Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Poema utopia.


Eu? Quem era eu antes de ser teu?
Sou teu ou continuo sendo meu?
Sou uma ilusão ou sou um ser real?
Eu sou uma utopia escrita em um papel.


Eu sou um sentimento extremo
que te leva da raiva ao amor.
Mas o que é o amor?
Vai além de 4 letras?


Eu sou o confuso sentimento que vive em ti
sou o teu amigo escrito sobre linhas azuis
sou o que sou por tudo que criou em mim
eu sou um lindo poema de Assis.


Eu sou o teu poema recitado de forma meiga
sou a alegria que corre em sua face
sou o mistério que foi base para este poema.
Eu sou o poema utopia.

Versos livres.


Os meus versos são livres
de qualquer preconceito linguístico.
Neles, eu não sigo regras
gramaticais ou sentimentais.


Eu ultrapasso todas as barreiras do tempo imaginário
criado por mim mesmo, em um cenário adaptado
cujo o cenário pode ser confuso ou até mesmo hilário
dependendo da construção de quem está lendo.


Aqui, não falo de verdades ou mentiras
de relações ou previsões.
Mas deixo presos em papéis versos livres
para que cada um possa ler
e tirar suas próprias conclusões.

Astro luminoso.


A fragrância da pura liberdade
encontra-se no seu eu sozinho
em seu próprio espaço
sem a existência do vazio
sendo você mesmo o seu astro luminoso.

— Eu respeito a sua dor e não posso elaborar nenhuma tese sobre ela. Sua dor é única, e é a única que você consegue realmente sentir. Ela te pertence e a mais ninguém.

Augusto Cury

Nota: Augusto Cury in O Vendedor de Sonhos

⁠"Eu me importo com todo mundo, mas o que me dói é saber que não tenho a mesma importância.

“Vem morar perto de mim… e eu prometo te mostrar todos os dias, nos detalhes e no carinho, que você nunca vai precisar sentir ciúmes de mim.”

Eu estou sozinho, mas não estou vazio.

— Desculpa por ontem.

— Pelo quê exatamente?

— Pelo meu jeito… às vezes eu sinto ciúme até das pequenas coisas.

— Ciúme de quê?

— De dividir sua atenção com qualquer outra pessoa.

— Você é bobo.

— Talvez. Mas, no fundo, por mim você seria só minha… e de mais ninguém.

— Então é isso… chegou a hora de ir.

— É, mas eu não gosto de despedidas.

— Nem eu. Por isso prefiro pensar que é só um “até logo”.

— E se a saudade apertar?

— A gente guarda os momentos bonitos no coração até o caminho trazer a gente de volta um para o outro.

⁠Eu, aprendendo com a vida:

Aprendi que nem todos ao meu lado, são meus "amigos";
Aprendi que muitos desses "amigos", só o são enquanto eu tive algo a oferecer-lhes;
Aprendi que quando eles se afastaram de mim, me fizeram um bem;
Aprendi que "amigos" são especiais e poucos;
Aprendi que enquanto aprendo, vou vivendo melhor!

⁠Sei que jamais agradarei à todos!
Só não sei se por excesso ou por falta de conhecimentos.
Mas eu cresci e mudei de opinião, como você também deve ter crescido e mudado.
Porém, todas ações geram reações.

Sempre serei verdadeiro!
Mesmo que com isso eu tenha poucos amigos.

Eu sei que é difícil, mas por favor, aprenda a se curar, sem desabafar com todo mundo. Até porque quase ninguém se importa com o que você sente!

Eu sepultei meus sentimentos.

Eu sou dois países,
um deles feito de areia e silêncio.
O vento me atravessa como lembrança,
e cada grão que toca minha pele
me conta uma história que eu já vivi
sem saber.

Não sonho com as Arábias —
eu sou o sonho delas.
Sou o deserto que caminha,
a miragem que sente,
a memória que dança entre dunas.

E quando fecho os olhos,
não viajo —
eu retorno.

Satisfiz meu devaneio
Em teu colo, eu sentei
Cavalgando entre montanhas
Na profundidade, senti o teu falo
Nos teus olhos estava o mar.

Eu sou a mistura da indígena, do africano e do judeu.

Eu te entendo, Shakespeare.
É bem mais fácil aceitar a ideia de que somos atores, cumprindo nossos papéis na jornada da vida.
Fica mais fácil a partida.

Pai e mãe habitam em mim, e eu que sou filha

Eu tentei fugir do meu destino
E até mesmo na minha tentativa vã de fuga
Ele me encontrou
Descobri então que a fuga também fazia parte.