Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Eu não sou a ultima mulher do mundo.... mais eu sou a mulher que vc gosta... e isso faz toda diferença..

Que Novembro me traga as bebidas, que eu não bebi em Outubro.

Sou eu a cidade sem paz
As incertezas do dia a dia
Luzes
Lutos
Folhas que caem

Sou eu o milagre que nunca acontece
Só tenta
Só reza
Um dia essa dor vai terminar

Sou eu refletindo nos vidros urbanos
Correndo
Gritando
Ligando
Esperando ouvir (em meio ao caos) a voz de quem eu amo.

Cidade sem paz - Velho Talismã

E eu me pego pensando em cada vez estar mais ao seu lado para lhe proporcionar a cada dia felicidade e prazer, pois quando isso chegar lembre-se sempre que será o mais ápice de todos os prazeres já "saboreados" e já conquistados por mais que durem noites, eles serão totalmente inesquecíveis.

Não sei vocês mas eu
Costumo olhar para os casais mais velhos
E fico me imaginando
Na minha pobre casa com cheiro de velha
Com o café quentinho as 6 da manhã
Lendo o jornal, e olhando as fotos pretas e
Brancas,
Dói o peito sabe, será que é o espírito da terceira idade em mim?
Ou ser que sou eu velha de mais pra me imaginar assim .

⁠A mulher que eu tenho me tornado tem a escuta mais cautelosa, a fala mais cuidadosa, um coração mais prevenido, um abraço mais seletivo e aprendeu a seguir mais a própria intuição.

Podem tentar diuturnamente fazer com que eu desista, podem colocar obstáculos no meu caminho, podem articular para que nada dê certo na minha vida, podem fazer com que eu sofra de diversas formas, tudo que fizerem para me atrapalhar não surtirá efeitos, todas às tentativas de me destruir serão inúteis, pois o que vem debaixo não me atinge, estou protegido e blindado pelo poder de Deus à todo momento de forma incessante contra às armadilhas e ciladas do inimigo, jamais desistirei de alcançar meus objetivos, à palavra desistência não está presente no meu vocabulário, jamais deixarei de lutar pelos meus ideais e pelo bem-estar das pessoas que amo, nem durante à vida, nem após à morte.

Eu vou cantar pra ela
Que sem ela não existo mais
Que eu sempre a quero mais
Que ela é a luz que me traz paz.

Eu já não sei mais do que eu quero! Eu gostava mais das coisas quando eu não as entendia.

Entre mim e os meus pensamentos ergue-se uma barreira, e eu fico preso numa armadilha algures numa terra de ninguém entre sentimento e articulação, e, por muito que me esforce, por muito que lute pela minha voz, raramente consigo melhor que um gaguejar confuso.

Eu procurava homens grandes, nunca encontrei mais do que «macacos de imitação» do seu próprio ideal.

Nos teus braços eu depositei o meu cansaço e me levastes ao amor. Foi perfeito. Intenso. E inesquecível.

EU SEI COMO É QUE É , É FODA PARCEIRO A MALDADE NA CABEÇA O DIA INTEIRO...

Ela disse: Será que podemos ficar só?
Perguntava sobre como tá minha vida
Eu querendo cortar laço e ela querendo fazer nó

Depois que eu vi num hotel em São Paulo um show de rock pela televisão, nunca mais eu critiquei os cantores medíocres brasileiros. Qualquer porcaria como a Banda Calypso ainda é melhor que qualquer banda de rock.

Se eu de ti me esquecer

Se eu de ti me esquecer, nem mais um riso
Possam meus tristes lábios desprender;
Para sempre abandone-me a esperança,
Se eu de ti me esquecer.

Neguem-me auras o ar, neguem-me os bosques
Sombra amiga, em que possa adormecer,
Não tenham para mim murmúrio as águas,
Se eu de ti me esquecer.

Em minhas mãos em áspide se mude
No mesmo instante a flor, que eu for colher;
Em fel a fonte, a que chegar meus lábios,
Se eu de ti me esquecer.

Em meu peregrinar jamais encontre
Pobre albergue, onde possa me acolher;
De plaga em plaga, foragido vague,
Se eu de ti me esquecer.

Qual sombra de precito entre os viventes
Passe os míseros dias a gemer,
E em meus martírios me escarneça o mundo,
Se eu de ti me esquecer.

Se eu de ti me esquecer, nem uma lágrima
Caia sobre o sepulcro, em que eu jazer;
Por todos esquecido viva e morra,
Se eu de ti me esquecer.

Bernardo Guimarães
GUIMARÃES, B., Cantos da solidão, Tip. Americana de José Soares de Pinho, 1858, RJ

As vezes sou um pouco exagerada, eu não espero o tempo certo para dar um passo, um abraço, ou retribuir um sorriso.

Eu sou um sujeito ruim, não dou moral pra ninguém.

Matuê

Nota: Trecho da música Quer voar.

Desapego não é desamor, eu sei. Mas eu vou tentar. E eu sei também que tentar não significa conseguir, mas pelo menos é um passo que irei dar nessa longa caminhada de esquecer de nós. Eu quero você, eu amo você, mas chega! Não dá mais pra continuar nesse negócio que nem tem começo nem fim. Você não se decide, isso me deixou exausta. Me esgotei de tanto esperar.
-K.B

Eu teria sido feliz por tê-lo como amigo, chefe, tio, avô, até mesmo (embora mais hesitante) como sogro. Mas justo como pai você era forte demais para mim.

Franz Kafka
Carta ao pai. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.