Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no soprar dos ventos, nas tempestades de verão e nos chuviscos suaves da primavera. Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no brilho das estrelas e no cantar alegre dos pássaros. Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá, eu não morri.
Acontece que ele não me amava como eu esperava... Bom, o que estou tentando dizer é que eu entendo o que é se sentir a menor e a mais insignificante das criaturas do mundo e isso faz você sentir dores em lugares que nem sabia que existiam no corpo. Não importa quantos penteados novos você fizer, ou em quantas academias entrar, ou ainda quantas taças de frisante você tomar com as amigas, você ainda vai pra cama, toda noite, pensando em cada detalhe, imaginando o que fez de errado, ou como pode ter interpretado mal, e como foi que por um breve momento, você achou que podia ser tão feliz. Às vezes você consegue até se convencer de que ele, num passe de mágica, irá ate à sua porta... e depois de tudo isso, demore o tempo que tenha que demorar, você vai para um lugar novo, vai conhecer pessoas novas que fazem você se valorizar e pedacinhos da sua alma vão finalmente voltar. E aquela época turva, aquele tempo ou a vida que você desperdiçou, tudo isso começa a se dissipar.
Um homem disse a Buda: Eu QUERO felicidade. Buda respondeu: Primeiro retire o EU, que é seu ego! Depois retire QUERO, que é seu desejo! Pronto, agora você é deixado com a felicidade.
Eu sou assim... Duas de mim...
Às vezes três... Quatro... Cinco... Seis...
Sou uma por mês, me diversifico.
Tem horas que grito, vivo num conflito, mostro ao mundo minha dor;
Outras horas, só sei falar de amor, a mais romântica, melodramática, estática, chorosa e nervosa, carente e decadente, vingativa e inconsequente!
Aí, quando menos percebo, me transformo em mulher cheia de medo, cheia de reservas, coberta de sutilezas, séria ou sem defesa;
No minuto seguinte, no papel de mulher fatal viro logo a tal... Sou dona do mundo, segura e destemida, altiva e atrevida, rasgo meus segredos ao meio e exponho num roteiro de poesia ou texto...
Agrido, inflamo, conto o que ninguém tem coragem de contar, explico detalhes que é bom nem lembrar...
Sou assim... Várias em mim, sorriso por fora, angústia toda hora, por dentro um tormento, no rosto algum sofrimento, no corpo uma explosão de prazer, nos olhos, meu desejo deixo perceber.
Melhor nem me conhecer, fique com minhas letras, com as minhas palavras, na vida real sou bem mais complicada.
Sou mil em mim e quem tentou, descobriu que viver ao meu lado é viver dentro de um campo minado...
Quem esteve nele... quis fugir...
E quem ficou... viu tudo explodir!
Passei pelo nascimento e pela morte, alegria e sofrimento, céu e inferno; e no final eu reconheci que estou em tudo e que tudo vive em mim.
Crônicas da Vida - Quando eu envelhecer
Quando eu envelhecer meus cabelos serão brancos e brilhantes. Digo isso porque me dei conta que a vida passa rápido. Ela é de muitas sensações, um dia estou muito feliz e em outro estou muito triste, mas de uma coisa eu sei: “eu quero viver e me tornar imortal, pelo menos no meu mundo”.
Viver é um presente dos céus e cada pessoa é a estrela da sua própria vida. E cada vida dá uma vida!
E eu rezo uma oração... hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça... Catarina Earnshaw, possas tu não encontrar sossego enquanto eu tiver vida! Dizes que te matei, persegue-me então! A vítima persegue seus matadores, creio eu. Sei que fantasmas têm vagado pela terra. Fica sempre comigo... encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não quero que me deixes neste abismo, onde não posso te encontrar! Oh, Deus! é inexprimível! Não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma! (Heathcliff - O Morro dos Ventos Uivantes)
Uma amiga ensinando a outra a conjugar o verbo amar:
"Eu te amo, tu me amas, ele não te ama, nós não ligamos, vós levantais a cabeça, eles que se danem!"
E se alguém interessa saber, eu sou feliz assim. Bem mais do que quem um dia falou, ou ainda vai falar de mim.
Eu chorava e não entendia, apenas não entendia, e não entender dói, e a dor fazia com que eu chorasse. Eu sentia saudade, uma saudade apertada da gente, principalmente da gente.
Eu deixarei minha janela aberta, porque estou muito cansada de chamar o seu nome. Apenas saiba que eu estou aqui esperando que você venha com a chuva.
Se eu pudesse, apenas um dia,
voltar no tempo,
queria que fosse
para o dia em que te conheci.
Se eu devesse, talvez,
corrigir um erro,
queria que fosse
o da nossa primeira briga.
Se eu pudesse, então,
repetir o que foi bom
queria que fosse
o nosso primeiro beijo.
Se eu pudesse, ainda,
desfazer um ato,
queria que fosse
o te ter magoado.
E se eu pudesse, por último,
fazer um pedido,
queria que fosse
o de ser feliz pra sempre
contigo.
Eu, por exemplo, gosto do cheiro dos livros. Gosto de interromper a leitura num trecho especialmente bonito e encostá-lo contra o peito, fechado, enquanto penso no que foi lido. Depois reabro e continuo a viagem. (…) Gosto do barulho das páginas sendo folheadas. Gosto das marcas de velhice que o livro vai ganhando: (…) a lombada descascando, o volume ficando meio ondulado com o manuseio. Tem gente que diz que uma casa sem cortinas é uma casa nua. Eu penso o mesmo de uma casa sem livros.
Desculpe, café está fora de questão. Quando eu me mudei para a Califórnia, prometi a minha mãe que eu não começaria a usar drogas.
Há momentos em que eu não preciso de alguém para desabafar, eu preciso de alguém que me dê um abraço apertado e me diga: "Eu sempre vou estar com você"
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