Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Acautelemos com os que só falam o que desejamos ouvir, e não o que precisamos ouvir. Precisamos ouvir o que for necessário, mesmo que refute ou contrariam nossas ideias e intenções.
As palavras do altíssimo Deus de Abraão, são tão preciosas e mais valorosas do que o próprio ouro ou outro tesouro escondido.
O único orgulho
O único orgulho é o de conhecer Jesus Cristo, o único orgulho é de se orgulhar da obra feita na Cruz do calvário, o único orgulho é de ter a glória garantida no final da vida ao seguir o mestre aos trancos e barrancos, o único orgulho é saber que ele nos amou e se entregou apaixonadamente pelo sacrifício de Cruz, e sem palpitar, e sem falar, como um cordeiro entregue aos seus tosquiadores, fez a obra de salvação eterna, ao Rei Jesus toda honra e toda Glória.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
O lavrador pode espalhar as sementes à vontade e onde quer que esteja, mas precisa reconhecer que a germinação, o crescimento e o resultado pertencem a Deus.
A vida é uma sinfonia perfeita. Quando procuramos desafiná-la, no círculo das notas que devemos emitir para máxima glorificação, somos compelidos a estacionar em pesado serviço de recomposição da harmonia quebrada.
Não será melhor a coroa de espinhos na fronte do que o monte de brasas na consciência?
Não é o mundo que precisa deixar de se melindrar. É a sociedade que precisa aprender a respeitar o que sempre ignorou.
Nossa fraqueza é nossa falta de fé, e nosso erro é quando acertamos, não reconhecemos a presença que nos conduziu ao mesmo, então eu digo que sou vitima de tudo que de ruim que ocorre, e peço auxilio, mas na hora de agradecer, mesmo sendo este auxilio discreto e sem intensão, eu sou frio e egoísta, e serei o único a seguir em caminhos tortuosos, pois o que passou era justamente para me fortalecer e terei outras provações até que a humildade e a caridade com o próximo seja presente em meus dias.
QUE SEGREDOS TEM O OLHAR DE CLARICE?
Clarice, numa cadeira de balanço, acende o seu cigarro, e em paz medita na sua solidão na área de casa, num domingo sem receber telefonemas de ninguém, nemvisitas,muito menos cartas de amor ou preocupação, ela sente a paz que muitos quenão vivem a verdadeira solitude, não entendem o verdadeiro significado desse estado.Ela não quer guerra com ninguém, pois no mundo já basta a guerra interior e mentalque viemos corridos, a guerra do seu país de origem, a Ucrânia. Clarice é a roseiraucraniana sobrevivente, pois seu oxigênio, são as boas palavras intimistas faladas emsua doce prosa nessas terras brasileiras. Com o seu lindo cachorro do seu lado, Claricenos prova que o carinho não vem só dos seres humanos que pensam, que se dizemromânticos, os únicos que tem coração e alma, que são racionais, diferente dos animaisque por mais que não pensam, mas sentem mesmo agindo pelo extinto, são carinhososmesmo perigosos, selvagens ou domésticos são afetuosos com os cafunés querecebem.Clarice, que mistérios tem o seu lindo olhar, quando tira os óculos escuros em diasde sol? Teu olhar, olhos verdes do leste europeu, nos leva a meditar que a velha Chayaque veio para o Brasil ainda pequena, correu descalça nas pedras, peos os espinhosda alma, ralou os pés, mas cicatrizou, e foi essas cicatrizes que a fizeram ser umapersonagem dúbia com os demais parceiros de cena nessa longa metragem chamadavida real, sem intuito de fama, nessa brincadeira de relatar seus sentimentos ilegíveisde interpretar no seu subconsciente, se tornou um marco atemporal na literaturabrasileira e até mesmo ultrapassou fronteiras mundiais com seu sentimentalismointimista sincero. Clarice que tentou aprender o português com sua língua europeia,morou em tantos países que em cada lugar dominou um sotaque que fez da sua línguaum charme, dominava bem o português e outros idiomas essenciais para a diplomacia,engolia os rs que falava, mal de todo estrangeiro, mas escrevia bem discreto e culto obom e velho português camoniano tupi guarani.A água regava suas lindas plantas no hall do seu apartamento, mas a água queClarice bebia era a sua eterna água viva, que dominava o séu coração selvagem,semgrau de vaidade e sem horas para ser uma estrela literária, o reconhecimento, só veioapós a sua morte, infelizmente, é preciso morrermos um dia para nossas palavras ter ovalor devido na leitura, mesmo com um cigarro ferindo em chamas no rosto e pulmão,as cartas não foramn queimadas, e estão aí como literaturá obrigatória se um jovemquiser passar no vestibular. Temos que ler Clarice e tentar compreender seuspensamentos prodígios, quando viva, infelizmente não téve todo o valor, e méritoreconhecido que merecia, era séria, tímida, achavam a que era fraça por retratar tantoe desabafar a sua alma luz intimista em suas prosas, mas era uma dama da boa everdadeira escrita psicológica, entendia muito bem o ser humano e suas patologias.O peso da máquina de escrever, não define o peso que é 'a alma luz e as palavras deClarice, sincera, sem nenhum grau de vaidade, se vai haver rugas, ou se os cabelosloiros vão ficar grisalhos, sagitariana de não emendar muita conversa, mas em escreverpalavras. A companhia de seus dois filhos, seu cachorro eseu inúmeros livros na suaestante, os livros emocionantes em cima da máquina de escrever, seus filhos de capae ISBN,foram nascidos com muito esforço e pensamentos que se aproximassem damente humana confusa, coisas atemporais que muitos se identificam, Clarice nãomedia, nem amaldiçoava as palavras, fazia da sua solitude, um livro de cores e palavras,sentido que a mente fraca não encontra, Clarice achou um meio com seus gestos de se tornar imune a qualquer tipo de abalo, que as lágrimas da sua infância e do seu passado,tenham se tornado chuva fértil de esperança e prosperidade. Se todos fossem no mundoigual a você, existiria menos debate pejorativo, existiria a verdade sutil, mais liberdadeinterior e inspirações em tanta solidão nesse meio fatídico material, onde o ser humanosó ver com sua vista o carnal, sem saber que o espiritual dar continuidade após a morteque é apenas uma viagem. Amar não acaba, se dermos amor sem receber nada emtroca, vamos continuar sentindo o amor em nosso coração, convertendo o para o bemnuma deliciosa morada nessa descoberta cotidiana do mundo, admirável mundo novoclariciano que adverte para não termos medo de amar e nunca desistir do amor,pois oamor é a resposta para solucionar tudo, tenha muito cuidado com o amor que as vezespode ser exigente, viva o amor, porque o amor nasceu para ser vivido intensamente,por amor, fazemos tudo, mas devemos ter cuidado com o amor excessivo que apagatudo. O amor retratado por Clarice é coisa simples, uma sensação de nunca esquecero primeiro amor, o amor próprio da solitude, o amor pode vim com pontadas, mas podeser um amor vacinado, não romântico, um amor de quem já sofreu por amor. Sabemoscomo disse Clarice, resumindo, o amor não tem que ser algo difícil, deve ser entendido,se fores diffcil, calce teus sapatos e parta para outro amor secundário sem perder o seuamor próprio. A clássica definição é que o amor é rela e fatal ao mesmo tempo.Vocêama porque tem medo de estar sozinho? Amaremos de encontro com o amor, dezembrovai, janeiro vem, sigamos nos amando para poder amar alguém com certeza e confiancatotal, pois o amor pode ter mil faces, amar é a única forma de viver bem. Não tenhamedo de amar, mesmo o amor sendo um sistema de trocas, Clarice nos ensina que oamor sempre será um sentimento essencial para a sobrevivência. É preciso estarpreparado para o amor, amor é riqueza, mas é pobreza, é água da fonte, mas tambémé poeira. Amor é suportar o fardo do outro, pois amar é tudo, seja bom ou seja ruim,siga amando nesse combustível.
“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somandoas compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é quese ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil".
(Clarice Lispector)
UMA CERTA ANA CLARA
Havia ali pelos corredores da casa, uma figura formosa, de coração bondoso, calma, castidade e pureza a rodeavam, inquieta nos serviços, que de dia e de noite emanava beleza, pudor e carisma espiritual, batizada pelo nome composto Ana Clara, para os forasteiros era Ana e para os de casa era simplesmente Clara, mas para o avô João era carinhosamente a neta Clarinha, cuidava no que deveria ser feito, seja engomando as roupas dos componentes da casa ou ajudando a avó Lindete no encaminhamento do almoço. Era uma bela moça, noviça de média estatura, sua pele era da cor do bronze da Mesopotâmia, brilhava formalmente bem cuidada, mesmo descabelada de dia, e arrumada depois do almoço, tinha um pouco de grau de vaidade com o rosto e os lindos lisos cabelos dourados, como uma veste de ceda. Usava belos vestidos, lindo batom nos lábios e uma discreta maquiagem. Dotada de conhecimentos não só básicos, como autoconhecimento, religiosos e anatômicos, havia já conhecido três países. Dava-se para Ana Clara dezenove anos completos, era ariana, de alma lavada e feliz.
Ana Clara era uma joia rara no meio da família, mulher de princípios éticos e dogmas religiosos praticantes, sabia perdoar o mal, seguir em frente estudando a ciência humana numa escola particular para ter um futuro digno e aprendendo com a vida, com os ensinamentos dos avós e com o que viveu, marcas do que se foi. Ana Clara era madura, sábia, sabia o que era para ela e o que não era, um simbolismo inteiro cabia na sua linda alma composta por uma estrutura de cânticos e conceitos bíblicos. Despertava paixão em qualquer homem, sua beleza e sedução arrebatava um alabastro de sentimentos, seu perfume espiritual era um bálsamo para quem a admirava, um incenso suave nas narinas até do celestial. Ana vivia se desviando desses incidentes apaixonantes que são ilusões passageiras, fazia o certo, pois uma moça jovem e solteira, tinha que viver a vida como era para ser vivida por inteira, buscando sempre na paz e no que aconteceu, o amor próprio e interior.
Luiz Felipe Amil
AMIL. LUIZ FELIPE
Trechos. 2025
"Hoje, com tempo de sobra e contato físico de menos, aprendemos pelos caminhos da saudade a nos relacionar espiritualmente uns com os outros, prosseguindo nosso aprendizado de vida de forma diferente e, com toda certeza, de um jeito que nos transformará para sempre. Apartando-nos lentamente da matéria, o isolamento imposto vai nos conduzindo, aos poucos, e ainda em vida, para os caminhos imateriais da evolução.
É a Terra deixando de ser um mundo de provas e expiações para enveredar pelos caminhos da regeneração, e onde o fator espiritual começará a preponderar sobre o fator material, inovando completamente nosso modo de ser e de se relacionar com o outro. "
Lori Damm ("Pandemia", Instituto André Luiz)
"Há um dia, e sempre existe este dia, em que algo ou alguém nos coloca a vida do avesso.
É o dia da prova, da averiguação pelo Mais Alto da necessidade de uma mudança para nós. Ou não.
Confrontado entre o ir e ficar, manter ou modificar,
- pense no que falta, pense no que sobra.
- pense no que você tem e no que você não quer mais.
- pense no que aquilo pode trazer de bom, e no que aquilo pode trazer de mau.
- analise as alternativas, pondere as consequências.
- reflita no que você pode fazer e o que não deve fazer.
Esteja pronto para dizer sim.
Esteja pronto para dizer não.
Siga sua estrada, colhendo os frutos da escolha.
Doces ou amargos, são seus.
Você fez o que achou melhor fazer.
E que assim seja.
Assim será."
(Por um Espírito Protetor, Instituto André Luiz, 10/02/2021)
"Amanhecer diminuindo ou ridicularizando o próximo é rogar pelas pedras em que se tropeçará pelo resto do dia. As horas são sementeiras implacáveis. Uma jornada feliz começa com pensamentos de respeito, carinho e consideração por todos."
“Autossabotagem” é agir contra si mesmo.
É se criticar constantemente, ressaltando os pontos negativos em detrimento dos positivos.
É envolver-se com pensamentos derrotistas, se diminuir, se acreditar pior que os demais, promovendo um suicídio lento e pavoroso das próprias forças.
Assim também com o próximo.
Sabotar o outro é pensar negativamente sobre tudo que ele faz.
É lhe enviar pensamentos envenenados, sem avaliar o seu poder de destruição.
Pensamentos revestidos de críticas ou de desprezo podem fazer muito mal, pelo qual responderemos perante a Justiça Divina mais cedo ou mais tarde.
Então, no tocante a você mesmo, se "autoalimente" de pensamentos positivos, use a gratidão toda vez que vez que for se menosprezar ou se desacreditar.
Não se incapacite para vôos mais altos. Você pode! Acredite em si mesmo.
Faça isso também com seu próximo. A queda que você enxerga em seus passos pode não ser nada, pode ser reajuste de rota ou mudança de planos pelo Mais Alto.
Então não avalie mal o que você mal sabe.
Somente Deus conhece a todos intimamente.
E se Ele o quer vencedor, também assim quer o seu irmão.
Estamos fadados à Perfeição. Deus quer todos os filhos vencedores!
Agradeça pois o que você tem e é, e agradeça pelo que o próximo tem e já é também.
Caminhemos em gratidão porque ela ilumina nossa mente, clareia nossa visão e dulcifica o coração.
Sucesso, alegria e paz de espírito são consequências felizes de se pensar positivamente, sobre nós e sobre os outros!
Aprendi na adolescência:
"Uma mulher feliz é a alma da casa".
Hoje sei que qualquer pessoa feliz é a alma em qualquer lugar.
Felicidade é um estado de espírito, irradiando positividade.
Felicidade, por ser tão especial, não se ganha, se conquista.
E os que sofrem? me perguntam.
Eu respondo: os mártires dos circos romanos iam para o martírio cantando.
Esta a diferença!
Sofrer todos sofrem.
Sofrer esperando em Deus é que faz a diferença.
Traz riso ao rosto e esperança ao coração.
Faz os olhos brilharem.
Traz luz, faz luz.
É luz!
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