Eu Nao te Conheco mas me Apaixonei por Voce

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⁠Me olho no espelho e me vejo. Fico feliz e solto um sorriso. É que antes eu não me via.

Eu estou aqui,padecendo , chorando , morrendo e não consigo te pedir ajuda... Só consigo dizer "eu estou bem"e sorrir

"Também, já chega Vida! eu sei que eu tenho que ser forte, lutar, perssistir e não desistir. mas meu coração já não está mais aguentando tantas provas...
Da pra parar de testa tanto ele, se não daqui uns dias ele cansa de tanto resistir e para de vez. Ele vive me pedindo, para que eu cuide dele, dê carinho, atenção e amor, mas ta difícil quanto mais eu busco isso mais eu o machuco, o sufoco, e o divido. a única coisa que o acalma, é quando eu digo que vai passar, que logo, logo eu vou dar a paz,o carinho e o amor que ele tanto procura".

Estaria mentindo se não disse que está doendo agora, mas eu sei que um dia vai passar, e se não passar, vai diminuir e o que me deixa mais conformada que hoje é o meu coração que ta machucado e ferio, mas amanhã pode ser o seu.
#Um dia da caça e outro do caçador...hoje sou eu, amanhã pode ser você(assim espero)

"Se eu me importo com o que os outros irão dizer?
Não mesmo, se eles estão se importando tanto com a minha vida é porque a deles não está tendo Graça, aproveitem podem assistir a minha, mas sejam apenas espectadores...não levantem e tentem interferir na minha história, o maximo que eu posso permitir é que vocês assitam, mas dai a tentar inteferir, desculpe o palco já está reservado para o meu espetaculo,...
A porta é serventia da casa".

Não sofra antes da hora. É difícil, eu sei, mas se for para ser será, se não for, siga em frente.

Quase todos os dias eu tenho o novo motivo para não dormir.

Quem ama, está disposto a se ferir.. O amor verdadeiro, não cicatriza. E eu ainda sangro..

Eu sei que amor não enche barriga, mas dinheiro não enche coração.

⁠Cuidado para não sair da dança amor.
Sua indiferença é contagiosa, e eu sou vingativo com quem despreza meu coração, que assim como um passarinho, necessita de constante carinho, para nao apodrecer.

Eu gostei de mim e da vida como não gostava há muito tempo...

Meu passado era parte de mim e moldava quem eu era agora, mas não definia quem eu me tornaria. Não me controlava.

Jennifer L. Armentrout
O problema do para sempre. Rio de Janeiro: Record, 2017.

Eu nunca deixo mesmo claro o que eu tô sentindo. E fica parecendo que eu não sinto. Mas é incrivelmente triste quando desistem do meu mistério.

Enquanto eu tiver força, coragem e fé, eu não cansarei de lutar.

Eu vou embora na certeza de que não farei falta. De vez em quando eu olho pra trás pra ver se tem alguém pedindo pra eu voltar, mas nunca tem.

Vai ver, eu só esteja forçando sentir o que eu já não sinto mais, por medo de não mais sentir.

Eu te entendo... e quando não te entendo eu te aceito. E acima de todas as coisas eu te respeito.

Não espere que eu seja contida. Minhas emoções extravasam minhas bordas, borbulham na superfície, transbordam de mim.

Expresso o que me toca. Não me peça pra ser impassível. Sou feita de sentir. E meu sentir faz bagunça, sobe no palco, salta do peito.

Gosto de viver assim: des-me-di-da-men-te-a-pai-xo-na-da.

Quisera eu, ser feita de silêncios. Daqueles que restauram e espelham. Daqueles que traduzem. Tem muito barulho por aqui. Tem o riso solto, a alegria escancarada, a música alta. Tem a vontade de realizar e uma implicância danada com essa coisa de se bastar. Uma fé infantil no futuro.

Sou feliz e grata com a vida que tenho mas vivo seguindo o conselho de Fernando Pessoa: não acostumo com o que não me faz feliz e revolto-me quando julgo necessário.

Não sei fingir sentimentos. Não sei ensaiar simpatia. Ainda não aprendi a ignorar o que me ofende, me acomodar com o que incomoda, usar o silêncio como suposta superioridade e pseudo-atestado de controle.

Jamais conseguiria, vivo à flor da pele, obedeço o coração. Meu riso será indecente quando surgido, meu questionamento será inevitável quando provocado, meu choro, um convite: me conheça.

Me faça surpresas, me leve para ver o pôr do sol. Sou cativada por detalhes, uma encantada por pequenices. Me escreva qualquer frase que combine com o seu querer, apareça do nada e me presenteie com cheiros, com cores, com vinho, com móbiles e palavras.

Não é difícil me fazer sorrir.

Não me queira cética. Acredito em milagres, em intuições, em abraços e em declarações de amor. Desacreditar seria desistir, seria entristecer. E eu recuso todo e qualquer convite da tristeza. Alegria é o que me inspira. Emoção o que me traduz.

Acreditar é o que explica a minha vida.

Me faça convites, me conte uma história. Vamos deitar numa pedra e admirar o céu sem procurar saber da hora. Meu relógio pára numa prosa em boa companhia.

Espere de mim ideias, perguntas e também respostas. Respostas gentis, atenciosas, debochadas ou tortas. Tem opção para todos os gostos e reciprocidade para todos os gestos. Mas não espere de mim amarguras. Não confunda a minha receita. Tenho doses de doçura e pimenta para muitas porções, mas nunca cultivei o rancor.

Espere de mim o perdão, o pedido e o concedido. Sei reconhecer minhas falhas e acredito em qualquer um até mesmo depois que me prove o contrário. Sei dar segunda chance a quem merece, a quem faz valer a caminhada. E assumo todos os riscos. Prefiro assim do que me confortar com serás. Sou adepta do tentar e também do refazer.

Conte comigo, te dou meu ombro e minha sinceridade. Chegue mais perto, pegue na minha mão. Divido meus sonhos contigo, te empresto meus discos e meus livros. Me dê conselhos, me dê espaço. Repouso no teu colo e te conto a minha história. Tenho essa mania errante de me espalhar por aí.

Não tenho muita paciência, releve esse meu pesar. Não tenho vocação pra viver a conta-gotas. Me instigue mas não me provoque tanto. Me queira serena, quieta, satisfeita. Tenho febres elevadas, desejos insaciáveis, tenho coragens infinitas quando desafiada.

Tenho a mania de deixar o desaforo da porta pra fora. Sabe aquele texto da Martha Medeiros que diz: "Não grite comigo. Tenho o péssimo hábito de revidar"? Pois é. Se eu pudesse, estenderia a mão e diria a autora: bate aqui. Meu maior defeito talvez seja este. Minha defesa primeira.

Conte com a minha bondade, abrace o meu afeto mas não subestime a minha mansidão. Não apronte comigo contando com a minha suavidade. Ainda não aprendi com a sabedoria daqueles que deixam pra lá, não compactuo com aqueles que se contém corroendo por dentro. Nessas horas extravio a educação bonita que mamãe me deu e sigo concordando que respeito é pra quem tem.

Pareço vento e de repente eu seja mesmo. Mas veja, sou simples de se capturar. Meu parecer talvez seja este: eu simpatizo com os urgentes e me recolho na intensidade. Suplico a paciência e enlouqueço na espera. O talvez não me responde, o quase não me convence, o "não sei" me sufoca o peito e me arde toda.

Eu vivo é de quereres, insaciáveis e emergentes. Reciclo minhas coragens e não confiro a temperatura da água. Eu mergulho. Inteira. E descubro que sei nadar.

Hoje tá ventando bem, aí eu me peguei pensando uma parada...
Deus já fez a água sem sabor, não poderia ter feito o vento com odor?
Vento com perfume da marola...
O mundo vivendo numa eterna brisa...

Os patos perdem as penas, os peixes perdem as escamas, e eu perco tempo amando quem não me ama.