Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Os fluxos e processos assistenciais precisam de estruturas físicas que favoreçam o cuidado.

Inserida por estevaodeandrade

⁠Quem não tem história pra chorar, não tem vida pra viver...

Inserida por jadatam

⁠O cerceamento da liberdade de expressão é o primeiro passo para oprimir outras liberdades individuais!

⁠A maioria das pessoas sofrem demasiadamente diante de um novo problema! Eis que o novo problema, nesta nova realidade e novo contexto precisa de novos conhecimentos, é exatamente aí que o comodismo mata a solução!

⁠Prefiro ser o príncipe do meu barraco a que ser o escravo no palácio do rei.

Inserida por jadatam

⁠O maior engano é fazer de conta que está tudo bem...

Inserida por jadatam

⁠A melhor forma de me amar é não me fazer sofrer.

Inserida por jadatam

⁠O alicerce de todos os sentimentos
é o respeito

Inserida por jadatam

⁠"Sem uma cultura da redação técnica, sempre teremos empresas que são frágeis na alma."

(Gladston Mamede, Eduarda Cotta Mamede e Roberta Cotta Mamede. "Manual de Redação de Contratos Sociais, Estatutos e Acordos de Sócios". Editora Atlas)

Inserida por jose_da_lapa

⁠A questão não é a nossa eloquência e nem o quanto nos cantamos ou pregamos, o que faz a diferença é a intimidade com Cristo. É quem ele toca que toca os outros.

Inserida por JOSAIR

⁠Deus não tem interesse em nos tornar famosos. Pode ate vir a ser consequência, mas não é a prioridade Dele. A fama e o sucesso serão simplesmente o resultado do quanto há Dele em nós. Muitas pessoas querem o topo. A pergunta é: Para que eu quero? Qual a minha real motivação? Se for para ostentar e ingressar na geração das aparências, dos que se regozijam quando se mostram, lamento, este perfil não passa nem da porta do santuário. Não é errado ter poder e dinheiro, mas é condenado quem os deixa subir a cabeça. Deus nos leva a lugares altos pra que a gente enxergue melhor as necessidades. Há muita sede, há muita fome, por que estamos parados e indiferentes? É muita gente querendo o crédito e pouca gente produzindo. No Reino de Deus, pra viver o sobrenatural, tem que morrer o carnal. É um encontro real com ele; é sair moído, quebrado, mas renovado, transformado.

Inserida por JOSAIR

⁠O medo de um nome só faz aumentar o medo da própria coisa.

(Hermione Granger)

Inserida por AureaLilium

O inverno da tristeza que caiu sobre mim,
Impedindo-me de prosseguir...
O gelo do esquecimento
Que tem congelado minha alma...

A névoa da agonia que me alcança
Onde estiver...
Deveras, te digo que nem mesmo estes
Serão capazes de
Impedir a aurora de nosso amor.

Inserida por jeanfz

- Espinhos na alma -

Pelo caminho que tenho trilhado
só encontrei tristeza e amargura.
Malditos são os espinhos que
ferem meu solitário coração.

Agarrei-me em minha rosa
Ah! Maldita dor que caiu sobre mim...
Mas mesmo que sangre as minhas mãos
permanecerei agarrado em ti, meu amor.

Por que não há ferida que ele não cure
tão pouco dor que ele não possa sarar.

Mas... Durante este caminho
as pétalas de meu amor cairão
e a sua beleza se desfalecerá
diante de mim.

Os espinhos que nela encontrei
foram mais profundos
do que minha pele,
penetraram em minha alma.

E por que te esqueceste de mim?
Por que me feres de maneira
tal que podes me matar?
O que farei de minha vida?

Se nem ao menos meu amor
olha para mim...
Antes disso me tem
tirado de sua vida...

O que farei com meu coração?
Que de noite, debulha-se
em lágrimas de dor e pela manhã
tens pensando no que tem sofrido.

Não me resta mais nada...
Pelo que se alguém ouvir
minhas palavras, imploro
tenha misericórdia de mim!

Afinal, onde foi que... Perdi minha razão de viver?

Inserida por jeanfz

Em um dia de chuva - Um Dia sem a luz do Sol, não pode ser dia... Mas hoje farei nascer o Sol do meu dia.

Inserida por jeanfz

Ontem, vi um menino brincando,
ele era feliz.
Hoje, o vejo brincando de ser feliz.

Inserida por Valmirfsantos

⁠Convocação Geral: Ensarilhar as armas!

Voltemos aos abraços, às cantorias, às expressões de amor!
O Planeta está vivendo um momento delicado, lembrando os períodos anteriores às duas grandes guerras do século passado.
A incompreensão tomou conta da vida dos Seres Humanos, a intolerância se espalhou de tal forma que qualquer coisa que seja dita se torna motivo de discussão, de inimizade.
Amigos deixaram de se falar, irmãos deixaram de se visitar, pais não visitam os filhos e filhos não mais visitam os pais.
Ah, Poeta, mas sempre foi assim!
Não, meus amigos, a segunda metade do Século XX foi de encontros, de distensão, de abraços, de “Pax and Love”, de construção sinérgica.
Na arte, na música, na literatura, no dia a dia, o clima era de festa, de alegria. Beatles, Frank Sinatra, Elvis, Violeta Parra, Mercedes Sosa, Elis, Roberto, Kleiton & Kledir, MPB4, Família Ramil, Chico, Fábio Jr., Sérgio Reis e os Sertanejos, Raul Seixas, todos falando do amor, da paz, da alegria.
O risco é grande!
Há que se repensar nossa forma de ver nossos semelhantes o AMOR precisa voltar a ser o centro de tudo, precisamos visitar mais, encontrar mais, expressar nosso carinho e nosso afeto.
A desunião que tomou conta de nossos corações e de nossas almas nos últimos anos não pode continuar dirigindo nossas vidas.
Não à guerra!
Não à desavença!
Não ao ceticismo!
Não à descrença!
Não à desesperança!
Que espalhemos pelos quatro cantos da Terra a união e o afeto, o amor fraterno, o bem, a compreensão.
Há que haver o REENCONTRO conosco, com a bondade, com nossa essência.
Acreditem, isto é possível!
É hora de deixarmos de lado o individual, o centrismo, a arrogância, para pensarmos no coletivo, no amor que nos une a todos.
É hora de ensarilhar as armas!

Inserida por sidartamartins

⁠ Há que se dar meia volta e voltar à razão

O Brasil e o mundo vivem um momento ímpar, e perigoso, muito perigoso, da história da humanidade.
O princípio da autoridade democrática se esvai e valores como dignidade, trabalho, honra, estudo, disciplina, respeito ao semelhante, ao bem público, à propriedade material e intelectual, respeito à criança e ao jovem, direito de ir e vir, gratidão (ah! A gratidão), foram substituídos pelos valores materiais.
Simples assim!
Os interesses menores, que nos voltaram para nossos próprios umbigos, nos tornaram céticos, como diz o Chaplin em seu discurso.
Vou além, nos tornaram amargos! Graças a tanta propaganda, passamos a valorizar a casca, não o interior; passamos a nos deter no contentor, não no conteúdo; passamos a comprar pacotes, não presentes; passamos a dar valor às grandes festas, não às singelas reuniões de amigos; passamos a levar para casa o discurso, não o foco da questão; passamos a comprar o livro pela capa, não pelo escritor ou pelo que escreve; passamos, enfim, a ficar no supérfluo, não nos aprofundando na alma da pessoa que nos fala.
Perdidos nesse emaranhado de ilusões que construímos para nós mesmos, passamos a ver valor nas pessoas “saradas”, homens e mulheres; a ver como companheiro ou companheira ideal, a pessoa que se enquadre no “padrão” que nos foi vendido durante toda uma vida.
Usamos de todas as artimanhas, malhação, emagrecimento, operações das mais diversas, tingimentos e fingimentos, mas não saímos do quadrado!
Assim, “nos enquadramos” em uma Sociedade que se esqueceu como Humana, que se esqueceu como reflexo de um ser maior, bondoso, incrivelmente gentil, incrivelmente amoroso, eterno em sua sabedoria.
O que era para ser complemento passou a ser o principal, e o principal ficou esquecido em um canto de armário, cheio de poeira e teias de aranha, pedindo, clamando, por limpeza e arrumação, voltando, assim, as coisas aos devidos lugares.
Uma vida segura é construída de realidade, de leitura séria, de estudo, de trabalho, de “jogo duro”, de responsabilidade, de honra, de gratidão, não de fantasia!
Perdidos em nós mesmos esquecemos nossas origens, esquecemos que fomos feitos com o que há de melhor no Universo – Espírito, Filosofia, Sentimento e Matéria, um apoiando ao outro na medida certa, e no momento certo.
Esquecemo-nos que Educação não é a imposição de nossos conceitos, não raramente ultrapassados, mas, sim, a arte de se colocar no lugar do outro, de caminhar ao lado, para compreender a fala e as necessi-dades do educando.
Não estamos mais acostumados à bondade, à gentileza, e deveríamos
Não estamos mais acostumados ao “deixa prá lá”, ao perdão, que nos redime e eleva.
Isso é fundamental!
E não estamos mais acostumados à felicidade que, quando alcançada, nos mostra o que é a vida, de fato, nos mostra o que é SER HUMANO.
Esquecemo-nos do que é ser amigo, mas amigo de fato!
E, infelizmente, nos esquecemos dos verdadeiros amigos, nos esquivamos do afeto, nos esquivamos da alegria de uma conversa interminável, de um afago, de um sorriso, de uma dança com a pessoa querida, de uma visita, um almoço com os “velhos”, um convite para um passeio...
Nossos idosos, nossas crianças, nossas mulheres e nossos homens, precisam deste humano.
Nosso país, e nosso mundo, precisam de nosso trabalho, e de nosso grito de alerta, para que as coisas voltem aos devidos lugares.
É preciso, e urgente, que voltem!
Há que se dar meia volta.

Inserida por sidartamartins

⁠Tenho receio do desconhecido.
Mas...

O conhecido não existe.

Contraditório, mas real.

Inserida por ednaedna

⁠A vida é correr riscos, ganhar, perder... É todo um processo.
Temos que fazer por onde ganhar após sucessivas perdas.
E nada que venha tirar nossa Paz vem de Deus.

Inserida por ednaedna