Eu Desculpo Voce
Dizem que quem procura, acha. Andei pensando que devo tá procurando errado. Foi aí que eu optei por parar de procurar, por deixar me acharem. Porque procuras inúteis e esses achados errados machucam e cansam tanto e eu não quero desistir, perder as forças. Porque eu me conformei com tanta coisa absurda, tanta falta de amor, mas eu ainda tenho esperança de um dia alguém me fazer acreditar de novo e me mostrar o quanto eu tava enganada. Porque eu me adaptei e me fechei por necessidade, não porque eu quis. Aprendi a fingir não ter coração só pra ele continuar aqui, forte, batendo e sonhando em silêncio. Ou você aprende a ser cínica ou você morre por dentro, eu tive que aprender. Mas sabe de uma coisa ? É mais leve. Ser ingênua pesa, porque você sai distribuindo amostras grátis do seu melhor por aí, pra qualquer um, acreditando que vai ter algum valor. E se decepciona, e toda aquela coisa. Depois que você aprende a ser cínica, você se guarda, se poupa. Você prova o mundo e não precisa provar nada pra ninguém. Ser cínica não dói, porque você não acredita nem na dor. E ela vai embora. E uma parte de você vai embora. Melhor assim. Essa mania de acreditar em tudo e confiar em todos só fazia sofrer. Melhor assim, menina.
Eu, quando visto pelo outro.
Quem sou eu? Eu vivo pra saber. Interessante descoberta que passa o tempo todo pela experiência de ser e estar no mundo. Eu sou e me descubro ainda mais no que faço. Faço e me descubro ainda mais no que sou. Partes que se complementam.
O interessante é que a matriz de tudo é o "ser". É nele que a vida brota como fonte original. O ser confuso, precário, esboço imperfeito de uma perfeição querida, desejada, amada.
Vez em quando, eu me vejo no que os outros dizem e acham sobre mim. Uma manchete de jornal, um comentário na internet, ou até mesmo um email que chega com o poder de confidenciar impressões. É interessante. Tudo é mecanismo de descoberta. Para afirmar o que sou, mas também para confirmar o que não sou.
Há coisas que leio sobre mim que iluminam ainda mais as minhas opções, sobretudo quando dizem o absolutamente contrário do que sei sobre mim mesmo. Reduções simplistas, frases apressadas que são próprias dos dias que vivemos.
O mundo e suas complexidades. As pessoas e suas necessidades de notícias, fatos novos, pessoas que se prestam a ocupar os espaços vazios, metáforas de almas que não buscam transcendências, mas que se aprisionam na imanência tortuosa do cotidiano. Tudo é vida a nos provocar reações.
Eu reajo. Fico feliz com o carinho que recebo, vozes ocultas que não publico, e faço das afrontas um ponto de recomeço. É neste equilíbrio que vou desvelando o que sou e o que ainda devo ser, pela força do aprimoramento.
Eu, visto pelo outro, nem sempre sou eu mesmo. Ou porque sou projetado melhor do que sou, ou porque projetado pior. Não quero nenhum dos dois. Eu sei quem eu sou. Os outros me imaginam. Inevitável destino de ser humano, de estabelecer vínculos, cruzar olhares, estender as mãos, encurtar distâncias.
Somos vítimas, mas também vitimamos. Não estamos fora dos preconceitos do mundo. Costumamos habitar a indesejada guarita de onde vigiamos a vida. Protegidos, lançamos nossos olhos curiosos sobre os que se aproximam, sobre os que se destacam, e instintivamente preparamos reações, opiniões. O desafio é não apontar as armas, mas permitir que a aproximação nos permita uma visão aprimorada. No aparente inimigo pode estar um amigo em potencial. Regra simples, mas aprendizado duro.
Mas ninguém nos prometeu que seria fácil. Quem quiser fazer diferença na história da humanidade terá que ser purificado neste processo. Sigamos juntos. Mesmo que não nos conheçamos. Sigamos, mas sem imaginar muito o que o outro é. A realidade ainda é base sólida do ser.
Todos os dias eu reservo um tempo para falar com Deus, desde então percebi que muitos são os dias que já se passaram.
O tempo de Deus não se mede.
Os objetos que eu costumava manter com orgulho em destaque na estante hoje estão empoeirados dentro das caixas de que vivo desviando. Os CDs do AC/DC, Janis Joplin, Iron Maden cederam seus lugares a Gonzaguinha, Maria Bethania e Milton Nascimento. Minha coleção de Paulo Coelho foi devorada por cupins e eu nem notei. Meus DVDs de Alien, Predador, Duro de Matar, onde foram parar? E as canções que escrevia querendo transmitir certa inconseqüência adolescente hoje são retratos meus, do que fui ou desejei ser, das pessoas importantes que cruzaram o meu caminho e se fundiram a mim me tornando um pouco uma mistura homogenia com suas manias irrelevantes ou encantadoras. Sei que me engano imaginando que essas canções não serão esquecidas, por que as pessoas mudam todos os dias, a beleza passa, a personalidade é uma mutação constante, e as paixões deslizam por entre os dedos como algo que não podemos controlar. “Hoje sou mais que ontem e um pouco menos que amanhã”. Na casa que me encontro agora há reformas todos os dias com as paixões que chegam e se vão, com os amores que ficam, com o sorriso que aprendi a admirar, com a minha alternância de padrões e razões. Também há uma garota que pinta as unhas de verde, que não bem conheço porque entrou de repente, sem pedir licença, que esta trocando tudo de lugar, derrubando paredes e fazendo uma bagunça assustadora.
É eu vou fazer de tudo, de tudo que nós sonhamos.
Eu vou tirar o pé do chão é fazer um vôo, vou SER tudo o que você sempre sonhou.
Farei da sua ausência um argumento para lapidar o prazer
Serei fria e calculista
Simpática e egoísta
Sincera e direta.
Viverei dependente da minha boa argumentação
Porque não será fácil, eu sei vou me lembrar de você
Quando falarem a palavra amor
E citarem felicidade
Se chover e fizer sol
Se for teatro
Quando for saudade
E o desespero, inconfundível, inevitável
Vou lembrar você em tudo
Em mim, nele, na mascara, no ato
No abstrato, invisível, inato
Daí meus pés voltaram ao chão
Lembrando que você não esta lá.
'' Tenho pena do teu preconceito à meu ateísmo, porém tu não és melhor que eu por crê em ilusões , & não sou melhor que tu por viver de fatos .
- Meu whisk onde está?
- Na sua mão Maysa.
- Eu tou falando da garrafa.
E eu a amei não pelo jeito que ela dançava com os meus anjos, mas pelo jeito que o som do seu nome conseguia silenciar os meus demônios.
E foi então que eu descobri uma coisa fantástica, talvez a mais fantástica de todas: quando a gente para de procurar desesperadamente por um amor, a gente percebe que pode amar qualquer coisa.
A tragédia em cena já não me basta. Quero transportá-la para minha vida. Eu represento totalmente a minha vida. Onde as pessoas procuram criar obras de arte, eu pretendo mostrar o meu espírito. Não concebo uma obra de arte dissociada da vida.
Como eu vejo o amor?
Eu vejo o amor como a união de dois seres que se completam, se respeitam e doam-se para construir um ao outro.
Eu vejo o amor com base de alicerce, iniciada na amizade, raras vezes num único olhar, desenvolvido no namoro, alimentado pelo diálogo e pela compreensão.
Eu vejo o amor na humildade, que abandona o egoísmo e dá plena atenção ao seu amado.
Eu vejo o amor cheio de confiança, certeza, fidelidade e responsabilidade.
Eu vejo o amor como uma vida que planeja o futuro, para que ambos sejam felizes conforme a vontade de Deus.
Eu posso ver o amor, nos seus olhos sinceros, no seu sorriso simples, na sua voz sutil, nos seus gestos de carinho. Eu posso ver o amor em você, embora só meu coração o sinta!
Violeta
Sempre teu lábio severo
Me chama de borboleta!
-Se eu deixo as rosas do prado
É só por ti-violeta!
Tu es formosa e modesta,
As outras são tão vaidosas!
Embora vivas na sombra
Amo-te mais do que às rosas.
A borboleta travessa
Vive de sol e de flores...
-Eu quero o sol de teus olhos,
O néctar do teus amores!
Cativo de teu perfume
Não mais serei borboleta;
-Deixa eu dormir no teu seio,
Dá-me o teu mel -violeta!
Eu te amo como quem esquece tudo
diante de um beijo:
as inúmeras horas desbeijadas
os terríveis desabraços
os dolorosos desencaixes
que meu corpo sofreu longe do seu.
Elejo sempre o encontro
Ele é o ponto do crochê.
Penélope invertida
nada começo de novo
nada desmancho
nada volto
Teço um novo tecido de amor eterno
a cada olhar seu de afeto
não ligo para nada que doeu.
Só para o que deixou de doer tenho olhos.
Cega do infortúnio
pesco os peixes dos nossos encaixes
pesco as gozadas
as confissões de amor
as palavras fundas de prazer
as esculturas astecas que nos fixam
na história dos dias
Quando olho pra trás da minha vida, percebo que eu cresci e aprendi, me fortaleci muito mais nas horas que eu estava sofrendo do que nas horas que eu estava contente. Quando a dor chega eu vejo de outra maneira, não como um sofrimento, mas como uma oportunidade de aprendizado, toda dor é oportunidade de aprendizado, a gente aproveita ou não. Quem tem q dar a base a gente é o sentimento, então eu deixo o sentimento me comandar, passei ele a cima da razão, o sentimento me comanda e a razão se vira pra fazer o que o sentimento comandou. O sentimento percebe melhor que a razão, ele vai mais fundo, ele é mais humilde, ele é mais sensível, ele é mais humano... as pessoas tem medo de se arriscar, esquecem que liberdade é risco, querem segurança...
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