Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Na mais alta penumbra
o silêncio se quebra
O ranger do lápis no papel
ocupa seu espaço.
Cumprindo uma função que os lábios queriam fazer
Deixe que cada minuto seja bom,aproveite toda a experiencia do dia,viva toda a magia do ano,e descobrira toda a magneficiëncia da vida...
É tudo um destino imperfeito
Tudo poderia ser melhor
Mas não sei escolher
Tudo poderia ser perfeito
E essa ilusão
Vai me consumindo aos poucos
No encontro de uma Constante - Perdido no tempo
Tento descobrir
De onde vem essa presença misteriosa
O porquê de todos serem bons
Em esconder o que todos deveriam saber
No encontro de uma Constante - Somos todos bons
Em um sopro tudo se apaga
Mesmo que algo reacenda
Meu sofrimento permanecerá oculto
Bem longe do seu olhar bondoso
Onde sempre existe algo incomodando
A perfeita harmonia de seu julgamento
Não há tempo de compartilhar
O que ninguém quer olhar
No encontro de uma Constante - Sofrimento oculto
Poderia lhe comparar com cada maravilha do mundo
E lhe exaltar o máximo possível
Não que fosse mentir
No entanto você é única, e por isso
Apenas posso comparar sua importância
À vontade que tenho de ser importante para ti
De tudo que poderia lhe dizer
Apenas lhe deixo meu olhar
Meu silêncio com meus sentimentos
Não que seja desperdício lhe falar
Apenas quero lhe dar um momento
E não palavras
No encontro de uma Constante - Poderia
Nenhum outro momento
Será suave como este momento deve ser
Perfeito como o luar
Perturbado igual ao mar
Ilusório como eu e você
Por mais que eles não existam
É assim que gosto de pensar
Eu e Você
Únicos
Como em nenhum outro momento
No encontro de uma Constante - Outro momento
Se tudo tiver que acabar
Se o motivo é o orgulho
Se sua felicidade depende tanto de mantê-lo
Então não me aproximarei
Cortarei a noite em silêncio
Procurando um caminho
Não para casa, mas algum lugar, onde minha culpa
Seja um pouco mais inocente
E meu orgulho será saber
Que apesar de todos os muros
Eu lutei, enquanto acreditei
E mesmo acreditando
O melhor é partir
Porque há coisas que o orgulho
Impede de reconstruir
No encontro de uma Constante - Orgulho
Chegar perto é perigoso
E o único machucado
É perceber o vazio
E agir sem pensar
Ver que quem quer partir sou eu
Eu não sei dizer adeus
Não quero partir
Um obrigado é muito pouco
E sem querer estou partindo
De todos
De tudo
No encontro de uma Constante - Sem querer partir
Há tantos medos
Tanto amor em acreditar
Que tudo pode mudar
Que o agora de hoje é diferente do de ontem
Sempre vi em seu olhar
O desejo de fé
De querer ir além
Mesmo que não saiba da importância
De todas as verdades
Agora o que importa é isso
Não trair a mim
E deixá-la partir
No encontro de uma Constante - Agora
Quem, além da sua voz fará perceber
Que nosso tempo acabou
Que não é preciso insistir
Mesmo sendo você
Aquela que jurei amar
Tudo irá embora
Junto com o vento
No encontro de uma Constante - Ao vento
Existe um sentimento que me faz falta
Aquele de cuidar mais de mim
De dançar na minha própria festa
De fazer diferença em todos os meus momentos
Sempre espero em vão que alguém vá entender
Ter um pouco de compreensão
Que esse desejo ainda machuca, mas não contém dor
Não vou traduzir esses momentos
É tão claro, tão calmo
Que não quero apressar
Apenas vou embora
Essa dor já não me machuca
No encontro de uma Constante - Vontade sem desejo
Como na natureza cada formiga, cada abelha tem sua função e com os homens por mais que queiram mudar, cada um nasce para uma função.
O Cinema Silencioso
de Sylvio Panza
Na época do cinema mudo e preto e branco os diretores e atores, assim como todos os envolvidos na produção de um filme, tinham que superar estas deficiências técnicas para conseguir transmitir emoções ao público.
Sem tecnologia para captar as vozes dos atores e os sons do ambiente, muito menos sincronizar uma dublagem, as filmagens recorriam ao uso de legendas que se tornaram marca registrada daquela época. Algumas salas colocavam um pianista para, conforme a sua habilidade, sincronizar melodias e sons ao andamento da história.
As maquiagens e figurinos também tinham que considerar os tons de cinza, o preto e o branco no resultado final das filmagens. Já os atores precisavam atuar como mímicos, o que tornava ainda mais complexa a arte de contracenar. As sequências dos roteiros, por sua vez, tinham a missão de cadenciar o ritmo da história para não deixá-la monótona e manter o interesse da plateia.
É verdade que exisitiam, como era de se esperar com tantas dificuldades, filmes de péssima qualidade também naquela época. Mas grandes obras primas foram produzidas e são referências até os dias de hoje.
Os grandes atores e filmes desta época do cinema em preto e branco podem nos inspirar, em qualquer área de atuação, na tentativa de aproveitarmos toda a tecnologia que dispomos com os mesmos cuidados, técnicas, arte e garra daqueles que não dispunham de tantos recursos e criavam obras maravilhosas.
No encontro de uma Constante - Apenas obrigado (trecho)
Apenas obrigado, é apenas isso que preciso ouvir
Saber que fiz algo certo
E quando ouço, é quando percebo
Vejo que há para onde fugir
Fugir para um lugar onde há uma realidade
Fatos que sejam melhores que minha imaginação
E mais real que o momento de agora
Não sei
Não lembro
Mas obrigado
Obrigado por fazer mais do que imagina
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