Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Às vezes, não se tem outra opção, só nos resta a vingança. Quando o vingador cai do céu, não haverá mais calamidade, pois, ela será exterminada. Alianças são necessárias, e quando não protegermos quem amamos, somos culpados pelo desencadeamento de mais calamidade.

Inserida por Kllawdessy

Mesmo com uma internet boa, essa tal Plataforma virtual cai e derruba tudo que já foi digitado, antes de salvar, pensei que a culpa era minha... !@#$%¨&*§ªº°... e faz a "média" errada. A educação não tem sorte nem em contratar um provedor de aplicativo que contemple as necessidades da eficiência. Alguém já disse que o barato sai caro.

Inserida por Kllawdessy

A ARMA DO SALVO

CONTO
Depois do baque do copo de alumínio no piso, a princípio, não soubera precisar de onde veio o barulho, mas a sua intuição dizia ser no plano inferior da residência.

A Irmã Maria abriu a porta do quarto bem devagar, acessou a sala, transpondo-a, em profundo escuro;
qualquer esbarrão poderia estragar o seu plano: pensava no que poderia acontecer se o Raul, seu esposo, acordasse, por certo daria com os “burros n’água”, principalmente se fosse uma visita indesejável àquelas horas.

Raul, de temperamento, não totalmente domado... Disse certa vez que:

“É um fato que meu facão corta ‘asas de mosquito’: de tão amolado; mas não é para fazer o mal a ninguém!” Dissera certa vez. Mas nesse quesito, a Irmã Maria não confiava nele, nem em suas armas.

No percurso que fez dentro de casa - para ver o que estava acontecendo - não acendeu as luzes de nenhum dos cômodos, em momento algum; para não “espantar a caça”: ela queria dá um fragrante. Porque desconfiava de ser alguém amigo do alheio.

Chegou sem tropeços à cozinha, abriu a porta cuidadosamente e sentiu o fino cheiro da noite, entremeado ao odor horrível da “erva- do- capeta”. O chá alucinógeno da vadiagem que, exalava naquele ambiente cristão o seu horrível odor.

Aquela santa casa de tanto respeito que até cheirava a Deus, agora, estava sendo impregnada, com cheiro do "cruz-credo”.

“Que coisa estranha é essa meu Pai?! Ai meu Jesus amado, cubra-me com o teu manto precioso!” Clamou em espírito.

Com um pouquinho da luminosidade da rede de iluminação pública, viu na penumbra, a silhueta escura de um homem, com cabeça e pescoço - o mais esticado possível-, introduzidos no espaço entreaberto da janela, olhando para um lado e para o outro;

O meliante, na expectativa de encontrar algo que fosse interessante para ele, tentava entrar naquele ambiente familiar de qualquer jeito, e assim, encerrar a sua longa e sofrida, jornada noturna; pois o dia já estava prestes a dar o ar da graça.

Por ocasião desse episódio, a Irmã Maria já servia verdadeiramente ao Senhor: havia se convertido ao cristianismo ainda na sua juventude. Sua decisão por Cristo aconteceu em Campos Belos, onde morou com seus pais - até se casar -, depois de ouvir uma genuína exposição das verdades Divina, ministrada por um evangelista na Igreja Assembléia de Deus local.

Passou pelas águas batismais e não parou mais de crescer na graça e no conhecimento da palavra de Deus, e nos trabalhos da igreja, era assídua e pontual com as obrigações religiosas e, no seu modo de vida, era um exemplo a ser seguido.

Falava calmamente e andava devagar, a visão ajudava pouco, porque a catarata, não lhe dava tréguas, naquela altura da vida. Já passava dos setenta anos de idade – e, foi nesse período de vida que se deu esse acontecimento -, mas ainda estava muito sóbria.

Com ela não tinha esse negócio de brabeza, nunca teve. Agitação, armas, violência, pra resolver os problemas, isso não.

“Entrego meus problemas pra Jesus, sempre. E em casos de urgência clamo por Ele e sou atendida.” Dizia.

Não conseguia ser deselegante, com ninguém, nem mesmo sendo esse alguém um marginal, que tentasse invadir o seu espaço, pra lhe subtrair algum pertence. "Um bom tratamento nunca é demais." Afirmava.

Com a paciência e sabedoria que Deus lhe deu, perguntou com voz macia - sem dureza:
- Ô moço, diz pra mim como é o seu nome?!
- Alexandre!

O tal ente, desprovido de coragem pra procurar um trabalho digno, parou de girar a cabeça e ficou inerte, contido, por um pouco de tempo.

Se fosse o Raul que estivesse lá... Ah, se fosse ele... No mínimo poria tudo a perder: e mofaria atrás das grades, por longos anos. Mas a cabeço do ladrão rolaria.

Maria não golpeou o sujeito, mesmo tendo uma foice tirando cabelos, atrás da porta. Ela tinha a quem temer: temia a Deus sobre todas as coisas e a lei dos homens também:

Não ia ser uma oportunidadezinha daquelas que a tiraria do sério, levando-a a fazer justiça com as próprias mãos.

Não fez nenhum alarde ou escândalos, se quer maltratou ou enxotou o intruso, com palavrões, e nem precisou feri-lo de morte com instrumentos de crime, como possivelmente muitos o fariam, se estivessem em seu lugar. Não!

Ela contava mesmo, era com as armas espirituais: com a providência do altíssimo. Ainda estava fresquinho em sua memória o que dissera o apostolo Paulo no texto Sagrado:

“Porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne e sim contra [...] as forças espirituais do mal [...]” (Efésios 6: 12).

Então a Irmã Maria sacou da arma mais poderosa que o salvo pode conduzir: "a autoridade do nome de Jesus." Juntou forças nos pulmões e disparou:

- Aleixandre você está repreendido no nome de Jesus!...

Há poder no nome de Jesus. E a ordem da Irmã Maria para o invasor, fora como uma forte pancada: a vibração sonora daquelas palavras soara com tanta intensidade no sistema auditivo daquele indivíduo, que pareceu equivaler a uma bomba, explodindo sobre ele.
Poouuumm!

Na fumaça da pólvora e com o estampido imaginário da "bomba", a vitima entalada na janela estremeceu em gritos estridentes, na estagnação noturna da casa.

E, vendo eminentemente a morte, se aproximando,reuniu as forças que ainda lhe restavam, deu um arranco tão grande que despedaçou a vidraça em milhares de pedaços e aluiu o basculante do seu lugar.

Por pouco, por muito pouco não deixara a cabeça para trás, agarrada nas ferragens.

Raul aparecera no mesmo instante como um raio, apavorado, ainda com as roupas de dormir, e com o seu instrumento cortante na mão, querendo saber do acontecido:

- O que está acontecendo Maria? que barulho dos infernos é esse?! - Ainda não havia deixado o linguajar antigo,apesar de convertido ao cristianismo.

- pelo jeito, deve ter sido um ladrão: queria entrar de qualquer maneira pela janela, mas eu estava lá atenta, e o repreendi no "nome de Jesus." – O nome que é sobre todos os nomes.

Se morreu, foi muito longe dali, pra não incriminar a portadora da arma mais poderosa do mundo. - "A autoridade do nome de Jesus"-, ou será que aquela vida está correndo até hoje? Isso não se sabe.

O que se sabe é que, o pavor daquela alma vivente foi tão grande, que na hora do desespero e da correria deixara para trás, o produto do roubo- ou, fruto do seu trabalho desonesto daquela noite, em cima d'uma mezinha na varanda: sacolas com todos os objetos que furtara de outras vítimas.

Nas proximidades do cenário desse acontecimento por muito tempo ainda se via, vestígios desse delito:
estilhaços de vidros, cantoneiras retorcidas, chinelos, manchas de sangue,... Servindo de prova do poder de fogo da arma da Irmã Maria Graciosa: "O nome de Jesus".

(10.07,15)

Inserida por NemilsonVdeMoraes

Amor verdadeiro não é amor eterno, é o que se eterniza no instante de sua veracidade.

Inserida por AlquimiaPsi

Amor é a mistura de tantos ingredientes sem receita pronta.

Inserida por AlquimiaPsi

Quem não luta, não terá vitória.

Por que as vozes imperativas continuam mandando as crianças para a escola, se todavia os exemplos de sucesso desestimulam-nas no esporte, na música e nas artes?

Inserida por Kllawdessy

A Terra é um átomo no Universo cercado por sete elétrons.

Inserida por Marques880

E nenhum problema me deixa na mão
Grana vai, grana vem
Do mesmo jeito que minha inspiração
Quero praia, eu tô zen
Outras desejando lipoaspiração
Blá-blá-blá, nhen nhen nhem
Eu tô dispensando o projeto verão

Inserida por pensador

Mesmo que as capas de revista ainda vendam magreza
Cada dobrinha do meu corpo
E cada linha de expressão do meu rosto
São partes fundamentais da minha beleza

Inserida por pensador

O medo é precursor do respeito. Quanto mais se facilitar para o miserável menos respeito, ele lhe prestará. Assim, são os desrespeitosos, se esforçam para mostrar que podem, desvalorizando o que ganharam: ingratos.

Inserida por Kllawdessy

Só acredita na mentira aquele que não conhece a verdade.

Inserida por fagner_emanuel

O amor construído a partir da energia de aproximação inicial se assemelha a um jardim bem cuidado que resiste as intempéries. O amor cultivado não o abandona ou o deixa morrer. De vez em quando é necessária a poda para ficar mais saudável. O amor como antídoto cura qualquer energia não qualificada e encontra por meio do perdão a alavanca da transmutação de tudo que obstaculiza o seu florescer. O amor dá trabalho ao casal que como jardineiros, na lida da vida, encontra a felicidade em momentos de alegrias e de superação de dificuldades. Ciente das flores com seus espinhos e das vicissitudes inerentes às mudanças de estações, o casal segue juntos cultivando o jardim do amor.

Inserida por francadenise

A vida é uma torre de cartas, lenta e cuidadosa para ser construída porem destruída facilmente por qualquer um.

Inserida por vinicius_carvalho_1

"Diante do meu corpo apenas aqueles que me honraram em vida. Diante do meu túmulo, qualquer um."

Inserida por CCF

Sou um homem taciturno, sou mais de argumento,
Pois quem fala em demasia, dá até bom dia a Jumento.

Inserida por AdeciodeSousa

Que o Amor da minha vida... Nunca acabe,
Que a luz de meus olhos nunca se apague.,
Que a razão do meu viver seja sempre você.

Inserida por AdeciodeSousa

"A vida não é um mar de rosas", e que bom... porque rosas também têm espinhos!

Inserida por acarruda

Quando o grande Petre Tsutsea disse 'Só o cristianismo é absoluto, tudo o mais é relativo', ele quis dizer precisamente que o cristianismo não é uma teoria, não é uma doutrina, é a própria estrutura da realidade, que as teorias tentam interpretar cada uma a seu modo.
Tomar a doutrina cristã como base para conclusões filosóficas é nivelar a realidade com a nossa interpretação dela. A Palavra de Deus não é uma teoria -- nem mesmo uma teoria certa --, é uma AÇÃO divina, portanto algo que faz parte da própria estrutura da realidade. Tem uma presença, por assim dizer, física. Isso significa que JAMAIS a entendemos completamente, o que de imediato já a distingue de toda teoria, cuja única e essencial virtude é a inteligibilidade máxima. Noventa por cento da apologética cristã circulante consistem em reduzir Deus a um filósofo melhor que os outros.

Inserida por LEandRO_ALissON

Perceber o belo

Enquanto há vida podemos perceber o belo.
O belo no aqui e no agora.Imediatamente tudo que for cinza se torna multicolorido.

Inserida por francadenise