo não é nada, nos quem escolhemos como viver.

Dizem que todo homem apaixonado é um poeta, a diferença é que os poetas não precisam estar apaixonados para declararem suas paixões.

Sou pirata, mas não sou da sua laia e as minhas maldades não se definem pelo o meu olhar malicioso...
Se te posto para caminhar por entre prancha és agraciado por se equilibrar por entre minha vida...
No entanto os meus castigos são os meus pecados carnais que tanto enlouquecem as minhas vítimas para que não sintam desejos de escaparem de mim;

Um dia meu pai me disse
"Filho, não deixe isso escapar".
Ele me pegou em seus braços, e eu o ouvi dizer:

"Quando você crescer
Seu coração selvagem vai viver na juventude
Pense em mim se alguma vez você ficar com medo".

⁠Não é porque os homens promulgaram Leis que a Personalidade, a Liberdade, e a Propriedade existem. Pelo contrário, é porque a Personalidade, a Liberdade, e a Propriedade preexistem que os homens fazem Leis.

‎"...Se a história não me agrada, preciso aprender a reescrevê-la até que se torne parecida com a ideia que passa pelo meu coração. O roteiro só muda quando eu assumo a minha responsabilidade por ele e me trabalho para ser capaz de modificá-lo."

Se não conseguir de primeira, coma um pedaço de bolo.

O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo
O menino, a toupeira, a raposa e o cavalo. Rio de Janeiro: Sextante, 2020.

Não há sucesso permanente sem compromisso.

Talvez rejeição não seja a palavra mais apropriada, o caracol não rejeita o dedo que lhe toca, encolhe-se. Será a maneira que ele tem de rejeitar? Será. No entanto, você, à vista desarmada, não tem nada de caracol, às vezes penso que nos parecemos muito. Quem, você e eu? Não, eu e o caracol...

(O homem duplicado)

Não é o tempo nem a distância que dirão se vai dar certo. Somos nós mesmos ao tomarmos a decisão de lutar ou não por isso.

Amor proibido

Viver um amor proibido
É ter asas e não poder voar
É ter seu corpo e não poder tocar
É ter sua boca e não poder beijar
É ter amor e não poder te dar
É ter o paraíso e não poder te levar
É ter um sonho e não poder sonhar
É morrer e estar vivo
É viver e não ter um objetivo.

14 de junho de 2026


Há escolhas que o mundo não compreende porque foram feitas em silêncio.


Ninguém vê as conversas que tivemos com nós mesmos. Ninguém presencia as renúncias que acontecem longe dos olhos alheios. As pessoas enxergam apenas o resultado e, muitas vezes, o confundem com ausência, quando na verdade é presença.


Eu não me afastei daquilo que desejo.
Eu apenas aprendi a honrá-lo.
Porque existem encontros que não cabem na pressa. Existem entregas que não suportam superficialidades. E existe uma parte de mim que acredita que algumas experiências da vida carregam peso demais para serem vividas sem significado.


Talvez por isso eu tenha escolhido caminhar devagar.
Não por medo de sentir, mas porque sinto profundamente.


Não por falta de coragem, mas porque compreendi o valor daquilo que ofereço quando permito que alguém se aproxime.
O tempo me ensinou que afinidades não são raras. O que é raro é encontrar alguém disposto a permanecer depois que os encantos imediatos passam. Alguém interessado em conhecer os territórios que existem para além da aparência, para além das conveniências, para além das expectativas que costumamos projetar uns nos outros.


É isso que espero.
Não uma pessoa para ocupar espaços vazios.
Mas uma presença capaz de compartilhar espaços já preenchidos.


Alguém que compreenda que intimidade não começa quando as distâncias físicas desaparecem. Ela começa muito antes, quando duas pessoas deixam de se esconder atrás das versões que mostram ao mundo e se apresentam como realmente são.


Eu poderia viver muitas histórias.
Mas escolhi preservar a possibilidade de viver uma que faça sentido.


E essa escolha nunca significou ausência de desejo. Pelo contrário. Quanto mais consciente me tornei de quem sou, mais compreendi a profundidade dos meus anseios. Eles não desapareceram. Apenas deixaram de conduzir minhas decisões.


Hoje, aquilo que busco não pode ser medido pela intensidade de um instante, mas pela capacidade de sustentar o que vem depois dele.


Porque existem conexões que passam.
E existem conexões que transformam.
São essas que espero reconhecer quando chegarem.


E até lá, sigo cuidando daquilo que um dia pretendo entregar: minha verdade, minha inteireza e a capacidade de amar sem me abandonar no caminho.

Há tempos carrego uma espera.


Não uma espera vazia, dessas que apenas contam os dias. É uma espera que me transformou. Que me ensinou a olhar para dentro, a compreender meus desejos, meus limites e os propósitos que Deus foi revelando ao longo do caminho.
Durante esse tempo, aprendi que esperar não é ficar parada. É preparar o coração para aquilo que se deseja viver. É cuidar da alma enquanto o tempo faz o seu trabalho silencioso. É permanecer fiel ao que acredito, mesmo quando a saudade de algo que ainda não aconteceu insiste em visitar meus pensamentos.
Tenho anseios. Tenho sonhos. Tenho o desejo de construir uma história bonita, de encontrar alguém com quem eu possa compartilhar a vida, os silêncios, os risos, os desafios e as conquistas. Alguém que compreenda que o amor verdadeiro não se sustenta apenas no encanto dos encontros, mas na decisão diária de permanecer.
Também tenho desejos que habitam meu corpo e minha alma. Sou humana. Sinto. Espero. Mas aprendi a não permitir que a pressa seja maior que o propósito. Porque algumas promessas florescem melhor quando respeitamos o tempo necessário para que criem raízes profundas.


Por isso sigo.
Nem sempre com a mesma força. Nem sempre sem questionamentos. Mas sigo. Acreditando que aquilo que Deus prepara não chega para preencher vazios, mas para somar caminhos, fortalecer propósitos e multiplicar alegrias.
Enquanto esse dia não chega, continuo cultivando quem sou. Continuo aprendendo, amadurecendo e me tornando a mulher que desejo ser quando o encontro acontecer.


Porque a minha espera não é ausência.


É preparação.


E cada dia vivido com propósito me aproxima não apenas de alguém, mas da versão de mim mesma que estará pronta para viver, com verdade e inteireza, tudo aquilo que hoje entrego em oração. 🌷




24 de janeiro 2024

Quem olha e enxerga por dentro, reconhece.

Não porque sabe tudo sobre o outro, mas porque percebe aquilo que nem sempre é dito. Enxerga as marcas escondidas atrás dos sorrisos, os silêncios que carregam significados e as verdades que não cabem nas palavras.

Quem enxerga por dentro não se detém apenas na aparência das coisas. Vai além da superfície, atravessa as camadas que costumamos mostrar ao mundo e alcança aquilo que permanece quando todas as máscaras caem.

Talvez por isso o verdadeiro reconhecimento seja tão raro.

Porque reconhecer alguém não é apenas identificá-lo. É perceber sua essência. É enxergar a beleza que não se exibe, as dores que não se anunciam e a força que muitas vezes nem a própria pessoa sabe que possui.

E há algo ainda mais profundo nesse encontro.

Quem enxerga o outro com verdade acaba, inevitavelmente, encontrando a si mesmo pelo caminho. Porque cada alma reconhecida desperta um reflexo. Cada profundidade acolhida revela uma profundidade que também habita em nós.

Os olhares mais sensíveis carregam esse dom. Não apenas observam; compreendem. Não apenas percebem; acolhem.

E quando dois olhares capazes de enxergar por dentro se encontram, acontece algo raro: deixam de procurar explicações e passam apenas a reconhecer.

Como quem finalmente encontra, no olhar do outro, uma parte esquecida de si.