Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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⁠14 de julho de 2025.

Ele se sentia incomodado com a minha presença, não me queria por perto, mas, ao mesmo tempo, me confundia com sinais de carinho e afeto.
Desde o início da relação, propus um diálogo aberto, expus minhas fragilidades e, muitas vezes, deixei-me levar pelas minhas inseguranças.
Inúmeras vezes convoquei conversas sobre isso, apontei a possibilidade de recuar, de darmos dois passos para trás na relação, entre outras alternativas.
O que mais me machuca é saber que fui subestimado. Quando mostrei minha vulnerabilidade, não foi para assustar, mas para alertar sobre minhas feridas emocionais.
Conheço muito bem os meus sentimentos e acredito que a sinceridade pode ser a chave para o diálogo — mas, nessa relação, não funcionou.
Várias mentiras foram empilhadas sobre a mesa. Falsos desejos foram compartilhados. Afetos e carinhos que nunca foram verdadeiros.
A verdade é que talvez não tenhamos sido permissivos. Talvez permitir-se fosse o caminho: permitir-se falar, conversar, dizer, explicar.
Mas não. Nunca houve a preocupação em me dizer que eu não era desejado na vida dele.
Posso parecer frágil, mas tudo o que quero é poder ser inteiro com alguém que partilhe a vida comigo.
Não é o amor no sentido idealizado da palavra, mas um amor real: a partir do desejo do outro, podemos florescer como na primavera, cair como as folhas no outono ou queimar com as geadas do inverno.
E, a partir do desejo, também podemos arder como fogo na pele alheia, sem que isso seja um ato de traição. Sou sincero e verdadeiro — a mentira me enoja como um regurgito.
Nos tempos em que vivemos, o amor é fragmentado. É preciso assumir isso para caminhar junto à verdade.
Assumir que, numa relação, o outro deseja o "nós", mas também deseja os "outros" — esse caminho parece ser mais justo, verdadeiro e coerente.
Não posso apagar o meu desejo, assim como você não pode apagar o seu. Então, por que não nos alinhamos para arder como chamas, enquanto nos espalhamos como brasas por aí?
As gerações se conflitam, os humanos gorjeiam, e as relações se enfraquecem. A hiperindividualização do eu dificulta o movimento do nós.
Na contemporaneidade, há uma necessidade de comportar os prazeres a partir das nossas liberdades — mas ser livre não significa estar sem o outro.
Como podemos compactuar com a verdade de forma equivalente aos nossos desejos?
Abdicar dos desejos é um caminho para o apagamento do eu?
Em que implica a ascensão do eu em uma relação que contraria o nós?
O que o fetiche pela mentira revela sobre o caráter de alguém?

Inserida por zer0esquerda

⁠quando a cadeira,
estiver distante da mesa,
e isso incomodar,
é melhor que volte a cadeira
pro seu devido lugar
quando estiver acompanhado
E a cadeira estiver distante da mesa,
e isso não agradar,
é ideal comunicar.
se há ruído
é possível ser entendido.
A ponte que liga o querer ao poder
é a essência da liberdade
de se sentir a vontade
pra ser escolhido ou poder escolher.

Inserida por zer0esquerda

⁠não! Não somos suficientemente incríveis.
somos potenciais incríveis.
por mais avesso que possa parecer,
somos como as aves em migração,
sozinhos não conseguimos seguir.
sozinhos nos perdemos de todo o resto
só saberemos ser suficientemente "incríveis",
quando ouvirmos, percebermos ou sentirmos.
e é isso que sempre desloca,
que nos coloca
nos vértices triangulares das paredes.
bem já se sabe
"que os outros completam as faltas"
respire, relaxe olhe e vá.
o vértice triangular sustenta o zer0 nas paredes, que se levanta e mais uma vez segue, caminha - olha para o azul e diz:
não agradeça a companhia,
ser gentil, amável e cuidadoso,
tampouco é um esforço,
você mereceu.

Inserida por zer0esquerda

⁠Manhã

Teus olhos têm o sol
que acorda a madrugada.
Teu riso, o céu azul
que abraça a tarde amada.

Bela como o dia
que nasce e se despede:
breve flor, vento, magia...
que a noite apenas pede.

Inserida por OdaraAkessa

Quando tudo está às mil maravilhas ninguém conhece ninguém! Até nós mesmos não nos conhecemos! ⁠

Inserida por alexsandre_soares

⁠*CONCILIAÇÃO* Nesse mundo, devemos prestar atenção no que Jesus disse: "O que tens de fazer, fazei-o depressa!". O Mestre deixou claro que há coisas que urgem; e uma delas é o tempo de nos conciliarmos. Eventualmente deixamos passar tanto tempo, e tantos são os estragos, que ultrapassamos a barreira do próprio tempo de pedir perdão! (Victor Antunes)

Inserida por VictorAntunes

⁠O estágio de uma pessoa que aparentemente não está passando aperto, está vendo a sua vida tranquila e diz consigo mesmo que não é preciso mais se esforçar e é melhor deixar como está... O estágio dessa é pior que o de uma pessoa que se encontra no fundo do fundo do poço, mas que ainda tem forças pra reagir.

Inserida por alexsandre_soares

⁠Com as mãos livres, o homem poderá chegar ao ponto alto do seu próprio estado de fúria ou de inquietação. Neste estado, ele tem total capacidade de ocupar suas mãos com armas ou com livros, e sua mente construindo armadilhas ou escrevendo poemas, versos e romances diversos. Quando o homem abaixa as armas, até mesmo um galho seco pode ser um meio de riscar ao chão e de materializar os sentidos dos seus próprios pensamentos, medos ou frustrações.
A pulsão é a mesma, cabe a cada ser saber utilizá-la da melhor forma.

Inserida por pedro_de_alexandre

⁠*NÃO EXISTE O ACASO DAS CONSEQUÊNCIAS* Bom dia. Toda nossa vida é forjada nas escolhas que fazemos. A cada dia decidimos coisas pequenas, médias e grandes; e no somatório, essas escolhas vaem amalgamando um dia futuro; e assim, sucessivamente, um dia após o outro, vamos formando nosso destino ou futuro. As consequencias das coisas em nossas vidas quase nunca são frutos do mero acaso. As forças que governam nossas escolhas vêm de dentro dos nossos corações. As escolhas, portanto, que fazemos a cada dia, trazem os resultados de tudo que assentamos em nossas vidas. As nossas escolhas representam o que pensamos, o que somos, e o que fazemos diuturnamente; tanto para o bem quanto para o mal; nós somos o start. E os resultados nos pertencem. Por conseguinte, devemos sempre ficar atentos e vigilantes ao promovermos desde a pequena, até a mais importante escolha de cada momento, e em cada dia de nossas vidas.Os resultados são sempre inexoráveis. (Victor Antunes)

Inserida por VictorAntunes

⁠Enquanto estivermos alimentados seremos moderados.

Inserida por I004145959

⁠Acredito que durante a vida recebemos estímulos internos e externos que são processados no inconsciente e que em algum momento nascerá em forma de pensamento, de razão, de consciência...

Inserida por I004145959

Todos deveriam se amar independente do jeito que cada um é

Inserida por annajulia1234

⁠O desanimado tem fé para desistir. Ele nem tentou, mas dentro dele ele já desistiu. Ele é um sol apagado que olha todos os dias iguais. Para não se tornar como ele, é preciso ser mais forte que a força que nos tenta colocar pra baixo. Busquemos-a em Deus!

Inserida por alexsandre_soares

⁠Se conecte, a era das "máquinas" chegou!
Td aquilo que outras gerações "imaginou", o homem, em um curto espaço de tempo "criou"!
Vc conhece "tecnologia reversa"?
Se não conhece, espere, essa tecnologia vai acabar com toda "conversa"!
Somos a geração que vai "descobrir de onde viemos, e pq viemos"?
Preparem se para uma jornada inesquecível, o ser humano está em UPGRADE!

Inserida por ulyssescampos

⁠Não busque nada novo enquanto não estiver conectado ao Criador.

Inserida por pastorthiagotorres

⁠Quem se desespera torna-se cego para se reinventar.

Inserida por poeta76alex

⁠ADORNAR o penico sobre a CABEÇA, Não é para Adquirir Condolências.

Mas para quê se Possa VER e CONHECER, Os que ATACAM às

ESCONDIDAS.

Inserida por jose_roberto_barcelos

⁠Os seus relacionamentos definem o seu estado emocional.

Inserida por ana_paula_m_moraes

⁠O pior inimigo seria o quê atacam às escondidas, finja de morto e ferido que ele se mostrará.
O invisível aparece gloriando-se.

Inserida por jose_roberto_barcelos

⁠Viver apegado a alguém é cultivar amor artificial. Pois o verdadeiro amor é estar bem consigo mesmo e com Deus.

Inserida por poeta76alex