Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
É curioso pensar que hoje eu posso ler algo escrito por alguém que viveu dois séculos atrás e me reconhecer ali, como se aquela pessoa ainda respirasse no mesmo tempo que eu.
Há uma comunhão invisível entre quem escreve e quem lê, uma ponte que desafia a distância do tempo.
Escrever é, de certa forma, se eternizar no efêmero.
Variedade
No que eu creio! Primeiramente creio num facto que é uma realidade! Em cada igreja, há uma crença; cada igreja tem uma doutrina sobre a bíblia! Cada igreja tem uma doutrina sobre teologia; cada igreja interpreta a bíblia de uma maneira. Isto inclui todos os assuntos da Bíblia: Deus, Jesus Cristo, idolatria, escolas de escatologia, etc, etc. Cada igreja tem uma interpretação. Por isso existem milhares de igrejas e milhares de interpretações bíblicas. E não me falem de amor ao próximo, pois ninguém ama alguém. Pois se amasse, não se separariam uns dos outros, a ponto de se separarem e magoarem.
Só hoje tive consciência disto; Depois de me ter apercebido de doutrinas diversas sobre: trindade, unicismo e tanta escatologia. Confesso que depois de ouvir: Judeus messiânicos, negando a trindade. Afirmando que os Judeus messiânicos, são a verdadeira igreja, a igreja igual à primitiva, que o Apóstolo Paulo era judeu messiânico; que não reconhecia a divindade de Jesus Cristo. Confesso que fiquei paralisado. Depois ouvi debates entre pastores, unicistas e trinitarios. E ao longo dos anos tenho ouvido tanta diferença de doutrinas, que se fosse olhar a isso , já seria ateu. Mas não sou ateu, ainda!
Depois pensei! Mas quantas interpretações tem a Bíblia? Não é só uma! Ou mais do que uma? No que creio eu? Eu sou pós-tribulacionista, Pré-milenista, um pouco preterista, mais futurista. Ainda creio na trindade, divindade de Jesus Cristo, Jesus como criador de todas as coisas. Depois pensei afinal não são só os Russelistas, mórmons e outros a terem certas doutrinas! Os Evangélicos também, cada cabeça, cada doutrina! E eu também tenho as minhas doutrinas! Mas estarei eu certo? Então orei ao Senhor Jesus: Ajuda- me! Sim tu és o único que me podes ajudar!
Entre Ruínas e Recomeços
Uma vida feita de histórias ruins,
mas sem desistir — eu sigo até o fim.
Quebrar pra curar corpo, mente e alma,
no meio do caos, tentando achar calma.
Onde a história insiste em te destruir,
eu viro o jogo, escolho construir.
Cicatriz vira força, dor vira visão,
do fundo do poço eu faço direção.
Escritor Caio Vinícius Dos Santos Costa
O homem se adapta e vive!
Há lugares que eu nunca imaginei viver, mas quem vive lá ama.
Tudo é adaptação e suas raízes.
#bysissym
Eu já desmoronei em silêncio,
já me levantei cansada e tremendo.
Mas aprendi a ser muralha e flor,
vento e raiz.
Porque dentro de mim mora uma força
que não faz barulho,
mas que me reconstrói todas as vezes.
E sigo — bonita, quebrada, inteira.
Esta é a minha história, uma jornada de descobertas e crescimento.
Ao longo dos anos, eu aprendi que a vida é cheia de desafios e oportunidades, e que é importante nunca desistir de nossos sonhos.
" Uma Flor no meio do Obstáculos
“Hoje eu segurei nas mãos um sonho que começou em silêncio. ‘Gotinhas de Amor’ nasceu para acolher emoções, fortalecer vínculos e transformar rodas de conversa em espaços de escuta. Que essa obra seja instrumento de cuidado.”
Projeto Gotinhas de Amor
Rosana Figueira
“Nem toda criança consegue falar o que sente…
Mas toda criança mostra.
Eu transformei histórias reais em práticas pedagógicas para ajudar educadores a enxergar além do comportamento.
Esse é o projeto Gotinhas de Amor.”
A menina sonhadora
Eu era uma menina sonhadora.
Daquelas que acreditavam
que o amor era capaz de unir tudo.
Por amar demais minha família,
guardei meus próprios sonhos
na última gaveta do coração.
Sendo filha única,
fiz do cuidado minha missão.
Enquanto muitos corriam atrás da própria vida,
eu estendia as mãos
para segurar a dos meus pais.
Mas havia segredos...
Segredos antigos,
guardados pelo tempo e pelo silêncio.
Meus pais se casaram depois de dezoito anos,
e eu...
nem sequer fui convidada.
Conheci aquele dia
pelas fotografias.
Aos vinte e dois anos,
construí minha própria casa de boneca.
Casei, tive uma filha,
e acreditei que ali
morava a felicidade.
Então a vida virou a página.
Meu pai adoeceu.
Minha mãe carregava feridas
que nunca cicatrizaram.
E aquela menina,
agora mulher,
voltou para a casa onde nasceu,
com uma filha pela mão
e um filho crescendo no ventre.
Descobri também
que meu casamento estava desmoronando.
Era dor demais
para um único coração.
Perdi meu pai
quando meu menino tinha apenas um ano.
Depois veio a separação,
as discussões,
as ausências,
e o silêncio de um pai
que deixou de estar presente.
Aos trinta e seis anos,
eu era filha,
era mãe,
era pai,
era abrigo.
Enquanto enfrentava
a Síndrome do Pânico,
levantava todos os dias
como quem veste uma armadura invisível.
Criei dois tesouros:
uma menina
e um menino.
Cuidei da minha mãe,
forte e rígida,
mas também guerreira.
Aprendi que, às vezes,
a força nasce
quando ninguém mais pode nos sustentar.
Vieram críticas.
Poucas mãos estendidas.
Mesmo assim,
eu continuei.
Houve uma chance
de recomeçar no Sul.
Mas o amor pelos filhos
falou mais alto.
E eu fiquei.
Mais tarde,
conheci outro homem.
Sabia que ele não seria
a rocha firme dos meus sonhos.
Mas ambos carregávamos
nossas próprias tempestades.
Talvez não fosse amor perfeito...
Talvez fôssemos apenas
duas pessoas tentando sobreviver.
Os filhos cresceram.
Construíram suas histórias.
E eu...
perdi minha mãe para a COVID.
Perdi muito também
do que havia construído.
Ainda assim,
não perdi tudo.
Porque ninguém consegue arrancar
de uma sonhadora
a capacidade de sonhar.
Hoje,
eu não imploro mais por amor.
Aprendi que a paz
vale mais do que qualquer companhia.
Minha casa ficou silenciosa.
Meu coração,
mais reservado.
Mas existe uma diferença.
Antes,
eu sonhava pelos outros.
Hoje,
eu finalmente começo
a sonhar por mim.
E talvez...
esse seja o sonho
mais bonito de todos.
Eu deveria ter pensado bem antes de te deixar ir embora da minha vida.
Essa frase ecoa, fria e cortante, na escuridão da alma.
Atrás de mim, só resta o deserto da saudade infinita,
E o silêncio pesado de uma história agora póstuma e calamitosa.
Se eu soubesse que a ausência era esta dor que me devora,
Este vazio abissal que engole o ar e a esperança,
Teria amarrado o teu passo, implorado para que não fosses embora,
Teria trocado meu orgulho pela tua última e derradeira confiança.
Fui tolo, fui cego! Pensei que o amor era um rio manso
Que esperaria meu regresso, que jamais secaria a fonte.
Mas o rio levou-te, e o que resta é este corpo imenso
Navegando à deriva, sem velas, sem bússola, sem horizonte.
Oh, a ironia cruel do tempo que não volta e que me castiga!
Cada batida do meu peito é um martelo a cravar a verdade:
Eu te deixei ir, e agora a solidão é minha única amiga,
Uma amante fria vestida de eterna e lúgubre saudade.
Volta! Por favor, volta! Não importa que seja em sonho, em vulto, em bruma!
Pois este coração que te ofereço jaz quebrado, inútil, e sem luz.
Eu deveria ter pensado bem... E por não ter pensado, o meu mundo ruiu em suma.
E o meu castigo é viver para sempre à sombra da minha própria, terrível cruz.
Sinto muito pela dor que inspirou seu pedido. É uma emoção muito profunda.
