Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Muitos dizem: agora eu mudei.. mas eu digo: eu naum mudei sou estou mas diferente aos olhares de vocês.

inteiro



Rosa Pena





O fruto eu saboreio

em metades.
Um planeta vejo

por cidades.
Na Bíblia

procuro verdades.
Quando sinto

saudades?
Quero você inteiro

Atitudes benignas

Deixe que meu toque lhe passe boas vibrações.
Sugue tudo de bom que eu puder lhe oferecer.
Faça dos meus olhos, a sua trilha.
Siga pelo meu pulsar.
Avance pelo arrepiar da minha pele.
Liberte-se através dos meus desejos.
Alegre-se com minhas virtudes.
Conforte-se no meu calor.
Desabafe no meu coração.
Beije-me em um mundo particular.
Consinta que eu leia suas entrelinhas.
Descanse no meu colo.
Permita-me fazer-lhe levitar.
Chore confortavelmente quando precisar.
Faça do meu cheiro o seu calmante.
More em mim.
Queira que eu decifre alguns dos seus segredos.
Doe-se até onde não fira sua particularidade.
Pense em nós como uma forma de eternidade.
Reconheça meus esforços.
Não perca o homem por quem me apaixonei.
Concentre-se na minha alma.

Não peço esforço descomunal: quero apenas o melhor que puder fazer. Por você, e por mim.

Seus sentimentos e reações são automáticos e previsíveis; os meus não. Eu crio minha vida espontaneamente, enquanto a sua é determinada pelos seus pensamentos e emoções do passado.

Talvez ...

Talvez eu nunca tenha agradecido nada, ou talvez tenha agradecido tudo.
Talvez aqueles meu antigos amigos sejam mais atuais em meu coração do que os novos, ou talvez não...
Talvez uma simples pessoa que conheci ontem me fez ver a vida de outro jeito, ou talvez alguém que conheço a anos vim conhecer mais a partir de hoje.
Talvez não existe o nunca e nem o para sempre, ou talvez eles acabem mesmo.
Talvez é preciso aceitar quando alguém que você ama com todas suas forças vai embora... porque talvez de uma forma ou de outra ela será inesquecível
Talvez algumas palavras foram em vão, ou talvez nunca tenham entrado no seu coração...
Talvez a alma queira chorar quando é necessário sorrir.
Talvez o destino te separe de alguém muito próximo e você precise realmente aceitar com um sorriso no rosto porque ama aquela pessoa demais e quer vê-la muito feliz
Talvez eu tenha mesmo sonhos de menina, ou talvez tenha um pouco de realismo de uma mulher.
Talvez tudo que vai, volte. Ou Talvez eu prefira esquecer .
Talvez eu me ame, mas ninguém consegue viver sozinho, disso eu sei.
Talvez um dia eu te encontre e você me reconheça, Talvez o que vale mesmo é o presente e não é mesmo agradável viver na lembrança.
Talvez tudo tenha sido em vão, mas tudo está em meu coração.
Talvez eu tenha perdido tempo com muita bobagem, ou Talvez tudo vale tanto a pena que até as bobagens de antigamente fazem algum sentindo em minha vida.
Talvez eu tenha dúvidas sobre algumas coisas, ou Talvez eu realmente conheça o amor.

Mas eu sei
Que um dia a gente aprende...
a ter verdade nos sentimentos
Aprende a ter tolerância com os outros
Respeito pelo tempo de cada um
Aprende a viver com os defeitos alheios como se fossem nossos
próprios defeitos
Aprende que não se brinca com os sentimentos...

“Mesmo que eu fosse apreciador dos bons restaurantes, não me imagino visitando a cozinha deles. Quando vou doar sangue, não olho para a enfermeira, muito menos para a agulha. O que acontece sob o capô do meu carro é um completo mistério para mim, beira a magia. Deve ser desmistificante para quem não está familiarizado com o processo de criação ver rascunhos, sementes de músicas que frutificaram longe de onde foram plantadas. (…) Natural, há um oceano na cabeça. As músicas, livros, desenhos, gritos, sussurros e silêncios são apenas as ondas que chegam à praia. E as ondas voltam. Sempre. Nunca iguais. Deve ser o que chamam “ponta do iceberg”. Talvez, depois de 25 anos, o resto do iceberg fique mais visível. Talvez não. Há quem diga que a função das palavras é esconder o que sentimos. Eu não digo.”

Me faz poesia,
Me preenche de amor.
Chega em silêncio, e muda tudo.
Transforma quem eu sou.
Me faz metade sua,
Me desconstrói por dentro.
Me faz feliz.
Me faz querer viver devagar.
Me faz paz.


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Eu agora me sinto muito mais leve e muito mais solta. Após ter conhecido as delícias do amor que é o que sinto por ti, parece que estou me sentindo mais mulher e viva entende? Sabe Amor, veio de você toda essa alegria que eu sinto e por mais clara que queira ser, nunca vou coseguir transmitir, principalmente a você, que Deus me enviou essa felicidade, sabe? Depois de ter me entregado de corpo e alma, foi tudo como eu sonhava um dia poder acontecer comigo, pois a entrega foi total e se deu justamente com você que hoje é o meu amorzinho!
Você não conseguirá pensar na felicidade que estou sentindo. Alguém como você, bonito, charmoso e jovem, apareceu para me levar às alturas, enfim, me fazendo totalmente feliz.
Com você alcancei o êxtase total! Hoje posso garantir estou feliz como mulher e completamente realizada.
Tenho certeza que essa sensacão de plena e total felicidade ficará para sempre.
Te amo hoje com certeza mais do que ontem, isso é um prenúncio de longevidade para a nossa relacão.

Eu sou um espelho ao avesso,
Sou um rabisco inacabado
Um rascunho de um desenho que o destino não terminou.

Verter
dois no mesmo jarro
Unir
cores e criar uma só cor

Ação
seus primeiros passos eu vi
e ri

Perto para quedas, minha mão
Perto para quedas, eu
Perto para quedas minha mão,
Perto para quedas, eu

Se um dia eu fosse
de tropeçar ou cair
Com você no colo
mãos ao alto
sã e salva

Feliz
tudo brincadeira

Se eu te dissesse qe estavas um minuto tarde demais? Voltarias atrás no tempo? Ou esperarias uma vida inteira por apenas mais um minuto? Guardarias o nosso último beijo como uma recordaçao única? Ou a esquecerias, pensando apenas no próximo? Se eu te mandasse embora, ficavas? Ou ias embora esperando que corresse atrás de ti? Se eu chorasse, pensarias que era por medo de te perder? Ou achavas que era um momento perfeito? Se eu te olhasse nos olhos, e dissesse qe estava a ficar mais forte.. dirias "deixa-me ser forte contigo"? Se eu te dissesse qe te amava, dirias "eu tambem"? Ou deixarias me na duvida? Se eu te dissesse que não tinha a certeza.. Darias-ma? Se eu te abraçasse, largarias-me? Se eu te beijasse, farias-me sonhar? Se eu te desse mais um minuto, aproveitarias? Um momento assim.. Só quero um beijo especial. Só quero um momento assim..

O que eu ganho em não me encaixar
É compreender
Que nada voltará
Que tudo vai passar

"Ao perder a ti, tu e eu perdemos
Eu porque tu eras o que eu mais amava
E tu, porque eu era a que te amava mais
Contudo, de nós dois, tu perdeste mais do
que eu
Porque eu poderei amar outras como amava
a ti
Mas a ti não te amarão como te amei "

"Não importa mais, já doeu, já sangrou e até curativo eu já coloquei, remédio é o que não falta. Vou deixar o tempo cicatrizar, já dizia minha avó que o tempo cura tudo. Pois é, ele vai curar."

Eu sou amor ou desprezo
Abraço verdadeiro ou falta de desejo
Me valorize ou perca
Porque, no fim do jogo, sou eu quem tira as cartas da mesa.

Eu sou toda errada, mas dá certo!

Eu sou o que me pede o coração, a alma, a mente.
Eu sou o que me pede o corpo, a pele.
Eu sou o que me pedir porque me mudo a cada instante,
me transformo a cada segundo para ser o que quer de mim !

⁠Quando eu morrer, meu corpo vai parar de funcionar. Ele vai se desligar, de uma vez ou gradativamente. A respiração vai cessar, o coração vai parar de bater. Morte clínica. E um pouco depois, tipo, uns cinco minutos depois, meus neurônios vão morrer. Mas, nesse meio-tempo, talvez meu cérebro libere uma maré de DMT. É uma droga psicodélica liberada quando sonhamos, então eu vou sonhar. Vou sonhar mais do que jamais sonhei, porque isso é tudo. É a última descarga de DMT toda de uma vez. Meus neurônios vão disparar e verei um espetáculo de lembranças e imaginação. Vai ser uma baita viagem. Vai ser alucinante porque minha mente vai estar viajando pelas memórias de longo e curto prazo, sonhos se misturando com lembranças, e finalmente a cortina se fecha. O sonho que fecha todos os sonhos. O último grande sonho enquanto minha mente esvazia o depósito e então… acaba. A atividade cerebral cessa e não resta nada mais de mim. Nenhuma dor. Nenhuma lembrança. Nenhuma consciência de quem já fui. De que já machuquei alguém. De que já matei alguém. Tudo permanece como era antes de mim. A eletricidade se dispersa do meu cérebro até sobrar só tecido morto. Carne. Esquecimento. E todas aquelas coisinhas que fazem parte do meu corpo, os micróbios, bactérias e bilhões de outras coisinhas que vivem nos meus cílios, no meu cabelo, na minha boca, na minha pele, no meu estômago e tudo mais, seguirão vivendo. E comendo. E estarei servindo o meu propósito: alimentar a vida. Quando me decompuser e as minúsculas partes de mim forem recicladas, estarei em bilhões de outros lugares. Meus átomos estarão nas plantas, insetos, animais. Eu serei como as estrelas no céu. Aqui em um momento, depois, espalhadas pelo cosmos.

Ando na fase dos nãos. Talvez eu não quisesse passar por isso, mas ainda não encontrei um atalho, um desvio qualquer que fosse, desse tal destino que nos é entregado sem qualquer opção de escolha. Odeio o destino, odeio não ter controle, odeio não poder escolher os dias sem compromisso, os encontros que poderiam esperar pelo momento certo. Acredito que Deus tenha feito um ótimo trabalho com o mundo, mas e eu? E o mundo com milhões de “eus” e “outros” que carrego dentro do corpo? E os dias em que chove e meu pneu fura a mais de 50km de casa? E os domingos tão pacatos em que não saio e nem ao menos consigo escrever? E os compromissos em que me atraso porque não consegui decidir por uma roupa? Eu penso sobre inúmeras coisas. Penso se da mesma forma que eu olho o céu procurando Deus, será que alguma vez Ele olhou para baixo me procurando? Será que Deus orou para seu Deus por mim? Que fé Deus tem em nós? Por que essa dolorosa fase dos nãos? Do meu não-sentir, não-pedir, não-ir, não-falar, não-acreditar, não-seguir, não-responder, não-suplicar. Não arrisco, porque eu não tenho mais nenhuma crença. Não duvido, porque até o perigoso pensar das dúvidas me incomoda. Não olhar, não retribuir um olhar que me fita com alguma esperança. Não ser recíproca, porque eu tenho tão pouca coisa para dar, para partilhar, embora que o outro tenha tanta miséria também, mas ter um monte de nãos na boca, nos gestos, no falar, não é ainda mais miserável do que qualquer outra coisa? Não ir, não estar pronta para os novos amores e amigos. Não cogitar uma mudança. Não dar a possibilidade de chegarem muito perto. Não dormir, ter medo do escuro. Não acordar, ter receio da luz que pode mostrar as marcas da minha face. Não responder, dizer uma besteira que me faça ainda menor, ainda mais negativa. Não mexer, não limpar, não se desfazer das cinzas que transbordam o cinzeiro, da poeira que se agarra com as unhas nos quadros da sala, da maresia que deixa o vidro da janela encoberto, das frutas que amanhecem por dias seguidos sobre a bacia na mesa, das manchas de café na camisola ou no chão do escritório. Não dizer não ao não. Me acomodar a essa vontade do não mudar, do não orar por qualquer salvação.