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Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Hipócrita é principalmente aquele que fala mal e julga o erro dos outros como se não tivesse pecado e nem passado. Esse sim, e o maior hipócrita!

Quando tentam diminuir o seu valor e não conseguem,os maldosos procuram então enaltecer suas fraquezas, e quando o seu valor e maior que suas fraquezas inventam mentiras, por que? Simples....o latão sempre terá inveja do ouro, não tem jeito!

Verdadeiros lideres e discípulos sempre respeitam autoridades, mesmo diante dos seus erros. Porque sabem que até no erro da autoridade Deus testa o liderado. Pois quando o Davi respeita a autoridade de Saul mesmo estando errado, ele ganha o trono, mas quando o Absalão desrespeita o Davi pelos erros cometidos, perde o seu trono para o sábio Salomão.
# 1 Sm 26:9 ...Não faça nada, pois não há quem toque no ungido e fique inocente?

O cair é do homem, o levantar é de Deus, a acusação é do Diabo e a fofoca fica por conta dos secretários de Satanás!

E melhor ser um bom Samaritano salvo do que um religioso Fariseu hipócrita moralista que não sabe o significado das palavras amor e misericórdia diante de pessoas caídas a beira do caminho da vida.

O justo sabe ser misericordioso, mas o moralista não sabe ser!

Sou o equilíbrio do desequilíbrio, num constante malabarismo da loucura de ser quem sou e da sanidade que almejo ter.

A preguiça, se bem canalizada, é a nossa maior fonte de ânimo e criatividade. Na ânsia de evitar tarefas aborrecidas, trabalhamos e criamos de forma inacreditável.

Que todo dia seja motivo de alegria e confraternização.
Celebrar a vida a cada novo dia que nasce, como motivo de superação e desenvolvimento intelectual/espiritual.
A vida tem pressa, sempre exige postura e comprometimento frente aos objetivos selecionados. Tudo o que vier daí será fruto de nossas escolhas. Não há escolha certa ou errada e sim o julgamento de que outra escolha seria mais acertada. Faça a escolha, acredite, dê vida a ela e verá que doces e lindos frutos surgirão. É o preço da vida pelo arbítrio livre. Só assim seremos sagrados merecedores do que fizermos e praticarmos.

SOU BELA, RECATADA E DO LAR!

SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.

SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).

SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.

Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.

Ass: uma esposa, com orgulho!

Quando decidi colocar Deus na minha vida, não precisei mais ir buscá-Lo em lugar algum, apenas dentro de mim.
Pois entendi que a igreja sou eu quando compartilho do Evangelho com o outro... Quando amo a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a mim mesmo, quando deixo o Espírito Santo agir por mim, quando faço de Jesus o único Senhor da minha vida, estou sendo igreja independente de onde ou com quem eu esteja... Pois igreja não é feita de tijolos e sim de corações.

"Quão grande a brutalidade possa ser aplicada, quão mais que certa a irracionalidade pode ser notada".

Quando decidi colocar Deus na minha vida, não precisei mais ir buscá-Lo em lugar algum, apenas dentro de mim.

Ser alguém bem-sucedido é viver a vida de forma que se é bem-visto e benquisto pela maioria das pessoas das quais se convive.
Antes de ser alguém que está bem financeiramente, o bem-sucedido é aquele que está bem consigo mesmo e com os outros, independente de dinheiro. Pois o bem-sucedido é o ser e não o ter.
Sabemos que somos bem-sucedidos quando o que temos - ou o que deixamos de ter - não é condicional nas nossas relações.
Bem-sucedida é aquela pessoa sobre a qual você diz: "Eu gosto dela de graça".
Ter sucesso hoje em dia é conseguir conquistar ao menos uma relação gratuita. É ser lembrado, admirado e amado pelo que é e não pelo que tem. É não precisar comprar ninguém para ser agradável e não ter de se vender para gostar de alguém.
Quem pra tudo usa dinheiro, conquista posições em algumas situações. Mas somente o bem-sucedido conquista pessoas a todo momento sem sequer falar em dinheiro.

No mundo atual, onde o extravagante torna-se normal, surreal é ser básico.

Não entendo como de olhos fechados ainda te persigo, como sem te encontrar, ainda te sinto, como sem nunca te olhar ainda te vejo. Como explico a fúria que comprime os sentidos e expande as vontades nesta busca louca onde sei que não te vou encontrar. Não vale, não vale mais a pena percorrer mil caminhos, pois sei de ante-mão que já não estás. Os dedos cravam-se na casca das árvores, querem teu corpo escalar, o teu cimo alcançar para poder olhar o horizonte que teima em se ocultar detrás das copas da floresta. Não adianta correr, saltar, para tentar ao Olimpo chegar, pois o caminho é de pedras e as noites longas são escuras como breu, o frio aperta e a pele dilacera-se nas bainhas destas espadas que carrego. Não vale a pena guerrear, combater, perante ti me ajoelhar porque não me vês, o teu olhar fixa-se no mais distante ponto do Universo, estás imerso num qualquer lago morno, o frio não te corta os sentidos, não te esmaga a carne, não te arrebenta o destino, porque já chegaste, e nunca por mim esperaste.

Se fechardes os olhos, mergulhardes no silêncio, podereis encontrar-vos na imensa sala da Alma. Lá, a vida é simples como deveria de ser e a paz é simplesmente o abraço que vos envolverá.

Os aromas trazem consigo as essência, reflexos de momentos que guardamos na alma.

A CANJA

Me arranja uma canja
que de banda nessa banda
voou tentando debandar
se a canja me arrumar.

Quem sabe uma colherada
... De riso carinho e amor
um abraço antes do nada
um jardim repleto de flor.

Me arranja uma canja?
Sim! Uma canja me arranja
... Para fazer do viver
uma canja com você.

D'essa canja, uma colherada
com toque de tamborim
sapateado samba rodada
uma canja, assim para mim.

Antonio Montes

POETISA BÊBADA

A poetisa bêbada
em sonhos com as favas
bebeu todas suas magoas,
e no tempo medonho
... Magoada, sonhou.

Sonhou com suas trelas
entre cânticos e velas
sonhava vela nas estrelas
o mundo e seu inventor
e voar com seu amor.

A poetisa bêbada...
Bebeu, poucas e boas
e em sua garoa louca
bateu o mal da sua roupa
com sua boca rasgou.

Rasgou o verbo, rasgou frases
Embarcou em sua viagem boa
navegou sobre seus mares
e com poemas e suas penas
encheu a sua velha canoa.

A poetisa bêbada...
Em noite enluarada
debruçou sobre a calçada
chorou seu mundo, seu tempo
e todo seu sentimento
sob o vento, ela jogou.

Das agonias dos seus dias
poetou as suas falas
amarrou-se em fantasias
e das palavras, fez sua casa.

Antonio Montes