Eu Desejei mais do que Voce
**Se Eu Morresse Hoje**
Se eu morresse hoje, quem sentiria?
Minha mãe, com lágrimas que rasgam o tempo,
meus filhos, crescendo sem o calor das minhas mãos,
minha mulher, habitando noites longas e vazias,
dois ou três amigos, mais lentos no amanhecer da saudade.
E o mundo?
Seguiria, indiferente, como após a queda de uma folha.
Mas eu?
Eu sofreria o peso do inacabado:
poemas interrompidos, abraços que não dei,
a linha invisível que une início e fim,
cortada abruptamente.
Morrer hoje seria mais que ausência.
Seria um adeus ao que não vivi,
um vazio gritante do que não foi entregue.
E talvez, no último suspiro,
eu compreendesse que viver
é um texto sem fim,
escrito no escuro do tempo.
Nem com Vinicius nem com o Tom
Que um amor, tem que triste pra ser bom,
com isso eu Não posso concordar,
nem com o Vinicius nem e o Tom.
Que o amor, não é belo assim
como se canta, não suporta
a miséria que o espanta
Quando falta o pão, pede perdão
e desencanta.
Quando falta o pão, pede perdão
e desencanta.
Porque eu te amo, escolhi me afastar. Não é falta de amor, é cuidado. Não quero que a minha tristeza toque o que há de mais bonito em ti, não quero que a dor que carrego obscureça o brilho do teu sorriso. Às vezes, amar é proteger, mesmo que isso signifique partir.
Meu amor por ti é tão imenso que prefiro suportar a saudade a permitir que a minha escuridão te alcance. Ficar longe de ti é a escolha mais dolorosa que já fiz, mas também a mais sincera. Porque amar, de verdade, é querer o bem do outro, mesmo quando isso nos fere.
Sei que nunca deixarei de te amar, mas escolho a distância como forma de preservar o que há de mais puro em nós. Não quero ser a tempestade no teu céu. Quero que sejas feliz, mesmo que a felicidade precise existir longe de mim.
Meu Pranto
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
A dor que dói deixa a marca sem furar
E eu não consigo um minuto me calar
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Meu violão não aguenta mais sofrer
Quebra as cordas com saudade de você
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Não tem papel nem caneta pra escrever
Falta argumento pra que eu possa te dizer
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Leva meu pranto, meu dissabor
Por isso eu canto, pra espantar a dor
Eu não gosto dos otimistas.
São o avesso do que um homem deveria ser. Fracos, como flores nascidas no asfalto. Hipócritas, porque a esperança que carregam é emprestada e sabem disso. Não há virtude no sorriso de quem foge.
Todo homem conhece o peso do que o espera. Cada segundo é uma vírgula no discurso do fim. Por que fingem não saber? Por que disfarçam? Andam pela vida como se a tragédia fosse um acaso, não uma certeza, e enchem a boca de palavras leves, como quem tenta vender um barco furado ao próximo náufrago.
A verdade é dura, cortante. Vem como o som surdo de uma porta trancada para sempre, como o baque de um corpo ao chão. A verdade não se curva nem espera. É uma lâmina que vive no silêncio, e os otimistas... Ah, os otimistas são os que tentam cegar-se diante dela.
Mas o mundo não é gentil. Nunca foi. E os que riem à beira do abismo só prolongam a vergonha da queda. Não há dignidade no engano. Não há beleza na negação. Eu prefiro os que não mascaram o rosto com sorrisos. Os que olham para o escuro e dizem: “Eu sei.” Esses não se vendem à ilusão. Esses são os únicos que, de alguma forma, resistem.
Otimistas são traidores da própria condição. Não há coragem em esconder-se atrás de promessas fáceis. Só há mérito em encarar o inevitável de frente, sem artifícios. A vida exige muito mais do que sorrisos; exige força para carregar o peso de saber.
Minha Presunção
Na poesia e na escrita,
Se acaso eu tivesse uma meta,
Uma ambição insana,
Não seria superar Homero,
Nem Shakespeare, nem Cervantes.
São mitos e lendas,
E há sempre uma sombra de dúvida
Quanto a se existiram de fato.
Mas há um espírito,
Um poeta maior que Dante,
Que não se alcança facilmente.
Seu eco de loucura fascinante
Ecoa além dos sonhos ou delírios,
Um poeta que é a soma de todos eles.
Eu, se fosse poeta,
Ou quem sabe um louco,
Em meus devaneios,
Só almejaria uma coisa:
Escrever como um tal Fernando,
Um esquizofrênico consciente,
Que, em meio à solidão,
Se superou e deu vida a tanta gente.
Um homem que, fragmentado,
Se multiplicou em vozes e versos,
Fez de sua dor uma constelação,
E do vazio, um universo.
Se eu fosse poeta,
Ou então um sonhador perdido,
Minha presunção seria esta:
Ser digno de ser chamado
Uma sombra,
Um eco de Pessoa.
Eu poderia passar a vida inteira te observando, admirando cada detalhe seu, desejando cada instante ao seu lado. E como eu queria que os teus beijos se tornassem eternos em mim, tatuados na essência da minha alma, marcando para sempre o lugar onde o amor encontrou morada.
Me dê um sussurro, suave como o vento que carrega segredos. Me dê um sinal, algo que eu possa guardar quando a distância nos separar. Me dê um beijo, o último, cheio de tudo que fomos, antes que as palavras "adeus" rompam o que resta do nosso momento.
Quase sempre apressado
Sou eu quem chego primeiro
No seu suspiro derradeiro
Eu quem estarei ao seu lado
E não serrei dissimulado
Te mostrarei aonde errou
As vezes que me ignorou
Sem conseguir me reverter
Vai notar que é meu dever
Esquecer o que não zelou
Quase
eu quase morri.
não foi por falta de dor,
mas por excesso de espera.
quase fim,
quase meio,
quase gesto inteiro que se perde no intervalo.
quase vida —
essa sombra acesa que não ilumina.
quase amor —
esse sopro que não toca,
mas levanta poeira no peito.
quase ida,
porque eu ainda volto em sonhos.
quase vinda,
porque nunca cheguei por completo.
quase morte,
como um adeus sussurrado sem convicção.
quase destino,
feito linha torta que não ousa ser traço.
quase eu,
quase tudo,
quase nunca.
Os meus pensamentos e poesias, ou tudo o que eu escrevo, vão dizendo o que me vai por dentro... sem plágio, só verdades dos meus sentimentos.
Eu sou a flor que o vento jogou no chão
Mas ficou um galho
Pra outra flor brotar
Meu samba é a voz do povo
Se alguém gostou
Eu posso cantar de novo
Um dia desse
Eu fui dançar lá em Pedreiras,
Na rua da Golada,
Eu gostei da brincadeira
Zé Cachangá era o tocador
Mas só tocava Pisa na fulô
Eu sou um pobre caboclo
Ganho a vida na enxada
O que eu colho é dividido
Com quem não prantô nada
Nesses dias tão difíceis de viver, é sempre nos teus braços que eu procuro adormecer...
Tatuei seu nome em minha alma...você é o vinho doce que me acalma!
Eu sempre te escuto, "meu amor tome cuidado..."
Por mais que o tempo ingrato nos empurre para o chão...por mais que o mundo diga que viver é complicado
Tatuei você em minha alma...
Você é o vinho doce que me acalma!
Perdidos nunca estamos, se o amor nos faz ser três...
Não há uma disputa pra saber qual é a vez...
Estamos sempre unidos procurando um voo alto...
Sair dessa mesmice, da tolice do asfalto...
Do pensamento simples que o amor sempre condena...
Você é a razão pura do amor que vale a pena...
Por mais que o tempo ingrato nos empurre para o chão...
Você diz, "confiança" ao pegar em minha mão...
Você é a lógica exata de que o amor sempre vale a pena...
Que o amor valha a pena!
Escrevi uma carta para o meu eu do futuro,
Não foi respondida.
Apesar de desejar muito,
Ele não existia.
Se alguém me critica, eu absorvo, e faço ela de degrau para ajudar a alcançar o que estou buscando.
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