Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
A consciência fala e nos trás a tona, o peso das obras das quais praticamos...
Autor: Antonio Cícero da Silva(Águia)
Santo Antônio é mandingueiro,
Santo Onofre é mirongueiro.
Ai, ai, ai, meu São Cipriano…
Negro que sabe fazer bom feitiço,
Faz em silêncio, fala pouco e é quimbandeiro!”
São Cipriano, Obrigado.
Que as chances de eu (am) conseguir o emprego através do concurso público que farei dia xxx, que tanto almejo, seja maior que o número de pessoas que irão ler esta mensagem!
São Cipriano, feiticeiro e cristão, justo e ímpio, conhecedor e dominante em suas artes religiosas, te invoco de todo o coração, para a realização do objetivo de conseguir ser aprovada neste concurso público e ganhar este emprego.
Peço a todas as forcas superiores a Santíssima Trindade, forças do mar, do ar, do fogo, da natureza e do Universo para que faça este emprego cair em minhas mãos.
Que este emprego seja meu para sempre, que debaixo deste SANTO PODER este emprego NÃO possa pertencer a outra pessoa senão a mim (am).
Que os responsáveis pela contratação não enxerguem outros candidatos a não ser eu (am).
Enquanto os responsáveis pela contratação não ligarem para mim (am) para comunicar que a vaga é minha, eu peço a Cabra Milagrosa que no monte subiu, que traga para mim o emprego que tanto necessito e almejo, que assim seja e assim está feito.
Acredito que vou ter o emprego que tanto quero. Amém.
Publique em 3 dias seguidos com fé, pois essa oração e poderosíssima
PAI... MEU GRANDE AMIGO
Autor: Antonio Ademir Fernandes
Paciente me ensinaste a viver e sorrir
Acolhendo-me sob a tua proteção
Instruíste-me o caminho que devo seguir
Meu amigo e modelo de instrução
Educaste-me de maneira excepcional
Uniste-me ao teu amor exemplar e experto
Grande amigo cheio de afeto paternal
Recebeste-me sempre com os braços abertos
A maior virtude vem de seu coração
Nas suas mãos sempre me senti seguro
Deste-me colo e carinho com dedicação
Ensinando-me a trilhar o meu futuro
Abraçaste-me sempre com o maior zelo
Modelo de pai cheio de afeto e calor
Imitar-te hei sempre com muito desvelo
Grato sou pelo teu carinho e amor
Obrigado meu pai querido!
Manuel Antônio Álvares de Azevedo.
São Paulo - SP, 1831 - 1852.
Obras Principais: Obras I (Lira dos Vinte Anos), 1853;
Obras II (Pedro Ivo, Macário, A Noite na Taverna, etc), 1855
Nascido a 12 de setembro de 1831 em São Paulo, onde seu pai estudava, transferiu-se cedo para o Rio de Janeiro. Sensível e adoentado, estuda, sempre com brilho, nos Colégios Stoll e Dom Pedro II, onde é aluno de Gonçalves de Magalhães, introdutor do Romantismo no Brasil. Aos 16 anos, ávido leitor de poesia, muda-se para São Paulo para cursar a Faculdade de Direito. Torna-se amigo íntimo de Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães, também poetas e célebres boêmios, prováveis membros da Sociedade Epicuréia. Sua participação nessa sociedade secreta, que promovia orgias famosas, tanto pela devassidão escandalosa, quanto por seus aspectos mórbidos e satânicos, é negada por seus biógrafos mais respeitáveis. Mas a lenda em muito contribuiu para que se difundisse a sua imagem de "Byron brasileiro". Sofrendo de tuberculose, conclui o quarto ano de seu curso de Direito e vai passar as férias no Rio de Janeiro. No entanto, ao passear a cavalo pelas ruas do Rio, sofre uma queda, que traz à tona um tumor na fossa ilíaca. Sofrendo dores terríveis, é operado - sem anestesia, atestam seus familiares - e, após 46 dias de padecimento, vem a falecer no Domingo de Páscoa, 25 de abril de 1852.
Haicai Joaninha
No jardim dos sonhos,
joaninha foi ao jantar:
Ar de primavera.
Antonio Cabral Filho - RJ
http://acf1408.blogspot.com.br/
Contraste
(Padre Antonio Tomás - Ceará - 1868-1941)
Quando partimos no verdor dos anos,
Da vida pela estrada florescente,
As esperanças vão conosco à frente,
E vão ficando atrás os desenganos.
Rindo e cantando, céleres e ufanos,
Vamos marchando descuidosamente...
Eis que chega a velhice, de repente,
Desfazendo ilusões, matando enganos.
Então, nós enxergamos, claramente,
Como a existência é rápida e falaz,
E vemos que sucede exatamente
O contrário dos tempos de rapaz:
- Os desenganos vão conosco à frente
E as esperanças vão ficando atrás.
Romeu e Julieta... Antônio e Cleópatra... Lancelot e Guinevere. Ótimas histórias de amor que começaram com estrondo, e terminaram em tragédia. No mundo real, a vida não é assim tão linear. Nós amamos e deixamos de amar. Nós subestimamos. Ou achamos onde menos esperávamos. Algumas relações podem parecer fáceis no começo... e outras podem encarar obstáculos tremendos. Torcemos que o amor conquiste tudo, mas também torcemos por um retorno. Pessoas que foram decepcionadas pela vida e voltam a ficar de pé. Que aprendem com os erros que cometeram, e se tornam seres humanos melhores e mais completos. Então talvez as melhores histórias de amor não são aquelas que terminam em uma tragédia. Talvez sejam aquelas que começam com uma segunda chance.
SONETO À SANTO ANTÔNIO
Do teu testemunho, a fé é razão
Junho é mês, do festejo contente
Dia 13, a celebração e recordação
Bilhetes de amor de toda a gente....
És Santo aclamado na comunhão
Aos casais, guardião contundente
Do canto ao alto a próspera união
- aos nubentes, cerne confidente!
Santo Antônio, Santo casamenteiro
Tão louvado. Ao colo leva o menino
Jesus... devoção no mundo inteiro!
E aqui neste soneto em prece, seja!
A minha, a tua, a nossa fé, ao Divino
E, que com Sto Antônio sempre esteja!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
2021, junho, 15’34” – Araguari, MG
Na vida nada se perde,
tudo é aprendizagem.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
03/05/2025
Viagens na minha Terra
O marquês do F¹.
(F¹ - D. Domingos Antônio de Sousa Coutinho.)
Tinha a bossa, a paixão, a mania, a fúria de choutar aquele notável fidalgo - o último fidalgo, homem de letras que deu esta terra. Mas adorava o chouto o nobre do marquês. Conheci-o em Paris nos últimos tempos da sua vida, já octogenário ou perto disso.
Viagens na minha Terra
O marquês do F¹.
(F¹ - D. Domingos Antônio de Sousa Coutinho.)
Foi um dos homens mais extraordinários e português mais notável que tenho conhecido, aquele fidalgo. Era feio como o pecado, elegante como um bugio, e as mulheres adoravam-no.
A Guardiã dos Avisos Ignorados
Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia
Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.
Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus.
Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos.
Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados.
No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor.
Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra.
Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera.
Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável.
Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo.
Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada.
E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência.
Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.
Mamãe um dia me Disse; Antônio Carlos toda mulher gosta de um homem irreverente e bem humorado, mais um palhaço nenhuma mulher gosta. Toda forma irreverente de se comportar quando bem controlado e moderado, pode alcançar ótimos resultados!!
Hoje vou brindar a São Valentim e a Santo Antonio, porque logo menos terei que pular a fogueira de São João.
Ás vezes o maior obstáculo para seguir somos nós mesmos.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
13/08/2026
Mês de junho passando. Mês festeiro de Santo Antônio, São João e São Pedro. Mês de dançar quadrilhas. Mês do quentão e do salsichão. Mês do frio. Mês dos namorados. Mês de ficar na cama quentinha, com o amor de conchinha, fazendo muitas gracinhas. Mês que traz relíquias de lembranças, de muitos que hoje vivem na distância, de um mês tão feliz.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Frases para namorada que mostram o quanto ela é especial para você
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases de motivação: palavras para encontrar o incentivo que você precisa
- Poemas Quem Sou Eu
- Você é especial para mim: frases que tocam o coração
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
