Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
A Mulher Samaritana
Ela foi apenas buscar água para matar sua sede como fazia todos os dias!
Ele estava a sua espera, Ele preparou o momento!
Ela era apenas mais uma improvável, com rótulos, estigmas e colecionadora de maridos!
Ele viu além da religião e dos preconceitos!
Ele um especialista em mudar destinos e dar destino na vida daqueles que ninguém vê nada!
Ele não mudaria somente uma vida, mais uma cidade (Samaria) inteira que vivia sobre forte preconceito!
Ela, a desprezada foi escolhida para essa missão!
Ela bebeu da água viva, e dela fluiu águas que alcançaram uma cidade!
Quando Jesus te encontra, Ele muda seu destino. Ele cura seus traumas, ressignifica sua dor e dá significado para sua vida!
Ele tem uma nova história para você!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O que singulariza os “chamados” dos “escolhidos” (Mt 22.14) é o processo. Apenas os escolhidos permaneceram resilientes diante dos desafios do processo.
Para muitos, o Natal é apenas uma data. Ledo engano, pois o Natal (nascimento de Cristo) é mais que uma data; foi um processo da gestação do Filho de Deus na vida daqueles que o recebem, iniciado por Deus a mais de dois mil anos atrás.
Cristo conquistou redenção eterna para TODOS, mas a sua aplicação se dá apenas mediante a FÉ. Embora haja suficiência de salvação, ela só é aplicada e experimentada por aquele que crê em Jesus.
Gente madura enxerga todas as circunstancias como Graça de Deus. Os olhos são apenas ilusões. Mas uma consciência transformada pela Graça de Deus tem a capacidade de enxergar e discernir tudo como o agir de Deus em favor dos Seus filhos e filhas.
Ao Homem de Deus são permitidas apenas duas companhias íntimas em sua alma: A do Espírito Santo e de sua Esposa.
O máximo que o evangelho coach alcança são os sentimentos, gerando apenas emoções. Já o Evangelho do Reino tem o poder de alcançar os corações, gerando transformações.
O calvinismo nunca foi e nunca será o Evangelho! O calvinismo é apenas uma construção filosófica e teológica humana.
Os Confessionalistas
A confessionalidade é apenas um modo esperto (desonestidade e proselitismo) de tratar como definitivo e canônico aquilo que não é definitivo, canônico e nem infalível.
Frequentemente escuto algumas criaturas nas redes sociais ou em alguns púlpitos arrotando: “eu sou presbiteriano confessional”, “eu sou luterano confessional”, “eu sou anglicano confessional”, como se eles fossem alguma casta de cristãos especiais (espécie de Illuminatis gospels) e todos os outros cristãos fossem uma espécie de casta inferior (dálites ou xudras).
Para os confessionalistas, seguir minuciosamente os documentos da sua instituição, letra por letra, é ser um cristão hiper-mega-power-salvo-sacro-santo. O que essa gente ainda não entendeu, é que ninguém dá a mínima para essa babaquice deles. Essa postura é apenas uma CONFISSÃO (trocadilho foi intencional hahaha) arrogante, que pressupõe a infalibilidade dos seus credos, tornando esses documentos em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas, o que é um absurdo!!!
A prova dessa aberração patética e arrogante, é que quase nenhum dos confessionalistas é humilde para reconhecer que esses documentos são produções humanas, e por isso em diversos pontos contem declarações erradas, obsoletas e algumas até absurdas, quando comparadas com a Bíblia e a ortodoxia. Outro ponto absurdo nessa postura, é que esses confessionalistas são quase todos indispostos a iniciativa de dialogar com outras tradições cristãs em busca de um vínculo de unidade. Afinal, para eles, apenas a sua tradição está correta.
Precisamos lembrar que existem várias tradições protestantes, que divergem em muitos pontos importantes, portanto, todas não podem estar corretas ao mesmo tempo. Essa postura irredutível e arrogante dos confessionalistas não faz sentido algum, como se o seu reformador (ídolo) particular fosse o único que conservou o Evangelho e a doutrina dos Apóstolos em sua forma mais pura.
Os documentos confessionais são importantes, mas são produções humanas; não canônicos; não estão em pé de igualdade com as Escrituras Sagradas e se contradizem em diversos pontos entre si.
Pense nisso e ótima semana!
No Verbo que se Fez carne e é o único Caminho, Verdade é Vida, Marcelo Rissma.
Saia dessa paranoia com a Árvore de Natal! Ela foi apenas uma ideia de Lutero para relembrar a noite do nascimento de Jesus.
Quem tem a Árvore da Vida
(Ap 2.7; Ap 22.14, Ap 22.18-19)no coração não se preocupa mais com qualquer outra árvore.
O futuro de glória prometido pela nova agenda global será apenas a repetição do passado obscuro repaginado com falsas promessas. São os mesmos ditadores do passado, maquiados de bons mocinhos.
A verdade é que a reforma protestante apenas melhorou a religião que já existia naqueles dias, mas não restaurou a fé bíblica que a Igreja Apostólica viveu até o 3° século antes de Constantino.
Todo Cristão precisa entender que a vida que vivemos nesse mundo caído é apenas uma sombra, um prelúdio da vida Eterna.
A morte física é apenas a última renúncia dos redimidos em um corpo marcado pelo pecado depois da queda. A morte física é a última jornada a ser percorrida para que cheguemos à plenitude de nova criatura.
(2º Cor 4.16)
Há apenas uma porta, uma ponte, uma escada, entre a terra e o céu: o Filho de Deus crucificado.
Cada pessoa tem apenas vinte e quatro horas por dia, e como passamos essas horas mostra o que é importante em nossas vidas. A questão que devemos nos perguntar é: estamos nos concentrando no que realmente importa?
A Cruz de Cristo
“A cruz foi apenas um instrumento de morte; porém, Aquele que morreu sobre ela é a Vida! A cruz não tem poder de salvação; porém, o Crucificado sim. A Cruz é apenas um cenário histórico do que aconteceu na eternidade passada; porém, O Cordeiro é o sacrifício eterno da salvação. Quando Paulo diz que só se gloriava na cruz, ele não nos aponta o madeiro, mas O Crucificado; pois O Cordeiro é ‘o mistério outrora oculto e agora revelado’, com todas as implicações da Graça em favor daqueles que creem. A cruz revela a maldade humana; porém, O Cordeiro revela o Amor de Deus pela humanidade caída.”
Marcelo Rissma
D. A. Carson disse com muita propriedade:
“O que você pensaria se uma mulher chegasse ao trabalho usando brincos que estampavam uma imagem da nuvem, em forma de cogumelo, da bomba atômica lançada sobre Hiroshima? O que você pensaria de uma igreja adornada com um afresco das inúmeras sepulturas em Auschwitz? Ambas as visões são grotescas. Não são intrinsecamente detestáveis, mas são chocantes por causa de suas poderosas associações culturais. O mesmo tipo de horror chocante estava associado com a cruz e a crucificação no século I. Sem a sanção explícita do próprio imperador, nenhum cidadão romano seria morto por crucificação. Ela estava reservada para os escravos, estrangeiros, bárbaros. Muitos achavam que esse não era um assunto que devia ser conversado entre pessoas educadas. À parte da tortura perversa infligida àqueles que eram executados por crucificação, as associações culturais traziam à mente imagens de maldade, corrupção e rejeição profunda. No entanto, hoje, cruzes adornam nossos prédios e timbres de cartas, embelezam bispos, resplandecem em lapelas, oscilam em brincos — e ninguém se escandaliza. Essa distância cultural do século I nos impede de sentir apropriadamente a ironia de 1º Coríntios 1.18: ‘A palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus’. Essa distância cultural precisa ser encurtada. Precisamos retornar sempre à cruz de Jesus Cristo, se temos de determinar a medida de nosso viver, serviço e ministério cristão.”
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
