Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
É sei como é!
Sei como é sentir frio
Sei como é sentir dor, arrepio
Sei como é ter momentos
felizes, alegres...
Sei como é ter momentos...
Bastante infelizes.
Sei como é gente sofrendo
Sei como é ser incompreendido
Sei como é ser gentil
E ao mesmo tempo viril
Sei como é chamar a atenção
Sei como é sentir as dores do coração!
Sei como é muitas coisas
Mas também sei que muitas coisas não saberei...
Muitas coisas jamais viverei
Sei como é ficar emburrado
Sei como é viver na depressão
Sei sentir as angustias do coração
Desisti de saber o que é felicidade
Procurei sentir a paternidade
A Divindade.
Não sei o que é Divino
Não sei como perceber o amor imortal
Não sei distinguir o que é real
Sinto que sei mas... Não me recordo de nada
Sinto a imensa jangada!
Sei o que é a traição
Das entranhas do coração
Percebo o que é compaixão
Mas com certeza nunca me verão
Totalmente na escuridão!
Nem tudo sei como é...
É como sei tudo não!
Vou aprendendo, desprendendo
Quebrando a cara
Dentro desta minha jornada!
Plagiando o pensador maior
Em seu pensamento divino
Com humildade reflito
Tudo sei... Que nada sai...
Sei algo que você não sabe
Tem algo que jamais saberei
Tenho ideais centradas
Tenho dúvidas reais
De como viver a vida
Dentro desta viagem escondida!
Acelerada pelo dor
Transformando-se tudo em amor...
É sei como é...
Vão e nunca mais voltam...
Ignoram o que bate como vento ao rosto, a dura e pobre realidade!
Todavia nos deviam, nos enviam, por fim nos descartam.
Outrora são gentis, mais a frente rudes após objetivo alcansado...
Rua, sonho, só... solidão.
Imagino... mas ignoro, procuro mas não encontro...
Alguém pode responder qual o sabor da vitória?
Socializar-se à inércia do conformismo...
Amar o ódio como única verdade e opção...
Linear as trilhas da desonestidade...
Transmontar sobre a miséria alheia...
O ser humano...
Aquele que tem coragem, honestidade e respeito ao próximo, tem como rotina, pequenas e grandes realizações!
As vezes parada olhando pra dentro de mim
pergunto como cheguei ate aqui, como em qual momento da vida tomei o rumo, o qual nem sei mais qual foi, que me fez parar aqui exatamente aqui.
Cheguei aqui por caminhos os quais nunca gostaria de ter passado, conheci pessoas que queria nunca ter que lembrar e talvez ate por minha culpa,outras que amei mais que tudo e as perdi...
Se hoje aprendi a não errar foi porque já cometi esses mesmos erros antes e aprendi não com as decisões que tomei mas com as consequências que trouxeram.
Hoje sei que raríssimas vezes aprendemos com erros alheios por mais valiosos que possam ser,hoje sei que aprender com os próprio erros magoa, que doí muito crescer.
Não sei se faria diferente se houvesse uma oportunidade de voltar e refazer as coisas de escolher outros caminhos
mas se houvesse gostaria de tentar.
Como posso chamar de felicidade essa "coisa" que me faz afundar vagarosamente enquanto tento fingir para os que estão ao meu redor que está tudo bem? Como posso chamá-la de Felicidade? Felicidade é um sentimento belo, alegre, que nunca tem momentos ruins. Então o que seria isto o que sinto? Este vazio que nunca é preenchido? Resta-me me acostumar à ele, pois está sempre presente aonde quer que eu vá e por mais que eu tente afastá-lo ele parece fazer o contrário disto.
O que seriam dos meus dias sem suas poesias....seus dramas...suas reflexoes, seriam como praia deserta, sem sol, jogados ao marasmo ao vento e a poeira !!!
Se meu amor fosse como o universo, seria iluminado por estrelas brilhantes, raios de calo passaria queimando tudo, ate que um meteoro chegasse e esbaldasse a felicidade!!
Quero ter filhos maravilhosos algum dia, e gostaria de perguntar aos teus pais como eles conseguiram fazer algo tão perfeito como tu.
Meus olhos não escondem como estou...
Se gosto ou não...
Se vou ou fico...
Confio em você...
Mas não no meu olhar...
Todo ser é como um fruto para min,
não perco tempo amaldiçoando o amargor
e as rudezas da casca,
antes me disponho a saborear a polpa
e tudo aquilo que considero agradável,
acho que por isso sempre trago boas
lembranças comigo.
Meu semblante recolhe os cacos do destino perdido como se nada fosse uma variável na matemática intensa numérica da vida inacabada que ainda terminaria com um ângulo quadrilátero dos meus olhares partindo aos seus, espalhando minha respiração aos ares compondo sonho e me perdendo em perfeição de lugares.
Gostaria de reviver em outros lugares que podem fazer um marco em minha infância que eu nunca tive, pois ás vezes as mágoas do mundo se encolhe como o frio de uma madrugada que invade a pele incandescente de um órfão desprotegido pelo medo, jogado a cova dos leões e rodeado de urubus que se alimento de sofrimento repentino.
Ás vezes a lagoa da verdade se encontra na fonte da juventude de cada um de nós, não sorrimos com a verdade, mais choramos com a mentira, com tudo, ao pior que seja o mundo, nada consiste o teu desejo de viver como se fosse morrer agora, ou o agora não é nada comparado as inalações de palavras engolidas por momentos de ódio, mais entre tanta tristeza e um pouco de felicidade, pode ser que exista uma tarja negra corrompendo teu cego globo ocular trilhando sua visão rente, para que você não veja nada além do escuro, onde não existe luz reluzente, te cegam por uma eternidade para que você não veja o caminho onde existe um novo começo.
Eles vêm como se fossem do universo, sutis e delicados. Rapidamente se tornam reais ou te fazem pensar no real. Sua mente gira em torno deles e em torno do que eles proporcionam. Deixam-me louco, me deixam sem pensar, me deixam pensando demais, me deixam sem ar, me deixam respirando muito, me deixam pesado, me deixam leve, me fazem mal, me fazem bem. Sempre parecem mais reais e mais intensos, a cada dia que passo eu tenho mais e mais, não importa a minha opinião sobre o assunto, eles acontecem do jeito que eles querem que aconteça, se você abrir brecha eles fazem da maneira deles, às vezes começando bastante agitados ou lentamente, mas sempre acabando muito antes ou muito depois do que você queria. Agora dormirei e verei seu rosto nos meus sonhos ou nos meus pesadelos...
Parte de Mim que Morreu
Há uma parte de mim,
um mistério, impropério em mim
que me flui como água,
onde o teu corpo nada
e acaba se misturando ao meu.
Há um bocado de mim,
multidão, uma confusão em mim
protestando pelas praças,
deixando um eco por onde passa;
por causa do teu adeus.
E não há sentido maior;
não há covardia maior.
do que se esconder em palavras,
mas quando os gestos viram farsas
não há nada mais vivo que o amor que morreu.
Meu pensamento por, mas que esteve desligado é em ti que ele esta pensado, assim como meu coração clama pelo seu nome.
Mostre ao mundo a que você veio, externe sua capacidade como profissional e como ser humano. Invista em você!Divulque quem você é e do que você gosta!
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