Eu Errei me Perdoa Poesia
"Ah se eu pudesse voltar aquele tempo, sentir de novo aquele abraço, aquele cheiro de café, aquele olhar festivo, aquele sorriso tão presente e ouvir novamente aquela doce palavra... FILHA!"
Haredita Angel
16.11.25
Ano acabando...
Eu só quero dizer que
se ofendi alguém este ano...
Melhore!
Para no próximo eu
não precisar ofender de novo!
Feliz Ano Novo!
Haredita Angel
09.12.18
"Faz um aceno, e eu te dou todo esse amor
que tenho em mim e nunca dei a ninguém."
Haredita Angel
14.06.2004
"Ele falou que eu merecia coisa melhor,
eu também acho.
Mas, eu gostava mesmo daquela tranqueira."
(Racional X Emocional)
Haredita Angel
22.12.25
Essa noite eu sonhei que abria as gavetas da minha alma...
Na primeira havia Você;
Na segunda havia você;
E em todas as outras havia Você.
Mas, na última encontrei uma canetinha, velhinha tadinha...
Fui ver se ainda escrevia, e escreveu...
- Saudade de você!
Haredita Angel
20.12.25
"Foi tão depressa que tudo aconteceu...
Você foi e ficamos eu e a saudade,
que teima em me visitar nas noites de luar..."
Haredita Angel
19.01.19
A maior intimidade não é o corpo.
O corpo qualquer um alcança.
Intimidade é quando eu escuto
o que você nunca disse em voz alta.
Quando eu entendo teus silêncios
antes das tuas palavras.
É ficar.
Mesmo quando você se esconde.
É perceber teu medo disfarçado de riso,
tua força cansada de lutar sozinha,
e ainda assim… não ir embora.
A roupa cai fácil.
A máscara também.
Mas a alma…
só se entrega
a quem sustenta o peso dela.
E quando isso acontece,
não é barulho,
é presença.
Não é pressa,
é domínio tranquilo.
Isso não se encontra.
Se reconhece.
Metáfora expandida I
Um Sonho Distante
Eu tive um sonho distante.
Neste sonho, éramos muitos — porém, um só.
Um a cada capítulo, membros de um único livro.
Cada página à frente só podia enxergar as páginas de trás.
O título era o passado: um sonho distante.
O futuro, o capítulo final — e o fim da história.
Essa história tomava emprestadas referências de outros livros na mesma prateleira.
Mas a prateleira também nos rotulava.
E esses rótulos, ironicamente, eram o que nos prendia àqueles livros —
livros que estavam ao nosso lado,
também sonhando o mesmo sonho distante.
Mas conversávamos do logradouro de outra biblioteca.
Essa não falava nossa língua —
e, ainda assim, tinham dúvidas semelhantes às nossas.
O sonho de todo livro era ser mencionado,
e, quem sabe, ganhar sua própria saga e volume.
Mas para isso era preciso um ato raro:
libertar-se de si mesmo.
Contudo, sempre que um ousava mencionar outro,
vozes sussurravam ao redor:
— É um sonho distante.
Meu amor
Queria que você soubesse que, mesmo com a distância física que nos separa por agora, eu sinto a sua presença em cada detalhe da minha vida. Você é a minha âncora e o meu farol.
A sua chegada e o nosso amor não foram apenas um 'acontecimento' na minha história; eles foram o ponto de virada. Eu olho para quem eu era e para o homem que sou hoje, e a diferença é imensa. Você me transformou em uma versão de mim que eu nem sabia que era possível ser.
Você me ensinou a ter mais paciência onde eu era impulsivo.
Você me mostrou a paz que eu procurava na agitação.
E, mais importante, você despertou em mim uma força e uma segurança que me fazem encarar o mundo de cabeça erguida.
Obrigado, meu amor, por cada sorriso, cada palavra de apoio e até por cada saudade, pois ela só prova a profundidade da nossa conexão. O que temos é muito mais do que um relacionamento; é um presente diário de crescimento.
Você é o meu lar, não importa onde você esteja.
Te amo mais do que as palavras podem dizer, hoje e para todo o sempre.
Com todo o meu coração,
Eu devia ter pensado bem, antes de te deixar,
Com tua luz de prata e o sorriso que me fazia parar.
Eu devia ter medido o risco, contado as noites em claro,
Pois agora o amor é um fardo, um peso que se tornou caro.
Eras a promessa suave, a paz que a alma pedia,
Um porto seguro em brumas que a vida me oferecia.
Mas eu, na pressa cruel, na cegueira de um instante,
Afastei a tua mão quente, tornei-te um sonho distante.
Agora resta o silêncio, a frieza deste quarto,
Onde a tua ausência dança, num lúgubre esparto.
E a melancolia se aninha, qual sombra em dia cinzento,
Lembrando-me a cada suspiro, o meu maior tormento.
O drama é meu, só meu, esta culpa que me consome,
De ter trocado o teu abraço por um vazio sem nome.
Eu devia ter pensado bem, mas o fiz tarde demais;
E este amor, que podia ser céu, jaz em destroços e mais.
Se um dia eu não estiver mais presente, quero que leia este desabafo e sinta o quanto você foi importante. Você foi a melhor coisa que a vida me deu; com você, desbravei novos horizontes.
Seu sorriso é o meu amanhecer particular. Sua pele tem a leveza de uma pluma e seu beijo... ah, seu beijo é como doce, envolvente e viciante.
Minha gratidão por tudo o que vivemos é infinita. Mesmo que o destino nos separe fisicamente, saiba que você foi o meu melhor mundo. Obrigado por existir.
Oh, querida, você é a razão do meu viver, você é tudo que eu quero! Você me acalma como o som do mar. Mas, minha querida, tem dias que eu fico com medo de te perder. Será que realmente você me ama? Dê-me um motivo para eu não ir embora.
Meu amor,
Não há razão para temer a correnteza do nosso mar.
Se sou o som que te acalma,
Você é a âncora que me impede de navegar para longe.
Seu medo de me perder não é um fardo, é a prova exata do seu coração,
um espelho do meu próprio pavor secreto de não ser o suficiente para você.
Sim, eu te amo. E o motivo para você ficar
Eu sou um fruto do niilismo?
Um buraco de minhocas que ninguém sabe aonde vai dar?
Sabe-se apenas que transporta, mas pra qual tempo, pra qual lugar?
Só sei que, apesar de um tanto torta,
as ondulações do mar,
com toda a sua beleza e forma indefinida,
me confortam.
Porque dá pra ser disforme, enorme,
e, ainda assim, pacífico.
Mas por oposição ao que se espera,
é o alinhado que mais me intriga:
a reta que liga um ponto a outro,
a ideia linear de trajeto percorrido,
de coesão, de equilíbrio.
Então pergunto-me:
como é possível algo ou alguém se manter tão rígido?
Parece fino como linha,
a um sopro de embaraçar-se
em nós miúdos, quase irreversíveis.
E o que se mantém por muito ereto,
não tende ao declive?
Será que é tão ruim ser um abismo?
É obscuro, eu sei.
Mas cabe tudo, inclusive o nada.
Essa vastidão inspira grito que ecoa,
inenarrável
e um silêncio desconhecido,
interminável.
Não há régua que meça
a altura ou a dimensão.
E é nessa incerteza que se arrasta,
que nos tornamos
livres de toda crença,
de todo medo,
de toda razão,
inexoráveis apenas por existir.
Eu, penso assim:
DEUS não atrai ninguém pela dor,
mas pelo amor.
Pela dor, a pessoa se converte,
depois que a dor passa,
ela se afasta de DEUS.
Pelo amor , mesmo na dor,
ela permanece,
na sua fé em DEUS.
Você é igual a Flor
que eu vi num certo jardim.
A flor nasceu para ser admirada,
mas você minha amada,
nasceu para mim!
Eu não vou negar que homem chora,
porque as vezes eu choro,
de saudade,
da felicidade,
do seu colo!
