Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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Vocês cinco eram inseparáveis e esses sentimentos não desaparecem assim.

O Nosso pior inimigo não é aquele que odiamos, e sim o que nos odeia"

Quem não sabe perdoar, só sabe coisas pequenas.

Só querer não é poder, é preciso também comprometimento, atitude e perseverança.

A diferença entre o vencedor e o perdedor não é a força nem o conhecimento, mas, sim, a vontade de vencer.

O que não escrevi, calou-me.
O que não fiz, partiu-me.
O que não senti, doeu-se.
O que não vivi, morreu-se.
O que adiei, adeu-se.

Quando começámos, não tinhamos nem ideia de como nos chamavamos, mas sabiamos quais eram os nossos sonhos.

Mulheres são o que são, e não o que nós queremos que elas sejam. Por isso mulher são a razão e a fração, do que os homens mais desejam.

A amizade é a coisa mais difícil do mundo de se explicar. Não é uma coisa que se aprende na escola. Mas, se você não aprendeu o significado da amizade, na verdade você não aprendeu nada.

O que os olhos não veem a paranóia inventa.

Atraindo olhares


Atraindo olhares não é sobre ser vista, é sobre revelar o que muitos passam sem notar. É fazer o mundo pausar diante da sua arte — a sua terra, o seu povo, a sua história, a sua verdade. Cada imagem é um convite silencioso: chegar mais perto, sentir mais fundo, reconhecer-se nos detalhes que você eterniza. Porque fotografar, para você, é mais do que capturar a cena — é despertar memória, movimento e pertencimento em quem olha.

Já não compramos laranjas, compramos vitalidade, já não compramos um automóvel, compramos prestígio. (...) Com um dentifrício, por exemplo, adquirimos, não um mero antisséptico ou um produto de higiene, mas sim a libertação do medo de sermos sexualmente repulsivos. Com o vodka ou o whisky não adquirimos um veneno protoplásmico que, em pequenas doses, pode afetar o sistema nervoso de maneira psicologicamente valiosa; estamos adquirindo amizade e boa camaradagem... (...) Com o best-seller do mês adquirimos cultura, a inveja dos vizinhos menos ilustrados e a admiração dos que são intelectuais.

Preciso ter certeza que inventar nosso encontro sempre foi pura intuição, não mera loucura...

Sou como um livro. Há quem me interprete pela capa. Há quem leu e não gostou. Há quem não entende. Há quem leu e se apaixonou.

Jamais subestime minha inteligência, não sou apenas um rostinho bonito! Sou feita de amor, humildade e ótima personalidade! Carrego em minha bagagem uma capa protetora, chamada de sabedoria e muita fé.

Se não acredita no "amor a primeira vista", não zombe dos sonhos dos outros.

Devocional



Hoje, uma palavra na minha devocional me atravessou. Não como conforto imediato, mas como espelho. Ela trouxe à memória cenas de injustiças — aquelas que vemos acontecer entre pessoas, aquelas que nos atingem diretamente e até aquelas que apenas assistimos à distância. Cobranças excessivas, falácias disfarçadas de verdades, julgamentos lançados com facilidade. E quase sempre reagimos com indignação. Achamos absurdo. Injusto. Condenamos quem condena.


Mas, nesse movimento, algo me foi revelado: eu esqueço de olhar para a pessoa que mais me julga.


Sou eu.


Sou eu quem mais me cobra. Quem mais aponta meus erros. Quem revisita falhas antigas como se fossem sentenças eternas. Sou eu quem, em vez de reconhecer qualidades, insiste em enumerar defeitos. Quantas vezes fui carrasca de mim mesma? Quantas vezes fui juíza severa, algoz silenciosa, aplicando penas sem direito a defesa?


Eu não me deixo descansar. Não me concedo pausa. Não me permito respirar antes mesmo que qualquer ataque externo exista. Muitas vezes, o tribunal já está armado dentro de mim, e a sentença já foi proclamada antes que alguém diga qualquer coisa.


Carrego um dilema interno diário: julgo como erro aquilo que talvez seja apenas humanidade. Trato processos como fracassos. Transformo aprendizado em culpa. E vivo me antecipando à dor, como se isso me protegesse — quando, na verdade, só me cansa.


Essa reflexão não nasce para me absolver sem consciência, mas para me lembrar que justiça também começa no modo como me trato. Que misericórdia não é permissividade, é entendimento. E que talvez o maior ato de fé seja aprender a silenciar essa voz acusadora e permitir que a graça — inclusive sobre mim — tenha espaço para existir.


Hoje, mais do que apontar injustiças no mundo, eu escolho observar como tenho sido comigo. Porque, muitas vezes, a batalha mais dura não é contra os outros — é contra a forma como aprendi a olhar para mim mesma.


13 de Janeiro 2026

Há um julgamento acontecendo o tempo todo.
Não na praça, nem nos tribunais,
mas dentro.


Apontamos o dedo para o mundo
e, quando ninguém vê,
erguemos o martelo contra nós mesmos.
Condenamos erros, falhas, atrasos, silêncios,
como se fôssemos obrigados a acertar sempre.


Mas que sociedade se constrói
quando cada um aprende a ser
o próprio algoz?
Que mudança é possível
se a primeira relação consigo,
já nasce em guerra?


Talvez transformar o mundo
comece por um gesto quase invisível:
diminuir a dureza do julgamento interno,
reconhecer a humanidade no outro
porque ela foi, antes, reconhecida em si.


Mudar a si não é se absolver de tudo.
É aprender a julgar com consciência
e viver com mais responsabilidade
e menos crueldade.

Sou verde. amarelo, sou cor de rosa,
nao me venha com essa prosa.
Deixe as pessoas se amarem,
nao me venham com detalhes.
Homem com homem, mulher com mulher,
não se deve meter a colher.
O que importa é o coração,
não me venha com sermão.´
A única verdade é que eles
merecem a felicidade.
Já sofreram humilhações,
por muitas gerações.
Só querem ser amados
e por todos respeitados.
Apenas querem casar
e dos preconceitos se libertar!

Não desejo coisas complicadas nessa vida. Quero apenas a simplicidade dos sentimentos puros. Não procuro a beleza fútil e superficial. Aprecio o modesto, pequenos detalhes. Espero das pessoas apenas o que elas possam oferecer, sem culpa, sem obrigação. Somente o que vier do coração.