Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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"Eu sou um aeroporto. Chegadas e partidas são a única certeza na minha vida!"

Antes de beijar uma garota, eu abraço ela forte para deixar claro que minhas intenções são puras!

Sou eu que erro em confiar nas pessoas, ou são as pessoas que erram ao mentir para mim?

Dizem que o medo mora perto das idéias loucas. Mas eu enfrento meus abismos, e quero viver minhas loucuras!

Eu não quero viver num mundo em que não possa fazer uma piada de mau gosto.

Cansei de me preocupar, só vou dar valor pra quem me quer bem. Eu não vou dar ibope pra essa gente que só me quer ver pelas costas, pra essa gente pobre de alma que pensa que pode me fazer infeliz. Eu vou atrás só do que me dá sorrisos, o resto eu ignoro.

Eu não quero fazer o que eu posso, eu posso fazer o que eu quero.

Não existe mais ninguém tão inocente para ainda colocar o sujeito EU na condição de´Penso´.

teu sorriso eu vou deixar na estante, pra eu ter um dia melhor

Não estou solteira, estou sozinha. Solteira é quem procura alguém, eu não procuro ninguém.

Se um dia eu e minha namorada brigássemos e ela chorasse, eu ficaria quieto e a abraçaria.

Eu não sei usar espadas, não sei navegar, também não sei cozinhar e não sei mentir, o que eu sei, é que dependo dos meus amigos se quiser continuar vivendo!

Eu tenho duas regras
1° Eu nunca erro
2° Se eu errar eu volto para a primeira regra

Eu vi minha vida ramificando-se diante de mim como a figueira verde da história.
Na ponta de cada galho, como um figo gordo e roxo, um futuro maravilhoso acenava e piscava. Um figo era um marido, um lar feliz e filhos, outro era uma poetisa famosa e consagrada, outro era uma professora brilhante, outro era a Europa, a África e a América do Sul, outro era Constantino e Sócrates e Átila e outros vários amantes com nomes exóticos e profissões excêntricas, outro ainda era uma campeã olímpica. E, acima de tais figos, havia muitos outros. Eu não conseguia prosseguir. Encontrei-me sentada na forquilha da figueira, morrendo de fome, só porque não conseguia optar entre um dos figos. Eu gostaria de devorar a todos, mas escolher um significava perder todos os outros. Talvez querer tudo signifique não querer nada. Então, enquanto eu permanecia sentada, incapaz de optar, os figos começaram a murchar e escurecer e, um por um, despencar aos meus pés.

Sylvia Plath
The Bell Jar. New York: Bantam Books, 1972.

"Liberdade, igualdade, fraternidade" – eles se esqueceram de obrigações e deveres, eu acho. E então, é claro, a fraternidade desapareceu por muito tempo.

Eu sou assim
Um pedacinho bom
Outro ruim.
Ninguém é perfeito
E comigo não seria diferente.
Cometo erros
e acertos.
Busco sempre melhorar
Mas não tolero essa história
de fazer as coisas só para agradar.
Sou o que sou
Sou quem sou
Não posso e nem quero
ser aquilo que os outros desejam.
Quero viver do meu jeito
Traçar meu próprio caminho
Quero no final de tudo
Poder dizer que vivi e fui feliz
Sorri e chorei...
Mas com as escolhas que eu fiz.

Eu não posso prever o futuro. Não tenho bola de cristal e não sei ler mãos. Mas eu te garanto que eu sempre vou estar aqui. Te amando, te cuidando, te querendo. Pra sempre.

Eu temia as pessoas no mais elevado grau, mas mesmo assim não conseguia abandoná-las de modo algum.

Osamu Dazai
Declínio de um homem. São Paulo: Estação Liberdade, 2018.

Eu não fui para religião para me fazer feliz. Eu sempre soube que uma garrafa de vinho do porto faria isso. Se você quer uma religião para fazer você se sentir realmente confortável, certamente eu não recomendo o Cristianismo.

Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar